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IJTAG P1687 MARCELO ARAUJO LIMA JILSEPH LOPES. Objetivos Termos Introdução Norma P1687 Arquitetura IJTAG Estudo de Caso: IJTAG Language.

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1 IJTAG P1687 MARCELO ARAUJO LIMA JILSEPH LOPES

2 Objetivos Termos Introdução Norma P1687 Arquitetura IJTAG Estudo de Caso: IJTAG Language

3 Termos JTAG zone overlap-zone IR SM Compatible IEEE TAM

4 Termos (cont.) WIR IEEE P1687 Instrument Gateway

5 Introdução IJTAG (Internal JTAG) – P1687 oficial; É um padrão para acessar e controlar instrumentos embarcados nos dispositivos semicondutores; Descreve a arquitetura interna de Instrumentos, mostra como usar, mas não como é feito; Use of compliance enable pins to create ad-hoc; modes; Uses other states of the JTAG state machine in creative ways to solve various problems;

6 Pilares da IJTAG

7 BSDL Fornece o inventário de Instrumentos contidos no Chip; Necessário para identificar e localizar os instrumentos;

8 Modelo de API Os procedimentos do P1687 podem ser pensados como uma API: –Pode ser chamada de muitos ambientes de alto nível. –Entregue como um Package pelo IP provider. –Esconde o low-level dos usuários. Layers

9 HUB

10 Visualização da IJTAG (Fig.1)

11 Visualização do IJTAG (Fig.2)

12 IEEE P1687 Assume Serve para definir o protocolo de acesso ao Instrumento; Não serve para criar novos Instrumentos; Possibilita o reuso de instrumentos no níveis de sistema – minimizando o uso extra de sinais;

13 Norma IEEE1687 Overlap-Zone –É requisito o uso do TAP e controlador de TAP como definido no ; –Não é requisito para o ser um modo de Compliance-Enable para usar ou acessar o porção da arquitetura do 1687; –Não é requisito o uso de um dispositivo suportando o 1687 separado; –Instrumentos P1687 que não forem descritos pelo BSDL não devem estar conectados diretamente no IR e não deve estar no OVERLAP-ZONE;

14 Overlap-Zone (cont.) –É requisito instruções adicionais para o conjunto de instruções do para elementos dentro Overlap-Zone; –É requisito que os instrumentos de conectividade na zona do sejam alimentados pelos requisitos, otimizações e checagens de compatibilidade do ;

15 Estrutura do Overlap-Zone

16 Gateway Instrumentos acessados pelo IR e suporta hierarquia de acesso para outros instrumentos. É requisito ser operável por um TAP compativel com o e o controlador do (deve ser TIPO-B ou TIPO-C de instrumento). É preferível suportar a instrução de RESET, para permitir que as conexões hierárquicas sejam fechadas.

17 Exemplo - Gateway

18 Exemplo 3 - Gateway

19 Tipos de Instrumentos Tipo A: –O instrumento é definido como um self contained instrument; –Habilitado por sinais estáticos; –Relata estados por sinas de latched-output; –Não tem serial-path; –Supports no hierarchy; –Não deve ser usado como Gateway; –Exemplo: Memory BIST controller.

20 Visualização do TIPOA

21 Exemplo TIPOA

22 Tipos de Instrumentos (cont.) Tipo B: –Instrumento compatível com instrumentos ; –Tem serial scan-path; –Pode suportar Hierarchy; –Pode ser usado como Gateway; –Exemplo: Qualquer instrumento que é diretamente gerenciado pelo sinais da máquina de estados do

23 Visualização TIPOB

24 Tipos de Instrumentos (cont.) Tipo C: –Self-instructed instrument ; –Opera identicamente com o ; –Compatível com 1500-TAM: Tem múltiplos registradores internos; Requisito sinal de Select-IR; –Support Hierarchy; –Pode ser usado como Gateway; –Exemplo: 1500 Wrapped core;

25 Visualização do TIPOC

26 Tipos de Instrumentos (cont.) Tipo D: –Instrumento definido como instrumento TipoB ou TipoC; –Instrumento cuja interface de controle suporta pelo menos um dos seguintes: Um sinal ou seqüência não produzida por um TAP compatível com ou Controlador ; Um clock além do TCK; Uma porta de dados além do TDI-TDO serial scan-path Não pode ser usado como Gateway; –Exemplo: 1500 Wrapped core;

27 Visualização TIPOD

28 Tabela Exemplo das Interfaces P1687

29 Exemplo da Interface da Hierarquia de Instrumentos

30 Exemplo de Comunicação entre Instrumentos

31 Exemplo de Comunicação entre Instrumentos (cont.)

32 Esquemas de conectividade de instrumentos O esquema de conexão dos instrumentos, incluindo Gateways, na zona de Overlap irá de encontro as regras, requisitos, tradeoffs, e otimizações permitidas pelo padrão

33 Exemplo Flat-Connection

34 Exemplo Flat-Connection (cont.) Contra: –A negative tradeoff is no CONCURRENCE and no FLEXIBILITY; –A negative tradeoff is excessive IR-WIDTH; –A negative tradeoff is more ROUTING- CONGESTION; Prós: –A positive tradeoff is short SCAN-PATH-DEPTH that is STABLE; –A positive tradeoff is less POWER;

35 Exemplo Daisy-Chain- Connection

36 Exemplo Daisy-Chain- Connection (cont.) Contra: –A negative tradeoff is more RISK; –A negative tradeoff is more POWER; –A negative tradeoff is less FLEXIBILITY; –A negative tradeoff is long SCAN-PATH-DEPTH; Prós: –A positive tradeoff is a more SCAN-PATH-DEPTH STABILITY; –A positive tradeoff is small IR-WIDTH; –A positive tradeoff is less ROUTING-CONGESTION ; –A positive tradeoff is more CONCURRENCE;

37 Exemplo Star-Connection

38 Exemplo Star-Connection (cont.) Contra: –Complexidade na implementação; Prós: –CONCURRENCE can be supported by grouping instruments that must be used simultaneously ; –RISK is alleviated; –POWER consumption is alleviated;

39 Exemplo Concatenate- Connection

40 Exemplo Concatenate- Connection (cont.) Contra: –A negative tradeoff with this scheme is more connectivity and timing RISK; –A negative tradeoff is excessive IR-WIDTH ; –A negative tradeoff is more AREA; Prós: –A positive tradeoff is less ROUTING-CONGESTION; –A positive tradeoff is more CONCURRENCE; –A positive tradeoff is more FLEXIBILITY; –A positive tradeoff is less failure RISK; –A positive tradeoff is less POWER;

41 Gráfico da Conectividade x Número de Instrumentos

42 Bibliografia IEEE 1687 IJTAG HW Proposal


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