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Quando lemos histórias de antigas devoções à Virgem, muitas vezes nos deparamos com a dificuldade de entender a importância dos acontecimentos que lhes.

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3 Quando lemos histórias de antigas devoções à Virgem, muitas vezes nos deparamos com a dificuldade de entender a importância dos acontecimentos que lhes deram origem, devido à grande mudança que se verificou em nosso estilo de vida em relação ao de nossos antepassados.

4 Do sofrimento, nasce uma bela devoção O simpático Grão Ducado de Luxemburgo é um dos menores Estados da Europa, encravado entre a Alemanha, França e Países Baixos, situado pois na fronteira entre nações católicas e protestantes. E foi precisamente para defender a Fé e evitar o contágio do protestantismo que os padres Jesuítas fundaram um colégio na cidade de Luxemburgo, capital do Grão Ducado, em 1581.

5 Um desses padres, Jacques Brocquart, teve a feliz idéia de criar um oratório fora da cidade para uma imagem de Nossa Senhora, pois a devoção a Ela é a melhor defesa católica. Esse oratório, primeiramente apenas uma pequena capela, foi edificado a partir de 1625, num local chamado Glacis, e ficava anexo à igreja de São Miguel, sob custódia dos padres dominicanos e sede da Confraria do Rosário.

6 Mas em 1626 grassou no local uma terrível peste. As vítimas aumentavam dia a dia, e entre os doentes logo se contou o próprio Padre Brocquart. Este, percebendo que lhe restava pouco tempo de vida, fez uma promessa a Nossa Senhora: se Ela o curasse, ele se dirigiria descalço até a capela e Lhe ofereceria um círio de duas libras de peso.

7 Logo após a promessa, o sacerdote jesuíta ficou milagrosamente curado. Dedicou-se ele então, com todo entusiasmo, a terminar a capela – o que foi realizado em agosto de 1627 –, e nela entronizou uma imagem de madeira da Santíssima Virgem com a invocação de Nossa Senhora da Consolação.

8 As pessoas começaram a acorrer a essa capela, apesar de encontrar-se afastada da cidade, pedindo a Nossa Senhora que as protegesse, bem como a suas famílias. E a partir daquele ano a devoção difundiu-se rapidamente. A peste terminou e a capela foi solenemente consagrada em 1628, vendo-se num nicho a inscrição "Maria, Mãe de Jesus, Consoladora dos Aflitos", que perdura até hoje.

9 Fidelidade do povo de Luxemburgo é premiada Se tal peste e a proteção de Nossa Senhora tivessem ocorrido na atualidade, qual seria a reação de nossos contemporâneos? – Provavelmente, assistiríamos algo triste e desolador. As pessoas recorreriam à Mãe de Deus e agradeceriam as graças concedidas. Mas, passado o perigo, esqueceriam da bondade maternal da Senhora da Consolação que socorrera os aflitos, até que novo perigo os lembrasse da existência do santuário.

10 Essa é uma concepção utilitária que presentemente se tem de Nossa Senhora. Porventura Ela é nossa Mãe apenas quando temos problemas? Não nos ajuda e protege sempre? Se apelamos à Virgem só quando enfrentamos problemas e depois esquecemos dEla, seremos como o filho ingrato: agradece à mãe quando esta lhe dá comida, e logo desaparece da casa... até que a fome aperte de novo. Como qualificar tal filho?

11 Não foi esta porém a atitude do bom povo católico de Luxemburgo. Pelo contrário, a afluência de peregrinos não parou de crescer, mesmo terminada a peste. E Nossa Senhora premiou essa fidelidade mediante numerosos milagres. Assim, entre 1639 e 1648 – uma década após a consagração da capela – operaram-se curas surpreendentes. A mais célebre foi a de Jeanne Godius, filha de um importante funcionário da época, Procurador-geral do Rei da Espanha, Felipe IV, que após ficar acamada durante 10 anos, levantou-se milagrosamente curada.

12 Nessa ocasião, a imagem foi trasladada para a igreja dos jesuítas, onde recebeu durante oito dias a veneração dos fiéis. As autoridades eclesiásticas estudaram tais milagres e, após meticulosa investigação, concluíram pela veracidade deles. O fluxo de peregrinos aumentou ainda mais. Em 1666, durante uma guerra com a França, as tropas do Rei Luiz XIV ameaçaram conquistar a cidade.

13 As autoridades do pequeno Luxemburgo recorreram a Nossa Senhora Consoladora dos Aflitos, como em outras ocasiões de perigo, e logo foram atendidas. Devido a esse fato, a imagem foi declarada Padroeira da cidade e as festas em sua honra duraram oito dias, dando origem à oitava, que se repete anualmente. Uma vez mais os habitantes permaneceram fiéis a Nossa Senhora e não A esqueceram. Em 1678 Ela foi eleita Padroeira de todo o Grão Ducado de Luxemburgo, sendo introduzidas cópias da imagem em quase todas as igrejas do país.

14 Santuário atual de Nossa Senhora Consolatrix Aflictorum: Catedral Passaram-se os anos. As guerras e suas sequelas açoitaram também o Grão Ducado, mas não conseguiram extinguir a devoção popular ao Santuário com aquela invocação. Ele é hoje o mais venerado do país. Basta pensar que, num Estado com população de aproximadamente 420 mil habitantes, ele recebe mais de 100 mil peregrinos por ano. A capelinha original foi destruída pela fúria anticatólica durante a Revolução Francesa.

15 Foi então construída outra, noutro local, já dentro da cidade. Tal capela é apenas uma lembrança, porque a imagem foi levada para a igreja de Nossa Senhora a cargo dos Jesuítas, atual Santuário de Nossa Senhora Consolatrix Aflictorum. Hoje esse templo é a catedral de Luxemburgo. Praticamente todas as comemorações do país realizam-se nesse Santuário. Uma das mais importantes foi a celebração da volta de 13 mil prisioneiros após a Segunda Guerra Mundial.

16 O povo manteve-se fiel a essa devoção a Nossa Senhora e Ela o protege até hoje. Seja tal devoção um exemplo para nós. Invoquemos a Santíssima Virgem a todo momento, confiemos-Lhe todas as nossas dificuldades e rezemos sempre, especialmente nestes dias de confusão e pecado. Nossa Senhora nunca nos abandonará. Não sejamos filhos ingratos, mas imitemos a fidelidade dos devotos luxemburgueses, particularmente nos momentos de desgraça.

17 Texto – Internet – Imagens – Google e fundo foto Canadá Música – Maria – Maria do Rosário – Formatação – Altair Castro 18/02/2012


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