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11 Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios – PNAD 2007 Rio de Janeiro, 18 de Setembro de 2008 Eduardo Pereira Nunes – Presidente do IBGE

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1 11 Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios – PNAD 2007 Rio de Janeiro, 18 de Setembro de 2008 Eduardo Pereira Nunes – Presidente do IBGE

2 2 Destaques da PNAD 2007 Domicílios População Educação Emprego e renda Distribuição de renda Indicadores econômicos

3 33 DOMICÍLIOS PNAD 2007

4 4

5 5

6 66 POPULAÇÃO PNAD 2007

7 7

8 8

9 Taxa média geométrica de crescimento anual da população = 1,3%

10 10

11 11

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13 Diferença entre Sul e Nordeste era de 14,4 anos 2007 – Diferença cai para 5,0 anos (Sul - Nordeste)

14 14 Reflexo da desigualdade regional Expectativa de vida em 1997 Brasil = 69,3 anos Santa Catarina = 72,6 anos Alagoas = 62,5 anos Diferença em 1997 = 10,1 anos Expectativa de vida em 2007 Brasil = 72,7 anos Santa Catarina = 75,3 anos Alagoas = 66,8 anos Diferença em 2007 = 8,5 anos

15 15 Brasil Brasil

16 16 ESTRUTURA ETÁRIA POR SEXO BRASIL BRASIL URBANO BRASIL RURAL 16

17 17

18 18 # 77 # # # # 717 # 129 Média de Moradores em Domicílios Particulares Permanentes Ocupados – Fonte: Censo Demográfico 2000.

19 19 # 250 # # # 592 # 181 # 129 Fonte: Contagem da População Média de Moradores em Domicílios Particulares Permanentes Ocupados – 2007.

20 20

21 21 BRASIL

22 22

23 23 Evolução demográfica brasileira reflete o padrão dos países mais desenvolvidos, com redução da fecundidade e maior longevidade da população. Entretanto, no Brasil, este é um processo mais recente e ocorreu de forma intensa e com maior rapidez. Também é marcada por enorme movimento de migração populacional, tanto interna, quanto internacional. A nossa dinâmica demográfica terá impactos sobre a Saúde e Previdência; Concentração urbana e expansão da fronteira agrícola; consumo interno e mercado de trabalho. População brasileira

24 24 EDUCAÇÃO PNAD 2007

25 25

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28 28

29 29 14 milhões

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33 33 Taxa de analfabetismo: População de 15 anos ou mais de idade PNAD 2002 = 11,8% PNAD 2007 = 10 % Coréia = 70%

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35 35

36 36

37 37 Educação Prossegue a tendência de aumento da escolarização e de queda da taxa de analfabetismo. O nível de instrução da mulheres é mais elevado que o dos homens.

38 38 TRABALHO PNAD 2007

39 39

40 40

41 41

42 42 Formalização do mercado de trabalho e previdência

43 43

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46 46 Mercado de Trabalho Aumento contínuo do número de empregos foi acompanhado pela maior formalização do mercado de trabalho; Acréscimo, de 2002 para 2007, de cerca de 11,8 milhões no número de pessoas ocupadas; Crescimento do emprego com carteira assinada da ordem de mil empregos, de 2002 a Crescimento do emprego formal contribuiu para aumentar o número absoluto (acréscimo de 8,5 milhões de contribuintes, de 2003 para 2007) e relativo (46,4%, em 2003, para 51,3%, em 2007) de contribuintes para a previdência social; Evolução do mercado de trabalho mostra maior participação da mulher, que tem maior nível de escolaridade que os homens.

47 47 TRABALHO DAS CRIANÇAS E ADOLESCENTES PNAD 2007

48 48

49 49

50 50

51 51 Trabalho infantil Desde 1992, há queda no contingente de crianças e adolescentes trabalhadores no Brasil. Entretanto, o trabalho infantil no Brasil ainda é elevado. Há conseqüências futuras sobre educação e rendimento dessa geração de trabalhadores precoces

52 52 RENDIMENTO PNAD 2007

53 53

54 54 Renda pessoal

55 55 Renda pessoal

56 56 Renda domiciliar

57 57 Gini domiciliar

58 58 Gini renda do trabalho

59 59 Indicadores econômicos

60 60 A expansão do emprego, associada à maior formalização do mercado de trabalho, e o crescimento real da renda, combinado com a redução da concentração de renda, ocorreram durante um período de manutenção do controle da inflação, com equilíbrio fiscal; e de geração de superávits no Balanço de Pagamentos, com expansão das reservas internacionais e valorização cambial. Esse contexto favorável contribuiu para a expansão da economia, com forte crescimento do PIB, do Consumo e do Investimento, sem pressão inflacionária, mas com impacto sobre as transações correntes do Balanço de Pagamentos.

61 61 Taxa de crescimento do PIB, acumulada nos últimos 4 trimestres, contra os 4 trimestres imediatamente anteriores

62 62 Foi o 19º aumento seguido, influenciado pelo Aumento de 8,1% da massa salarial real Crescimento nominal de 32,9% do saldo de operações de crédito do sistema financeiro com recursos livres para pessoas físicas Consumo das Famílias cresceu 6,7% (em relação ao mesmo trimestre do ano anterior)

63 63 Investimento cresceu 16,2% (em relação ao mesmo trimestre do ano anterior) Foi o 18º aumento seguido, apoiado em Crédito interno Expansão das importações de bens de capaital

64 64 Evolução do Setor Externo (em relação ao mesmo trimestre do ano anterior) Exportação de bens e serviços cresceu 5,1% Importação de bens e serviços cresceu 25,8% Taxa de Crescimento da Importações supera a das Exportações, desde o 1º trimestre de 2006.

65 65 Tabela Participação % no PIB

66 66

67 67 Capacidade ou Necessidade de Financiamento da Economia e Saldo Externo de Bens e Serviços (2000 – 2008)

68 68

69 69

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72 72

73 73 Desafios Dar prosseguimento ao processo de: 1.geração de emprego, redução da desigualdade social e regional; 2.elevação real da renda para acelerar a distribuição de renda e colocar o país no patamar dos países desenvolvidos, econômica e socialmente.


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