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FUNDAMENTOS POLÍTICOS- ECONÔMICOS DA EDUCAÇÃO CURSO: PEDAGOGIA Prof. Marcelo Muzi Silva.

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1 FUNDAMENTOS POLÍTICOS- ECONÔMICOS DA EDUCAÇÃO CURSO: PEDAGOGIA Prof. Marcelo Muzi Silva

2 OBJETIVOS Trabalhar os conhecimentos teórico- práticos relativos aos fundamentos políticos e econômicos do fenômeno educativo; situar as transformações ocorridas no mundo do trabalho e suas implicações para a educação; analisar as bases teóricas referentes à validade do trabalho como categoria central nas relações da sociedade industrial;

3 OBJETIVOS Analisar o fenômeno da modernidade estabelecendo sua relação com a educação; analisar o processo de globalização e explicar a organização da educação na sociedade capitalista contemporânea.

4 EMENTA Desenvolvimento econômico e globalização; A nova ordem mundial e a educação; Relação entre economia e Educação; Financiamento da Educação; Análise de políticas públicas: realidades sócio- econômicas em que se tem articulado e levadas a efeito; Políticas de garantia de acesso e permanência na escola básica; Suficiência e equidade na oferta de oportunidades educacionais.

5 MODERNIDADE E EDUCAÇÃO; CARACTERÍSTICAS DA MODERNIDADE

6 O QUE É MODERNIDADE ? Retrata ao novo, algo atualizado. No entanto, seu conceito é antigo - século XVII; Com a modernidade, temos: - Aumento de produtividade devido ao grande uso das máquinas à vapor; - O sistema capitalista passa a basear-se na propriedade privada dos meios de produção;

7 Características da modernidade

8 S ECULARIZAÇÃO Rompimento da estreita unidade com o transcendente Autonomia das realidades terrestres. A religião perde sua primazia de pertença à sociedade. Rompimento do conceito de natureza que unia o humano com o divino. Aceita-se apenas o mundo humano. A religião não tem relevância para a vida social: ela não é mais unificadora. A fé se restringe à vida particular.

9 P LURALISMO A sociedade medieval, integrada, não permitia manifestações de diferenças significativas. Autonomia das ciências despertou grande diversidade de cosmovisão, ideologias e linguagens.

10 SUBJETIVIDADE Individualismo: cada um permite o alcance do que pretende. Direito à crítica: cada um aceita apenas o que lhe aparece como legítimo. Autonomia do agir: é o desejo de sentir-se responsável pelo que se produz.

11 C RISE DA AUTORIDADE : N O CONTEXTO MEDIEVAL A AUTORIDADE ERA ACEITA A modernidade não reconhece mais a autoridade pela sua instituição. A autoridade é apenas tolerada.

12 RELATIVISMO A modernidade criou uma postura relativista até do que sempre foi assumido com mais rigor. Relativizou-se o tempo, as leis, a ciência, a história. Ceticismo e desânimo, pois qualquer busca humana corre o risco de ser criticada e suplantada.

13 RACIONALISMO A Idade Média assentava sobre a Revelação, a Tradição e a Autoridade. O uso da razão era para engrandecer estas escalas de valor. O Racionalismo criou uma nova postura frente à existência. A razão foi assumida como o fator de suplantação da menoridade criada pela religião, pela tradição e pela autoridade.

14 IMANÊNCIA Na Idade Média a verdade estava fundamentada em Deus. A modernidade assume o mundo como autônomo, sem implicações com um ser superior. Não se procura no mundo transcendente explicação para a vida, para a história e para a natureza.

15 C ONSEQUÊNCIAS DA MÁQUINA A VAPOR

16 Estimulou o capitalismo. Fomentou a Filosoa das Luzes, difundindo questões morais e materiais relacionados ao conhecimento do homem. A Era Moderna despertou o conhecimento do homem. Se antes o aprendizado do homem limitava-se aos dogmas impostos pela Igreja Católica, com o incentivo ao uso da razão, contribuiu ao questionar o mundo em que vivia.

17 F ILOSOFIA DAS LUZES O projeto instaurado pelas LUZES armava a razão e o método cientíco como as únicas fontes do conhecimento válido e rejeitavam qualquer concepção de mundo derivada do dogma, da superstição e da fantasia, sustentando-se em três ingredientes conceituais, quais sejam: a universalidade, a individualidade e a autonomia.

18 M ODERNIDADE E EDUCAÇÃO É no contexto moderno e contemporâneo que a educação se formalizou plenamente e se tornou mais acessível; A partir daí se pode falar em política educacional, ou seja, em um conjunto de decisões e ações estruturadas. Geralmente sob o comando do Estado, com a nalidade de prover a educação formal e de atrair os indivíduos para os espaços educativos, dotados de instalações, equipamentos e força de trabalho preparada (prossionais da educação).

19 A RTIGO XXVI DA D ECLARAÇÃO U NIVERSAL DOS D IREITOS H UMANOS Toda pessoa tem direito à instrução. A instrução será gratuita, pelo menos nos graus elementares e fundamentais. A instrução elementar será obrigatória. A instrução técnico-prossional será acessível a todos, bem como a instrução superior, baseada no mérito. A instrução será orientado no sentido pleno desenvolvimento da personalidade humana e do fortalecimento do respeito pelos direitos do homem e pelas liberdades fundamentais.

20 A RTIGO XXVI DA D ECLARAÇÃO U NIVERSAL DOS D IREITOS H UMANOS A instrução promoverá a compreensão, a tolerância e a amizade entre todas as nações e grupos raciais e religiosos e coadjuvará as atividades das Nações Unidas em prol da manutenção da paz. Os pais têm prioridade de direito na escolha do gênero de instrução que será ministrada a seus lhos.


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