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HISTÓRIAS EM QUADRINHOS PREFEITURA MUNICIPAL DE TUPACIGUARA SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO SEQUÊNCIA DIDÁTICA: HISTÓRIAS EM QUADRINHOS.

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1 HISTÓRIAS EM QUADRINHOS PREFEITURA MUNICIPAL DE TUPACIGUARA SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO SEQUÊNCIA DIDÁTICA: HISTÓRIAS EM QUADRINHOS

2 INTRODUÇÃO Combinando a linguagem verbal e a visual (de forma indissociável), que torna a comunicação rápida, conquistou leitores de todas as idades como meio de diversão (COSTA, 2008:110).

3 Houve tempo em que levar revista em quadrinhos para a classe valia repreensão e castigo e o aluno ainda se arriscava a perder o gibi (Nova Escola. Edição 130, mar/2000). No entanto, hoje já se sabe, entre outras coisas, que "As revistas têm a particularidade de unir duas formas de expressão cultural: a literatura e as artes plásticas (Nagy, Nova Escola. Edição 130, mar/2000).

4 Os quadrinhos não só estimulam a leitura, como também levam a pessoa a migrar para outros gêneros de escrita (BARI, 2008). As histórias em quadrinhos estabelecem uma relação leitora que, além da natural carga de informação do texto escrito, investe muito no humor.

5 Pela leveza e articulação da linguagem dos quadrinhos, a sua leitura é relaxante, mesmo quando os temas e enredos abordados são mais sérios e pertencem a temáticas adultas. A leitura em quadrinhos é naturalmente atrativa e, além de preparar o cérebro para apropriar toda a natureza de linguagens complexas, ajuda a enfatizar a imaginação e fomentar os sonhos, o que é importantíssimo para todas as pessoas, sejam crianças ou adultos (BARI, 2008).

6 ALGUNS ELEMENTOS DAS HQs Legendas: aparecem, frequentemente, em forma retangular, no alto da vinheta e têm a função de delimitar o texto que representa a voz do narrador (MAGALHÃES, PINTON e SILVA, 2009).

7 ALGUNS ELEMENTOS DAS HQs Balão Local onde ficam as falas das personagens. Normalmente, é arredondado, com um rabicho (pequena prolongação do balão que indica quem está falando). O balão não só expressa quem está falando, como pode, também, expressar o humor da pessoa. Assim, um balão pode expressar susto, grito, medo, raiva, entre outros.

8 ALGUNS ELEMENTOS DAS HQs Exemplos de balões

9 ALGUNS ELEMENTOS DAS HQs Metáforas visuais - são usadas pelos quadrinistas para transmitir situações da história sem necessitar utilizar o texto. Quando o personagem está nervoso, sai uma fumacinha de sua cabeça; os pássaros que voam à volta de uma cabeça significam dor ou aturdimento.

10 ALGUNS ELEMENTOS DAS HQs Figuras cinéticas: representação gráfica dos movimentos, assinalam a trajetória dos objetos ou personagens. Os quadrinhos retratam episódios dos acontecimentos, e não todos os acontecimentos, por isto as figuras cinéticas são tão importantes, para indicar o movimento, pois não dá para desenhar cada passo, por exemplo, que uma personagem dá, as figuras cinéticas auxiliam na compreensão do movimento que é excluído entre um quadro e outro

11 ALGUNS ELEMENTOS DAS HQs Exemplos de figuras cinéticas: quando alguém está correndo muito rápido, aparecem vários traços paralelos para demonstrar seu deslocamento, encontramos, ainda, nuvenzinhas e fumacinhas que indicam velocidade.

12 ALGUNS ELEMENTOS DAS HQs Onomatopeias – marca plástica importante das HQs. Combinam expressividade sonora com estilização gráfica (COSTA, 2008). Representam o som dos objetos e permitem que o leitor "ouça" o som das coisas. Durante muito tempo os brasileiros tentaram imitar as onomatopéias norte-americanas (crasch, splach, bown etc ), mas hoje a tendência é criar palavras locais. (Fonte (Fonte

13 PENSANDO A SEQUÊNCIA DIDÁTICA Passos para a professora planejar sua sequência didática: 1º passo: Conhecer o estrutura composicional do gênero a ser trabalhado, no caso as HQs. Ler muitos exemplares e listar as características principais.

14 PENSANDO A SEQUÊNCIA DIDÁTICA 2º passo: Organizar o material que será utilizado com os alunos (separar vários exemplares de HQs para levar para a sala de aula)

15 DESENVOLVENDO A SEQUÊNCIA DIDÁTICA APRESENTAÇÃO DA SITUAÇÃO Este momento tem como objetivo expor, de maneira detalhada, o projeto de comunicação que os alunos irão realizar, juntamente com o professor. criar uma situação para que o gênero tenha um propósito de comunicação. (Exposição de HQs, organização de uma gibiteca, concurso na escola - textos e ilustrações etc.).

16 DESENVOLVENDO A SEQUÊNCIA DIDÁTICA Nesta etapa: Perguntar aos alunos se conhecem as histórias em quadrinhos; se gostam das histórias; de quais gostam e porquê; se conhecem algumas personagens e de quais gostam (Sensibilização). Conversar com as crianças sobre a importância e os objetivos deste trabalho: conhecer um novo gênero textual, aprender a ler gibis, construir uma gibiteca, elaborar algumas HQs da turma para a gibiteca ou uma exposição, por exemplo.

17 DESENVOLVENDO A SEQUÊNCIA DIDÁTICA Distribuir, inicialmente, várias revistinhas de HQs, para que comecem a se familiarizar com o gênero, observando livremente suas principais características e elementos.

18 DESENVOLVENDO A SEQUÊNCIA DIDÁTICA Apresentação de uma história em quadrinhos

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20 DESENVOLVENDO A SEQUÊNCIA DIDÁTICA PRODUÇÃO INICIAL Após a apresentação da situação, os alunos produzirão um texto do gênero a ser estudado, com base nas referências e os conhecimentos que possuem.

21 DESENVOLVENDO A SEQUÊNCIA DIDÁTICA O objetivo é que esta produção inicial possa servir de base, tanto para o professor quanto para o aluno. O professor terá a oportunidade de identificar os conhecimentos que os alunos já têm a respeito do gênero e suas potencialidades. Para o aluno, da mesma forma, a produção do gênero em questão, tem a função diagnóstica. O aluno poderá acompanhar o seu desenvolvimento (portfólio ou sanfona evolutiva).

22 DESENVOLVENDO A SEQUÊNCIA DIDÁTICA É importante que se converse primeiro com os alunos sobre o que vão escrever: –deve ficar claro quem é seu interlocutor (alunos da escola, pais e responsáveis, prováveis leitores das HQs) e o objetivo da escrita (despertar o interesse pela leitura de Gibis, divertimento, ampliação do acervo da biblioteca com uma Gibeteca).

23 Exemplo de produção inicial

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25 DESENVOLVENDO A SEQUÊNCIA DIDÁTICA MÓDULOS Os módulos ou oficinas têm a função de trabalhar com os aspectos ainda desconhecidos dos alunos, observados na primeira produção, de modo que eles possam vir a conhecê-los. No caso das HQs : os quadrinhos, o título, os textos, as ilustrações, os balões, a vinheta, a legenda, as metáforas visuais, as figuras cinéticas, as onomatopeias etc.

26 DESENVOLVENDO A SEQUÊNCIA DIDÁTICA O professor seleciona alguns exemplares do gênero a ser estudado e propõe atividades diversificadas de acordo com os aspectos que precisam ser enfatizados e apreendidos pelas crianças. Estas atividades devem ter como referência as características do gênero; a análise linguística; a comparação de gêneros; a leitura e a produção simplificada de textos.

27 DESENVOLVENDO A SEQUÊNCIA DIDÁTICA Para Schneuwly e Dolz (2004), esta última proposta, a produção simplificada, é uma atividade que permite que o aluno concentre-se mais num aspecto preciso para elaboração de um texto. Assim, por exemplo, seriam elaboradas atividades voltadas em um momento para o tipo de balões, em outro momento, uma atividade sobre onomatopéias e, assim, sucessivamente.

28 DESENVOLVENDO A SEQUÊNCIA DIDÁTICA Módulo 1: Lendo uma história em quadrinhos Explicar que as HQs são lidas da esquerda para direita e de cima para baixo, sempre retornando ao quadro da esquerda. Em cada quadrinho existe também uma ordem para a leitura: primeiro lê-se o balão que está mais alto e depois o mais baixo.

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30 DESENVOLVENDO A SEQUÊNCIA DIDÁTICA Conversa sobre as características observadas durante a leitura e comparação com a produção inicial Montagem de uma lista de constatações. Esta lista deverá ficar afixada na sala de aula.

31 DESENVOLVENDO A SEQUÊNCIA DIDÁTICA Exemplo de uma lista de constatações: título estilizado; palavra FIM no final das historinhas; formato dos quadrinhos e dos balões; Balões com rabicho para fala e com bolinhas pensamento; As personagens principais – turma da Mônica.

32 DESENVOLVENDO A SEQUÊNCIA DIDÁTICA MÓDULO 2: Estudando os balões Os quadrinhos adicionaram novos caminhos para se ler. Quando o leitor lê o conteúdo dos balões sua preocupação primária é entender as palavras que ali estão. Entretanto, os quadrinhos são uma arte também visual, e há uma preocupação com as qualidades visuais dos balões.

33 DESENVOLVENDO A SEQUÊNCIA DIDÁTICA Os balões, além de inserirem o discurso direto na narrativa, participam também da imagem, transformando o elemento linguístico em elemento imaginário. Incentive seus alunos a descobrir vários tipos de balões e a criar seus próprios balões.

34 DESENVOLVENDO A SEQUÊNCIA DIDÁTICA ATIVIDADE: sensibilização, comparação e constatações. Vamos conhecer um pouco sobre os balões? Vejam como eles podem ser de diferentes formatos (apresentar diversos balões). Porque será que os balões são diferentes? Comparar com os balões em diversas revistinhas

35 DESENVOLVENDO A SEQUÊNCIA DIDÁTICA ATIVIDADE: A) Montar um cartaz com balões recortados de revistas antigas. B) Desenhar balões que demonstrem os seguintes sentimentos/situações: (atenção, nesse momento, desenhe apenas os balões, sem texto): raiva/briga /amor/grito/susto/medo

36 DESENVOLVENDO A SEQUÊNCIA DIDÁTICA Solicitar que mostrem para os colegas os balões que criaram e observem o que fizeram Questionar: ficaram parecidos ou muito diferentes? Acrescentar os balões elaborados pelas crianças ao cartaz confeccionado anteriormente.

37 DESENVOLVENDO A SEQUÊNCIA DIDÁTICA c ) Apresentar uma história em quadrinhos com os textos e os balões apagados. Construir o texto com os alunos em uma folha separada; elaborar balões apropriados para a história ainda nesta folha;

38 DESENVOLVENDO A SEQUÊNCIA DIDÁTICA Entregar aos alunos uma cópia da história para que eles possam completá-la com o texto e seus respectivos balões.

39 DESENVOLVENDO A SEQUÊNCIA DIDÁTICA Lista de constatações sobre os balões: fazer o registro das constatações no cartaz confeccionado com os alunos no início deste módulo.

40 DESENVOLVENDO A SEQUÊNCIA DIDÁTICA MÓDULO 3: Estudando as onomatopeias Explicar para as crianças o que vem a ser onomatopeias a partir de atividades lúdicas, como por exemplo: Levar revistinhas velhas para que as crianças identifiquem, recortem e colem em um cartaz as onomatopeias. Para esta atividade a professora deverá fazer, anteriormente, um levantamento das onomatopeias mais comuns e que por ventura podem não aparecer na atividade. A partir deste levantamento, a professora poderá enriquecer a atividade dos alunos.

41 DESENVOLVENDO A SEQUÊNCIA DIDÁTICA Montar um cartaz como o dos balões. É importante que as onomatopeias apareçam contextualizadas, ou seja, com parte do quadrinho, para que se saiba a que som se presta representar.

42 DESENVOLVENDO A SEQUÊNCIA DIDÁTICA Conversar com os alunos sobre os sons que produzimos em nossas ações cotidianas. Levar vários objetos para a sala de aula e incentivar os alunos a criarem onomatopeias para eles. Por exemplo, como seria possível escrever o som de uma régua batendo no quadro? Como é o som da chuva? Que barulho fazemos quando estamos comendo algo? E quando estamos bebendo?

43 DESENVOLVENDO A SEQUÊNCIA DIDÁTICA Em seguida, solicitar que representem estes sons por meio de palavras. Acrescentar as onomatopeias criadas pelas crianças ao cartaz confeccionado. Lista de constatações: anotar as constatações no próprio cartaz já confeccionado e afixar na sala.

44 DESENVOLVENDO A SEQUÊNCIA DIDÁTICA MÓDULO 4 : A importância da imagem Conversar com os alunos sobre a importância das imagens nos quadrinhos. Elas expressam sentimentos, vontades, surpresa, raiva dos personagens. Chamar atenção dos alunos para a expressão das personagens e da imagem nos quadrinhos. Ler história em quadrinhos não é somente ler o que está escrito, mas significa também ler imagens e o que elas querem dizer.

45 DESENVOLVENDO A SEQUÊNCIA DIDÁTICA ATIVIDADES A) Pesquisar nas revistinhas as expressões das personagens e descrever o que se passa. Recortar alguns episódios, colá-los em um cartaz e escrever ao lado a descrição das expressões.

46 B) Brincar de mímica: cada criança faz uma mímica e a turma tenta descobrir. Após a mímica pedir aos alunos que façam desenhos de algumas personagens representando seus diversos sentimentos.

47 DESENVOLVENDO A SEQUÊNCIA DIDÁTICA C) Acrescentar, no cartaz confeccionado, os desenhos das crianças e suas descrições. D)Lista de constatações, também no próprio cartaz: importância das imagens para a compreensão do texto.

48 DESENVOLVENDO A SEQUÊNCIA DIDÁTICA Módulo 5: Metáfora Visual A) Pesquisar nas revistinhas as metáforas visuais, recortá-las e colá-las em um cartaz. Ao lado das imagens descrever o que representam.

49 DESENVOLVENDO A SEQUÊNCIA DIDÁTICA B)Incentivar os alunos a criarem metáforas visuais para várias situações cotidianas. Por exemplo: como seria a metáfora visual para alguém apaixonado? Que tipo de metáfora visual poderia demonstrar que alguém está pensando em dinheiro? Desenhar ou recortar figuras de pessoas em situações diversas e criar para elas metáforas visuais.

50 DESENVOLVENDO A SEQUÊNCIA DIDÁTICA Colar os desenhos no cartaz já construído e descrever as metáforas. Lista de constatação no próprio cartaz confeccionado: as metáforas visuais contribuem para a compreensão da história e as tornam mais divertidas.

51 DESENVOLVENDO A SEQUÊNCIA DIDÁTICA MÓDULO 6: Figuras cinéticas A) Explicar aos alunos o que são figuras cinéticas e sua importância nas HQs B) Observar nas historinhas os desenhos que sugerem movimento das personagens. Recortar de revistinhas velhas e colar em um cartaz algumas imagens que contenham figuras cinéticas. Descrever o que representa cada uma das figuras cinéticas coladas no cartaz.

52 DESENVOLVENDO A SEQUÊNCIA DIDÁTICA C) Dar algumas tirinhas de papel branco para os alunos fazerem desenhos que representem os movimentos das personagens. Deixar que criem suas personagens e as desenhem em movimento. Colar os desenhos no cartaz confeccionado com suas descrições. Montar no próprio cartaz a lista de constatações.

53 HQs produzida por uma criança de 1° ano

54 DESENVOLVENDO A SEQUÊNCIA DIDÁTICA MÓDULO 7: Título Éimportante que os alunos percebam o formato e as características dos títulos das HQs. A) Distribuir revistinhas para que as crianças observem e comparem os títulos. B) A partir de tirinhas pedir que os alunos criem os títulos. Comparação e Lista de constatações: os títulos têm características que apresentam a história.

55 DESENVOLVENDO A SEQUÊNCIA DIDÁTICA

56 PRODUÇÃO FINAL De acordo com o nível da turma. Poderá ser realizada coletivamente ou individualmente.

57 DESENVOLVENDO A SEQUÊNCIA DIDÁTICA Poderá ser uma história coletiva em que os alunos, divididos em grupos, façam diferentes atividades ( um grupo ilustra a história, outro elabora os balões, outro as figuras cinéticas, as metáforas visuais, as onomatopeias etc). O tema pode ser decidido com os alunos e, também, de acordo com os projetos da escola (meio ambiente, valores, diversidade etc – aproveitar os temas transversais).

58 DESENVOLVENDO A SEQUÊNCIA DIDÁTICA Elaborar o título da história e escrevê-lo de forma estilizada. Depois de pronta fazer uma revisão com os alunos. Trabalhar a reescrita. Elaborar a capa.

59 DESENVOLVENDO A SEQUÊNCIA DIDÁTICA Fazer o lançamento da história, ou o varal de exposição. Colocar a história no acervo da biblioteca No caso de uma história coletiva, reproduzi-la para os alunos levarem para casa.

60 DESENVOLVENDO A SEQUÊNCIA DIDÁTICA Caso sejam elaboradas várias histórias, montar uma revistinha, fazer o lançamento e o dia de autógrafo. Caso várias turmas participem, montar uma gibiteca na escola com as histórias dos alunos.

61 OBSERVAÇÕES Importância de trabalhos em dupla e em grupos para que seja possível a construção de novos conhecimentos. Atenção aos Módulos: devem ser de acordo com os elementos desconhecidos dos alunos, apresentados na produção inicial e devem estar de acordo com a fase (etapa/série) do ensino. Dependendo da fase do ensino o professor pode servir como leitor e escriba dos alunos.

62 OBSERVAÇÕES Este é um exemplo de sequência didática, outras podem e devem ser construídas de acordo com a especificidade de cada turma e professor. Pode-se, ainda, trabalhar os aspectos psicológicos das personagens, por exemplo. É muito importante aliar o conhecimento da turma e dos alunos ao conhecimento teórico sobre o gênero a ser trabalhado.

63 REFERÊNCIAS BARI, Valéria. O potencial das histórias em quadrinhos na formação de leitores: busca de um contraponto entre os panoramas culturais brasileiro e europeu. Tese de Doutorado. Ano de Obtenção: Universidade de São Paulo, São Paulo. COSTA, Sérgio Roberto. Dicionário de gêneros textuais. Belo Horizonte:Autêntica Editora

64 REFERÊNCIAS MAGALHÃES,Luciane Manera, PINTON, Juliana Clara, SILVA, Maria Diomara. As concepções do gênero história em quadrinhos nas produções escritas de crianças alfabetizandas. XIII Congresso Nacional de Filologia e Linguística, MELQUIADES, Terezinha. Um caminho para o trabalho com os gêneros textuais. (Mimeo) NAGY, Cynthia. Aulas que estão no Gibi. In: Nova Escola. Edição130, mar/2000. VERGUEIRO, Waldomiro. A linguagem dos quadrinhos: uma alfabetização necessária. In: RAMA, Angela & VERGUEIRO, Waldomiro. (orgs). Como usar as histórias em quadrinhos na sala de aula. São Paulo: Contexto, 2007.


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