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A)O que é. b)Objetivos da concentração numa reunião mediúnica. c)Diferença entre concentração, atenção e meditação. d)Fatores contrários à concentração:

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1 a)O que é. b)Objetivos da concentração numa reunião mediúnica. c)Diferença entre concentração, atenção e meditação. d)Fatores contrários à concentração: externos e internos. CONCENTRAÇÃO a)Relaxação: o que é; tipos (muscular e mental); como proceder. b)Abstração: o que é; como proceder. CONDIÇÕES PARA A CONCENTRAÇÃO

2 CONCENTRAR, como o próprio termo indica, é reunir num centro. É fazer convergir todos os pensamentos para um objetivo comum. CONCENTRAÇÃO é o ato pelo qual fechamos as portas da mente ao mundo exterior e orientamos nossa atividade interiormente, na intimidade da zona psíquica. Só ocorre plenamente, quando a mente consegue livrar-se de todas as sensações provocadas por estímulos externos e das vivências interiores, que não têm nenhuma relação com o objeto da concentração. CONCENTRAÇÃO – O QUE É

3 Para que haja concentração é necessário que ocorra silêncio interior. A atividade mediúnica inicia na concentração. Para atingir o transe mediúnico, o médium deve concentrar-se, a fim de que este ato mental ativo, mediante o qual centraliza a mente sobre dado ponto de interesse com a idéia deliberada de obter determinado efeito, atinja o resultado desejado. A concentração dos pensamentos numa reunião mediúnica não corresponde ao tipo de concentração individual de uma pessoa num determinado problema a resolver ou num estudo a fazer. CONCENTRAÇÃO – OBJETIVOS NA REUNIÃO MEDIÚNICA

4 Trata-se de uma concentração coletiva, de pensamentos voltados para um mesmo objetivo. Quando todos pensam em Deus ou em Jesus, todos os pensamentos se concentram numa só idéia. A convergência de pensamentos para um determinado fim pressupõe a eliminação de todos os pensamentos que não sejam convenientes aos fins desejados. CONCENTRAÇÃO – OBJETIVOS NA REUNIÃO MEDIÚNICA

5 A mente de Castro passou, de súbito, a alimentar propósitos diferentes. Incapaz de concentrar sua atenção no trabalho que seria levado a efeito, estava interessado em provocar um reencontro com sua mãe desencarnada. Enxergava o mentor, como quem vê as pessoas que passam, mas sem qualquer preocupação de escutá-lo ou servi-lo. "Basta a indiferença mental para que nada ouça do que mais interessa agora ao esforço coletivo da reunião", explicou Aulus. "E' uma antena que se insensibilizou, de improviso, recusando sintonizar-se com a onda que a procura." (Nos domínios da Mediunidade - Cap. 12) CONCENTRAÇÃO – OBJETIVOS NA REUNIÃO MEDIÚNICA

6 PARE Diferença entre concentração, atenção e meditação. PORÉM, Não confundir Concentração com Atenção e com Meditação

7 Diferença entre concentração, atenção e meditação.

8 ATENÇÃO ato mediante o qual a mente, em estado receptivo e vigilante, volta-se para determinado objeto, assunto ou acontecimento, no sentido de receber impressões sobre eles; é uma janela que a mente abre para fora, para saber o que se passa no exterior, utilizando-se dos sentidos fisicos, que são órgãos de relação com o meio ambiente. MEDITAÇÃO ato psíquico pelo qual a mente, inicialmente concentrada em dado ponto de interesse, entra-lhe na intimidade para obter conclusões gerais, percepções e conhecimentos de caráter integral. Diferença entre concentração, atenção e meditação.

9 RESUMINDO: A Atenção abre as portas da mente para o mundo fisico, enquanto a Concentração as fecha, abrindo-as para o psíquico; e a Meditação penetra no âmago das coisas ou idéias, pela análise, quase sempre introspectiva. A concentração se desenvolve pelo exercício; portanto, o médium principiante deve armar­se de paciência e de perseverança necessárias até que consiga praticá-la adequadamente. Diferença entre concentração, atenção e meditação. Nesse sentido, o médium deve aprender a utilizar duas ferramentas importantes: o pensamento e a vontade. De início, parece difícil conseguir se concentrar, pois é preciso lutar contra uma série de obstáculos: pensamentos intrusos, assédio de impressões de toda ordem e a todo instante. Quando fechamos a mente para o plano físico e nos voltamos para as coisas espirituais, a concentração facilita o intercâmbio com o plano espiritual.

10 impedem ou dificultam a concentração. Dividem-se em externos e internos. FATORES EXTERNOS: -Ruídos e sons em tom elevado. -Iluminação inadequada (forte ou fraca). -Envolvimento espiritual perturbador. FATORES CONTRÁRIOS A CONCENTRAÇÃO

11 FATORES INTERNOS: - Tensões e dores físicas que dificultam a concentração. - Distração inconsciente, não percebida. - Cansaço gerando a necessidade de repouso (sono). - Falta de informação de como se concentrar. - Indisciplina interior fazendo com que o indivíduo se ocupe de muitos pensamentos ao mesmo tempo. - Perturbações afetivo-emocionais provocados por problemas pessoais, que levam o indivíduo a preocupar-se ou ficar ansioso. - Sentimento de tédio durante a concentração, o que leva a pessoa fazer uso naturalmente da sua imaginação. FATORES CONTRÁRIOS A CONCENTRAÇÃO

12 OS MENSAGEIROS - XLVII - No trabalho ativo (...) Observava-se apreciável instabilidade de pensamento. A expectativa ansiosa dos presentes perturbava a corrente vibratória. De quando em quando, surpreendíamos determinados desequilíbrios, que afetavam, particularmente, a organização, mediúnica de Dona Isabel e a posição receptiva do comentarista, que parecia perder o fio das idéias, tal qual se diria na linguagem comum. Colaboradores ativos restabeleciam o ritmo, quanto possível. Reparamos que alguns irmãos encarnados se mantinham irriquietos, em demasia. FATORES CONTRÁRIOS A CONCENTRAÇÃO

13 Mormente os mais novos em conhecimentos doutrinários exibiam enorme irresponsabilidade. A mente lhes vagava muito longe dos comentários edificantes. Viam-se-lhes, distintamente, as imagens mentais. Alguns se prendiam aos quefazeres domésticos, outros se impacientavam por não lograrem a realização imediata dos propósitos que os haviam levado até ali. Aniceto, que não perdia ocasião de prestar-nos esclarecimentos novos, considerou, discreto: FATORES CONTRÁRIOS A CONCENTRAÇÃO

14 Muitos estudiosos do Espiritismo se preocupam com o problema da concentração, em trabalhos de natureza espiritual. Não são poucos os que estabelecem padrão ao aspecto exterior da pessoa concentrada, os que exigem determinada atitude corporal e os que esperam resultados rápidos nas atividades dessa ordem. Entretanto, quem diz concentrar, forçosamente se refere ao ato de congregar alguma coisa. FATORES CONTRÁRIOS A CONCENTRAÇÃO

15 Ora, se os amigos encarnados não tomam a sério as responsabilidades que lhes dizem respeito, fora dos recintos de prática espiritista, se, porventura, são cultores da leviandade, da indiferença, do erro deliberado e incessante, da teimosia, da inobservância interna dos conselhos de perfeição cedidos a outrem, que poderão concentrar nos momentos fugazes de serviço espiritual? FATORES CONTRÁRIOS A CONCENTRAÇÃO

16 Boa concentração exige vida reta. Para que os nossos pensamentos se congreguem uns aos outros, fornecendo o potencial de nobre união para o bem, é indispensável o trabalho preparatório de atividades mental na meditação de ordem superior. A atitude íntima de relaxamento, ante as lições evangélicas recebidas, não pode conferir ao crente, ou ao cooperador, a concentração de forças espirituais no serviço de elevação, tão só porque estes se entreguem, apenas por alguns minutos na semana, a pensamentos compulsórios de amor cristão. (...) FATORES CONTRÁRIOS A CONCENTRAÇÃO

17 (...) Reparei com mais atenção os (...) encarnados. Não fosse o devotamento dos colaboradores do nosso plano, tornar-se-ia impossível qualquer proveito concreto. Isidoro e outros amigos devotados trabalhavam com ardor, despertando alguns dorminhocos e reajustando o pensamento dos invigilantes, para neutralizar determinadas influências nocivas. FATORES CONTRÁRIOS A CONCENTRAÇÃO

18 A reunião mediúnica depende muito do ambiente formado por todos os componentes do grupo. Através do exercício dos bons pensamentos e da elevação de sentimentos, o ambiente se satura de elementos espirituais (fluídicos) que favorecem o intercâmbio. Para alcançar este ambiente adequado é necessária uma RELAXAÇÃO completa, isto é, físico­mental, antes de iniciar o treinamento mediúnico propriamente dito. o relaxamento não é apenas descontração muscular; é também eliminação da tensão mental, principalmente, a provocada pela ansiedade, expectativa, medo, angústia, enfim, e outros inúmeros motivos. CONDIÇÕES PARA A CONCENTRAÇÃO - RELAXAÇÃO E ABSTRAÇÃO

19 RELAXAR ordem mental que cada um vai dar ao seu corpo fisico. Durante a reunião, deve-se manter relaxado, respirando calmamente; tomando na cadeira uma posição cômoda, solta, evitando contrair os músculos, para facilitar um bem estar físico. CONDIÇÕES PARA A CONCENTRAÇÃO - RELAXAÇÃO E ABSTRAÇÃO Para tanto, evitar as causas, pelo menos no dia da reunião, que levam o indivíduo a uma tensão. o relaxamento muscular consiste em soltar os músculos do corpo, começando pelos pés, pernas,· braços, tórax, pescoço, cabeça, ou na ordem inversa.

20 DESLIGAR DOS PROBLEMAS DO DIA A DIA LIGAR-SE AOS OBJETIVOS DA REUNIÃO ABSTRAÇÃO Desligamento de problemas outros que não digam respeito à finalidade da reunião, como problemas familiares, doenças, trabalho material, etc., porque estes apegos dificultam o desenvolvimento mediúnico. CONDIÇÕES PARA A CONCENTRAÇÃO - RELAXAÇÃO E ABSTRAÇÃO

21 Para tal, deve-se pensar no bem, na caridade, nas virtudes que adornam o caráter do verdadeiro cristão. A relaxação proporcionando um bem estar fisiológico e a abstração evitando tensões psíquicas, oferecem as condições para que o indivíduo possa focalizar seu pensamento em objetivos elevados. Sem o devido preparo, dificilmente a pessoa terá tranqüilidade suficiente para se dedicar tão somente aos fins elevados da reunião. Uma boa concentração não se improvisa, pois é o resultado do pensamento e da vontade bem exercitados usualmente. CONDIÇÕES PARA A CONCENTRAÇÃO - RELAXAÇÃO E ABSTRAÇÃO

22 CONCLUSÃO CONCENTRAR, é reunir num centro. É fazer convergir todos os pensamentos para um objetivo comum, fechando as portas da mente ao mundo exterior. Só ocorre plenamente, quando a mente consegue livrar-se de todas as sensações provocadas por estímulos externos e das vivências interiores, que não têm nenhuma relação com o objeto da concentração. A Atenção abre as portas da mente para o mundo fisico, enquanto a Concentração as fecha, abrindo-as para o psíquico; e a Meditação penetra no âmago das coisas ou idéias, pela análise, quase sempre introspectiva.

23 CONCLUSÃO A reunião mediúnica depende muito do ambiente formado por todos os componentes do grupo. relaxação proporcionando um bem estar fisiológico e a abstração evitando tensões psíquicas, oferecem as condições para que o indivíduo possa focalizar seu pensamento em objetivos elevados. Uma boa concentração não se improvisa, pois é o resultado do pensamento e da vontade bem exercitados usualmente.


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