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PSICODIAGNÓSTICO I. CONCEITUAÇÃO E CONSIDERAÇÕES Discernimento Discernimento Compreensão psicodinâmica Compreensão psicodinâmica Uma das funções exclusivas.

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1 PSICODIAGNÓSTICO I

2 CONCEITUAÇÃO E CONSIDERAÇÕES Discernimento Discernimento Compreensão psicodinâmica Compreensão psicodinâmica Uma das funções exclusivas do Psicólogo Uma das funções exclusivas do Psicólogo Conhecimentos teóricos necessários: teorias de personalidade, psicopatologia, técnicas de avaliação Conhecimentos teóricos necessários: teorias de personalidade, psicopatologia, técnicas de avaliação Refere-se a um estado, um momento da vida do indivíduo Refere-se a um estado, um momento da vida do indivíduo Constitui sempre uma hipótese diagnóstica Constitui sempre uma hipótese diagnóstica

3 PSICOLOGIA CLÍNICA E PSICODIAGNÓSTICO O termo psicologia clínica surge em 1896 O termo psicologia clínica surge em 1896 Quando doenças mentais são consideradas semelhantes às físicas surge o interesse pelo diagnóstico Quando doenças mentais são consideradas semelhantes às físicas surge o interesse pelo diagnóstico Surge a necessidade de descrever e classificar as doenças: psicopatologia Surge a necessidade de descrever e classificar as doenças: psicopatologia

4 MODELOS E ABORDAGENS O Ponto de vista objetivo – positivismo O Ponto de vista objetivo – positivismo 1) Modelo Médico: Ênfase para a patologia Organização de síndromes Postura de distanciamento

5 2) Modelo Psicométrico: Estabelecer diferenças individuais Detectar características genéricas do comportamento: identificá-las e classificá-las

6 3) Modelo Behaviorista: Todo comportamento é aprendido e controlado por contingências ambientais Linha de base Identificação de reforços Mudanças do ambiente

7 O ponto de vista subjetivo: O ponto de vista subjetivo: Todo conhecimento é estabelecido pelo sujeito que conhece Presença da intencionalidade: o fenômeno determina e é determinado pelo mundo

8 1) Humanismo: Contra o diagnóstico e seu aspecto classificatório através de testes Consideram que através do relacionamento com o cliente durante a psicoterapia ou aconselhamento alcançam uma compreensão

9 2) Fenomenologia-existencial: Dados das entrevistas e/ou testes devem ser discutidos com o cliente Salienta-se o aspecto de intervenção

10 3) Psicanálise: Estudo do inconsciente: determinações psíquicas, dinâmica da personalidade, comportamentos psicopatológicos, sua origem e prognóstico Ênfase para as entrevistas, uso de técnicas projetivas, transferência e contratransferência

11 A INTEGRAÇÃO POSSÍVEL Algumas abordagens podem se entrelaçar Algumas abordagens podem se entrelaçar Nenhuma teoria é suficiente para responder à todas as questões psicológicas Nenhuma teoria é suficiente para responder à todas as questões psicológicas

12 A INTEGRAÇÃO POSSÍVEL Há necessidade de se adotar uma postura crítica diante do conhecimento psi Há necessidade de se adotar uma postura crítica diante do conhecimento psi É preciso organizar conhecimentos a respeito da vida biológica (maturação, desenvolvimento, organização neurológica), intrapsíquica (estrutura e dinâmica da personalidade) e social (relação psicólogo/cliente; papéis familiares, amigos) É preciso organizar conhecimentos a respeito da vida biológica (maturação, desenvolvimento, organização neurológica), intrapsíquica (estrutura e dinâmica da personalidade) e social (relação psicólogo/cliente; papéis familiares, amigos)

13 TEORIA E PRÁTICA Devemos ter objetivos definidos teoricamente Devemos ter objetivos definidos teoricamente Devemos considerar o contexto da atuação: clínica particular ou instituição? O cliente foi encaminhado ou procurou espontaneamente? Qual o custo financeiro? Qual é a demanda (tipo, quantidade)? Devemos considerar o contexto da atuação: clínica particular ou instituição? O cliente foi encaminhado ou procurou espontaneamente? Qual o custo financeiro? Qual é a demanda (tipo, quantidade)?


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