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TRABALHO DE INSTRUÇÃO DE BOMBEIROS 1º MODULO - APH LIÇÃO 09 B INTOXICAÇÕES.

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1 TRABALHO DE INSTRUÇÃO DE BOMBEIROS 1º MODULO - APH LIÇÃO 09 B INTOXICAÇÕES

2 Curso de Formação de Socorrista MP 15-1 OBJETIVOS Proporcionar aos participantes conhecimentos e habilidades que os capacitem a: 1.Indicar as vias de ingresso do agente nocivo no organismo no casos de intoxicações; 2. Enumerar os principais sinais e sintomas das intoxicações; 3. Descrever o tratamento pré-hospitalar para vitimas de intoxicações; 4. Identificar as principais espécies de animais peçonhentos; 5. Descrever o tratamento pré-hospitalar para vítimas de acidentes com animais peçonhentos.

3 Curso de Formação de Socorrista MP 15-2 Em todo o mundo, já foram identificados mais de 9 milhões de agentes químicos naturais e sintéticos, no entanto, menos de 3000 são os causadores de mais de 95% das intoxicações. Principais causas : tentativas de suicídios, muitos outros são acidentais e envolvem principalmente crianças. A identificação do agente tóxico Avaliação da cena: Presença de recipientes, líquidos derramados, cápsulas, comprimidos, substâncias venenosas ou qualquer indício que permita identificar a substância tóxica. Adicionalmente, os sinais e sintomas que a vitima apresenta pode indicar um caso de envenenamento ou overdose de drogas. Os Centros de Controle de Intoxicação, locais ou regionais, devem ser acionados para informações técnicas suplementares, sempre que necessário.

4 Curso de Formação de Socorrista MP 15-2 TÓXICO Tóxico ou veneno é qualquer substância líquida, sólida ou gasosa que afeta a saúde ou causa morte por sua ação química quando interage com o organismo. Todo medicamento apresenta propriedades Terapêuticas.Entretanto, em doses excessivas, todos podem tornar-se tóxicos.

5 Curso de Formação de Socorrista MP 15-3 INTOXICAÇÃO Emergência médica caracterizada por distúrbios no funcionamento de órgãos ou sistemas causados pela inteiração com o organismo humano de substâncias tóxicas de quaisquer natureza.

6 Curso de Formação de Socorrista MP 15-3 SUBSTÂNCIAS GERALMENTE ENVOLVIDAS MEDICAMENTOS Antidepressivos, estimulantes (arrebites, anfetaminas), analgésicos (morfinas etc...)

7 Curso de Formação de Socorrista MP 15-3 DERIVADO DE PETRÓLEO SUBSTÂNCIAS GERALMENTE ENVOLVIDAS

8 Curso de Formação de Socorrista MP 15-3 SUBSTÂNCIAS GERALMENTE ENVOLVIDAS COSMÉTICOS

9 Curso de Formação de Socorrista MP 15-3 PESTICIDAS, RATICIDAS, AGRÓTOXICOS SUBSTÂNCIAS GERALMENTE ENVOLVIDAS

10 Curso de Formação de Socorrista MP 15-3 SUBSTÂNCIAS GERALMENTE ENVOLVIDAS PLANTAS VENENOSAS Nome Popular: Alamanda Parte Tóxica:látex, planta inteira. Substância Tóxica:látex caústico. Sinais e sintomas:distúrbios gastrointestinais, salivação, vômitos, queimaduras. Nome Popular: Coroa-de-Cristo. Parte Tóxica:látex, planta inteira. Substância Tóxica:látex caústico. Sinais e sintomas:distúrbios gastrointestinais, salivação, vômitos, queimaduras.

11 Curso de Formação de Socorrista MP 15-3 Nome Popular: Comigo-ninguém-pode. Parte Tóxica: Folhas, caules e látex. Substância Tóxica: oxalato de cálcio, toxalbumina. Sinais e sintomas: dor em queimação,irritação de mucosas, Edema, náuseas,vômitos. Nome Popular: Azaléia. Parte Tóxica: Planta inteira. Substância Tóxica: glicosídeo cardíaco. Sinais e sintomas: vômitos, diarréia, alterações cardíacas. Nome Popular: Trombeta. Parte Tóxica: Planta inteira. Substância Tóxica: alcalóides. Sinais e sintomas: náuseas, vômitos, pele quente e seca agitação, alucinações, rubor facial.

12 Curso de Formação de Socorrista MP 15-3 Nome Popular: Amor perfeito. Parte Tóxica: Fruto. Substância Tóxica:glicosídeo saponínico ou saponina. Sinais e sintomas: dor em queimação,irritação de mucosas, Edema, náuseas,vômitos. Nome Popular. Mandioca brava Parte Tóxica:folhas, flores, entrecasca da raiz, sementes. Substância Tóxica:glicosídeo cianogênico. Sinais e sintomas:vômitos, cólicas, sonolência, convulsões coma, asfixia Nome Popular: Aveloz Parte Tóxica:látex, planta inteira. Substância Tóxica:látex caústico. Sinais e sintomas:distúrbios gastrointestinais, salivação, vômitos, queimaduras.

13 MACONHA - Canabis Sativa PAPOULA PLANTAS ALUCINÓGENAS Curso de Formação de Socorrista

14 MP 15-3 SUBSTÂNCIAS GERALMENTE ENVOLVIDAS OUTROS Drogas, alimentos contaminados, limpadores domésticos, chumbo, Pomadas, cremes, contato com insetos (taturana), picadas de insetos, Acidente ofídico, drogas injetáveis

15 Curso de Formação de Socorrista MP 15-3 VIAS DE INGRESSO DO AGENTE NOCIVO INGESTÃO Deglutição de substânciais químicas, acidental ou intencionalmente. INALAÇÃO Aerossóis, pós, fumaças, gases ABSORÇÃO Através do contato direto da pele com certas substâncias INJEÇÃO Inoculada no organismo humano através de peçonhas ou seringas.

16 Curso de Formação de Socorrista MP 15-4 A L C O L I S M O

17 Curso de Formação de Socorrista MP 15-4 ABUSO DE ETANOL (BEBIDAS ALCOÓLICAS) O álcool etílico presente nas bebidas alcoólicas é uma droga socialmente aceita, quando ingerida com moderação, mas pode ter efeitos devastadores no organismo. A ingestão excessiva de álcool pode acarretar em intoxicação aguda, e em casos extremos pode causar a morte devido à depressão respiratória. Uma vitima intoxicada não pode ser alvo de preconceito. Muitos casos apresentam lesões crônicas. Outros que estão tentando evitar o consumo podem apresentar convulsões, alucinações e podem entrar num estado de vigília alterado que evolui para morte. Esta condição grave é denominada delirium tremens. A vitima pode sofrer ou causar traumas em outras pessoas enquanto apresentar intoxicação etílica aguda. Este assunto será discutido mais adiante. Como Socorrista, procure oferecer cuidados a vitima intoxicada pelo etanol como você faria a qualquer outra vitima. Determine que o problema foi causado pelo álcool e que este abuso é o único problema. Lembre-se que diabetes, epilepsia, ferimentos na cabeça, febres altas, e outros problemas clínicos podem fazer a vitima parecer alcoolizado. Se a vítima permitir, faça a entrevista. Em alguns casos, você terá que depender das pessoas presentes no local para obter uma informação significante.

18 Curso de Formação de Socorrista EFEITOS DO ÁLCOOL NO CÉREBRO 0,05% - DIFICULDADE DE JULGAMENTO 0,1% - DIFICULDADE DE DIRIGIR E REAGIR 0,2% - CHORO E COMPORTAMENTO ANORMAL 0,3% - VISÃO DUPLA 0,45% - INCONSCIÊNCIA 0,65% - A MORTE FASES DURANTE A INGESTÃO 1ª FASE JOCOSO : RINDO ATOA, EUFORICO; 2ª FASE BELICOSO: AGRESSIVIDADE, FALA ALTO; 3ª FASE LACRIMOSO: TRISTEZA, DEPRESÃO, CHORO; 4ª FASE COMATOSO: COMA ALCOLICO.

19 Curso de Formação de Socorrista MP EFEITOS DO ÁLCOOL

20 Curso de Formação de Socorrista MP EFEITOS DO ÁLCOOL

21 Curso de Formação de Socorrista MP 15-5 SINAIS INDICATIVOS DO ABUSO DO ÁLCOOL Odor de álcool no hálito da vítima ou em suas vestimentas. Isto é bastante Significativo. Certifique-se de que não é hálito cetônico, apresentado pelo diabético. *Falta de equilíbrio e com movimentos instáveis, sem coordenação. Fala desarticulada e com inabilidade para manter a conversação. Não pense que a situação não é seria apenas piadas feitas pela vítima e presentes no local. Rubor, suor e queixa de calor. Vômito ou desejo de vomitar. A vitima alcoólatra pode estar em uma crise de abstinência de álcool. Delirium Tremens pode ser resultado da retirada súbita do álcool. Em tais casos, atente para: Confusão e inquietação. Comportamento atípico de fúria ou agitação intensa. Algumas vítimas de Delirium tremens poderão apresentar alucinações. Tremor nítido nas mãos.

22 Curso de Formação de Socorrista MP 15-5 SINAIS INDICATIVOS DO ABUSO DO ÁLCOOL Um usuário de drogas, frequentemente usará mais de uma droga e mais de uma vez. Por isso, é impossível em um simples exame físico identificar qual a droga que esta causando o problema. Alguns dos sinais apresentados no abuso de etanol são semelhantes aqueles encontrados em emergência clínicas. Tenha certeza de que o único problema é o abuso do álcool. Os efeitos do álcool podem mascarar os sinais típicos e sintomas. Também esteja alerta para outros sinais, como sinais vitais alterados devido ao álcool e drogas. Nunca pergunte se a vítima tomou qualquer droga, pois ela pode pensar que você está reunindo evidências de um crime, evitar a palavra droga. Pergunte se algum medicamento foi ingerido enquanto bebia.

23 Curso de Formação de Socorrista MP 15-6 SINAIS E/OU SINTOMAS GERAIS DAS INTOXICAÇÕES 1.Queimaduras ou manchas ao redor boca; 2.Formação excessiva de saliva ou espuma na boca; 3.Odor inusitado no ambiente, no corpo ou nas vestes da vítima; 4.Respirações rápidas e superficial; 5.Pulso alterado na freqüência e ritmo; 6.Sudorese; 7.Alteração do diâmetro das pulipas; 8.Dor abdominal; 9.Náuseas; vômitos 10.Diarréia;

24 Curso de Formação de Socorrista MP 15-6 SINAIS E/OU SINTOMAS GERAIS DAS INTOXICAÇÕES 11. Hemorragias digestivas; 12. Distúrbios visuais; 13. Tosse; 14. Reações na pele, quem pode variar de irritação até queimaduras químicas; 15. Coceiras (pruridos) e ardência na pele; 16. Aumento da temperatura da pele; 17. Picadas e mordidas visíveis na pele com dor ou inflamação; 18. Confusão mental, inconsciência ; 19. Convulsão; 20. Choque anafilático; 21. Parada respiratória ou Cardiorrespiratória.

25 Curso de Formação de Socorrista MP 15-7 TRATAMENTO PRÉ-HOSPITALAR DAS INTOXICAÇÕES 1. Garantir a segurança pessoal e da equipe de resgate – (USO DO EPI/EPR); 2. Remover a vítima do local de risco, especialmente quando exposta á atmosfera gazeada; 3. Realizar a análise primaria e secundaria e tratar os problemas em ordem de prioridade; 4. Remover as roupas do acidentado caso estejam contaminados; 5. Verificar se a situação se enquadra no acionamento de SAV ou Transporte imediato; 6. Verificar se a situação se enquadra em Restrição de Vitimas; 7. Nos casos de contato da pele da vítima com substâncias químicos, lavar com água limpa, ou soro fisiológico, a fim de remover o máximo de substância possível. 8. Mantenha a temperatura corporal da vítima estabilizada; 9. Vítimas inconscientes que apresentem possibilidade de vomitar devem ser posicionadas e transportadas na Posição de Recuperação. 10. Vítimas conscientes, apresentando dificuldade respiratória, devem ser posicionadas e transportadas em decúbito elevado (semi-sentada); 11. Transporte junto com a vítima: resto de substâncias, recipientes e aplicadores de drogas ou vômitos.

26 Curso de Formação de Socorrista MP 15-7 TENHA CERTEZA QUE A VÍTIMA NÃO POSSUI TRAUMATISMO, POIS AS DROGAS PODEM MASCARAR A DOR!

27 Curso de Formação de Socorrista MP 15-8 OBSERVAÇÕES IMPORTANTES Nas intoxicações por inalação de CLORO – administra-se oxigênio seco. Não se administra oxigênio em vítimas intoxicada por composto cumarínicos, substãncias utilizadas em defensivos agrícolas, sob pena de agravar o envenenamento auxiliar na morte do acidentado. Suspeite de envenenamento em qualquer vítima que apresentar uma doença aguda ou grave inexplicada. NÂO induzir o vômito, exceto se houver orientação médica através do COBOM. NÂO tente neutralizar o veneno ou a droga, exceto nos casos em que houver orientação médica através do COBOM.

28 Curso de Formação de Socorrista ANIMAIS PEÇONHENTOS

29 Curso de Formação de Socorrista MP PRINCIPAIS SERPENTES VENENOSAS DO BRASIL No mundo existem, atualmente, cerca de 6000 espécies de serpentes. Destas, apenas 640 podem ser encontradas na América do Sul e, 350 espécies no Brasil, incluindo 70 peçonhentas, distribuídas nos seguintes gêneros Bothrops, Crotalus, Micrurus, e Lachesis. Com exceção da Lachesis, encontrada com mais freqüência na região Amazônica, as demais podem aparecer nas outras Regiões do Brasil. A maioria dos acidentes é causada pelas serpentes do gênero Bothrops (88,2%), seguido pelo Crotalus (8,2%), Lachesis (2,9%) e Micrurus (0,7%). BothropsMicrurusCrotalusLachesis

30 LETALIDADE DOS ACIDENTES OFÍDICOS POR GÊNERO DE SERPENTE E MACRO-REGIÃO GÊNERONº CASOS N ÓBITOS LETALIDADE (%) Bothrops ,31 Crotalus ,85 Lachesis93990,95 Micrurus28110,36 Não informado ,50 TOTAL ,45 MP Curso de Formação de Socorrista FONTE: ANVISA

31 MP Curso de Formação de Socorrista CARACTERÍSTICAS GERAIS ATITUDE: o ofídio peçonhento, confiante no poder de suas presas, apresenta movimentos lentos, tendendo, quando em guarda, a se enrodilhar na postura característica que precede o bote.Os não peçonhentos são ágeis e procuram fugir. CABEÇA: Nas espécies peçonhentas é nitidamente destacada do corpo, coberta por escamas pequenas. Nas não peçonhentas a cabeça não se destaca e apresenta placas volumosas no lugar de escamas PUPILAS: São fendas nas peçonhentas (hábitos noturno) e arredondadas nas não peçonhentas. FOSSETA LOREAL: São pequenos orifícios situados entre os olhos e as narinas (cobras de quatro ventas). Trata-se de um órgão especial, destinado à percepção do calor pela captação dos raios infravermelhos, possibilitando ao animal identificar suas vítimas durante a noite, mesmo sem o auxílio da visão. É encontrado apenas nas espécies peçonhentas, com exceção das najas e corais (Proteroglifas). CAUDA: Nas não peçonhentas o diâmetro da cauda vai afinando, gradativamente, destacado-se nitidamente nas peçonhentas

32 IDENTIFICAÇÃO DAS SERPENTES PEÇONHENTAS Dentição Áglifa (1) Dentição opistóglifa (2) Dentição proteróglifa (3) Dentição solenóglifa (4) Cauda lisa (5) Cauda com escamas eriçadas (6) Cauda com chocalho Curso de Formação de Socorrista MP 15-14

33 Curso de Formação de Socorrista MP IDENTIFICANDO UMA SERPENTE VENENOSA

34 Curso de Formação de Socorrista MP GÊNERO: Bothrops AÇÃO DO VENENO: Proteolítico Neurotóxico e Anti-coagulante SINAIS E SINTOMAS: edemas, hematúria, pálpebras caída, dor no local forte, necrose tecidual. COMPLICAÇÕES SISTÊMICAS: pode causar insuficiência renal aguda. SORO: anti botrópico. Gênero BOTHROPS 33 espécies: São responsáveis por 90% dos acidentes ofídicos com apenas 0,7% de mortes nos casos tratados e 8% nos não tratados. (Hospital Vital Brasil). Estão espalhadas em todo território nacional. Quando adultas podem chegar até 2,5 metros de comprimentos.

35 Curso de Formação de Socorrista MP ALGUMAS SERPENTES BOTHROPS NOME: Bothrops neuwied (Jararaca pintada). LOCAL: É encontrada com larga distribuição geográfica, tem presença importante no Nordeste, até MG-MT-GO-SP-PR-SC-RGS. TAMANHO: varia entre 90 cm e 1 metro. OBS: Essa espécie apresenta 10 subespécies.

36 Curso de Formação de Socorrista MP Bothrops alternatus (urutu cruzeiro, cruzeira) Bothrops moojeni (caiçaca)

37 MP Curso de Formação de Socorrista Bothrops jararacussu (jararacuçu) Bothrops jararaca (jararaca, jararaca-preguiçosa)

38 MP Curso de Formação de Socorrista Bothriopsis bilineata (cobra papagaio, jararaca-verde)

39 MP Curso de Formação de Socorrista NOME: Bothrops jararacuçu (Urutu dourado). LOCAL: É encontrada principalmente no Nordeste do Brasil podendo chegar até o Centro-Oeste. TAMANHO:Seu comprimento médio de 2 metros podendo chegar a 2,5 metros. Encontra–se em preferência por regiões úmidas como margens de rio, alagadiços, banhados e lagoas.

40 MP Curso de Formação de Socorrista Gênero CROTALUS 6 espécies: Totalizam apenas 8% dos acidentes, são responsáveis por 70% dos óbitos nos casos não tratados e 11,8% nos casos que foram devidamente assistidos. (Hosp.Vital Brazil).Atingem aproximadamente de um metro a um metro e cinqüenta centímetros, sendo identificadas com facilidade pela presença do guizo terminal da cauda. A espécie brasileira se divide em muitas raças, devido a variações geográficas do padrão colorido. É conhecida como: cascavel, cascavel-de-quatro-ventas, boicininga, maracá, Maracambóia, cobra-de-guizo. GÊNERO: Crotálico AÇÃO DO VENENO: hemolítico e neurotóxico SINAIS E SINTOMAS: bolhas, dormência local (formigamento), capacidade de falar alterado, náuseas, sudorese, hematúria, visão turva. COMPLICAÇÕES SISTÊMICAS: insuficiência respiratória SORO: anti-crotálico.

41 MP Curso de Formação de Socorrista GÊNERO CROTALUS NOME: Crotalus durissus cascavella (cascavel). TAMANHO: Fêmea com 1,5 metros e 950 gramas. Foi encontrada na região metropolitana da cidade do Recife-PE

42 MP Curso de Formação de Socorrista NOME: Crotalus durissus terrificus TAMNHO: seu comprimento varia de 1m a 2 m de comprimento. É encontrada da região sudeste do Rio Grande do Sul até Minas Gerais.

43 MP Curso de Formação de Socorrista Gênero LACHESIS (Laquético) 2 Espécies Ofídio de grande porte, o maior tanatofídio encontrado em nosso meio. Seu comprimento pode atingir até 4,5 metro. Serpentes de hábitos noturnos, apresenta foto-tropismo positivo. É encontrada sempre em regiões de bosques ou florestas (Floresta Atlântica, Floresta Amazônica). GÊNERO: Laquético AÇÃO DO VENENO: proteolítico, anti-coagulante,hemolítico e neurotóxico. SINAIS E SINTOMAS:dor no local elevadíssima, formigamento, hemorragia, diarréia, calor, e vermelhidão local. COMPLICAÇÕES SISTÊMICAS: insuficiência renal aguda. SORO: anti-laquético.

44 MP Curso de Formação de Socorrista GÊNERO LACHESIS SURUCUCU

45 MP Curso de Formação de Socorrista São ofídios de pequenos porte, não agressivos, apresentando anéis pretos, vermelhos e brancos, intercalados e diversamente distribuídos conforme a espécie. São responsáveis por 0,4% dos acidentes no Brasil. Seu comprimento varia de 50cm a pouco mais de 1 metro. Encontrada no Nordeste do Brasil com larga distribuição e variação de tonalidades. Gênero MICRURUS 29 espécies: GÊNERO: elápidico (Micrurus); AÇÃO DO VENENO: neurotóxico de grande potencialidade. SINAIS E SINTOMAS: insuficiência respiratória aguda, dipoplia (visão dupla), dificuldade de deglutição. SORO – anti-elápidico.

46 MP Curso de Formação de Socorrista M. frontalis M. corallinus M. ibiboboca M. leminiscatus M. spixii

47 Curso de Formação de Socorrista MP PÁLPEBRAS CAIDAS HEMATÚRIA QUADROS SISTÊMICOS

48 Curso de Formação de Socorrista MP GENGIVORRAGIAHEMATOMA QUADROS SISTÊMICOS

49 Curso de Formação de Socorrista MP QUADRO LOCAL Edema, eritema, equimose, bolhas

50 Curso de Formação de Socorrista MP Abscesso Necrose COMPLICAÇÕES LOCAIS Síndrome compartimental

51 MP Curso de Formação de Socorrista Eunectes Murinos SUCURI /PÍTOM (Vídeo) São áglifas, e consideradas atanatofídios por não apresentarem glândulas peçonhentas nem presas inoculadoras. São consideráveis, porém, seu tamanho aproximadamente de dez metros e a extraordinária força muscular. Existe raros ataques ao homem, mas quando ocorrem certamente são fatais. Constrictor JIBÓIA (Vídeo)

52 MP Curso de Formação de Socorrista CARACTÉRISTICAS DO ACIDENTE Ocorre através da mordedura, onde fica depositado grande quantidade de bactérias e constrição, isoladamente ou concomitantemente. Assim como a jibóia, a sucuri faz da constrição uma arma poderosa e muito perigosa. Alem de mordida(s) vigorosa(s) e extremamente dolorosa(s), a sucuri poderá vir a se enroscar na vítima, dando várias laçadas e comprimindo cada vez mais o corpo da pessoa, dificultando a respiração podendo gerar fraturas ósseas, lesões internas nos órgãos, asfixia e a morte. TRATAMENTO PRÉ-HOSPITALAR Lavar o local da Lesão com sabão Aplicar curativo oclusivo Transportar para Unidade Hospitalar

53 MP Curso de Formação de Socorrista GÊNERO CONSTRICTOR CONSTRICTOR JIBÓIA

54 MP Curso de Formação de Socorrista GÊNERO EUNECTES MURINOS SUCURI /PITOM

55 MP Curso de Formação de Socorrista

56 MP Curso de Formação de Socorrista ACIDENTES POR SERPENTES NÃO-PEÇONHENTAS Helicops modestus surucucurana cobra dágua Foto: G.Puorto Philodryas olfersii cobra-cipó cobra-verde Foto: A Melgarejo Liophis miliaris trairabóia cobra d água Foto: G.Puorto (Foto: G. Puorto) Clelia clelia muçurana cobra-preta

57 MP Curso de Formação de Socorrista Mordida sucuri Acidente por Philodryas olfersii: COBRA VERDE

58 MP Curso de Formação de Socorrista Dor local intensa Marcas de picada, mordedura. Edema, vermelhidão, hematoma, bolhas Dificuldades respiratórias, (edema de glote) Queda de pálpebras e Distúrbios visuais (diplopia). Alteração no nível de consciência Reação anafilática Náuseas e vômitos Convulsões Relato de alteração da cor ( escura) e quantidade (diminuída) da urina. HEMATURIA (com sangue). PRINCIPAIS SINAIS E SINTOMAS - SERPENTES

59 MP Curso de Formação de Socorrista 1.Manter a vítima em repouso absoluto, não deixá-la locomover-se. 2. Remover anéis, braceletes e outros adornos das extremidades. 3.Se possível e oportuno, capture o animal e leve-o para identificação. 4.Lavar com água e sabão o local da picada e em seguida aplicar curativo oclusivo com gaze e esparadrapo. 5. Proteger o local da lesão fazendo curativo com gaze seca. 6. Transportar ao hospital indicado. 7. Procurar capturar o animal, desde que feito com segurança e não comprometa ou retarde o transporte da vítima. TRATAMENTO PRÉ-HOSPITALAR DO ACIDENTE OFÍDICO

60 MP Curso de Formação de Socorrista Somente soro específico ou anti-ofídico cura o envenenamento provocado por picada de cobra, quando aplicado adequadamente. NÃO fazer qualquer tratamento caseiro como torniquete, sucção, perfuração, pó de café, fumo, etc. Se houver tempo e condições, conduzir o animal que provocou a lesão para avaliação e identificação. ATENÇÃO

61 MP Curso de Formação de Socorrista FATORES DE RISCO PARA COMPLICAÇÕES Tempo decorrido entre acidente e atendimento Torniquete Incisões Picada em dedos

62 MP Curso de Formação de Socorrista ACIDENTES COM ARANHAS

63 MP Curso de Formação de Socorrista ACIDENTES POR PHONEUTRIA GÊNERO: Phoneutria - ARMADEIRA AÇÃO DO VENENO: neurotóxico SINAIS OU SINTOMAS: dor intensa, distúrbios cardio- respiratórios, sudorese, hipertensão SORO: anti-aracnidéo São encontradas em lugares escuras, cachos de banana, vegetação e calçado. Atinge até 17cm quando adulta.

64 ACIDENTES POR PHONEUTRIA Sinais da picada Dor,edema e eritema local. Marcas da picada. MP Curso de Formação de Socorrista

65 MP Curso de Formação de Socorrista GÊNERO LOXOCELES ( Marrom) ACIDENTES POR LOXOCELES (Marron) GÊNERO: LOXOSCELES AÇÃO DO VENENO: protoélitico SINAIS OU SINTOMAS: Necrose, dor progressiva, inchaço, náuseas e febre. SORO: anti-aracnidéo Trata-se de uma pequena aranha de 1 cm de corpo, capaz de provocar graves acidentes através de sua peçonha de natureza necrozante e hemolítica. São encontradas com freqüência no RJ-SP-MG- PR-SC-RGS

66 Curso de Formação de Socorrista ACIDENTES POR LOXOCELES (Marron)

67 Curso de Formação de Socorrista FORMA CUTÂNEO- HEMOLÍTICA: ICTERÍCIA E HEMOGLOBINÚRIA

68 Curso de Formação de Socorrista ACIDENTES POR LATRODECTUS VIUVA NEGRA GÊNERO: LATRODECTUS AÇÃO DO VENENO: neurotóxico central e periférico. SINAIS OU SINTOMAS: dor intensa, distúrbios cardio-respiratórios, sudorese, hipertensão e convulsões tetânicas. SORO: anti-aracnidéo

69 Curso de Formação de Socorrista ACIDENTES PAMPHOBETEUS E GRAMMOSTOLA Estas aranhas são conhecidas popularmente por aranhas caranguejeira e não são venenosas. Sua importância médica está no fato delas poderem Lançar pêlos urticantes, situados no dorso do abdome. Estes pêlos podem causar reações de hipersensibilidade, com prurido.

70 Curso de Formação de Socorrista ACIDENTES COM ESCORPIÕES Os escorpiões do gênero Tytius são os causadores deste tipo de acidente. As principais espécies são o Tytius bahiensis (escorpião marrom); Tytius Stigmurus e Tytius serrulatus (escorpião). O escorpião do gênero Tytius serrulatus (escorpião amarelo) é atualmente o causador do maior número de mortes, principalmente quando acomete crianças abaixo de 7 anos de idade. Tytius bahiensisTytius stigmurusTytius serrulatus

71 Curso de Formação de Socorrista ACIDENTES COM ESCORPIÕES Tityus bahiensis (lacrau preto ou marrom) AÇÃO DO VENENO: neurotóxico SINAIS OU SINTOMAS: dor no local, febre, diarréia e alteração cardio-respiratória SORO: anti-escorpiônico

72 Curso de Formação de Socorrista GÊNERO Tityus stigmurus ACIDENTES COM ESCORPIÕES Tityus stigmurus Nos últimos dez anos foram registrados casos no Hospital de Doenças Tropicais de Maceió-AL, por está espécie, sendo de sua maioria da Zona da Mata e Agreste. AÇÃO DO VENENO: Neurotóxico. SINAIS OU SINTOMAS: Alterações cardiorespiratórias e diarréia, dor no local e febre SORO: Anti-escorpiônico

73 Curso de Formação de Socorrista ACIDENTES COM ESCORPIÕES Tityus serrulatus (amarelo ou lacrau amarelo) Caracterizam se pela presença de uma mancha na região ventral do quinto segmento caudal onde também é encontrada em serrilha. GÊNERO: Tityus Serrulatus AÇÃO DO VENENO: Neurotóxico. SINAIS OU SINTOMAS: Alterações cardiorespiratórias e diarréia, dor no local e febre. SORO: Anti-escorpiônico.

74 Curso de Formação de Socorrista Dor local intensa Marcas de picada, mordedura. Edema, vermelhidão, hematoma, bolhas Dificuldades respiratórias, (edema de glote) Queda de pálpebras e Distúrbios visuais (diplopia). Alteração no nível de consciência Reação anafilática Náuseas e vômitos Convulsões Relato de alteração da cor ( escura) e quantidade (diminuída) da urina. HEMATURIA (com sangue). PRINCIPAIS SINAIS E SINTOMAS GERAIS DOS ACIDENTES COM ANIMAIS PEÇONHENTOS

75 Curso de Formação de Socorrista 1.Manter a vítima em repouso absoluto, não deixá-la locomover-se. 2. Remover anéis, braceletes e outros adornos das extremidades. 3.Se possível e oportuno, capture o animal e leve-o para identificação. 4.Lavar com água e sabão o local da picada. 5. Proteger o local da lesão fazendo curativo com gaze seca. 6. Transportar ao hospital indicado. 7. Procurar capturar o animal, desde que feito com segurança e não comprometa ou retarde o transporte da vítima. TRATAMENTO PRÉ-HOSPITALAR

76 Curso de Formação de Socorrista Somente soro específico ou anti-ofídico cura o envenenamento provocado por picada de cobra, quando aplicado adequadamente. NÃO fazer qualquer tratamento caseiro como torniquete, sucção, perfuração, pó de café, fumo, etc. Se houver tempo e condições, conduzir o animal que provocou a lesão para avaliação e identificação. Nos casos de acidentes com escorpiões, o risco de vida aumenta quando a vitima tiver idade abaixo de 07 anos a acima de 50 anos ou ainda vitima que apresente distúrbio orgânicos graves. ATENÇÃO

77 Curso de Formação de Socorrista ANIMAIS MARINHOS

78 Curso de Formação de Socorrista Esponjas-do-mar Onde vivem e como são: Onde vivem e como são: Cores vivas; Cores vivas; Tamanhos variados; e Tamanhos variados; e Quase sempre fixas em rochas. Quase sempre fixas em rochas. Riscos: Riscos: Possuem espículas que penetram na pele quando manuseadas; Possuem espículas que penetram na pele quando manuseadas; Apresentam substâncias irritantes na superfície. Apresentam substâncias irritantes na superfície. Sintomas: Sintomas: Irritação na pele; Irritação na pele; Vermelhidão; Vermelhidão; Inchaço; Inchaço; Coceira; e Coceira; e Dor. Dor.

79 Curso de Formação de Socorrista Esponjas-do-mar Como evitar o acidente: Como evitar o acidente: Não manuseie diretamente o animal. Não manuseie diretamente o animal. Tratamentos: Tratamentos: Espere os sintomas desaparecerem; e Espere os sintomas desaparecerem; e Em casos de reação alérgica mais grave, procure um médico. Em casos de reação alérgica mais grave, procure um médico.

80 Curso de Formação de Socorrista Esponjas-do-mar TIPOS DIFERENTES

81 Curso de Formação de Socorrista CARAVELAS Onde vivem e como são: Onde vivem e como são: Flutuando na água ou encalhadas na praia; Flutuando na água ou encalhadas na praia; Têm o corpo gelatinoso, de cor roxo-azulada; Têm o corpo gelatinoso, de cor roxo-azulada; Têm parte semelhante a uma bexiga; e Têm parte semelhante a uma bexiga; e É vísivel acima da linha da água. É vísivel acima da linha da água. Riscos: Riscos: Tentáculos são muito urticantes. Tentáculos são muito urticantes. Sintomas: Sintomas: Irritação forte, dor intensa; e Irritação forte, dor intensa; e Nos casos mais graves, provocam câimbras, náuseas, vômitos, desmaios, convulsões, arritmias cardíacas e problemas respiratórios. Nos casos mais graves, provocam câimbras, náuseas, vômitos, desmaios, convulsões, arritmias cardíacas e problemas respiratórios.

82 Curso de Formação de Socorrista CARAVELAS Como evitar o acidente: Como evitar o acidente: Não nade quando caravelas estiverem por perto; Não nade quando caravelas estiverem por perto; Se souber que houve acidentes nas proximidades, fique alerta e não entre na água; Se souber que houve acidentes nas proximidades, fique alerta e não entre na água; Os cuidados devem ser redobrados com relação às crianças, que são, particularmente, mais sensíveis do que os adultos. Os cuidados devem ser redobrados com relação às crianças, que são, particularmente, mais sensíveis do que os adultos.

83 Curso de Formação de Socorrista LESÃO CAUSADA POR CARAVELA

84 Curso de Formação de Socorrista ÁGUAS-VIVAS ÁGUAS-VIVAS Onde vivem e como são: Onde vivem e como são: São gelatinosas, com aspecto de guarda-chuva ou prato; São gelatinosas, com aspecto de guarda-chuva ou prato; Possuem tentáculos urticantes; Possuem tentáculos urticantes; Nadam na água, geralmente em grupo; Nadam na água, geralmente em grupo; A maioria é pequena e inofensiva; e A maioria é pequena e inofensiva; e Raramente são visíveis quando no mar. Raramente são visíveis quando no mar. Riscos: Riscos: Os seus tentáculos possuem pequenas estruturas, semelhantes a agulhas hipodérmicas, repletas de toxinas; e Os seus tentáculos possuem pequenas estruturas, semelhantes a agulhas hipodérmicas, repletas de toxinas; e Ao tocarem a vítima, essas substâncias são injetadas na pele. Ao tocarem a vítima, essas substâncias são injetadas na pele.

85 Curso de Formação de Socorrista ÁGUAS-VIVAS Sintomas: Sintomas: Desde dermatites discretas até lesões intensamente dolorosas e necrose da pele. Desde dermatites discretas até lesões intensamente dolorosas e necrose da pele. Como evitar o acidente: Como evitar o acidente: Não nade quando águas-vivas estiverem por perto; Não nade quando águas-vivas estiverem por perto; Se souber que houve acidentes nas proximidades, fique alerta e não entre na água; Se souber que houve acidentes nas proximidades, fique alerta e não entre na água; Os cuidados devem ser redobrados com relação às crianças, que são, particularmente, mais sensíveis do que os adultos. Os cuidados devem ser redobrados com relação às crianças, que são, particularmente, mais sensíveis do que os adultos.

86 Curso de Formação de Socorrista 6 Vinagre (ácido acético a 4 ou 6%) em alguns casos pode ajudar a desativar aos nematocistos. 7 Bicarbonato de sódio diluído a 50% pode ajudar a aliviar os sintomas. 8 O uso de analgésicos (novalgina ou tylenol é muito útil para aliviar a dor). 9 O uso de anti-histamínicos e corticóides orais diminuem as ações sistêmicas. 10 Anti-histamínicos e corticóides tópicos aliviam as reações locais. 11 Procurar sempre ajuda médica. 1 Esforçar-se ao máximo para manter a calma e sair do mar o mais rápido possível. 2 Não tentar remover os tentáculos ainda dentro dágua. 3 Ao chegar na praia, fazer uma remoção cuidadosa dos tentáculos. 4 Não usar soluções alcoólicas como bebidas, perfumes, loção pós-barba e álcool propriamente dito, que pioram o quadro. 5 Existem relatos do uso de urina, mas isto não tem comprovação científica, o que contra-indica o procedimento. DICAS PARA AMENIZAR O QUADRO PÓS CONTATO

87 OURIÇOS-DO-MAR Curso de Formação de Socorrista Ouriços do mar são animais coloridos, espinhosos e de casca dura que vivem na superfície da água ao longo das costas. Eles são uma tentação para crianças pegarem e são fáceis de pisar. Apesar de poucos serem venenosos, o espinho de um ouriço do mar pode furar a pele e deixar parte do espinho, causando infecção.

88 Curso de Formação de Socorrista LESÃO POR ORIÇO DO MAR ACIDENTE NO MANUSEIO LESÕES

89 Curso de Formação de Socorrista OURIÇOS-DO-MAR Onde vivem e como são: Onde vivem e como são: São animais de corpo mais ou menos esférico; São animais de corpo mais ou menos esférico; Possuem espinhos abundantes, rígidos e quebradiços; e Possuem espinhos abundantes, rígidos e quebradiços; e São comuns sobre rochas, entre pedras ou em fundo arenoso, geralmente formando grandes aglomerados. São comuns sobre rochas, entre pedras ou em fundo arenoso, geralmente formando grandes aglomerados. Riscos: Riscos: Espinhos podem penetrar na vítima pisados ou esbarrados; e Espinhos podem penetrar na vítima pisados ou esbarrados; e Contêm substâncias irritantes. Contêm substâncias irritantes. Sintomas: Sintomas: Dor intensa; e Dor intensa; e Algumas espécies são venenosas, podendo haver vermelhidão, inchaço e infecções secundárias. Algumas espécies são venenosas, podendo haver vermelhidão, inchaço e infecções secundárias.

90 Curso de Formação de Socorrista OURIÇOS-DO-MAR Como evitar o acidente: Como evitar o acidente: Cuidado ao caminhar no costão rochoso, principalmente sobre pedras úmidas, que são muito escorregadias; Cuidado ao caminhar no costão rochoso, principalmente sobre pedras úmidas, que são muito escorregadias; Utilize um calçado firme e forte; e Utilize um calçado firme e forte; e Ao mergulhar no mar agitado, evite locais com ouriços-do-mar. Ao mergulhar no mar agitado, evite locais com ouriços-do-mar. Tratamentos: Tratamentos: Procure o auxílio de profissionais de saúde; Procure o auxílio de profissionais de saúde; A correta assepsia ajuda a evitar infecções secundárias; A correta assepsia ajuda a evitar infecções secundárias; Para aliviar a dor, faça banhos de água quente. Para aliviar a dor, faça banhos de água quente.

91 Curso de Formação de Socorrista RAIAS OU ARRAIAS Os acidentes com as arraias são mais comuns nos rios do interior do Brasil. No litoral, raramente ouço alguém ter sido espetado por ferrão de arraia. Apesar dos encontros freqüentes no mar, elas não demonstram agressividade ou medo, pelo contrário, admitem aproximação e seu perímetro de segurança é estreito. Quando incomodadas, se afastam. Familia da Dasyatidae Steve Irwin

92 Curso de Formação de Socorrista RAIAS OU ARRAIAS Onde vivem e como são: Onde vivem e como são: São peixes achatados, com nadadeiras largas e uma cauda comprida; São peixes achatados, com nadadeiras largas e uma cauda comprida; Ficam enterrados em fundos arenosos ou lodosos; e Ficam enterrados em fundos arenosos ou lodosos; e Costumam se aproximar da praia no verão. Costumam se aproximar da praia no verão. Riscos: Riscos: Algumas espécies possuem um ou mais ferrões na base da cauda; Algumas espécies possuem um ou mais ferrões na base da cauda; Podem ser introduzidos na vítima se ela se aproximar muito ou pisá-las. Podem ser introduzidos na vítima se ela se aproximar muito ou pisá-las. Sintomas: Sintomas: Dor intensa e prolongada; Dor intensa e prolongada; Pode causar vômitos, febre e complicações cardíacas e pulmonares; e Pode causar vômitos, febre e complicações cardíacas e pulmonares; e A pele do local atingido pode vir a necrosar. A pele do local atingido pode vir a necrosar.

93 Curso de Formação de Socorrista RAIAS OU ARRAIAS Como evitar o acidente: Como evitar o acidente: Durante mergulhos, não se aproxime demasiadamente do animal; Durante mergulhos, não se aproxime demasiadamente do animal; Cuidado ao esvaziar redes de arrastão. Cuidado ao esvaziar redes de arrastão. Tratamentos: Tratamentos: Mergulhe o ferimento em água quente por minutos; e Mergulhe o ferimento em água quente por minutos; e Procure imediatamente um médico. Procure imediatamente um médico.

94 Curso de Formação de Socorrista Polvo Octopus vulgaris Polvo-de-véu Gênero Conus POLVO

95 Curso de Formação de Socorrista POLVOS Onde vivem e como são: Onde vivem e como são: São moluscos muito ativos e inteligentes; São moluscos muito ativos e inteligentes; Vivem em tocas entre as rochas e pedras; e Vivem em tocas entre as rochas e pedras; e Possuem tentáculos com ventosas e um bico associado a glândulas salivares que contêm veneno. Possuem tentáculos com ventosas e um bico associado a glândulas salivares que contêm veneno. Riscos: Riscos: Exemplares grandes podem, muito raramente, envolver um mergulhador que os incomode, provocando até afogamento; Exemplares grandes podem, muito raramente, envolver um mergulhador que os incomode, provocando até afogamento; São raros os casos de bicada. São raros os casos de bicada.

96 Curso de Formação de Socorrista POLVOS Sintomas: Sintomas: A bicada pode causar dor, formigamento e inchaço que,posteriormente, irradiam-se para uma área maior. A bicada pode causar dor, formigamento e inchaço que,posteriormente, irradiam-se para uma área maior. Como evitar o acidente : Como evitar o acidente : Não coloque a mão em tocas; Não coloque a mão em tocas; Não se aproxime de exemplares grandes; e Não se aproxime de exemplares grandes; e Se ficar preso por um polvo, mantenha a calma e aperte a cabeça do animal, o que fará com que ele solte os tentáculos. Se ficar preso por um polvo, mantenha a calma e aperte a cabeça do animal, o que fará com que ele solte os tentáculos. Tratamentos: Tratamentos: Lave a região com água e sabão. Lave a região com água e sabão. Em casos mais graves, procure um médico. Em casos mais graves, procure um médico. Caso haja dor intensa, mergulhe o local em água quente por minutos. Caso haja dor intensa, mergulhe o local em água quente por minutos.


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