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Fontes de informação: A confiabilidade do Twitter Claudia Finardi e Vagner Dalbosco.

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1 Fontes de informação: A confiabilidade do Twitter Claudia Finardi e Vagner Dalbosco

2 Fontes de informação: A confiabilidade do Twitter 1. Fontes de Informação 2. Fontes de Informação na Internet 3. Redes Sociais 4. Blog 5. Micro blog 6.Twitter 7. Confiabilidade

3 Fontes de informação: A confiabilidade do Twitter 1. Fontes de Informação

4 1.Fontes de informação Conceitos: Nos bons manuais dedicados ao estudo do jornalismo as fontes são classificadas quanto em oficiais, oficiosas e independentes. Fontes oficiais são mantidas pelo Estado, por empresas e organizações como sindicatos ou associações. Fontes oficiosas são aquelas relacionadas de forma direta com uma instituição ou personalidade mas sem poder formal de representação. Fontes independentes são aquelas sem vínculos diretos com o caso tratado. (Machado, 2001)

5 1.Fontes de informação O mau hábito de julgar as fontes oficiais como as mais confiáveis trata-se, alerta Lage (2001, p.63), de um vício no jornalismo porque a mentira ocupa lugar estratégico nas intervenções de personalidades ou instituições vinculadas aos poderes fáticos quando da defesa de interesses particulares, difundidos como manifestação da vontade coletiva. (Machado, 2001)

6 1. Fontes de informação Conceitos: Há menos de uma década, fonte de informação era sinônimo de formato impresso. Hoje a definição gira em torno do suporte eletrônico. (KATZ, 1997 apud Tomaél et al, p. 2, 2001).

7 1. Fontes de informação A sobrevivência das organizações está aliada à sua capacidade de lidar com as informações coletadas, transformando-as em conhecimento. Vários autores – Aguilar (1993), Choo (1995), Barbosa (1997) – classificam as fontes de informação em quatro categorias: · fontes externas e pessoais · fontes externas e impessoais · fontes internas e pessoais. fontes internas e impessoais (ASSIS, 2007)

8 1. Fontes de informação · fontes externas e pessoais: clientes, concorrentes, contatos comerciais fornecedores, analistas financeiros, distribuidores, advogados e outros; funcionários de órgãos governamentais e outras pessoas de fora da organização; · fontes externas e impessoais: jornais e periódicos, publicações governamentais, rádio, televisão, Internet, conferências, bibliotecas externas, associações profissionais, registros de companhias de pesquisa e serviços de informação eletrônica – bancos de dados on-line (boletins eletrônicos etc.); · fontes internas e pessoais: superiores, membros da diretoria, gerentes, subordinados, equipe de funcionários;. fontes internas e impessoais: circulares e memorandos internos, estudos e relatórios internos, biblioteca da organização e serviços de informação eletrônica. (ASSIS, 2007)

9 1.Fontes de informação Existem, na literatura, diversos critérios para organizar as fontes de informação. Porter (1991) as classifica como publicadas ou coletadas. (ASSIS, 2007) Informações publicadas estão disponíveis nas fontes internas e externas. Em geral são de domínio público, facilmente encontradas nas bases de dados, revistas especializadas, teses, patentes. Informações coletadas, geralmente, não estão publicadas, e são externas e envolvem o futuro próximo e o presente. Agregam valor à inteligência e podem ser obtidas por meio de contatos pessoais ou telefônicos com clientes, fornecedores, concorrentes e consultores em congressos, exposições, reuniões, jantares, entrevistas, ou levantamentos em listas telefônicas, folders etc. (BATTAGLIA, 1999)

10 1.Fontes de informação Choo (1995) as divide em três categorias: humanas, textuais e eletrônicas As fontes humanas podem ser internas ou externas à organização. As textuais subdividem-se em publicadas ou documentos internos. Por fim, as eletrônicas dividem-se em bases de dados on-line e recursos da Internet. (ASSIS, 2007)

11 1.Fontes de informação A seleção conveniente das fontes de informação é fundamental e não é tarefa fácil de realizar. As fontes vêm crescendo exponencialmente em termos de quantidade e graus de especialização. O profissional da informação terá de identificar, para os diversos assuntos, quais as instituições de interesse para, então, definir e escolher seus veículos de informação, bem como todas as publicações disponíveis no ramo. TOMAEL et al, 2008

12 Fontes de informação: A confiabilidade do Twitter 2. Fontes de Informação na Internet

13 2. Fontes de informação na Internet Nessa sociedade intensiva de conhecimento, que produz e consome grandes quantidades de informação, as redes de comunicação de dados e troca de mensagens têm um papel importante. Dentre estas redes, destaca-se a Internet, em especial pela demanda para criação de novas tecnologias da informação. Criada nos anos 60 como suporte para pesquisa na área militar, logo depois a Internet foi incorporada ao universo acadêmico, facilitando a comunicação entre pesquisadores, e, por último, foi descoberta pelo setor comercial. (FREIRE, 2000, p. 102)

14 2. Fontes de informação na Internet A criação da tecnologia WWW (World Wide Web), que tornou amigável a interface entre o sistema e o usuário, utilizando a linguagem natural (ou o mais próximo possível desta), fez com que milhões de usuários fossem atraídos para a "rede das redes". A Internet possibilita a comunicação direta entre milhões de pessoas, que passaram a compartilhar grande volume de informação, a produzir através do trabalho cooperativo e a participar de grupos de interesse virtuais. O universo de usuários é imenso, e suas necessidades são variadas, já que a rede, de certa forma, é uma reprodução da sociedade humana globalizada, com sua diversidade cultural. (FREIRE, 2000, p. 102)

15 2. Fontes de informação na Internet A década de 1990 marcou o início da expansão do volume e da variedade de informação disponível na Internet. Com a Internet, ganharam-se qualidade, produtividade e diversidade de fontes. Acredita-se que as informações existentes na Internet são gratuitas ou de baixo custo. Uma organização, entretanto, não deve ficar à mercê apenas do que é disponibilizado na rede. As informações existentes na Internet apresentam problemas, e os usuários devem ficar bem atentos. (ASSIS, 2007)

16 2. Fontes de informação na Internet Aspectos técnicos de conexão Conhecer o funcionamento dos aplicativos. Conhecimento, em alguns casos, e outros idiomas Acesso facilitado a informação que até então eram difíceis de conseguir Facilidade e agilidade na obtenção de fontes impressas Conforto e economia de tempo TOMAEL et al, 2008

17 2. Fontes de informação na Internet Na organização da fonte é fundamental investigar os mecanismos de acesso e a facilidade de manipulação, como: utilização de software cliente-servidor oferta de vários pontos de acesso possibilidade de consulta a cabeçalhos de assunto disponibilidade de mecanismos de ajuda de uso hiperlinks para informações relacionadas (STOKER;COOPER, 1995 apud Tomaél et al 2001).

18 2. Fontes de informação na Internet A interface é outro recurso que permite a organização da fonte. Na avaliação da consistência é essencial observar: a possibilidade de acesso em níveis diferenciados (simples, intermediário, avançado); quão amigável é a interface; disponibilidade de auxílio on-line, ajuda e clareza nos processos de navegação (iniciar, reinicializar, sair, retornar e adiantar). (STOKER;COOPER, 1995 apud Tomaél et al 2001).

19 2. Fontes de informação na Internet: problemas de confiabilidade Organização, controle e recuperação Enorme volume e diversidade de informações que não seguem uma estrutura definida de registros e campos Não há padrões universais para a organização dos documentos, como as bibliotecas ou arquivos. Limitações da interface para a busca de informações TOMAEL et al, 2008

20 2. Fontes de informação na Internet: problemas de confiabilidade Reputação da instituição que fornece a informação Em razão do fato de a fonte ou a reputação da instituição que a fornece ser desconhecida, pode-se ter dificuldade em avaliar a confiabilidade da informação. (Tomaél et al 2008).

21 2. Fontes de informação na Internet: problemas de confiabilidade Inexistência de um mecanismo para controle de versões ou edições, e o usuário não sabe que versão está acessando. A autenticidade na maioria das vezes não pode ser comprovada. (Tomaél et al 2008)

22 2. Fontes de informação na Internet: critérios de avaliação Para avaliar uma fonte é fundamental identificar o indivíduo ou instituição responsável por sua compilação. Analisar o autor e verificar suas credenciais para versar sobre o assunto é essencial, o que inclui: ser conhecido na área, ser citado por outros autores, relacionar sua especialidade com o conteúdo do trabalho, conhecer suas habilidades, identificar se houve revisão do conteúdo, procurar por críticas ao seu trabalho. Deve-se ainda verificar a qualidade das informações dos sites para os quais os links apontam. (EDWARDS, 1998; HENDERSON, 1999; STOKER e COOKER, 1995 apud Tomaél et al 2001)

23 2. Fontes de informação na Internet: critérios de avaliação A literatura trata dos critérios para avaliar os conteúdos das fontes, ressaltando principalmente: autoridade atualidade das informações precisão (McLACHLAN, 1999; HENDERSON, 1999; EDWARDS, 1998; STOKER e COOKER, 1995; KIRK, 2000, apud Tomaél et al 2001).

24 2. Fontes de informação na Internet: critérios de avaliação Tradicionalmente, o que determina a precisão de uma fonte de informação é a: conferência das referências consistência da bibliografia as citações Porém, o que dificulta o exame de fontes na Internet é o fato de que elas podem se referir, da mesma forma, a outras de credibilidade questionável.

25 2. Fontes de informação na Internet: critérios de avaliação Elementos imprescindíveis para a avaliação de uma fonte: Clareza na apresentação Organização da informação Coerência com os propósitos do usuário que a busca Atualização e revisão constantes Além da disponibilização de endereços para contato com seu produtor/autor (McLACHLAN, 1999; HENDERSON, 1999, apud Tomaél et al 2001)

26 2. Fontes de informação na Internet: critérios de avaliação É essencial determinar a responsabilidade intelectual da fonte, bem como identificar quem está disseminando essa informação ou quem a está disponibilizando, além da data em que a fonte foi publicada no site e atualizada. (Tomaél et al 2001)

27 2. Fontes de informação na Internet: critérios de avaliação A comunicação pela Internet tem sido utilizada por especialistas para discutir idéias com seus pares ou disseminar resultados preliminares de pesquisa. As vantagens deste tipo de comunicação são óbvias. Porém, torna-se mais difícil determinar a precisão e a confiabilidade das informações veiculadas. Para que as informações disponíveis na Internet tenham credibilidade, será necessário criar formas de determinar a precisão e a confiabilidade dos resultados.

28 2. Fontes de informação na Internet: critérios de avaliação Outro ponto para avaliação é o motivo pelo qual a fonte foi criada. Edwards (1998) e Stoker e Cooker (1995), destacam a relevância de a fonte apresentar a motivação do autor em compilá-la. Explicitando seus objetivos, identificando suas tendências e seus propósitos. Stoker e Cooker (1995) ressaltam ainda a dificuldade de identificar este critério nas fontes eletrônicas, uma vez que as informações nestas fontes não são organizadas da mesma forma que nas impressas. (STOKER;COOPER, 1995 apud Tomaél et al 2001)

29 2. Fontes de informação na Internet: critérios de avaliação Em razão da informalidade que impera na Internet, a maioria das fontes não disponibiliza informações técnicas (autoria, responsabilidade, vinculação institucional) que poderiam dar maior credibilidade ao conteúdo que veiculam. A informalidade, se por um lado incrementa a comunicação, por outro, aumenta o número de fontes voláteis na rede.

30 2. Fontes de informação na Internet: riscos a qualidade Quantidade de informações disponíveis (excesso de informações incompletas, desconexas e inexatas) Facilidade para disponibilizar informações Velocidade que elas podem se modificar

31 2. Fontes de informação na Internet: Nas perspectivas dos canais de comunicação de informação a Internet tem dupla função: permite ligação entre pessoas, de forma livre ou em relação a temas de interesse, ao mesmo tempo em que oferece acesso a documentos como um serviço de informação [como] uma biblioteca faria. Seria a Internet um canal formal de comunicação informal? (ARAÚJO;FREIRE, 1996, p.53).

32 2. Fontes de informação na Internet: Se a Internet é um canal formal de comunicação informal, ela condensa, talvez, os dois importantes aspectos da rede – repositório e comunicação. Esta dupla função da Internet permite ligação entre pessoas de forma livre (nos chamados chats ou bate- papo) ou em relação a temas de interesse, ao mesmo tempo em que se torna um repositório de informações documentais acessíveis como uma biblioteca ou um sistema de informação. (ARAÚJO;FREIRE, 1996, p.53).

33 Fontes de informação: A confiabilidade do Twitter 3. Redes Sociais

34 A rede é, antes de tudo, um instrumento de comunicação entre pessoas, um laço virtual em que as comunidades auxiliam seus membros a aprender o que querem saber. Os dados não representam senão a matéria prima de um processo intelectual e social vivo, altamente elaborado. (LEVY, 1998, p. 3).

35 3.Redes Sociais Nos espaços informais, as redes são iniciadas a partir da tomada de consciência de uma comunidade de interesses e/ou de valores entre seus participantes. Entre as motivações mais significativas para o desenvolvimento das redes estão os assuntos que relacionam os níveis de organização social-global; nacional, regional, estadual, local, comunitário. (MARTELETO, 2001, p. 72)

36 3.Redes Sociais As redes são sistemas compostos por nós e conexões entre eles, que, nas ciências sociais, são representados por sujeitos sociais (indivíduos, grupos, organizações etc.) conectados por algum tipo de relação. (SILVA et al, 2006, p. 77)

37 3.Redes Sociais Segundo MARTELETO (2001, p. 73): Diferente das instituições, as redes não supõem necessariamente um centro hierárquico e uma organização vertical, sendo definidas pela multiplicidade qualitativa dos elos entre os seus diferentes membros, orientada por uma lógica associativa. Sua estrutura extensa e horizontal não exclui a existência de relações de poder e de dependência nas associações internas e nas relações com unidades externas (COLOMOS, 1995, p )

38 3.Redes Sociais Entre as diversas significações que rede pode assumir, Marteleto (2001) utiliza: Sistema de nodos e elos; uma estrutura sem fronteiras; uma comunidade não geográfica; um sistema de apoio ou um sistema físico que apareça com uma árvore ou uma rede. (MARTELETO, 2001, p. 72) A rede social, para Marteleto, derivando deste conceito, passa a representar um conjunto de participantes autônomos, unindo idéias e recursos em torno de valores e interesses compartilhados.

39 3.Redes Sociais na Internet Uma rede social é definida como um conjunto de dois elementos: atores (pessoas, instituições ou grupos) e suas conexões (Wasserman e Faust, 1994, Degenne e Forsé, 1999) (RECUERO, 2005).

40 3.Redes Sociais na Internet A Internet tornou-se o cenário de várias forças transformadoras da sociedade, como o movimento copyleft, no início da década de 90, a explosão das mídias táticas, o aparecimento de uma cultura de troca e exposição formada por blogs, fotologs, comunidades e listas de discussão, atravessada por uma ideologia P2P. Estes são exemplos do modelo de comunicação horizontal, retroalimentável, plural que passa a marcar a ascensão de novas reflexões sobre a cultura quando imagens, músicas, palavras e idéias se desatrelam de seus suportes materiais tradicionais e passam a correr o planeta. (Pinheiro, 2007)

41 3. Redes Sociais na Internet As ferramentas básicas de participação passam a ser o e- mail, os programas de buscas, os blogs e webcams que criam novas formas de elaboração e de publicização trazendo uma ruptura entre o público e o privado. Uma comunidade de cooperação abstrata em que os lugares da produção e do consumo estão presentes uns para os outros, independentemente da localização geográfica em que a rede é o lugar da produção, da circulação e da reprodução. (PINHEIRO, 2007, p. 17)

42 3. Redes Sociais na Internet Como diz o Le Monde (2006 apud PINHEIRO, p ),... nos fins dos anos 90, era necessário ter um , no começo dos anos 2000 era de bom tom ter um site pessoal. Agora, é necessário ter criado seu blog. É o último lugar virtual da moda.

43 Fontes de informação: A confiabilidade do Twitter 4. Blog

44 4. BLOGS O termo weblog foi criado por Jorn Barger em dezembro de 1997, para fazer referência ao site que havia criado para publicar textos pessoais, permitindo comentários e links para outras páginas na Internet. (CAMARGO, 2008) Em 1999 surgiu o termo blog, criado por Peter Merholz, e os primeiros serviços gratuitos de blog. (VIEIRA, 2007)

45 4. BLOGS O termo blog não refere-se apenas ao conteúdo (texto e imagem), mas sim a um espaço onde blogueiros e leitores/comentaristas se encontram. (PRIMO e SMANIOTTO, 2006) São espaços destinados à troca de informações, de idéias e de reflexões, favorecendo a interação e a comunicação entre as pessoas. Blogosfera: rede e o fenômeno social representado pela coletividade dos blogs publicados na World Wide Web (TOMAEL et al, 2008)

46 4. BLOGS Essa ferramenta, no ciberespaço, possibilita a pluralização de vozes e o contato social se desassociando das mídias de controle, as mass media, e reeditando práticas antigas como os diários pessoais. (LEMOS, 2002, p. 02) Quando os primeiros blogs foram disponibilizados na Internet eles eram uma ferramenta de comentários e dicas de sites desconhecidos, funcionando como publicação eletrônica e forma de expressão (RECUERO, 2003b, p. 56)

47 4. BLOGS Espetacularização do eu: Os diários virtuais nasceram com uma vocação exibicionista, para serem vistos e lidos por milhões de olhos alheios nas infinitas telas da rede (SIBILIA, 2005, p. 46) A utilização das páginas da Internet como diário pessoal nos remete aos Diários do eu, em que muitas pessoas escreviam com o intuito de publicar opiniões pessoais, muitas vezes sobre as próprias vidas. (VIEIRA, 2007, p. 19)

48 4. BLOGS Os blogs são sistemas de publicação na Internet de que qualquer pessoa pode facilmente dispor, e por meio das quais começa a emitir seu diário pessoal ou informações jornalísticas (LEMOS, 2002, p. 02) Os blogs evoluíram para a condição de fontes de informação, pois deixaram de ser considerados de forma restritiva como meros diários pessoais para assumir uma nova função informativa. (ALCARÁ; CURTI, 2008, p. 82)

49 4. BLOGS Os blogueiros emitem opiniões pessoais sobre a própria vida e também sobre assuntos de ordem política, social, ambiental ou cultural. A Internet dá voz a essas pessoas e, quando elas são ouvidas por um número significativo de internautas, elas tornam-se celebridades. (VEIRA, 2007, p. 31)

50 4. BLOGS A rapidez com que a notícia é publicada e o fato de o internauta saber de opiniões de pessoas diversas e de localidades distintas tornaram o blog de um simples diário pessoal a uma fonte de informação, muitas vezes, confiável como os meios de comunicação ou partidária de um grupo que dará a uma notícia não divulgada pela imprensa massificada. (KOVACH; ROSENSTIEL, 2004, p. 40)

51 4. BLOGS Quando eles são gerenciados/administrados por pesquisadores e membros de instituições acadêmicas e de pesquisa, acabam reproduzindo o pensamento de determinada área (ALCARÁ; CURTI, 2008, p ) A linguagem é específica: os textos são chamados de posts, curtos e publicados em blocos que são organizados cronologicamente em ordem inversa. Além disso, há espaço para o leitor fazer comentários (VIEIRA, 2007 p. 28)

52 4. BLOGS Interface de edição simplificada, sem a necessidade do autor compreender a linguagem HTML. Formato específico de site: [...] ferramentas de criação e atualização se assemelham basicamente pela rapidez e descentralização de atualização e pela forma como os links, imágens e textos baseados no princípio de microconteúdo são posicionados cronologicamente". (SILVA, 2006, p.33) Os blogs são baseados nos princípios do microconteúdo (textos curtos, com as informações relevantes, colocadas de modo padrão) e atualizados frequentemente. (RECUERO, 2003b)

53 4. BLOGS Modificação do ciberespaço: A cada novo post, a cada novo comentário, e a cada novo link os blogs atuam de modo a reconfigurar a Internet, alterando as redes, criando novos nós e fluxos convergentes, divergentes e complexos (RECUERO, 2004, p. 23) Muitos blogs podem ser considerados comunidades virtuais, diante da criação de links para outros blogs, que trocam opiniões e fazem comentários a respeito das idéias disponibilizadas (RODRIGUES, 2004)

54 4. BLOGS A Internet está criando novos grupos de relacionamentos de pessoas que não se conhecem pessoalmente, mas tornam-se amigas na rede. Nem sempre as redes de relacionamentos que se criam na Internet são as mesmas da vida real. Muitos discutem na Internet problemas que não abordam nas casas e nas escolas. (VIEIRA, 2007, p. 43)

55 4. BLOGS Classificação: Diários eletrônicos: pessoas inserem pensamentos, fatos e acontecimentos do seu dia-a-dia Publicações eletrônicas: disponibilizam informações de periódicos, noticiosas, dicas e comentários Publicações mistas: misturam elementos dos diários eletrônicos e das publicações eletrônicas (RECUERO, 2003a)

56 4. BLOGS Classificação conforme sua elaboração e seu gênero: 1) Elaboração Blogs individuais:apenas o criador do blog pode postar conteúdos. Blogs coletivos: mais de uma pessoa pode postar suas mensagens 2) Gênero Blogs temáticos: são desenvolvidos a partir de um tema ou área específica Blogs livres: não priorizam um tema específica, semelhante aos blogs pessoais. (SILVA, 2003)

57 4. BLOGS Aplicações dos blogs: Ambiente empresarial e de negócios: canal de comunicação entre clientes internos e externos Área educacional e de ensino: complementar a aula tradicional, troca de informações e interação entre professores e alunos No jornalismo: publicação de informações jornalísticas de interesse público, e promover debate entre profissionais e leitores. (SILVA, 2006)

58 4. BLOGS A Internet possibilita a comunicação um para um, um para muitos, mas também muitos para muitos, e a articulação real entre os três modos (LÉVY, 2004, p. 166) O Internauta não é mais passivo, ele pode ler, comentar e publicar informação na rede (VIERIA, 2007, p. 71)

59 4. BLOGS Boa parte da aceitação dos blogs está ligada ao fato deles absorverem e dar vazão a discussões que são ignoradas pela grande mídia. Os blogs influenciaram a mídia a se tornar mais interativa, mais dialógica e informal Os blogs ajudam a questionar a objetividade jornalística, o equilíbrio do noticiário, a qualidade de apuração das informações. Leitores de blogs não apenas comentam as notícias, mas discordam de suas angulações, apontam imprecisões ou incorreções e ainda sugerem pautas e abordagens. (CHRISTOFOLETTI, 2008, p. 33)

60 4. BLOGS 133 milhões de blogs 175 mil blogs surgem a cada dia 1,6 milhão de posts são feitos por dia 79% das pessoas usam como forma de auto-expressão 46% para uso profissional 12% para uso corporativo 70% dos blogueiros tem curso superior 4 em cada 10 blogueiros tem renda familiar média de até U$ 75 44% já tem filhos (www.technorati.com, 2008)www.technorati.com

61 4. BLOGS 55 milhões de pessoas com acesso à Internet 9,3 milhões são blogueiros 10% dos usuários entre 10 e 15 anos mantém um blog 19% entre 35 e 44 anos mantém um blog (Comitê Gestor da Internet no Brasil, 2008)

62 5. MICROBLOG A partir de 2004 os blogs começaram a ganhar derivações, com o objetivo de segmentar os diferentes tipos de blogs: videolog, fotolog, audiolog. (CAMARGO, 2008)

63 5. MICROBLOG Assim surgiu a denominação microblog, que une características do blog, redes sociais e mensageiros instantâneos (ORIHUELA, 2007) Um microblog parte da idéia de um blog (atualizações em ordem cronológica inversa, possibilidade de comentários e trackbacks, blogroll), mas apresenta como singularidade o fato de que é adaptado para postagens de tamanho reduzido. A idéia é que haja uma maior facilidade de integração com outras ferramentas digitais, como celular e outros dispositivos móveis. (ZAGO, 2008)

64 5. MICROBLOG É a ação de postar pequenos textos em um blog pessoal, em especial a partir de comunicadores instantâneos ou de um celular. (MC FEDRIES, 2007) Muitas vezes os microblogs acabam sendo mais ágeis que os próprios blogs na cobertura de acontecimentos. (ZAGO, 2008) Em 2006 começaram a surgir os primeiros microblogs: Jaiku e twitter. Logo após, o Pownce e Plurk. (CAMARGO, 2008)

65 6. TWITTER A comunicação é assíncrona: não servem para as pessoas baterem papo, mas para acompanharem umas às outras à distância Um dos serviços de microblogging pioneiros e hoje o mais popular Surgiu a partir de uma idéia de criar uma ferramenta de comunicação interna para uma empresa americana, tendo como mote da postagem a pergunta O que você está fazendo?, que deveria ser respondida em até 140 caracteres. Em julho de 2006, quatro meses após sua criação, foi disponibilizado para o público e tornou-se popular em março de (SPYER, 2007; MISCHAUD, 2007 apud CAMARGO, 2008)

66 6. TWITTER Características: A criação de um perfil é gratuita; O usuário é quem comanda as mensagens que são enviadas de seu perfil e é também capaz de escolher de quais pessoas ele receberá mensagens. A rede que receberá o conteúdo emitido pelo usuário é formada alheiamente à sua vontade, a menos que torna sua conta uma página privada; Como qualquer outra relação social, os usuários do twitter escolhem com quem quer interagir, conforme seus interesses e objetivos na rede; O usuário pode remover outro usuário a qualquer momento. O sistema permite que tudo o que for escrito sobre determinado assunto em conversas na plataforma seja seguido, ou seja, é possível monitorar intensamente um determinado tema, termo ou nome. (CAMARGO, 2008)

67 6. TWITTER O Twitter pode ser considerado também um fenômeno comunicacional por ser um canal de perguntas e respostas, por ter as informações construídas de forma colaborativa e ainda por ser um espaço de divulgação, cobertura de eventos e demais fatos. (CAMARGO, 2008, p. 23)

68 6. TWITTER Principal atributo: a instantaneidade Fonte mais instantânea de recepção e emissão de informações, devido à praticidade e velocidade oferecida pela plataforma. O tempo de postagem em um blog é bem maior do que no twitter. O Twitter tem atropelado a mídia tradicional, se adiantando nos fatos mais importantes, e sendo usado para hospedar relatos e declarações de pessoas. Mobilidade: podem ser emitidas informações via SMS. (CAMARGO, 2008) Há 160 milhões de linhas ativas de celular no Brasil. 62 milhões de brasileiros tem Internet (Ibope, 2009)

69 6. TWITTER O slogan da ferramenta até meados de 2009 foi: "o que você está fazendo Mas depois que os usuários do serviço começaram a explorar a plataforma para disseminar informação e participar de conversas públicas, o slogan mais apropriado seria "o que chama a sua atenção". No final de julho de 2009, o slogan foi atualizado para Compartilhe e descubra o que está acontecendo neste momento, em qualquer lugar do mundo. Diferente de outros sites de redes sociais, o Twitter permite a troca de informações entre seus participantes: retuitar (SPYER, 2009, p, 24)

70 6. TWITTER É possível medir o impacto de uma mensagem de várias maneiras: você pode acompanhar a quantidade de vezes que um endereço eletrônico é repassado ou aberto e pode também monitorar palavras-chave. A partir desses serviços é possível acompanhar e medir o que as pessoas estão conversando, se é um produto novo, um candidato ou uma notícia. Também é possível identificar quem são as pessoas com poder de influência para determinados segmentos de público. (SPYER, 2009, p, 24)

71 6. TWITTER O profissional se torna o veículo - jornalistas já estão usando a plataforma de diversas formas: 1) para divulgar notícias em primeira mão; 2) para encontrar fontes de informação; e 3) para monitorar a repercussão e os desdobramentos de suas matérias e de veículos concorrentes. O Twitter vem se tornando uma maneira de aproximar administradores públicos e cidadãos. O cidadão também pode tirar proveito de ferramentas como o Twitter para defender as causas que acredita. A contrário do padrão de outros sites de rede social, o Twitter está sendo usado mais para divulgação de informação do que para conversas e relacionamento entre os usuários. Segundo pesquisa comScore, há 40 MILHÕES de usuários atualmente: cresceu 1460% entre junho/2008 e junho/2009 (45% estão nos EUA). Outros levantamentos colocam em questão o valor real dos dados de crescimento do Twitter indicando que há uma quantidade sensível de contas abandonadas. (SPYER, 2009)

72 6. TWITTER Números no Brasil: 7 milhões de contas abertas (a maioria inativa). É o quinto país em crescimento no uso do serviço, atrás de EUA, Reino Unido, Canadá e Austrália. (Pesquisa Sysomos, 2009) 326 mil usuários se conectaram ao serviço somente em abril. (Pesquisa Ibope, 2009) O Twitter tem aproximadamente 120 mil usuários ativos postando em português e a pessoa mais seguida por esses usuários é o técnico de futebol Mano Menezes. (SPYER, 2009)

73 6. TWITTER Perfil dos usuários brasileiros: Usuários avançados da Web: 59% possui blogs e passa em média 46 horas por semana acessando na rede; Público jovem: 65% tem entre 21 e 30 anos. Qualificação: 80% está estudando, tem diploma universitário ou pós. Condição econômica: metade ganha entre R$ 1 mil e R$ 5 mil, e 29% ganha entre R$ 5 e R$ 10 mil. Onde estão: a maioria (65%) na região Sudeste do país. (Adolescentes ainda não adotaram massivamente o serviço.) (Pesquisa Agência Bullet, 2009)

74 6. TWITTER Confiança: 87% das pessoas confiam nas opiniões dos outros twitters. 80% já seguiu dicas recebidas pelo twitter e aprovaram 85% acreditam que o twitter aproxima as pessoas (Pesquisa Agência Bullet, 2009)

75 6. TWITTER Principais atividades dos brasileiros no Twitter: 79% - compartilhamento de informações e links 70% compartilha opiniões e links 51% fala o que está pensando 49% conversações com diversas pessoas 38% fala o que está fazendo/onde está 24% divulgação de projetos pessoais 21% divulgação de links do blog pessoal 17% desabafar (Pesquisa Agência Bullet, 2009)

76 6. TWITTER Quanto mais gente no sistema, mais difícil é a conversação. Isso porque se mais amigos estiverem lá, mais escassa será a atenção que cada ator poderá dar a eles. O novo valor no Twitter será a atenção. Quanto mais pessoas entram na rede, maior a necessidade de filtros para a informação relevante. (RECUERO, 2009)

77 7. CONFIABILIDADE Riscos à qualidade da informação na Internet: Quantidade de informações disponíveis Facilidade para disponibilizar informações Velocidade que elas podem se modificar (TOMAEL, 2008)

78 7. CONFIABILIDADE A obsessão pela velocidade pode comprometer a credibilidade da informação em nome da instantaneidade: a velocidade da informação tornou-se uma obsessão e um fim em si mesmo (ADGHIRNI, 2004, p. 3) A confiabilidade está ligada à idéia de autoridade cognitiva: prestígio, respeito, reputação da fonte, autor ou instituição. (PAIM, NEHMY, GUIMARÃES, 1996)

79 7. CONFIABILIDADE A informação confiável é aquela justificada, ou seja, aquela a que os usuários dão crédito, aquela em que se acredita, apesar de não haver um atestado de veracidade da mesma. É mensurada de acordo com as seguintes variáveis: fonte confiável (reputação da pessoa ou instituição) e conteúdo confiável. (SORDI; MEIRELES; GRIJO, 2008)

80 7. CONFIABILIDADE Credibilidade autoral dos blogs, segundo José Luis Leon: Experiência: uma fonte pode ser entendida como especialista por diversas razões – pela sua formação cultural, pela sua informação, pela profissão; Confiança: dependerá em boa medida se a fonte é entendida como objectiva, honesta e não movida por interesses suspeitos; Status-prestígio: está relacionado com o papel de alguém famoso ou de um especialista em determinado assunto (RODRIGUES, 2006, p. 76)

81 7. CONFIABILIDADE Elementos para a credibilidade da informação na rede social: Autoridade: está realacionada a poder, à capacidade de influência na rede devido à elementos como popularidade e reputação; Popularidade: alguém altamente conectado na rede. No caso do twitter, alguém que tem muitos seguidos ou que segue muita gente. Isso não significa autoridade, pois pois popularidade não quer dizer que exerce influência sobre a rede. Reputação: está relacionado à impressão que os demais membros da rede social possuem de um determinado ator. Também está relacionado à autoridade, no caso de especialistas em um determinado assunto. (RECUERO, 2009)

82 7. CONFIABILIDADE A credibilidade é um dos indicadores de qualidade de informação na Web. Está relacionado à sua valorização e utilização por usuários que dela necessitem. Vincula-se à sua origem, criação e disponibilização. (TOMAEL et al, 2008)

83 7. CONFIABILIDADE Dois critérios de credibilidade da informação na Internet: Autoridade/confiabilidade: 1) Informações do autor ou organizador da fonte 2) Autor especialista reconhecido em sua área, com produção significativa 3) Hospedagem da fonte: sites acadêmicos e governamentais têm mais credibilidade (TOMAEL et al, 2008, p. 22)

84 7. CONFIABILIDADE Responsabilidade: 1) Identificação: entidade ou pessoa física que disponibiliza ou mantém a fonte; 2) Identificação da fonte: título informativo e preciso, apresentação das credenciais do autor, explicitação dos objetivos da fonte. (TOMAEL et al, 2008, p. 22)

85 7. CONFIABILIDADE Pesquisas apontam para o crescimento da confiabilidade dos meios on-line em conseqüência da perda da credibilidade dos meios tradicionais. Reputação: nos novos sistemas, cada pessoa se torna um elo que contribui e acrescenta para a indicação global de uma reputabilidade, de uma credibilidade. A blogosfera é um sistema aberto e resultado da construção coletiva. As pessoas opinam, criticam, sugerem, contestam; diferente de um modelo em que a reputação é atribuída a um único canal, fruto de apenas um julgamento. Portanto, há uma auto-regulação do sistema que determina sua credibilidade. (CRISTOFOLETTI; LAUX, 2008, p. 44)

86 7. CONFIABILIDADE A ótica de avaliação da qualidade da fonte deve ser sempre da perspectiva do usuário. Para que uma fonte seja de qualidade, deve atender a propósitos específicos de uma comunidade de usuários e isso requer avaliação. (TOMAEL et al, 2008, p. 3)

87 6. TWITTER

88 Referências Bibliográficas ADGHIRNI, Zélia Leal. Valores-notícia e credibilidade no jornalismo online. II Encontro Nacional de Pesquisadores em Jornalismo - SBPJOR, 2004, Salvador. ALCARÁ, Adriana Rosecler; CURTY, Renata Gonçalves. Blogs: dos Diários Egocentristas aos Espaços de Comunicação Científica. In: Fontes de informação na Internet. – Londrina: Eduel, 2008, 184 p ARAÚJO, V.M.R.H. de e FREIRE, I.M. A rede Internet como canal de comunicação, na perspectiva da Ciência da Informação. Transinformação. Campinas, v.8, n.2, mai.-ago., 1996, p ASSIS, Wilson Martins. Fontes de informação para o setor siderúrgico. Ci. Inf., Brasília, v. 36, n. 2, p , maio/ago BATTAGLIA, Maria da Glória Botelho. A Inteligência Competitiva modelando o Sistema de Informação de Clientes - Finep. Ci. Inf. [online]. 1999, vol.28, n.2, pp ISSN Disponível em Acesso em 23 ago BULLET, Agêcia. Twitter no Brasil Disponível em:. Acesso em 06 ago CAMARGO, Raquel Graciele. A interação enquanto característica comum entre blogs e twitter. 2008, 71 p. Monografia (graduação em Jornalismo). Centro Universitário Newton Paiva, Belo Horizonte. CHRISTOFOLETTI, Rogério; LAUX, Ana Paula França. Confiabilidade, credibilidade e reputação: no jornalismo e na blogosfera. Intercom – Revista Brasileira de Ciências da Comunicação, São Paulo, v. 31, n. 1, p , jan./jun

89 Referências Bibliográficas COMITÊ GESTOR DE INTERNET NO BRASIL. Pesquisa sobre o uso das Tecnologias da Informação e da Comunicação no Brasil FREIRE, Gustavo Henrique. Construindo um hipertexto com o usuário. Ci. Inf. [online]. 2000, vol.29, n.3, pp ISSN Disponível em Acesso 21 ago http://www.scielo.br/pdf/ci/v29n3/a10v29n3.pdf KOVACH, Bill e ROSENSTIEL, Tom Os elementos do jornalismo: o que os jornalistas devem saber e o público exigir. 2ª ed. São Paulo, Geração Editorial, LEMOS, André. A Arte da Vida. Diários Pessoais e Webcann na Internet. In: Cultura da Rede. Revista Comunicação e Linguagem, Lisboa, MACHADO, Elias. O ciberespaço como fonte para os jornalistas. Disponível em Acesso em 20 ago

90 Referências Bibliográficas LÉVY, Pierre - O ciberespaço como um passo metaevolutivo in MARTINS, Francisco Menezes e SILVA, Juremir Machado da – A geneologia do Virtual – Comunicação, Cultura e Tecnologia do Imaginário, Porto Alegre, Sulina, 2004 MARTELETO, M. M. Análise de redes sociais – aplicação de transferência da informação. Ci. Inf., Brasília, v. 30, n. 1, p , jan./abr Disponível em Acesso em 20 ago http://www.scielo.br/scieloOrg/php/citedScielo.php?pid=S &lang=en PRIMO, Alex; SMANIOTTO, Ana Maria Reczeck. Comunidades de bogs e espaços conversacionais. Prisma.com, v. 3, p. 1-15, RECUERO, Raquel. Twitter atinge mainstream: caso Ashton X CNN Jornalistas da Web. Disponível em: Acesso em: 06 ago RECUERO, Raquel. Webrings: Redes de Sociabilidade e os Weblogs. Sessões do imaginário, Porto Alegre, Brasil, v. 11, p , RECUERO, Raquel da Cunha.Weblogs, webrings e comunidades virtuais. Revista o4nOtFound, Baqia, V.:i, n.31, ago RECUERO, Raquel. Informação e Credibilidade no Twitter Disponível em:. Acesso em: 06 ago

91 Referências Bibliográficas RECUERO, Raquel da Cunha - Hipertexto cooperativo: uma análise da escrita coletiva a partir dos Blogs e da Wikipédia, Revista Famecos, Porto Alegre, número 22, dez. 2003b. RECUERO, Raquel da Cunha. Um estudo do capital social gerado a partir de Redes Sociais no Orkut e nos WeblogsRevista. FAMECOS. Porto Alegre. nº 28, dezembro Disponível em Acesso em 22 ago http://revistas.univerciencia.org/index.php/famecos/article/view/454/381 RODRIGUES, Catarina. Blogs: uma ágora na net Disponível em:. Acesso em: 6 ago SIBILIA, Paula. A vida como relato na era do fast-forward e do real time: algumas reflexões sobre o fenômeno dos blogs. Em Questão, Porto Alegre, v.11, n 1, p , jan./jun Disponível em Acesso em 06 ago SILVA, Inara Souza da Silva. Weblog como fonte de informação para jornalistas f. Dissertação (Mestrado em Ciência da Informação) Departamento de Ciência'da Informação e Documentação da Universidade de Brasília, Brasília, SILVA, Jan Alyne Barbosa e. Weblogs: múltiplas utilizações e um conceito. ln: CONGRESSO BRASILEIRO DE CIÊNCIAS DA COMUNICAÇÃO, Belo Horizonte. Anais... Belo Horizonte: INTERCOM, Disponível em:. Acesso em: 6 ago

92 Referências Bibliográficas SILVA, Antonio B. de Oliveira et al. Análise de redes sociais como metodologia de apoio para a discussão da interdisciplinaridade na ciência da informação Ci. Inf., Brasília, v. 35, n. 1, p , jan./abr Disponível em Acesso em 23 ago ORIHUELA, J. L. Twitter y el boom del microblogging. Educ.ar: Educación y TIC. Argentina, 22 nov Disponível em. Acesso em 06. ago SPYER, Juliano. Conectado: O que a internet fez com você e o que você pode fazer com ela. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., SPYER, Juliano. Tudo o que você precisa saber sobre Twitter você já aprendeu em uma mesa de bar: um guia prático para pessoas e organizações p. Disponível em:. Acesso em: 06 ago RODRIGUES, Catarina. Blogs e a fragmentação do espaço público. Livros Labcom, Covilhã, Disponível em:. Acesso em: 06 ago

93 Referências Bibliográficas SORDI, José Osvaldo De; MEIRELLES, Manuel; GRIJO, Rogério Nahas. Gestão da qualidade da informação no contexto das organizações: percepções a partir do experimento de análise da confiabilidade dos jornais eletrônicos. Perspectivas em Ciência da Informação. v. 13, n. 2, p , mai./ago TOMAÉL, Maria Inês; ALCARÁ, Adriana Rosecler; SILVA, Terezinha Elizabeth. Fontes de Informação na Internet: Critérios de Qualidade. In: Fontes de informação na Internet. – Londrina: Eduel, 2008, 184 p TOMAÉL, M. et al. Avaliação de fontes de informação na Internet: critérios de qualidade. Informação e Sociedade, João Pessoa, v. 11, n. 2, p. 13–35, Disponível em Acesso em 23 ago PINHEIRO, Marta de Araújo. Cultura dos links: conjunção e conexão nas redes. Revista FAMECOS. Porto Alegre, nº 32, abril de 2007, quadrimestral. VIEIRA, Josiany Fiedler. Do diário virtual ao jornalismo participativo na blogosfera: um estudo de caso do blog de Ricardo Noblat. 2007, 123 p. Dissertação (Mestrado em Comunicação e Linguagens). Universidade Tuiuti do Paraná, Curitiba. ZAGO, G. S. Usos Sociais do Twitter: proposta de tipologia a partir do capital social. In: Regiocom 2008 (CD-ROM), Pelotas, RS, Disponível em:. Acesso em: 06 ago


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