A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

PODER & AUTORIDADE. A única sociedade em que a autoridade se origina sem formalidades é a família natural; a autoridade pertence ao casal que a constitui.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "PODER & AUTORIDADE. A única sociedade em que a autoridade se origina sem formalidades é a família natural; a autoridade pertence ao casal que a constitui."— Transcrição da apresentação:

1 PODER & AUTORIDADE

2 A única sociedade em que a autoridade se origina sem formalidades é a família natural; a autoridade pertence ao casal que a constitui. O primeiro pacto social é a família.

3 Toda sociedade, com exceção da família, conta com um conjunto de normas para escolha da autoridade que a governa. Toda autoridade lida com questões complexas e necessita de cooperação e do poder coercitivo.

4 Poder do povo Poder aquisitivo Poder da elite Poder da natureza Poder do dinheiro Pessoas poderosas Empresa poderosa Governo poderoso

5 A fonte originária do poder encontra-se na capacidade de coagir ou de estabelecer uma relação de domínio sobre os outros, na produção de efeitos desejados ou no controle das ações dos outros. (Srour, 1998)

6 O indivíduo ou o grupo dotado de poder pode influenciar o comportamento e os resultados de outras pessoas. Pode conseguir o que quer de acordo com seus interesses. (MORGAN, 1996)

7 O Poder Coercitivo é utilizado para se conseguir o que quer com base em ameaças e punições. Por exemplo, se um indivíduo não desempenhar seu trabalho adequadamente ou se não acatar as ordens de seu superior, ele pode ser ameaçado de demissão.

8 As pessoas reagem a este poder por medo dos resultados negativos que possam ocorrer caso não concorde: aplicação ou ameaça de aplicação de sanções físicas, como infligir dor, gerar frustração por restrições de movimento ou de controle à força. (ROBBINS, 1999)

9 Tipos Puros de Dominação Legítima, segundo Max Weber Tipos Puros de Dominação Legítima, segundo Max Weber

10 obedece-se não à pessoa em virtude de seu direito próprio, mas à regra estatuída, que estabelece ao mesmo tempo a quem e em que medida deve obedecer. Seu tipo mais puro é a burocracia. Dominação racional-legal ou burocrática

11 Legislativo: estabelece normas gerais e abstratas que regem a vida em sociedade, por meio de manifestação de vontade a ser obedecida toda vez que ocorre o fato descrito na norma. Exemplo: quem importa mercadoria paga o imposto sobre importação. Esta é uma lei. PODERES DO ESTADO - dominação legal

12 Executivo: traduz num ato de vontade individualizado a exteriorização abstrata da norma. Exemplo: cobrar do importador o tributo na quantidade prevista na lei é ato executivo. PODERES DO ESTADO - dominação legal

13 Judiciário: dirime controvérsias que podem surgir na aplicação da lei. Exemplo: se o importador considera indevido o tributo cobrado surge uma lide a ser resolvida pelo Judiciário. PODERES DO ESTADO - dominação legal

14 Se estabelece em virtude da crença da santidade das ordenações e dos poderes senhoriais existentes há séculos. Seu tipo mais puro é o da dominação patriarcal. Dominação Tradicional

15 Se dá em virtude de devoção afetiva à pessoa do senhor e a seu carisma e, particularmente, a faculdades mágicas, revelações ou heroísmo, poder intelectual ou de oratória. Seu tipo mais puro é a dominação do profeta, do herói guerreiro e do grande demagogo. Dominação Carismática

16 Quando há uma inversão da ordem e da autoridade, ocorre o fenômeno que Durkheim denomina Anomia : é a ausência, desintegração ou inversão das normas vigentes em uma sociedade.

17 Neste caso, a consciência perde os parâmetros de julgamento da realidade. Ela vai acontecer em momentos extremos, tais como: guerras, desastres ecológicos, econômicos, etc..

18 Aquele que age e que acrescenta. A autoridade de uma pessoa é um dom, uma qualidade ou capacidade natural, que leva as outras pessoas a respeitá-la e segui-la. AUTORIDADE

19 Max Weber, um dos fundadores dessa área de estudo, diz que poder é a capacidade de obrigar, por causa de sua posição ou força, os outros a obedecerem à sua vontade, mesmo que eles preferissem não fazê-lo. Autoridade é a habilidade de levar os outros, de boa vontade, a fazerem sua vontade.

20 Outras maneiras de se observar estas diferenças, são: poder é comprado e vendido, dado e tirado. por outro lado, a autoridade é a essência da pessoa, está ligada ao seu caráter.

21 O PODER é a capacidade formal de governar. AUTORIDADE é o poder moral para governar. Exemplo

22 BOM DESEMPENHO DA PESSOA QUE TEM PODER E/OU AUTORIDADE RESPEITO À VERDADE RESPEITO À LIBERDADE INDIVIDUAL DEFESA DO BEM COMUM

23 A ordem dada por uma pessoa que tenha poder e/ou autoridade é, cedo ou tarde, submetida a uma verificação do seu conteúdo de VERDADE. Se ordens não forem corretamente fundamentadas, se não forem éticas, perderão seu fundamento e crédito.

24 A verdadeira autoridade convive com a LIBERDADE dos grupos sociais. Precisamente porque as pessoas percebem como um bem o espaço aberto pela autoridade ao seu desenvolvimento pessoal, é que elas seguem a autoridade, o chefe, o líder.

25 O BEM COMUM é o conjunto de condições sociais que permite e favorece aos membros da sociedade o seu desenvolvimento pessoal e integral.

26 Exemplos do bem comum de uma Nação recursos materiais e o território receita global e o salário justo propriedade privada previdência social segurança saúde preservação do meio ambiente

27 Exemplos dos componentes de bem comum de uma Nação idioma, cultura, artes, letras e ciências moralidade pública estradas, transporte, água, eletricidade poderes executivo, legislativo e judiciário defesa da liberdade e dos direitos individuais

28 Por quê o exercício do poder é necessário?

29 Visão otimista do homem de acordo com Aristóteles, Política, IV séc. a.C. * Estagira, colônia da Trácia – Grécia, em 384 e a.C. A singularidade do homem, em comparação com o resto do mundo animal, está em que apenas ele possui a percepção de bem e mal, de justo e injusto, e de outras qualidades similares; e é a associação na percepção comum dessas coisas que constitui uma família e uma cidade [...]

30 Visão otimista do homem O homem isolado – aquele que é incapaz de partilhar benefícios da associação política ou que não precisa partilhar porque já é auto-suficiente – não pertence à cidade, sendo, portanto, ou uma besta selvagem ou um deus.

31 Visão otimista do homem O estado é superior ao indivíduo, porquanto a coletividade é superior ao indivíduo; o bem comum superior ao bem particular. Unicamente no estado efetua-se a satisfação de todas as necessidades, pois o homem, sendo naturalmente animal social, político, não pode realizar a sua perfeição sem a sociedade do estado.

32 Visão pessimista do homem segundo Thomas Hobbes. Criou uma teoria que fundamenta a necessidade de um Estado Soberano como forma de manter a paz civil. * Westport, Inglaterra, 5 /4/ /12/1679 Os desejos dos homens são diferentes, visto que eles diferem entre si em temperamento, costume e opinião; nós vemos isso em percepções sensoriais tais como o paladar, tato ou olfato, mas ainda mais nos negócios comuns da vida,

33 Visão pessimista onde aquilo que uma pessoa aprova – ou seja, chama de bem – outra vai condenar e chamar de mal. De fato, com freqüência o mesmo homem, em momentos diferentes, irá aprovar e censurar a mesma coisa; quando for o caso, surgirá necessariamente a discórdia e o conflito.

34 Visão pessimista Sem um poder comum para mantê-los em assombro, os homens estão naquela condição que é chamada guerra; e uma guerra tal que é de cada homem contra cada homem. [...]

35 Visão pessimista Em tal condição, não há lugar para o trabalho, pois seus frutos são incertos. Conseqüentemente, não há cultivo da terra, não há navegação, nem o uso de mercadorias que podem ser importadas por mar, não há artes, literatura, sociedade.

36 Visão pessimista A única maneira de construir tal poder comum, capaz de defender os homens das invasões de estrangeiros e das agressões mútuas [...] é outorgar todo seu poder e força a um homem, ou a uma assembléia de homens, que possa submeter todas as vontades a uma única

37 Visão pessimista Isto é mais do que consentimento ou concórdia; é uma união real através de um pacto [...] como se cada homem dissesse para cada homem, eu autorizo e cedo meu direito de me auto-governar a este homem, ou a esta assembléia, sob a condição de que você ceda o seu direito a ele e autorize todas as suas ações de uma maneira análoga.

38 Visão rousseauniana Para Rousseau, o estado humano inicial é de inocência feliz – o homem é naturalmente bom – mas a partir da técnica e da propriedade privada cai num estado semelhante ao que é descrito por Hobbes, e para sair dele é instituído o pacto social, a anexação total de cada associado sob a suprema direção da vontade geral;

39 Visão rousseauniana este ato de associação produz um corpo moral e coletivo que recebe, por esse mesmo ato, a sua unidade, o seu eu comum, a sua vida e a sua vontade. [Jean Jacques Rousseau nasceu em Genebra, Suíça, em 28 de junho de 1712 e faleceu em 2 de julho de 1778]

40 O Brasil e o poder do Estado Mais dependentes de iniciativas governamentais, os brasileiros pobres acreditam que cabe ao Estado intervir mais na economia e na vida dos indivíduos. O que não é difícil de entender:

41 baixos níveis de escolaridade resultam em renda mais baixa; e renda mais baixa leva a um sentimento de incapacidade e impotência. Esta situação os leva a considerar o Estado um grande pai protetor. Alberto Carlos Almeida, A cabeça do brasileiro, p. 179.


Carregar ppt "PODER & AUTORIDADE. A única sociedade em que a autoridade se origina sem formalidades é a família natural; a autoridade pertence ao casal que a constitui."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google