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A semiologia francesa O pensamento de Ferdinand de Saussure e seguidores (Hjelmslev e Barthes) e sua aplicação no Jornalismo.

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1 A semiologia francesa O pensamento de Ferdinand de Saussure e seguidores (Hjelmslev e Barthes) e sua aplicação no Jornalismo

2 Constituição do signo para Saussure ( ):

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4 Característica do signo para Saussure Arbitrariedade: não há nenhuma relação direta e lógica entre o significado e o significante. Livro, book, libro, βιβλίον.

5 Linearidade: ordem linear ou sucessiva na cadeia da fala. ÁRVORE ERVOÁR – Mesmas letras, mas não mesmo significante.

6 E as onamotopeias? Em português: miau Em inglês: mew Em francês: miaou Em japonês: nyaa Em português: piu-piu Em inglês: tweet tweet Em francês: pi-pi-pi Em japonês: piyo, piyo

7 Imutabilidade: língua é produto herdado. Mutabilidade: como fenômeno social, a língua está sujeita ao tempo.

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9 Polissemia: capacidade de um significante adquirir vários significados.

10 Polissemia no jornalismo Polissemia pode induzir a: Criatividade (às vezes apresentando uma nova construção para um clichê, inclusive) Humor (nas suas mais variadas funções) Popularização x vulgarização de um informação; Ambiguidade e, nesse caso, um problema de precisão.

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17 Convém lembrar: Nem todo caso de ambiguidade é causado pela polissemia. Legenda: Moradores cercam um prédio destruído em Concepción, a 320 quilômetros de Santiago, onde foi o epicentro do terremoto

18 Conotação e Denotação Hjelmslev ( )

19 Uma releitura aristotélica, de acordo com Hjelmslev

20 A Construção de uma Metáfora Tempo é dinheiro. Conceito abstrato x conceito concreto; Mapeamento cognitivo: A censura é a mãe da metáfora. Jorge Luis Borges

21 Conotação Roland Barthes ( ): É uma determinação, uma relação, uma anáfora, um traço que tem o poder de se relacionar com menções anteriores, ulteriores ou exteriores a outros lugares do texto (ou de um outro texto). (Elementos da Semiologia, 1980, p. 14)

22 As figuras de linguagem resultam da necessidade expressiva e se devem à incapacidade de nosso espírito de abstrair, de apreender um conceito, de conceber uma idéia fora do contato com a realidade concreta. (MARTINS, 2000, p. 92) Methàfora: meta (além) + phora (carregar) MARTINS, N. S. Introdução à estilística. 3. ed. São Paulo: T. A Queiroz, 2000.

23 Funções da linguagem figurada no jornalismo Forma didática – Jornalismo científico, econômico etc. Forma estética – estilo/ criatividade/ jornalismo literário.

24 Mosca embriagada busca parceiros do mesmo sexo Aconteceu com moscas. Seria o equivalente, em humanos, ao sujeito beber para ter coragem de cantar a moça no bar e terminar a noite dando em cima também do garçom. Machos de moscas-da-fruta submetidos a uma constante inebriação com etanol ficaram mais excitados e desinibidos sexualmente, a ponto de não só voarem atrás de fêmeas, mas também de outros machos. O efeito fica mais intenso com a idade. Machos mais velhos ficaram mais desinibidos em relação ao mesmo sexo. Foi o primeiro experimento a tratar dos efeitos na atividade sexual da exposição crônica ao álcool entre um dos animais mais pesquisados pelos cientistas. O estudo, na revista científica Plos One, foi liderado pela pesquisadora Han Kyung-na. (Bonalume Neto, Ricardo, Folha de S. Paulo, 4 jan. 2008)

25 O foco de luz passeia entre as mesas imersas na penumbra, sublinhando o desenho hipnótico dos passos milimetricamente combinados dos dois dançarinos. Cada movimento, por mais complicado que seja, começa e termina em sincronia exata com o do parceiro, os dois entrelaçados numa só coreografia. Pode parecer um show de tango, mas é, de fato, a descrição de um fenômeno muito estranho da física. (...) É chamado de entrelaçamento porque seu efeito é casar, dois a dois, átomos, elétrons ou moléculas, fazendo-os dançar com a mesma sincronia de um par de bailarinos no palco de um cabaré. (DIEGUEZ, Flávio. Superinteressante)

26 Metáfora/ Metonímia Vêem-se em Brasília numerosas casacas e lustrosas cartolas. Colarinhos engomados, em cujas bordas se percebe o autógrafo vermelho do planalto goiano. Mas Brasília é uma criança. Ainda recém-nascida, brincou com fogo, naturalmente de artifício. (HERZOG, W. O Estado de S. Paulo. 22 de abril de 1960


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