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Volta ao índice METEOROLOGIA. Os fenômenos meteorológicos ocorrem porque: o Sol aquece a Terra de forma desigual. FUNDAMENTOS DE METEOROLOGIA A região.

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1 Volta ao índice METEOROLOGIA

2 Os fenômenos meteorológicos ocorrem porque: o Sol aquece a Terra de forma desigual. FUNDAMENTOS DE METEOROLOGIA A região da atmosfera de maior atividade nebulosa é a troposfera. A troposfera é a camada da atmosfera cuja espessura maior se dá no equador. A zona divisória entre a baixa atmosfera e a atmosfera superior é chamada de: tropopausa. A atmosfera é praticamente transparente à radiação solar entrante, mas em geral o vapor de água tem grande capacidade de absorver e remitir a radiação de onda longa ocasionado um efeito de aquecimento da atmosfera, chamado de: efeito estufa. EFEITO ESTUFA

3 A imagem de satélite meteorológico mais usada e divulgada é a de: infravermelho. Observações efetuadas por estações meteorológicas e navegantes denominado: carta sinótica. SATÉLITE METEOROLÓGICOCARTA SINÓTICA

4 A característica principal da configuração das isóbaras de uma carta sinótica de pressão à superfície, possibilita sua utilização como boa fonte de informação da circulação do ar à superfície, em ambos os hemisférios, norte e sul é: gradiente horizontal de pressão, indicando a intensidade do vento. Se a Terra não girasse, o ar sopraria diretamente de uma região de alta para uma região de baixa pressão. Porém, quando examinamos uma carta de superfície vemos que o que ocorre na realidade é que o vento sopra ao longo do contornadas isóbaras. Isso ocorre devido a uma força conhecida como: força de Coriolis.

5 A transmissão de calor que se processa sem a necessidade de continuidade molecular entre a fonte calorífica e o corpo que recebe calor chama-se: irradiação. Condução: a camada de ar em contato com o solo conduz calor para as camadas superiores. MÉTODOS DE TRANSMISSÃO DE CALOR: Ao método de transmissão de calor característico dos líquidos e gases que consiste na formação de correntes ascendentes denomina-se: convecção. Depois que a temperatura da terra se torna mais alta ou mais baixa que aquela do ar próximo a ela, o ar em contato com o solo começa a ser aquecido ou resfriado através de um processo chamado: convecção. Na atmosfera a tendência do ar mais quente é de se posicionar: acima do ar mais frio.

6 A advecção é: a transferência de alguma propriedade atmosférica por movimento horizontal do ar. Uma definição de advecção seria: a transferência horizontal de calor por meio dos ventos. MÉTODOS DE TRANSMISSÃO DE CALOR: Quando o ar se eleva em correntes de convecção, o ar adjacente mais frio move-se em direção ao local de onde o ar está ascendendo e o substituirá. Realiza-se então outro método de transferência de uma propriedade atmosférica, chamado de: advecção. Os ventos mais constantes no planeta são os: alísios. Quando há ausência do movimento do ar, diz-se que há: calmaria. Quando velocidade do vento é irregular com flutuações rápidas em período e intensidade, é usado o termo: rajada. VENTOS

7 Os ventos locais são chamados de brisas e terral, causados por aquecimento e resfriamento alternado e desigual de massas terrestre e áreas marítimas. O aquecimento do ar pelo sol a partir das 09:00h da manhã torna o terra mais quente que o mar e faz o ar mais frio do oceano movimentar-se para a terra criando a brisa marítima ou viração. Durante a noite ocorre movimento inverso, ou seja, o ar sobre o continente se resfria mais rápido que o oceano, causando um fluxo de ar na terra para o oceano chamado de terral ou brisa terrestre que sopra a noite e para ao nascer do sol Tal fato é chamado de terral ou brisa terrestre. BRISA E TERRAL

8 A RADIAÇÃO DO SOL E DA TERRA A radiação do sol é emitida em ondas curtas. A radiação é o processo pelo qual a energia é propagada através do espaço, em virtude das variações nos campos elétricos e magnéticos no espaço. A energia radiante atua como se fosse transmitida em forma de ondas, cobrindo uma considerável gama de comprimento de ondas, dependendo da temperatura do corpo irradiante. A Terra por ser um corpo mais frio emite radiação com comprimento de onda: longa. A energia radiante atua como se fosse em forma de ondas. A radiação solar e a chamada radiação terrestre são respectivamente: onda curta e onda longa. curta longa

9 FRENTES – I São linhas na superfície terrestre que separam duas massas de ar. Elas podem ser: Quentes: Ocorrem quando há substituição do ar frio pelo ar quente à superfície. Frias: Ocorrem quando a massa de ar que avança é mais fria do que aquela que se encontra em determinada região. O sistema que é caracterizado por desvio do vento, aumento de temperatura, melhoria da visibilidade e rápida dissipação de nuvens, chama- se: frente quente.

10 Oclusas: Ocorrem quando uma frente fria alcança um frente quente e uma das frentes deixa de ter contato com o solo e se eleva sobre a superfície. Estacionárias: Ocorrem quando não se observa o deslocamento da frente, que se mantém fixa, sem haver substituição do ar na superfície terrestre. FRENTES – II Um sistema sem movimento, tendo característica tanto de frente quente quanto de frente fria chama-se: frente estacionária. Quando uma frente fria alcança uma frente quente, de superfície, chamamos de frente oclusa.

11 Embora o ar seja extremamente leve, o peso que exerce sobre nós a totalidade da atmosfera chama-se: pressão atmosférica. PRESSÃO ATMOSFÉRICA Barômetro de Mercúrio O barômetro mais usado é o de aneróide.

12 FENÔMENOS METEOROLÓGICOS 1. Ciclones e Anticiclones: São sistemas de baixas (anti- ciclones) e altas pressões (ciclones). Um ciclone é uma depressão barométrica, delimitada por uma série de isóbaras (linhas de igual pressão) ovais que se envolvem em uma área de pressões baixas. Formação de um anticiclone Formação de um ciclone Representação gráfica na carta sinótica de um anti-ciclone de um ciclone

13 2. Depressões extra-tropicais: São depressões ou ciclones que se formam fora das regiões tropicais No hemisfério norte os ciclones extra-tropicais sopram no sentido anti-horário. hemisfério norte hemisfério sul No hemisfério sul os ciclones extra-tropicais sopram no sentido horário.

14 3. Massa de Ar: Grande quantidade de ar na Troposfera com mesmas características de temperatura e umidade. Um termômetro de bulbo indicará uma temperatura igual a um termômetro digital. O aparelho que mede a temperatura do ar úmido chama-se: psicômetro. INSTRUMENTOS

15 A inversão causada pela advecção de ar quente em altitude ou advecção de ar frio em superfície podemos chamar de inversão frontal. A inversão devido ao resfriamento noturno próximo ao solo chama-se: inversão de radiação. O aquecimento por compressão de uma massa de ar que desce de uma certa altitude, ficando com uma temperatura mais elevada que a do ar circunvizinho chama-se inversão subsidência. As inversões das camadas isotérmicas são muito importantes porque estão ligadas aos fenômenos de obstrução da visão, tais como: nevoeiro, névoa seca e nuvens baixas. Em todos os pontos da Terra a pressão atmosférica varia de um modo regular, apresentando uma dupla oscilação diária. A Este fenômeno chamamos de maré barométrica. INVERSÕES

16 Maré é o movimento vertical (fluxo e refluxo) do nível oceânico como resultado das mudanças de atração gravitacional entre a Terra, Lua e o Sol. Corrente de maré é o deslocamento horizontal da água de um ponto para outro resultante da diferença de alturas de maré nesses pontos. Maré Força gravitacional da LUA, atrai a massa líquida 7 metros 9 metros Lua e secundariamente o Sol são os astros que provocam os fenômenos das marés.

17 PREAMAR - PM BAIXA MAR - BM AMPLITUDE ALTURA NIVEL DE REDUÇÃO PROFUNDIDADE Amplitude da Maré: é a diferença de alturas de água entre a preamar e a baixa-mar seguinte ou precedente Nível de redução: é a altura mínima de água observada na maior baixa–mar do ano, e que serve de plano de referência ao zero- hidrográfico das Cartas Náuticas representando as profundidades registradas nessas publicações. Preamar: Maré alta - Baixa-mar: Maré baixa REPRESENTAÇÃO DAS MARÉS Altura da Maré- é altura de água em dado momento e acima do Nível de redução Estofo da Maré – breve período, variável de local para local, em que as águas param, antes de inverterem seu movimento ascendente para descendente ou vice- versa. Maré de Sizígia é a maré de maior amplitude. Maré de Quadratura é a maré de menor amplitude.

18 Lua Nova Das duas posições simétricas e opostas da Lua, em relação ao Sol (Lua- Nova e Lua-Cheia), resulta que as forças de atração Lua-Sol se somam, provocando as maiores marés do mês. Lua Cheia ATRAÇÃO GRAVITACIONAL SOL- LUA Nas luas Crescente e Minguante, ocorrem as marés de quadratura ou marés de águas mortas. Quarto minguante Quarto Crescente

19 Inúmeras nuvens cirrus aparecendo de uma mesma direção podem ser consideradas cirrus pré-frontais e podem representar indícios de condições severas de tempo nas proximidades da frente. Nuvem que indica tempo ruim a vante: cirrus. Nuvem que indica a chegada de uma frente fria e mudança de tempo: cirrus. A nuvem cirrus com garras indica bom tempo. A única nuvem que apresenta relâmpagos e trovões são as cumulonimbos. Céu azul escuro: chuva. Céu uniforme encoberto: calmaria. Céu vermelho ao nascer: chuva. Vermelho ao entardecer: bom tempo. OBSERVAÇÃO DO CÉU

20 NUVENS Nuvens – As nuvens consistem de água em seus estados visíveis, sendo constituídas de gotículas de água, cristais de gelo ou mistura de ambos, suspensas no ar acima da superfície da terra. Elas resultam da condensação e/ou congelamento do vapor dágua existente no ar atmosférico provocado pela sua subida e se formam quando a ar saturado é resfriado. As nuvens são classificada de acordo com a altura, conforme veremos a seguir: - Nuvens altas: cirrocumulus, cirrostratos e cirrus; - Nuvens médias: altostratus e altocumulus; - Nuvens baixas: stratus, stratocumulus, cumulus, nimbustratus, cumulus congestus e cumulunimbus. As nuvens também podem ser classificadas quanto a sua forma: - Estratiformes: camadas uniformes ou extensos lençóis, cobrindo muita áreas sem muita altura; - Cumuliformes: possuem natureza volumosa com bastante desenvolvimento vertical e estão relacionadas a situações de instabilidade.

21 NEVOEIRO Forma-se nevoeiro sempre que o ar superficial é levado à condição de saturação, ou melhor, um pouco além da saturação, para que se condense uma quantidade de vapor dágua suficiente para afetar a visibilidade. Os processos capazes de levar o ar úmido da superfície à saturação e, assim, produzir nevoeiro são dois: o resfriamento e o aumento da evaporação. O nevoeiro é, em síntese, uma nuvem que toca a superfície; uma nuvem cuja base esteja abaixo de 15 m (50 pés) de altura é denominada de nevoeiro. O nevoeiro é formado pela condensação do vapor-dágua nas baixas camadas da atmosfera, reduzindo a visibilidade horizontal.

22 – Nevoeiros de resfriamento (ocorrem devido ao resfriamento do ar à superfície, pelo oceano ou pelo terreno subjacente). O resfriamento pode ser produzido das seguintes maneiras: (a) Por contacto com o solo resfriado durante a noite (nevoeiro de radiação); (b) por contacto do ar quente e úmido em movimento com uma superfície (solo ou mar) mais fria, sobre a qual se desloca (nevoeiro de advecção); e (c) por ascensão adiabática do ar que se desloca, subindo por um terreno elevado (nevoeiro orográfico ou de encosta). – Nevoeiros de evaporação (ocorrem devido ao aumento de evaporação, que tende a elevar a umidade relativa, provocar a saturação do ar à superfície e a condensação do vapor-dágua, com a conseqüente formação de nevoeiro). O aumento da evaporação pode se dar por: (a) Evaporação de uma chuva quente em ar mais frio (nevoeiro frontal); e (b) evaporação de um mar mais quente em ar mais frio (nevoeiro de vapor).

23 TSM – TEMPERATURA DA SUPERFÍCIE DO MAR A TSM – temperatura da superfície do mar tem muita importância na interação oceano-atmosfera porque influencia de forma bastante significativa: o resfriamento do ar. A TSM associada à informação da temperatura do ar indica como está se comportando a interação atmosfera-oceano. Se a diferença for acentuada, pode provocar a alteração das características da massa de ar presente: a) quando a TSM for mais quente, pode instabilizar o ar, favorecendo a convecção e a formação de nuvens cumulus. b) no caso de TSM mais fria, podendo resultar na formação de nevoeiro ou névoa. Quando a TSM é superior a 27 graus poderá causar tormentas e furacões.

24 Isóbaras são linhas que unem pontos de mesma pressão. Quanto maior a distância entre as isóbaras: menor será a intensidade do vento. A ocorrência de ressaca que afeta com fortes ondas o litoral e os portos menos protegidos é observada quando a configuração das isóbaras se apresenta: com longos trechos quase retilíneos, exatamente perpendiculares à costa. Cavado caracteriza-se pelo: alongamento das isóbaras de um centro de baixa pressão em uma determinada direção. Crista caracteriza-se pelo: alongamento das isóbaras de um centro de alta pressão em uma determinada direção. ISÓBARAS

25 Num centro de alta pressão, as pressões aumentam da periferia para o centro. A razão da quantidade de vapor dágua realmente presente no ar, para a quantidade máxima desse vapor que o ar pode conter a uma dada temperatura, chama-se: umidade relativa. A temperatura na qual uma parcela de ar com pressão e conteúdo de vapor dágua constantes, torna-se saturada quando resfriada chama-se: ponto de orvalho. Temperatura do ponto de orvalho é a temperatura mínima na atmosfera abaixo da qual o vapor de água nela contido começa a se condensar. Quando a umidade relativa aumenta, a temperatura diminui. UMIDADE RELATIVA/ PONTO DE ORVALHO

26 Precipitação – é uma descida de uma parcela do ar sob a forma líquida e/ ou sólida para níveis inferiores, podendo ser em forma de chuva, chuvisco, garoa, neve, granizo, saraiva ou uma mistura delas, sendo que nem toda a precipitação atinge a superfície terrestre. A precipitação ocorre quando o tamanho e o peso das gotas de água, das partículas e cristais de gelo, flocos de neve, são suficientes para romperem o equilíbrio entre a força da gravidade e as correntes de ar ascendentes. PRECIPITAÇÃO


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