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TEMA: A ESCOLA COMO ORGANIZAÇÃO: ORIGEM E EVOLUÇÃO

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Apresentação em tema: "TEMA: A ESCOLA COMO ORGANIZAÇÃO: ORIGEM E EVOLUÇÃO"— Transcrição da apresentação:

1 TEMA: A ESCOLA COMO ORGANIZAÇÃO: ORIGEM E EVOLUÇÃO
AULA: 11/03/2014 TEMA: A ESCOLA COMO ORGANIZAÇÃO: ORIGEM E EVOLUÇÃO PERÍODO 3 PROFESSOR WASHINGTON BRUM TEMA DA AULA: O DESAFIO NA ATUAÇÃO DO GESTOR ESCOLAR

2 Uma organização diferente
A ESCOLA É uma organização específica que se distingue das demais em função de seu principal objetivo  FORMAÇÃO HUMANA. Uma organização diferente A escola são organizações que aprendem e, por isso, a gestão participativa, democrática e burocrática quando necessário é uma opção para as Instituições escolares. FÁBRICA ESCOLA Processo de formação de produtos e mercadorias. Investimento na formação de sujeitos, cidadãos ativos, interagindo com o contexto social. Organização burocrática, fundamentada na racionalidade técnica do trabalho, centralização e no controle das pessoas. Contingente expressivo de indivíduos, cada qual, com história de vida, objetivos e necessidades específicas no cotidiano educacional. VVVVVVVV

3 Chegada dos Portugueses no Brasil
A ORIGEM DA ESCOLA Chegada dos Portugueses no Brasil Diferenças culturais dos povos  mudanças  educação como forma de transmissão de valores, hábitos e costumes  público principal  índios. A educação tem seu marco a partir da colonização com a ação dos jesuítas sobre os indígenas em CATEQUIZAÇÃO É TIDA COMO A PRIMEIRA EXPERIÊNCIA EDUCACIONAL BRASILEIRA. O objetivo era propagar a fé. O mais conhecido e talvez o mais atuante foi o Padre José de Anchieta. A estrutura da escola continua a mesma dos seus primórdios. Um prédio, dividido em classes, para onde vão as crianças. Nas classes, carteira e lousa. O que realmente mudou ao longo dos séculos foi o pensamento das pessoas que fazem e frequentam a escola. A função básica da escola hoje é social e de transmissão cultural. Deixou de ser o centro de transmissão de conhecimento para se tornar responsável pela manutenção de valores e normas de conduta. em 27 de jun 2011. A EVOLUÇÃO DA ESCOLA

4 A partir do século XIX com Dom Pedro I.
SURGIMENTO DA ORGANIZAÇÃO ESCOLAR E A EDUCAÇÃO PÚBLICA PRIMÁRIA NO BRASIL. Antes da escola, o processo educativo, repasse das tradições, conservação do conhecimento, ocorria nos lares, com professores particulares até determinado nível e posteriormente encaminhados para a Europa para estudo em colégios especializados. A partir do século XIX com Dom Pedro I. Lei de 15 de outubro de 1827 ( a escola se constitui como instituição, dividida em classes, com currículo específico e professores). A ESCOLA COMO ORGANIZAÇÃO SOCIAL Na medida que encontramos duas ou mais pessoas (professores, gestor, coordenador, orientador e etc), trabalhando juntas em prol de um objetivo comum, neste caso, ENSINO E APRENDIZAGEM. Destacamos algumas contribuições da LDB nº9.396/96. Orientam a organização do trabalho das escolas que devem atender o disposto nas leis. SURGIMENTO DA ORGANIZAÇÃO ESCOLAR E A EDUCAÇÃO PÚBLICA PRIMÁRIA NO BRASIL.

5 Art. 3º O ensino será ministrado com base nos seguintes princípios:
I - igualdade de condições para o acesso e permanência na escola; II - liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar a cultura, o pensamento, a arte e o saber; III - pluralismo de idéias e de concepções pedagógicas; IV - respeito à liberdade e apreço à tolerância; V - coexistência de instituições públicas e privadas de ensino; VI - gratuidade do ensino público em estabelecimentos oficiais; VII - valorização do profissional da educação escolar; VIII - gestão democrática do ensino público, na forma desta Lei e da legislação dos sistemas de ensino; IX - garantia de padrão de qualidade; X - valorização da experiência extra-escolar; XI - vinculação entre a educação escolar, o trabalho e as práticas sociais. XII - consideração com a diversidade étnico-racial. (Incluído pela Lei nº , de 2013) vvvvvv

6 I - elaborar e executar sua proposta pedagógica;
Art. 12. Os estabelecimentos de ensino, respeitadas as normas comuns e as do seu sistema de ensino, terão a incumbência de: I - elaborar e executar sua proposta pedagógica; II - administrar seu pessoal e seus recursos materiais e financeiros; III - assegurar o cumprimento dos dias letivos e horas-aula estabelecidas; IV - velar pelo cumprimento do plano de trabalho de cada docente; V - prover meios para a recuperação dos alunos de menor rendimento; VI - articular-se com as famílias e a comunidade, criando processos de integração da sociedade com a escola; VII - informar os pais e responsáveis sobre a freqüência e o rendimento dos alunos, bem como sobre a execução de sua proposta pedagógica. VII - informar pai e mãe, conviventes ou não com seus filhos, e, se for o caso, os responsáveis legais, sobre a frequência e rendimento dos alunos, bem como sobre a execução da proposta pedagógica da escola; (Redação dada pela Lei nº , de 2009) VIII - notificar ao Conselho Tutelar do Município, ao juiz competente da Comarca e ao respectivo representante do Ministério Público a relação dos alunos que apresentem quantidade de faltas acima de cinqüenta por cento do percentual permitido em lei.(Incluído pela Lei nº , de 2001) vvvvv

7 Art. 13. Os docentes incumbir-se-ão de:
I - participar da elaboração da proposta pedagógica do estabelecimento de ensino; II - elaborar e cumprir plano de trabalho, segundo a proposta pedagógica do estabelecimento de ensino; III - zelar pela aprendizagem dos alunos; IV - estabelecer estratégias de recuperação para os alunos de menor rendimento; V - ministrar os dias letivos e horas-aula estabelecidos, além de participar integralmente dos períodos dedicados ao planejamento, à avaliação e ao desenvolvimento profissional; VI - colaborar com as atividades de articulação da escola com as famílias e a comunidade. Art. 14. Os sistemas de ensino definirão as normas da gestão democrática do ensino público na educação básica, de acordo com as suas peculiaridades e conforme os seguintes princípios: I - participação dos profissionais da educação na elaboração do projeto pedagógico da escola; II - participação das comunidades escolar e local em conselhos escolares ou equivalentes bbbbb

8 Lei de 15 de outubro de 1827       Manda criar escolas de primeiras letras em todas as cidades, vilas e lugares mais populosos do Império.       D. Pedro I, por Graça de Deus e unânime aclamação dos povos, Imperador Constitucional e Defensor Perpétuo do Brasil: Fazemos saber a todos os nossos súditos que a Assembléia Geral decretou e nós queremos a lei seguinte:       Art. 1o Em todas as cidades, vilas e lugares mais populosos, haverão as escolas de primeiras letras que forem necessárias.       Art. 2o Os Presidentes das províncias, em Conselho e com audiência das respectivas Câmaras, enquanto não estiverem em exercício os Conselhos Gerais, marcarão o número e localidades das escolas, podendo extinguir as que existem em lugares pouco populosos e remover os Professores delas para as que se criarem, onde mais aproveitem, dando conta a Assembléia Geral para final resolução.       Art. 3o Os presidentes, em Conselho, taxarão interinamente os ordenados dos Professores, regulando-os de 200$000 a 500$000 anuais, com atenção às circunstâncias da população e carestia dos lugares, e o farão presente a Assembléia Geral para a aprovação.       Art. 4o As escolas serão do ensino mútuo nas capitais das províncias; e serão também nas cidades, vilas e lugares populosos delas, em que for possível estabelecerem-se.

9 Art. 5o Para as escolas do ensino mútuo se aplicarão os edifícios, que couberem com a suficiência nos lugares delas, arranjando-se com os utensílios necessários à custa da Fazenda Pública e os Professores que não tiverem a necessária instrução deste ensino, irão instruir-se em curto prazo e à custa dos seus ordenados nas escolas das capitais.       Art. 6o Os professores ensinarão a ler, escrever, as quatro operações de aritmética, prática de quebrados, decimais e proporções, as noções mais gerais de geometria prática, a gramática de língua nacional, e os princípios de moral cristã e da doutrina da religião católica e apostólica romana, proporcionados à compreensão dos meninos; preferindo para as leituras a Constituição do Império e a História do Brasil.       Art. 7o Os que pretenderem ser providos nas cadeiras serão examinados publicamente perante os Presidentes, em Conselho; e estes proverão o que for julgado mais digno e darão parte ao Governo para sua legal nomeação.       Art. 8o Só serão admitidos à oposição e examinados os cidadãos brasileiros que estiverem no gozo de seus direitos civis e políticos, sem nota na regularidade de sua conduta.       Art. 9o Os Professores atuais não serão providos nas cadeiras que novamente se criarem, sem exame de aprovação, na forma do Art. 7o.       

10 Art. 10. Os Presidentes, em Conselho, ficam autorizados a conceder uma gratificação anual que não exceda à terça parte do ordenado, àqueles Professores, que por mais de doze anos de exercício não interrompido se tiverem distinguido por sua prudência, desvelos, grande número e aproveitamento de discípulos.       Art. 11. Haverão escolas de meninas nas cidades e vilas mais populosas, em que os Presidentes em Conselho, julgarem necessário este estabelecimento.       Art. 12. As Mestras, além do declarado no Art. 6o, com exclusão das noções de geometria e limitado a instrução de aritmética só as suas quatro operações, ensinarão também as prendas que servem à economia doméstica; e serão nomeadas pelos Presidentes em Conselho, aquelas mulheres, que sendo brasileiras e de reconhecida honestidade, se mostrarem com mais conhecimento nos exames feitos na forma do Art. 7o.       Art. 13. As Mestras vencerão os mesmos ordenados e gratificações concedidas aos Mestres.       Art. 14. Os provimentos dos Professores e Mestres serão vitalícios; mas os Presidentes em Conselho, a quem pertence a fiscalização das escolas, os poderão suspender e só por sentenças serão demitidos, provendo interinamente quem substitua.

11 Art. 15. Estas escolas serão regidas pelos estatutos atuais se não se opuserem a presente lei; os castigos serão os praticados pelo método Lancaster.       Art. 16. Na província, onde estiver a Corte, pertence ao Ministro do Império, o que nas outras se incumbe aos Presidentes.       Art. 17. Ficam revogadas todas as leis, alvarás, regimentos, decretos e mais resoluções em contrário.       Mandamos portanto a todas as autoridades, a quem o conhecimento e execução da referida lei pertencer, que a cumpram e façam cumprir, e guardar tão inteiramente como nela se contém. O Secretário de Estado dos Negócios do Império a faça imprimir, publicar e correr. Dada no Palácio do Rio de Janeiro, aos 15 dias do mês de outubro de 1827, 6o da Independência e do Império.       IMPERADOR com rubrica e guarda Visconde de São Leopoldo.       Carta de Lei, pela qual Vossa Majestade Imperial manda executar o decreto da Assembléia Geral Legislativa, que houve por bem sancionar, sobre a criação de escolas de primeiras letras em todas as cidades, vilas e lugares mais populosos do Império, na forma acima declarada.       Para Vossa Majestade Imperial ver.

12 REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:
Primeira parte (A educação Escolar no contexto das transformações da soceidade contemporânea). IN. LIBÂNEO, José Carlos. São Paulo: Cortez, – (Coleção docência em formação). em 27 de junho2011. em 26 de agosto de 2011. em 26 de agosto de 2011.


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