A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

Contabilidade Para Não Contadores Facilitador: Prof. Julio Diniz Jr.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "Contabilidade Para Não Contadores Facilitador: Prof. Julio Diniz Jr."— Transcrição da apresentação:

1 Contabilidade Para Não Contadores Facilitador: Prof. Julio Diniz Jr.

2 Demonstrações Contábeis Fornecem uma visão da situação de uma Empresa; Fornecem uma visão da situação de uma Empresa; Ponto de partida para análises posteriores; Ponto de partida para análises posteriores; Ferramenta que informa as realizações, sucessos e o direcionamento futuro. Ferramenta que informa as realizações, sucessos e o direcionamento futuro.

3 Demonstrações Contábeis Detalhadas - usadas pelos contadores e Adm. Financeiros; Detalhadas - usadas pelos contadores e Adm. Financeiros; Resumidas - alta administração; Resumidas - alta administração; Auditadas - feitas por auditores - obrigação da S/A de capital aberto; Auditadas - feitas por auditores - obrigação da S/A de capital aberto; Fins fiscais - para efeitos de apuração do IRPJ e CSLL. Fins fiscais - para efeitos de apuração do IRPJ e CSLL.

4 Demonstrações Contábeis Relatório Anual aos acionistas - obrigatório às S/A de capital aberto. R esume e documenta aos a cionistas as atividades financeiras realizadas durante o ano encerrado; Relatório Anual aos acionistas - obrigatório às S/A de capital aberto. R esume e documenta aos a cionistas as atividades financeiras realizadas durante o ano encerrado; Princípios Contábeis Geralmente Aceitos - GAAP - diretrizes sobre práticas e procedimentos para manter registros contábeis e financeiros. Princípios Contábeis Geralmente Aceitos - GAAP - diretrizes sobre práticas e procedimentos para manter registros contábeis e financeiros.

5 Demonstrações Contábeis FASB - Financial Accounting Standards Board - Entidade encarregada pela fixação e aplicação das normas contábeis nos EUA; FASB - Financial Accounting Standards Board - Entidade encarregada pela fixação e aplicação das normas contábeis nos EUA; CFC - Conselho Federal de Contabilidade - e a CVM - Comissão de Valores Mobiliários - no Brasil; CFC - Conselho Federal de Contabilidade - e a CVM - Comissão de Valores Mobiliários - no Brasil; Lei – substanciais modificações. Lei – substanciais modificações.

6 Relatório Anual É composto por: Mensagem aos Acionistas / Demonstração do Resultado / Balanço Patrimonial / Demonstração dos lucros ou prejuízos acumulados / Dem. Das Mutações do P.L. / Dem. Do Fluxo de Caixa / Notas Explicativas / Parecer do Conselho Fiscal / Parecer dos Auditores Independentes. É composto por: Mensagem aos Acionistas / Demonstração do Resultado / Balanço Patrimonial / Demonstração dos lucros ou prejuízos acumulados / Dem. Das Mutações do P.L. / Dem. Do Fluxo de Caixa / Notas Explicativas / Parecer do Conselho Fiscal / Parecer dos Auditores Independentes.

7 Mensagem aos Acionistas Geralmente é o primeiro elemento do relatório anual e a principal comunicação da administração aos proprietários da Empresa; Geralmente é o primeiro elemento do relatório anual e a principal comunicação da administração aos proprietários da Empresa; Descreve os eventos de maior importância, expõe planos para o futuro e situação financeira. Descreve os eventos de maior importância, expõe planos para o futuro e situação financeira.

8 Lançamentos Contábeis Método das partidas dobradas – todo débito corresponde a um crédito de mesmo valor; Método das partidas dobradas – todo débito corresponde a um crédito de mesmo valor; É a forma como a contabilidade registra os fatos que afetam a empresa; É a forma como a contabilidade registra os fatos que afetam a empresa; Obedecem um plano de contas; Obedecem um plano de contas; Seguem p/ os livros Diário e Razão; Seguem p/ os livros Diário e Razão; Servem de base para apuração dos impostos. Servem de base para apuração dos impostos.

9 Balanço Patrimonial Demonstração resumida da situação financeira e patrimonial; Demonstração resumida da situação financeira e patrimonial; Ativo:bens,direitos e investimentos; Ativo:bens,direitos e investimentos; Passivo: obrigações com terceiros; Passivo: obrigações com terceiros; Patrimônio líquido: é o dinheiro do dono - diferença entre o que tem e o que deve. Patrimônio líquido: é o dinheiro do dono - diferença entre o que tem e o que deve.

10 Ativo Ativo Circulante Ativo Circulante Ativo Realizável a Longo Prazo Ativo Realizável a Longo Prazo Ativo Permanente/Fixo Ativo Permanente/Fixo (-) Depreciação (-) Depreciação

11 Passivo Passivo Circulante Passivo Circulante Passivo exigível a Longo Prazo Passivo exigível a Longo Prazo Patrimônio Líquido Patrimônio Líquido Capital Social Capital Social Reservas Reservas Lucros ou Prejuízos Acumulados Lucros ou Prejuízos Acumulados

12 Balanço Patrimonial Ativo circulante - ativos de curto prazo - convertidos em dinheiro em até um ano; Ativo circulante - ativos de curto prazo - convertidos em dinheiro em até um ano; Passivo circulante - passivos de curto prazo - liquidação deve ocorrer em até um ano. Passivo circulante - passivos de curto prazo - liquidação deve ocorrer em até um ano.

13 Demonstração do Resultado Fornece um resumo dos resultados das operações da Empresa; Fornece um resumo dos resultados das operações da Empresa; Receita – é a renda que a empresa obtém pelas vendas de mercadorias e produtos e/ou pela prestação de serviços; Receita – é a renda que a empresa obtém pelas vendas de mercadorias e produtos e/ou pela prestação de serviços; Custo – é o gasto relativo à aquisição ou produção de um bem para venda. Custo – é o gasto relativo à aquisição ou produção de um bem para venda.

14 Demonstração do Resultado Despesa Operacional – é o gasto com as vendas, com a administração e com as despesas financeiras, que contribuem para a manutenção da atividade operacional da empresa; Despesa Operacional – é o gasto com as vendas, com a administração e com as despesas financeiras, que contribuem para a manutenção da atividade operacional da empresa; EBITDA – Ganhos antes dos juros, impostos, depreciação e amortização – potencial de geração de caixa. EBITDA – Ganhos antes dos juros, impostos, depreciação e amortização – potencial de geração de caixa.

15 Depreciação Item não desembolsável - despesa lançada na DRE, que não envolve saída de caixa; Item não desembolsável - despesa lançada na DRE, que não envolve saída de caixa; Conta retificadora do ativo imobilizado, que corresponde à perda de valor dos bens e direitos sujeitos a desgastes ou obsolescência. Conta retificadora do ativo imobilizado, que corresponde à perda de valor dos bens e direitos sujeitos a desgastes ou obsolescência.

16 Análise de Índices Utilizar um grupo de índices; Utilizar um grupo de índices; Critérios claros; Critérios claros; Frequência e mesma data para evitar os efeitos da sazonalidade; Frequência e mesma data para evitar os efeitos da sazonalidade; Possibilidade de comparação para enxergar evolução ou involução; Possibilidade de comparação para enxergar evolução ou involução; Exige conhecimento da empresa. Exige conhecimento da empresa.

17 Análise Econômico-Financeira Compreende o levantamento da situação econômico- financeira da empresa, baseando-se na qualidade de suas informações contábeis com relação a: Liquidez – capacidade de pagamento Endividamento – montante de dívidas financiando o negócio Lucratividade - margem de lucratividade obtida Rentabilidade - retorno obtido sobre o PL e Ativo.

18 Indicadores de Lucratividade Margem Bruta - ROB / VL - quanto maior melhor - mede o % que restou das VL após apuração dos custos; Margem Bruta - ROB / VL - quanto maior melhor - mede o % que restou das VL após apuração dos custos; Margem Operacional - ROL/VL - mede o % que restou das VL após a apuração dos custos e despesas operacionais; Margem Operacional - ROL/VL - mede o % que restou das VL após a apuração dos custos e despesas operacionais; Margem Líquida - LL / VL - mede o % de lucro de cada artigo vendido. Margem Líquida - LL / VL - mede o % de lucro de cada artigo vendido.

19 Indicadores de Lucratividade Margem de Contribuição – quanto maior, melhor – mede o % que restou das VL após a apuração dos custos e das despesas variáveis com vendas; Margem de Contribuição – quanto maior, melhor – mede o % que restou das VL após a apuração dos custos e das despesas variáveis com vendas; Giro dos Ativos – VL/AT – mais vendas, mais produtivo é o investimento (ativo) da empresa. Giro dos Ativos – VL/AT – mais vendas, mais produtivo é o investimento (ativo) da empresa.

20 Margem Bruta = (vendas líquidas-CMV)/vendas líquidas) Define o lucro bruto em cada unidade vendida. Quanto maior, melhor Indicadores de Lucratividade (+)

21 Margem Líquida = (lucro líquido/vendas líquidas) Define a lucratividade em cada unidade vendida. Quanto maior, melhor Indicadores de Lucratividade (+)

22 Ponto de Equilíbrio Operacional Determina o nível de vendas necessário para cobrir todos os custos operacionais. Determina o nível de vendas necessário para cobrir todos os custos operacionais. O primeiro passo é separar o CMV + despesas operacionais (de vendas e administrativas) em Custos Fixos (CF) e Custos Variáveis (CV) O primeiro passo é separar o CMV + despesas operacionais (de vendas e administrativas) em Custos Fixos (CF) e Custos Variáveis (CV) CF - função do tempo - contratuais CF - função do tempo - contratuais CV - função de volume - vendas CV - função de volume - vendas

23 P.E. Operacional É o ponto onde RT = CT É o ponto onde RT = CT CT = CF + CV CT = CF + CV P.E. = CF/(1 - (CV/RT)) P.E. = CF/(1 - (CV/RT)) P.E. é sensível ao aumento dos CF, ao aumento dos preços e ao aumento dos CV; P.E. é sensível ao aumento dos CF, ao aumento dos preços e ao aumento dos CV; acima do P.E. = lucro acima do P.E. = lucro abaixo do P.E. = prejuízo. abaixo do P.E. = prejuízo.

24 Indicadores de Rentabilidade Retorno do Ativo - ROA - quanto maior melhor - LL/AT - mede a eficiência dos ativos totais para gerar lucros ; Retorno do Ativo - ROA - quanto maior melhor - LL/AT - mede a eficiência dos ativos totais para gerar lucros ; Retorno sobre PL - ROE - quanto maior melhor - LL/ PL - mede o % de lucro do $ investido pelo dono. Retorno sobre PL - ROE - quanto maior melhor - LL/ PL - mede o % de lucro do $ investido pelo dono.

25 Indicadores de Rentabilidade - Retorno do Ativo - mede a rentabilidade do investimento da empresa; - Retorno sobre PL – mede a rentabilidade do ponto de vista do empresário.

26 Lucratividade x Rentabilidade Lucratividade – resultado obtido em relação às vendas; Lucratividade – resultado obtido em relação às vendas; Rentabilidade – resultado obtido em relação aos investimentos. Rentabilidade – resultado obtido em relação aos investimentos.

27 Capital de Giro O conceito de Capital de Giro (ou de capital circulante) identifica os recursos que giram (circulam) várias vezes em determinado período. Corresponde a uma parcela do capital aplicada pela empresa em seu ciclo operacional, caracteristicamente de curto prazo. O conceito de Capital de Giro (ou de capital circulante) identifica os recursos que giram (circulam) várias vezes em determinado período. Corresponde a uma parcela do capital aplicada pela empresa em seu ciclo operacional, caracteristicamente de curto prazo.

28 Capital de Giro Capital de Giro corresponde ao ativo circulante, representa o valor total demandado pela empresa para financiar seu ciclo operacional; Capital de Giro corresponde ao ativo circulante, representa o valor total demandado pela empresa para financiar seu ciclo operacional; Capital de Giro Líquido ou Capital Circulante Líquido = Ativo Circulante (AC) menos o Passivo Circulante (PC); Capital de Giro Líquido ou Capital Circulante Líquido = Ativo Circulante (AC) menos o Passivo Circulante (PC); Serve como medida de liquidez. Serve como medida de liquidez.

29 Capital de Giro Grande parte do tempo do gestor financeiro é destinada à solução de problemas de capital de giro, como financiamento de estoques, gerenciamento da inadimplência de clientes e administração das insuficiências de caixa. Grande parte do tempo do gestor financeiro é destinada à solução de problemas de capital de giro, como financiamento de estoques, gerenciamento da inadimplência de clientes e administração das insuficiências de caixa.

30 Ciclo Operacional - CO Composto por todas as fases de suas atividades operacionais; Composto por todas as fases de suas atividades operacionais; Empresa industrial - inicia-se com a aquisição de matérias -primas, passa pela armazenagem, produção, venda e recebimento das vendas realizadas. O ciclo operacional é o intervalo de tempo gasto na execução de todas essas atividades. Empresa industrial - inicia-se com a aquisição de matérias -primas, passa pela armazenagem, produção, venda e recebimento das vendas realizadas. O ciclo operacional é o intervalo de tempo gasto na execução de todas essas atividades.

31 Ciclo Operacional - CO CO = PMRE + PMC (idade média dos estoques + período médio de cobrança das vendas); CO = PMRE + PMC (idade média dos estoques + período médio de cobrança das vendas); PMRE = número médio de dias que a empresa leva para a aquisição de matérias-primas, produção, estocagem e venda do produto; PMRE = número médio de dias que a empresa leva para a aquisição de matérias-primas, produção, estocagem e venda do produto; PMC = número médio de dias que a empresa leva para receber de seus clientes pelas vendas realizadas. PMC = número médio de dias que a empresa leva para receber de seus clientes pelas vendas realizadas.

32 Ciclo Financeiro - CF É calculado como o número de dias do ciclo operacional menos o período médio de pagamento aos seus fornecedores; É calculado como o número de dias do ciclo operacional menos o período médio de pagamento aos seus fornecedores; CF = CO (ciclo operacional) - PMP ( prazo médio de pagamento a fornecedores); CF = CO (ciclo operacional) - PMP ( prazo médio de pagamento a fornecedores); Quanto menor, melhor. Quanto menor, melhor.

33 Indicadores de Atividade Prazo médio de cobrança: (DR x 360)/VB - quantos dias, em média, a empresa demora para receber suas vendas; (DR x 360)/VB - quantos dias, em média, a empresa demora para receber suas vendas; Prazo médio de renovação de estoques: (E x 360)/CMV - quantos dias, em média, a empresa leva para renovar seu estoque; Prazo médio de pagamento: (F x 360)/CMV - quantos dias, em média, a empresa demora para pagar suas compras. (F x 360)/CMV - quantos dias, em média, a empresa demora para pagar suas compras.

34 Giro x Margem Se a margem é o elemento para obter a rentabilidade, o caminho é o giro; Se a margem é o elemento para obter a rentabilidade, o caminho é o giro; Rentabilidade = Giro x Margem. Rentabilidade = Giro x Margem.

35 Giro x Margem Empresas comerciais tendem a ter maior giro dos seus ativos e ciclo operacional e financeiro menores. Ex: supermercados (ganham no giro) Empresas comerciais tendem a ter maior giro dos seus ativos e ciclo operacional e financeiro menores. Ex: supermercados (ganham no giro) Empresas industriais e prestadoras de serviço tem um giro menor, ciclo operacional e financeiro maiores e maior terá que ser a margem. Empresas industriais e prestadoras de serviço tem um giro menor, ciclo operacional e financeiro maiores e maior terá que ser a margem.

36 Método DuPont Consiste na ampliação da análise da rentabilidade; Consiste na ampliação da análise da rentabilidade; Giro x margem=Rentabilidade sobre Ativo, ou seja: Giro x margem=Rentabilidade sobre Ativo, ou seja: LL/AT=(VL/AT) x (LL/VL) LL/AT=(VL/AT) x (LL/VL)

37 Finanças Visão do Administrador Financeiro – perspectiva de lucro e a geração de caixa; Fluxo de Caixa - verdadeira força da empresa - essencial para assegurar o sucesso e a sobrevivência; 3 Relatórios de Gestão - Balancete, Fluxo de Caixa e Planejamento Financeiro.

38 Lucro x Caixa Lucro ou Prejuízo - se obtém da DRE, feita pela Contabilidade - assim, é um número contábil; Superávit ou Déficit de caixa - se obtém do fluxo de caixa feito pela Tesouraria - assim, é um número financeiro.

39 Regime de Competência x Caixa Regime de Competência – reconhece e registra as transações de uma empresa quando incorridas. Ex : o momento da realização de uma venda à prazo. Regime de Competência – reconhece e registra as transações de uma empresa quando incorridas. Ex : o momento da realização de uma venda à prazo. Regime de Caixa – reconhece e registra as transações de uma empresa quando se paga ou recebe. Ex: o momento do recebimento de uma venda à prazo. Regime de Caixa – reconhece e registra as transações de uma empresa quando se paga ou recebe. Ex: o momento do recebimento de uma venda à prazo.

40 Demonstração do Fluxo de Caixa Elaborada pela Contabilidade; Elaborada pela Contabilidade; Trata as variações ocorridas no caixa; Trata as variações ocorridas no caixa; Destaca as operações, os financiamentos e os investimentos; Destaca as operações, os financiamentos e os investimentos; Inicia-se no lucro e indica a variação do caixa. Inicia-se no lucro e indica a variação do caixa.

41 Fontes que aumentam Caixa Financiamentos, eleva PC e ELP; Financiamentos, eleva PC e ELP; Maior PL (venda de ações); Maior PL (venda de ações); Menor AC ( venda de estoque); Menor AC ( venda de estoque); Menor AP (venda de bens). Menor AP (venda de bens).

42 Usos que diminuem Caixa Pagamento de passivos; Pagamento de passivos; Menor PL (recompra de ações); Menor PL (recompra de ações); Maior AC (compra de estoques); Maior AC (compra de estoques); Maior AP ( compra de bens). Maior AP ( compra de bens).

43 Liquidez x Solvência Liquidez – capacidade de conversão de ativos em caixa; Liquidez – capacidade de conversão de ativos em caixa; Solvência – capacidade de pagamento das obrigações no momento dos seus vencimentos – conceito mais amplo, revela a possibilidade de continuidade. Solvência – capacidade de pagamento das obrigações no momento dos seus vencimentos – conceito mais amplo, revela a possibilidade de continuidade.

44 Análise Financeira Índice de liquidez corrente - AC/PC - quanto maior melhor - mostra a capacidade de pagamento da empresa a curto prazo; Índice de liquidez corrente - AC/PC - quanto maior melhor - mostra a capacidade de pagamento da empresa a curto prazo; Índice de liquidez seca - AC - E/PC - quanto maior melhor - mostra a capacidade de pagamento sem os estoques, que possuem menor liquidez pois ainda precisam ser vendidos. Índice de liquidez seca - AC - E/PC - quanto maior melhor - mostra a capacidade de pagamento sem os estoques, que possuem menor liquidez pois ainda precisam ser vendidos.

45 - Índices de endividamento - mede a capacidade da empresa de honrar suas dívidas. - Endividamento geral - mede a proporção dos AT financiada por 3.os – (PC + ELP)/AT - quanto menor melhor; - Composição do endividamento a curto prazo - PC/(PC+ELP) - quanto menor melhor - quanto do CT deve ser pago a curto prazo. Análise Financeira

46 Cenário Econômico para 2010 Crescimento da economia – PIB – 5,0%; Crescimento da economia – PIB – 5,0%; Crescimento do segmento de atuação ??? Crescimento do segmento de atuação ??? Recuperação da economia mundial; Recuperação da economia mundial; Inflação prevista – 4,5%; Inflação prevista – 4,5%; Taxa de câmbio – US$ 1 / R$ 1,80; Taxa de câmbio – US$ 1 / R$ 1,80; Política monetária – taxa de juros – 8,75 % a.a. Política monetária – taxa de juros – 8,75 % a.a. Balança Comercial – saldo de US$ 10 bilhões. Balança Comercial – saldo de US$ 10 bilhões.

47 Custo de Oportunidade do $ - Retorno financeiro certo que uma pessoa física ou jurídica tem, sem investir em novos projetos; - Balizador da tomada de decisão de investimentos/financiamentos.

48 Títulos Públicos Públicos – emitidos via Governo Federal. Públicos – emitidos via Governo Federal. LFT - atrelado à SELIC; LFT - atrelado à SELIC; LTN – prefixado; LTN – prefixado; NTN - inflação + taxa de juros – juro real. NTN - inflação + taxa de juros – juro real.

49 - Realizar análises e planejamento financeiro; - Tomar decisões de investimento - afetam o lado do Ativo no Balanço Patrimonial; - Tomar decisões de financiamento - afetam o lado do Passivo. Atividades-chave do Adm.Fin.

50 Fontes de Financiamento Um ativo pode ser financiado de duas formas: - Capital Próprio – recursos do acionista. - Capital de Terceiros – recursos de terceiros de longo prazo.

51 Estrutura do Capital 2 Formas de Financiamento de Ativos: ATIVO PASSIVO PATRIMÔNIO LÍQUIDO CAPITAL DE TERCEIROS (a que custo?) CAPITAL PRÓPRIO (DO ACIONISTA) (a que custo?) Estrutura de recursos: é o mix de Capital de Terceiros e Capital Próprio

52 Estrutura de Capital É o mix mantido pela empresa de capital de terceiros e capital próprio; É o mix mantido pela empresa de capital de terceiros e capital próprio; Estrutura ótima de capital é aquela em que o custo médio ponderado do capital é minimizado, maximizando dessa forma, o valor da empresa. Estrutura ótima de capital é aquela em que o custo médio ponderado do capital é minimizado, maximizando dessa forma, o valor da empresa.

53 Estrutura do Capital Empresas capitalizadas – apresentam PL > Passivo; Empresas capitalizadas – apresentam PL > Passivo; Empresas alavancadas – apresentam Passivo > PL. Empresas alavancadas – apresentam Passivo > PL.

54 Alavancagem Estratégia na qual o proprietário do investimento pretende aumentar seus retornos através de empréstimos ou operações no mercado de capitais; Estratégia na qual o proprietário do investimento pretende aumentar seus retornos através de empréstimos ou operações no mercado de capitais; Se diz que maior o endividamento - maior a alavancagem - maior o risco financeiro, que é o risco de a empresa ser incapaz de cobrir os compromissos financeiros assumidos; Se diz que maior o endividamento - maior a alavancagem - maior o risco financeiro, que é o risco de a empresa ser incapaz de cobrir os compromissos financeiros assumidos; Risco Operacional é o risco de a empresa ser incapaz de cobrir todos os seus custos operacionais- ligado à operação da empresa. Risco Operacional é o risco de a empresa ser incapaz de cobrir todos os seus custos operacionais- ligado à operação da empresa.

55 Custo do Capital - Capital de Terceiros – custo da dívida de longo prazo;prazo determinado para pagamento; forte obrigação de reembolsar o principal da dívida + juros. - Capital Próprio – remuneração exigida pelo acionista;prazo indeterminado; corre maior riscos; a tendência é que o custo do capital próprio seja maior que o custo da dívida.

56 Custo Médio Ponderado de Capital - CMPC ou WACC – mix entre Capital de Terceiros e Capital Próprio. - Cabe à Empresa conhecer seu CMPC. - Levar à frente as decisões financeiras que apresentem taxas de retorno superiores ao CMPC. - Dessa forma, haverá geração de valor.

57 EVA – Valor Econômico Adicionado - Instrumento de medida de valor; - Não há criação de valor quando o lucro gerado é insuficiente para cobrir o custo de oportunidade; - É o ganho acima da expectativa do acionista; - É o lucro econômico.

58 Valor de Mercado Valor de mercado da empresa = quantidade de Valor da empresa pela Contabilidade = patrimônio líquido; Valor de mercado da empresa = quantidade de Valor da empresa pela Contabilidade = patrimônio líquido; ações x cotação do preço da ação na Bolsa de valores; ações x cotação do preço da ação na Bolsa de valores; A empresa vale pela sua geração de caixa futura – método do Fluxo de Caixa Descontado – uso do EBITDA. A empresa vale pela sua geração de caixa futura – método do Fluxo de Caixa Descontado – uso do EBITDA.

59 Análise dos Indicadores de Gestão Liquidez e endividamento; Liquidez e endividamento; Estrutura do capital; Estrutura do capital; Lucratividade das vendas; Lucratividade das vendas; EBITDA sobre vendas – geração de caixa; EBITDA sobre vendas – geração de caixa; Retorno sobre o Patrimônio líquido; Retorno sobre o Patrimônio líquido; Retorno sobre o investimento; Retorno sobre o investimento; Valor Econômico Adicionado – EVA; Valor Econômico Adicionado – EVA; Revela a importância da Contabilidade e a necessidade do seu uso. Revela a importância da Contabilidade e a necessidade do seu uso.

60 OBRIGADO!!!!


Carregar ppt "Contabilidade Para Não Contadores Facilitador: Prof. Julio Diniz Jr."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google