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Administração de Medicamentos I CURSO CAPACITAÇÃO EM URGÊNCIA E EMERGÊNCIA.

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Apresentação em tema: "Administração de Medicamentos I CURSO CAPACITAÇÃO EM URGÊNCIA E EMERGÊNCIA."— Transcrição da apresentação:

1 Administração de Medicamentos I CURSO CAPACITAÇÃO EM URGÊNCIA E EMERGÊNCIA

2 Durante o preparo e a administração dos medicamentos, o profissional deve estar atento e concentrado no preparo para não haver erros. Nunca esquecer os seis certos: Paciente certo; Medicação certa e as três leituras do rótulo; Dose e diluição certa; Validade certa Via certa; Hora certa. Deve-se sempre lavar as mãos antes e após o procedimento.

3 É direito do paciente questionar sobre o medicamento que está recebendo, bem como recusá-los se for a sua vontade. É necessário documentar a recusa e informar à enfermeira responsável e ao médico. Após a administração deve ser registrado e checado anotando o horário em prontuário.

4 Administração de Medicamentos Por Via Oral são absorvidas no trato intestinal, atingindo a circulação sistêmica. contra-indicada à pacientes com náuseas, vômitos, diarréia ou aqueles que tenham dificuldades para engolir.

5 Fatores que influenciam na absorção: Quantidade de alimentos no estômago. Velocidade no esvaziamento gástrico. Diluição do medicamento.

6 Cuidados na administração A medicação deve ser preparada sempre com o seguinte material à mão: prescrição médica, dosador, medicamentos, copos descartáveis, adesivos e bandeja. Utilizar medidores graduados para retirar a dosagem correta de frascos de xaropes, suspensões, emulsões, etc.

7 Identificar a medicação após o preparo. Caso seja necessário amassar o comprimido, deve-se utilizar pilão e cadinho.Medicações de cobertura entérica ou de liberação gradual e cápsulas de gelatina não devem ser esmagadas.

8 Administração de Medicamentos por Via Tópica É a administração de medicamentos diretamente na pele ou na mucosa, com o objetivo de uma ação local (menos na membrana retal, esse tipo de medicamento tem efeito sistêmico).

9 Tipos: Loções – são preparações líquidas usadas para refrescar, amaciar e aliviar pruridos na pele, não deve ser friccionado. Linimentos – são preparações líquidas (pastosas), usadas por fricção para aquecer uma área, dilatar os vasos, relaxar músculos, aliviar tensão local. Pomadas – são preparadas a base de gorduras, geléias, óleos, usados diretamente sobre o ferimento, com o objetivo de ação local. Com objetivo: anti-séptico e para proteção da pele, terapêutico específico e impedir o aparecimento de infecções.

10 Instilações: Ouvido – para amaciar (amolecer) a cera, combater infecções, e inflamações, aliviar a dor e retirar corpos estranhos. Ocular – dilatar ou contrair a pupila, combater infecções, aliviar prurido e irritações.

11 Nasal – descongestionar ou aliviar a congestão nasal, combater infecções e inflamações, anti-hemorrágicos. Faringe – aliviar irritação, combater infecção e inflamação, aliviar dor e prurido. Vaginal – combater infecções, aliviar prurido e dor. Retal – combater infecções, aliviar prurido e dor, única via que tem efeito sistêmico.

12 Administração de Medicamentos por Via Parenteral É a administração de medicamentos por via parenteral, feita através de uma injeção, onde se utiliza a pressão pela seringa e agulha. Ex: IM, EV, SC e ID.

13 Características dos medicamentos de uso parenteral Absolutamente estéreis. São líquidos. pH dentro dos níveis fisiológicos. Não são hemolíticas. São isentos de substâncias pirogênicas

14 Principais vias: Intra Muscular (IM) Subcutânea (SC) Endovenosa (EV) Intra Dérmica (ID)

15 Via Intra Dérmica – ID Esta via é bastante restrita e normalmente é utilizada para reações de hipersensibilidade (provas de PPD para tuberculose), verificar a sensibilidade de algumas alergias, vacinas. O local utilizado para estes casos é a face ventral do antebraço, por ser ele pobre em pelos, possuir pouca pigmentação, pouca vascularização superficial, além de apresentar fácil acesso para leitura dos resultados.

16 Locais de aplicação: Porção ventral do antebraço, por ser uma região pouco pigmentada, pouco vascularizada, com poucos pêlos e de fácil leitura. Acidentes específicos: dor; necrose – morte do tecido.

17 Sub – Cutânea – SC Administração de medicamentos diretamente no tecido subcutâneo ou hipodérmico. Não aceita grandes frações de líquido, o máximo é de 0,5ml. O ângulo mais usado é de 90º, mas pode ser feita num ângulo de 45º.

18 Locais de aplicação: Região posterior do braço; região anterior da coxa; região sub-escapular; região glútea; parede abdominal.

19 Via Intra Muscular – IM Pode receber a quantidade máxima de 5 ml, mas o normal é de 2 a 3 ml. Recebe soluções irritantes, suspensão. Ângulo de inserção 90º introduz toda a agulha. O volume de medicação a ser administrada deve ser compatível com a estrutura muscular que varia com a região e a idade do paciente. Por exemplo: em um adulto a região do deltóide pode absorver no máximo 3 ml, já a glútea suporta no máximo 5 ml e a coxa 4 ml.

20 Escolha da agulha: Para aplicar com agulha ideal, deve-se levar em consideração: o grupo etário, a condição física do cliente e a solubilidade da droga a ser injetada. Observe a tabela abaixo: FAIXA ETÁRIAESPESSURA SUB. SOL. AQUOSA SOL.OLEOSA OU SUSPENSÃO Adulto Magro Normal Obeso 25 x 7 30 x 7 40 x 7 25 x 8 30 x 8 40 x 8 Criança Magra Normal Obeso 20 x 5,5 25 x 7 30 x 7 20 x 7 25 x 8 30 x 8

21 Acidentes específicos: fibrose – endurecimento do tecido; dor e reações inflamatórias locais; lipodistrofia fibrótica.

22 Obs: Na aplicação de injeções subcutâneas o paciente pode estar em pé, sentado ou deitado, com a área bem exposta. Não se deve aplicar nos antebraços, próximo das articulações, na região genital e virilha.

23 Endovenosa – EV E indicada quando há necessidade de administrar grande quantidade de líquidos, na administração de substância irritantes, que poderiam causar necrose tecidual por outras vias e também quando se pretende uma ação imediata da droga. A solução deve ser límpida, transparente, não oleosa e não deve conter cristais visíveis em suspensão. Ao se fazer a escolha do local a punção para infusões endovenosas deve-se ter em mente os tópicos abaixo:

24 CRIANÇAS E ADULTOSDorso da mão, antebraço e braço BEBÊSRegião cefálica pela facilidade de acesso COLETA DE SANGUE E ADMINISTRAÇÃO DE DOSAGEM ÚNICA Articulação do cotovelo VIA DE ÚLTIMA ESCOLHAMembros inferiores. Há o risco de estagnação do medicamento na circulação periférica que poderia provocar formação de, coagulos, causando trombos ou flebites. E totalmente contra-indicada para pacientes com lesões neurológicas.

25 -Acidentes específicos: Infiltração passagem de solução para o tecido subcutâneo, causando palidez, dor e edema local. Hematoma e transfixação da veia extravasamento do sangue. Choque anafilático. Lipotimia. Super dosagem.

26 Infusão Intra-Óssea É de vital importância para administração de drogas e fluidos diante de situações onde exista dificuldade, perspectiva de longo período perdido ou impossibilidade de acessar uma via para infusão.

27 Infusão Intra-Óssea

28 Indicações Acessar a circulação sistêmica enquanto em situação médica de urgência. Administração de produtos sangüíneos, líquidos e agentes farmacológicos. Análise do sangue medular : pH, PCO2, eletrólitos, bioquímica, contagem de células brancas, taxas de hemoglobina podem ser realizadas. culturas sangüíneas.

29 Contra-indicações Osteogênese imperfeita ou osteopetrose; Fratura no membro a ser puncionado (extravasamento subcutâneo); Celulites ou queimaduras infectadas : risco de complicação infecciosa.

30 Agulhas Crianças abaixo de 18 meses : agulha intra-óssea ou agulha espinhal tamanho 18 ou 20 gauge. Crianças mais velhas: agulha intra- óssea ou de medula óssea de 13 a 16 gauge.

31 Pontos de Acesso Vários pontos no esqueleto tem sido relatados e utilizados para punção medular.

32 Técnica

33 Técnica : Medicamentos Líquidos : sangue, material de contraste, cristalóide, dextrose hipertônica; Medicamentos para suporte avançado cardíaco : epinefrina, atropina, gluconato de cálcio, bicarbonato de sódio; Antiarrítmicos : lidocaína, bretílium; Anticoma : narcan, glicose, glucagon ; Anticonvulsivantes : diazepam, fenobarbital, fenilhidantoína; Relaxante Muscular : atraquium, succinilcolina, vecuronium; Drogas vasoativas e inotrópicas : dopamina, dobutamina, isoproterenol; Narcóticos : morfina, meperidina; Sedativos Outros medicamentos : antibióticos, insulina, diuréticos, manitol. Evitar drogas citotóxicas(quimioterápicas).

34 Acidentes comuns a todas as vias Infecções locais / abscessos: podem resultar da contaminação do material, da droga ou em conseqüência de condições predisponentes do cliente, tais como: mau estado geral e presença de focos infecciosos.

35 Acidentes comuns a todas as vias Septicemia: infecção generalizada, conseqüente à pronunciada invasão na corrente sanguínea por microorganismos oriundos de um ou mais nos tecidos, e possivelmente, com a multiplicação dos próprios microorganismos no sangue

36 Acidentes comuns a todas as vias Fenômenos alérgicos: os fenômenos alérgicos aparecem devido à susceptibilidade do indivíduo ao produto usado para anti-sepsia ou ás drogas injetadas. A reação pode ser local ou geral, podendo aparecer urticária,calor, rubor, dor, edema, choque anafilático.

37 Acidentes comuns a todas as vias Má absorção da droga – quando a droga é de dificil absorção, ou é injetada em local inadequado pode provocar a formação de nódulos ou abscessos assépticos, que além de incômodos e dolorosos, fazem com que a droga não surta efeito desejado.

38 Acidentes comuns a todas as vias Embolias introdução de ar, coágulos ou cristais de drogas em suspensão diretamente na corrente sanguínea. Pode ser devido à falta de aspiração antes de injetar uma droga, introdução inadvertida de ar, coágulo, substância oleosa ou suspensões por via intravenosa, ou à aplicação de pressão muito forte na injeção de drogas em suspensão ou oleosas, causando a ruptura de capilares, com conseqüente microembolias locais ou gerais.

39 Acidentes comuns a todas as vias Trauma tissular – são de etiologia diversa, podendo ser conseqüente à agulha romba ou de calibre muito grande, que causa lesão na pele ou ferimentos, hemorragias, hematomas, equimoses, dor, paresias, paralisias, nódulos e necroses causadas por técnica incorreta, desconhecimento dos locais adequados para as diversas aplicações, falta de rodízio dos locais de aplicação.

40 Acidentes comuns a todas as vias Traumas psicológicos o medo pode levar á exagerada contração muscular impedindo a penetração da agulha, acarretando acidentes ou a contaminação acidental do material. E sempre de grande importância orientar o cliente, e acalmá-lo, antes da aplicação. Nos casos extremos, esgotados os recursos psicológicos, faz-se necessária uma imobilização adequada do cliente, a fim de evitar outros danos.

41 DÚVIDAS??


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