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Oxigênio. O Ciclo do Oxigênio No ecossistema, o elemento oxigênio captado pelos seres vivos provém de três fontes principais: gás oxigênio (O2), gás carbônico.

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1 Oxigênio

2 O Ciclo do Oxigênio No ecossistema, o elemento oxigênio captado pelos seres vivos provém de três fontes principais: gás oxigênio (O2), gás carbônico (CO2) e água (H2O). O O2 é captado por plantas e animais e utilizado na respiração. Nesse processo, átomos de oxigênio se combinam com átomos de hidrogênio, formando moléculas de água. A água formada na respiração é em parte eliminada para o ambiente através da transpiração, da excreção e das fezes, e em parte utilizada em processos metabólicos. Dessa forma os átomos de oxigênio incorporados à matéria orgânica podem voltar à atmosfera pela respiração e pela decomposição do organismo, que produzem água e gás carbônico. A água também é utilizada pelas plantas no processo da fotossíntese. Nesse caso, os átomos de hidrogênio são aproveitados na síntese da glicose, enquanto os de oxigênio são liberados na forma de O2. O oxigênio presente no CO2 poderá voltar a fazer parte de moléculas orgânicas através da fotossíntese. No ecossistema, o elemento oxigênio captado pelos seres vivos provém de três fontes principais: gás oxigênio (O2), gás carbônico (CO2) e água (H2O). O O2 é captado por plantas e animais e utilizado na respiração. Nesse processo, átomos de oxigênio se combinam com átomos de hidrogênio, formando moléculas de água. A água formada na respiração é em parte eliminada para o ambiente através da transpiração, da excreção e das fezes, e em parte utilizada em processos metabólicos. Dessa forma os átomos de oxigênio incorporados à matéria orgânica podem voltar à atmosfera pela respiração e pela decomposição do organismo, que produzem água e gás carbônico. A água também é utilizada pelas plantas no processo da fotossíntese. Nesse caso, os átomos de hidrogênio são aproveitados na síntese da glicose, enquanto os de oxigênio são liberados na forma de O2. O oxigênio presente no CO2 poderá voltar a fazer parte de moléculas orgânicas através da fotossíntese. Oxigênio livre, molecular, necessário à vida aeróbia, existe na atmosfera na proporção de 21%. Acredita-se que esse gás apareceu na atmosfera após o surgimento dos primeiros seres vivos, que teriam sido anaeróbios. O principal mecanismo de produção deste é a fotossíntese, na qual ele é liberado a partir da fotólise da água. Oxigênio livre, molecular, necessário à vida aeróbia, existe na atmosfera na proporção de 21%. Acredita-se que esse gás apareceu na atmosfera após o surgimento dos primeiros seres vivos, que teriam sido anaeróbios. O principal mecanismo de produção deste é a fotossíntese, na qual ele é liberado a partir da fotólise da água.

3 Fotossíntese Fotossíntese A fotossíntese é o processo através do qual as plantas, seres autotróficos (seres que produzem seu próprio alimento), ou vegetais verdes e alguns outros organismos transformam energia luminosa em energia química processando o dióxido de carbono (CO2), água (H2O) e minerais em compostos orgânicos e oxigênio gasoso (O2). Através do processo aqueles produzem o seu próprio alimento, constituído essencialmente por açúcares, como a glicose. Este é um processo de catabolismo, a planta acumula energia a partir da luz para uso no seu metabolismo, ações necessárias para o bom funcionamento do organismo, quebrando então a molécula quando necessário, formando adenosina tri- fosfato, o ATP, a moeda energética dos organismos vivos, mediante uso do oxigênio. A fotossíntese inicia toda a cadeia alimentar. Sem esta, os animais e os outros seres heterotróficos seriam incapazes de sobreviver porque a base da sua alimentação estará sempre nas substâncias orgânicas proporcionadas pelas plantas verdes. A fotossíntese é o processo através do qual as plantas, seres autotróficos (seres que produzem seu próprio alimento), ou vegetais verdes e alguns outros organismos transformam energia luminosa em energia química processando o dióxido de carbono (CO2), água (H2O) e minerais em compostos orgânicos e oxigênio gasoso (O2). Através do processo aqueles produzem o seu próprio alimento, constituído essencialmente por açúcares, como a glicose. Este é um processo de catabolismo, a planta acumula energia a partir da luz para uso no seu metabolismo, ações necessárias para o bom funcionamento do organismo, quebrando então a molécula quando necessário, formando adenosina tri- fosfato, o ATP, a moeda energética dos organismos vivos, mediante uso do oxigênio. A fotossíntese inicia toda a cadeia alimentar. Sem esta, os animais e os outros seres heterotróficos seriam incapazes de sobreviver porque a base da sua alimentação estará sempre nas substâncias orgânicas proporcionadas pelas plantas verdes.

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5 O Buraco na Camada de Ozônio O Buraco A camada de ozônio é uma capa desse gás que envolve a Terra e a protege de vários tipos de radiação, sendo que a principal delas, a radiação ultravioleta, é a principal causadora de câncer de pele. No último século, devido ao desenvolvimento industrial, passaram a ser utilizados produtos que emitem clorofluorcarbono (CFC), um gás que ao atingir a camada de ozônio destrói as moléculas que a formam (O3), causando assim a destruição dessa camada da atmosfera. Sem essa camada, a incidência de raios ultravioletas nocivos à Terra fica sensivelmente maior, aumentando as chances de contração de câncer. Nos últimos anos tentou-se evitar ao máximo a utilização do CFC e, mesmo assim, o buraco na camada de ozônio continua aumentando, preocupando cada vez mais a população mundial. As ineficientes tentativas de se diminuir a produção de CFC, devido à dificuldade de se substituir esse gás, principalmente nos refrigeradores, provavelmente vêm fazendo com que o buraco continue aumentando, prejudicando cada vez mais a humanidade. Um exemplo do fracasso na tentativa de se eliminar a produção de CFC foi a dos EUA, o maior produtor desse gás em todo planeta. Em 1978 os EUA produziam, em aerosóis, 470 mil toneladas de CFC, aumentando para 235 mil em Em compensação, a produção de CFC em outros produtos, que era de 350 mil toneladas em 1978, passou para 540 mil em 1988, mostrando a necessidade de se utilizar esse gás em nossa vida quotidiana. É muito difícil encontrar uma solução para o problema. na Camada de Ozônio O Buraco A camada de ozônio é uma capa desse gás que envolve a Terra e a protege de vários tipos de radiação, sendo que a principal delas, a radiação ultravioleta, é a principal causadora de câncer de pele. No último século, devido ao desenvolvimento industrial, passaram a ser utilizados produtos que emitem clorofluorcarbono (CFC), um gás que ao atingir a camada de ozônio destrói as moléculas que a formam (O3), causando assim a destruição dessa camada da atmosfera. Sem essa camada, a incidência de raios ultravioletas nocivos à Terra fica sensivelmente maior, aumentando as chances de contração de câncer. Nos últimos anos tentou-se evitar ao máximo a utilização do CFC e, mesmo assim, o buraco na camada de ozônio continua aumentando, preocupando cada vez mais a população mundial. As ineficientes tentativas de se diminuir a produção de CFC, devido à dificuldade de se substituir esse gás, principalmente nos refrigeradores, provavelmente vêm fazendo com que o buraco continue aumentando, prejudicando cada vez mais a humanidade. Um exemplo do fracasso na tentativa de se eliminar a produção de CFC foi a dos EUA, o maior produtor desse gás em todo planeta. Em 1978 os EUA produziam, em aerosóis, 470 mil toneladas de CFC, aumentando para 235 mil em Em compensação, a produção de CFC em outros produtos, que era de 350 mil toneladas em 1978, passou para 540 mil em 1988, mostrando a necessidade de se utilizar esse gás em nossa vida quotidiana. É muito difícil encontrar uma solução para o problema. na Camada de Ozônio

6 O Buraco na Camada de Ozônio Esta imagem artificialmente colorida mostra os níveis totais de ozônio: o vermelho e o amarelo indicam alta concentração, enquanto o azul indica níveis mais baixos. O círculo branco indica um buraco na camada de ozônio sobre a Antártida. Esta imagem artificialmente colorida mostra os níveis totais de ozônio: o vermelho e o amarelo indicam alta concentração, enquanto o azul indica níveis mais baixos. O círculo branco indica um buraco na camada de ozônio sobre a Antártida.

7 A Poluição do Ar Considera-se poluente atmosférico qualquer substância presente no ar e que, pela sua concentração, possa torná-lo impróprio, nocivo ou ofensivo à saúde, causando inconveniente ao bem estar público, danos aos materiais, à fauna e à flora ou prejudicial à segurança, ao uso e gozo da propriedade e às atividades normais da comunidade. A poluição do ar é um sério problema que afeta sobretudo as grandes cidades e metrópoles, como São Paulo, por exemplo. Os danos ocasionados à saúde pública são evidentes e é de vital importância o estudo de alternativas preventivas, que visem à redução da poluição, além de, em último caso, de alternativas remediadoras. No Brasil, como na grande maioria dos países em desenvolvimento, os índices de urbanização são altos. Tal fenômeno combinado com o processo de industrialização implica, obviamente, em altíssimos índices de poluição atmosférica urbana, atingindo milhões de pessoas. A poluição atmosférica pode ser definida como a introdução na atmosfera de qualquer matéria ou energia que venha a alterar as propriedades dessa atmosfera, afetando, ou podendo afetar, por isso, a "saúde" das espécies animais ou vegetais que dependem ou tenham contato com essa atmosfera, ou mesmo que venham a provocar modificações físico- químicas nas espécies minerais que tenham contato com ela. Considera-se poluente atmosférico qualquer substância presente no ar e que, pela sua concentração, possa torná-lo impróprio, nocivo ou ofensivo à saúde, causando inconveniente ao bem estar público, danos aos materiais, à fauna e à flora ou prejudicial à segurança, ao uso e gozo da propriedade e às atividades normais da comunidade. A poluição do ar é um sério problema que afeta sobretudo as grandes cidades e metrópoles, como São Paulo, por exemplo. Os danos ocasionados à saúde pública são evidentes e é de vital importância o estudo de alternativas preventivas, que visem à redução da poluição, além de, em último caso, de alternativas remediadoras. No Brasil, como na grande maioria dos países em desenvolvimento, os índices de urbanização são altos. Tal fenômeno combinado com o processo de industrialização implica, obviamente, em altíssimos índices de poluição atmosférica urbana, atingindo milhões de pessoas. A poluição atmosférica pode ser definida como a introdução na atmosfera de qualquer matéria ou energia que venha a alterar as propriedades dessa atmosfera, afetando, ou podendo afetar, por isso, a "saúde" das espécies animais ou vegetais que dependem ou tenham contato com essa atmosfera, ou mesmo que venham a provocar modificações físico- químicas nas espécies minerais que tenham contato com ela.

8 A poluição do Ar Visível Rio de Janeiro

9 O ciclo do Oxigênio Disciplina: Biologia Turma: 1B Integrantes:Alexandra Gabriel C. Maria Lorena MarlonVictoria


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