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CONTABILIDADE AGRÍCOLA Professora:MSc. Neuza Corte de Oliveira

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Apresentação em tema: "CONTABILIDADE AGRÍCOLA Professora:MSc. Neuza Corte de Oliveira"— Transcrição da apresentação:

1 CONTABILIDADE AGRÍCOLA Professora:MSc. Neuza Corte de Oliveira

2 INTRODUÇÃO No início das civilizações, os homens viviam em bandos; Eles sobreviveram das atividades agropecuárias, realizadas de forma extrativa; Os avanços tecnológicos eram lentos; Com a fixação do homem a terra formou-se comunidades, surgindo organizações das mais diferenciadas, na forma de produção.

3 INTRODUÇÃO Diversificação das propriedades; Propriedade produzia praticamente todos os itens necessários ao consumo; O modelo de colônias transformava cada propriedade em um complexo de atividades de produção e de consumo; Com a evolução da economia e, sobretudo, os avanços tecnológicos, desencadeou total mudança destas características.

4 CARACTERISTICAS DAS PROPRIEDADES RURAIS perdem sua auto-suficiência; dependem cada vez mais de insumos e serviços que não são seus; especializam-se somente em determinadas atividades; geram excedentes de consumo e abastecem mercados, ás vezes, muito distantes; recebem informações externas; necessitam de estradas, armazéns, portos, aeroportos, softwares, bolsas de mercadorias, pesquisas, fertilizantes, novas técnicas; Conquistam novos mercados; Enfrentam a globalização e a internacionalização da economia.

5 Propriedades Rurais Apresentam três grupos distintos: Produção vegetal – atividade agrícola; Produção animal - atividade zootécnica; Indústrias rurais - atividade agroindustrial

6 PROPRIEDADES RURAIS Atividade Agrícola – produção vegetal, subdivide em dois grandes grupos: Culturas hortícula e forrageira – cereais, hortaliças, fibras, floricultura etc. Arboricultura – florestamento, pomares, seringais, etc.

7 Atividade zootécnica Apicultura Avicultura Pecuária

8 Atividade agroindustrial Beneficiamento Processamento Transformação

9 Peculiaridades que diferenciam das demais atividades Desenvolve a céu aberto em grandes extensões de terra; Não é contínuo durante o ano, varia em função da estação; Pode predominar o trabalho manual sobre o mecanizado; Pode apresentar dificuldades quanto a controles mecânico e automático.

10 FORMAS DE EXPLORAÇÃO Pessoa Física Menos oneroso; Administração voltada mais para a produção do que para controles; Administração familiar. Pessoa Jurídica Obrigada a fazer a escrituração contábil; Ter profissional contábil; Métodos das partidas dobradas.

11 Associação na Exploração da Atividade Agropecuária Dois tipos de Investimentos Capital Fundiário. Todos os recursos fixos, vinculados à terra e dela não retiráveis. EX. terras, edifícios, cultura permanente. Capital de Exercício. É o capital operacional ou de trabalho. Ex. Gado de reprodução, animais de trabalho, equipamentos, trator etc.

12 Das associações do capital fundiário e do exercício Empresário agropecuário. Dono da terra + tudo o que tem sobre ela, ou seja, tem o capital fundiário mais o capital de exercício. Parceria. Tem o capital fundiário e de exercício, e associa-se a outro que tem o serviço. Arrendamento. Aluga o capital fundiário, dificilmente o capital de exercício. Comodato. Empréstimo gratuito. Para explorar determinada atividade por tempo determinado em contrato. Condomínio. É a propriedade em comum.

13 Subdivisão da Contabilidade Rural Contabilidade Agrícola. Quando utiliza a contabilidade geral e aplica nas propriedades rurais, podendo ser pessoa física ou jurídica. Contabilidade zootécnica. Quando utiliza a contabilidade geral e aplica nas propriedades rurais, podendo ser pessoa física ou jurídica. Contabilidade da Agropecuária e da agroindústria. Quando utiliza a contabilidade geral e aplica às propriedades agropecuárias e agroindustriais.

14 Ano Agrícola x Exercício Social Na maioria das atividades, a comercialização se distribui ao longo dos 12 meses. Na produção agrícola é essencialmente sazonal e concentra-se em determinado período, que pode traduzir-se em dias, mês de determinado ano.

15 Ano Agrícola x Exercício Social Produtos agrícolas com colheitas em períodos diferentes: O ano agrícola deve ser fixado em função da colheita da cultura que tiver a maior representatividade econômica.

16 Plano de Contas Estrutura do Plano de Contas na Agropecuária: Estoque Imobilizado Custos de Produção

17 Operacionalização do Plano de Contas Inventário Permanente Fornece diariamente o valor dos estoques e permite a constatação da existência física das quantidades. Inventário Periódico É a contagem realizada no fim de cada período.

18 CONTABILIDADE DO AGRONEGÓCIO

19 CULTURAS TEMPORÁRIAS Estão sujeitas ao replantio após a colheita; Período de vida curto, menos de um ano; Após a colheita são arrancadas do solo.

20 Contabilização As culturas temporárias são contabilizadas no Ativo Circulante, como se fossem um Estoque em Andamento; Todos os custos são acumulados numa sub-conta, com títulos específicos da cultura em formação; Os custos que compõem a conta são: sementes, fertilizantes, mudas, demarcações, mo, energia elétrica, encargos sociais, combustível, serviços profissionais, depreciação. Caso tenha uma única cultura, todos os custos são diretos; Em mais de uma cultura os custos indiretos devem ser rateados as culturas.

21 Plano de Contas resumido 1. ATIVO 1.1 ATIVO CIRCULANTE DISPONÍVEL CAIXA Caixa ESTOQUES REBANHOS BOVINOS EM FORMAÇÃO Bezerros de 0/12 meses REBANHO BOVINOS PARA CORTE Novilhos de 13/24 meses

22 Plano de Contas resumido CULTURA TEMPORÁRIA EM FORMAÇÃO Milho Trigo PRODUTO AGRÍCOLA Milho Trigo COLHEITA EM ANDAMENTO Café Laranja INSUMOS PARA PECUÁRIA Antibióticos Vacinas INSUMOS PARA AGRICULTURA Adubos Fertilizantes

23 Plano de Contas resumido ATIVO NÃO CIRCULANTE INVESTIMENTOS IMOBILIZADO TERRAS Área de Exploração Área de Reserva Florestal PASTAGENS ARTIFICIAIS FORMADAS Gramineas PASTAGENS NATURAIS MELHORADAS Capim Margoso

24 Plano de Contas resumido OBRAS DE INFRA-ESTRUTURA Estradas Externas Estradas Internas Pontes REDE DE COMUNICAÇÃO Antenas REDE DE ESGOTO Estação de Tratamento INSTALAÇÕES PECUÁRIA Currais

25 Plano de Contas resumido CONSTRUÇÕES RESIDENCIAIS Empregados CONSTRUÇÕES SOCIAIS Escola VEÍCULOS Caminhões MÁQUINAS E MOTORES Trator de Esteiras APARELHOS, EQUIPAMENTOS E FERRAMENTAS Arreios

26 Plano de Contas resumido MÓVEIS E UTENSÍLIOS Móveis de Escritório REBANHOS PERMANENTES Touros Matrizes ANIMAIS DE TRABALHO Cavalos CULTURAS PERMANENTES FORMADAS Cafeeiro INTANGÍVEL MARCAS Gado

27 CONCEITOS Custo todos os gastos identificados diretamente ou indiretamente com a cultura. Despesas todo gasto não identificável com a cultura. Na Colheita Todo custo é acumulado na conta Cultura Temporária em Formação - Arroz. Custo de Armazenamento São gastos e são contabilizados no grupo despesa operacional do período.

28 Fluxo Contábil – Cultura Temporária 1) Aquisição de sementes a prazo D – Sementes – AC – estoques Milho C – Fornecedores – PC – fornecedores 2) Plantio das sementes D – Cultura Temporária em Formação Milho C – Sementes – AC – estoque Milho

29 Fluxo Contábil – Cultura Temporária 3) Uso de MO para o plantio das sementes a prazo D – MO – custo – resultado C – MO a pagar – PC – contas a pagar 4) Colheita da cultura D – Produto Agrícola Milho C – Cultura Temporária em Formação – AC - estoque

30 Fluxo Contábil – Cultura Temporária 5) Venda à vista do produto agrícola milho D – Banco – AC – C – Venda de Produto agrícola – receita – resultado Milho 6) Baixa no estoque D – Custo do Produto Agrícola Milho C – Produto Agrícola – AC – estoque Milho

31 CULTURA PERMANENTE Permanecem vinculadas ao solo; Proporcionam mais de uma colheita ou produção; Vida útil mínima de quatro anos; Todos os custos necessários para a formação da cultura são contabilizados no Ativo Permanente – Imobilizado - Cultura Permanente em formação; Após formada a cultura, todos os custos que estão na conta cultura permanente em formação são transferidos para a conta Cultura Permanente Formada, também no imobilizado;

32 COLHEITA DA CULTURA PERMANENTE No momento em que a cultura começa a produzir, a conta cultura permanente em formação e cultura permanente formada, não pode receber mais, nenhum tipo de custo. Todo custo agora, é alocado para a colheita. Podendo ter uma conta denominada de colheita em andamento, a qual será encerrada ao término da mesma.

33 DEPRECIAÇÃO E EXAUSTÃO Toda cultura que produzir frutos será alvo de depreciação; Toda cultura que produzir folhas, será alvo de depreciação; Toda cultura que produzir caules, será alvo de exaustão.

34 AMORTIZAÇÃO Consiste na recuperação contábil do capital aplicado na aquisição de direitos de exploração em bens de terceiros. A legislação brasileira prevê que, se a floresta pertencer a terceiros, mas é explorada em função de contrato por prazo indeterminado, caracteriza-se por quotas de exaustão e não de amortização

35 AMORTIZAÇÃO Caso uma determinada empresa de exportação de suco de laranja adquira o direito de colheita de um pomar, durante três anos; a empresa adquirente registrará o custo da aquisição desse direito no seu Ativo Imobilizado e fará a amortização de 1/3 por colheita.

36 Fluxo Contábil Cultura Permanente 1) Preparo do solo para o plantio das mudas, a vista. D – MO – custo - resultado C – Banco – AC D – Cultura Permanente em Formação C - MO – custo - resultado 2) Compra de mudas à vista D – Mudas – AC – Estoques C – Banco - AC 3) Plantio das mudas D – Cultura Permanente em Formação – AP C – Mudas– AC - Estoques 4) MO utilizada na manutenção da cultura a prazo D – MO – custo – resultado C – MO a pagar - PC D - Cultura Permanente em Formação - AP C – MO – custo - resultado

37 Fluxo Contábil – Cultura Permanente 5) Depreciação da cultura D – Depreciação – custo - resultado C – Depreciação Acumulada – AC ( redutora) D – Colheita em Andamento - AC C – Depreciação – custo - resultado 6) Gasto a prazo com MO para colher a produção D – MO – custo – resultado C – MO a pagar – custo - PC D – Colheita em Andamento – AC C – MO – custo - resultado 7) Término da Colheita D – Produto Agrícola - AC C - Colheita em Andamento - AC

38 Fluxo Contábil – Cultura Permanente 8) Venda do Produto Agrícola á vista D – Banco – AC C - Venda de Produto Agrícola – receita - resultado 9) Baixa na conta de estoques D – Custo do Produto Agrícola – custo – resultado C – Produto Agrícola – AC - estoque

39 CONTABILIZAÇÃO 1) Compra de mudas de café para o plantio, com pagamento a prazo. Ativo Circulante Estoques Mudas Café Lançamento D – Mudas C - Fornecedores

40 CONTABILIZAÇÃO 2) Plantio das mudas. Ativo Circulante Estoques Mudas Café Ativo Não Circulante Imobilizado Cultura Permanente em Formação Cafeeiro Lançamentos D – Cultura Permanente em Formação Cafeeiro C – Mudas Café

41 CONTABILIZAÇÃO 3) Uso de mão de obra para o Plantio das mudas a vista. Ativo Circulante Estoques Mudas Café Ativo Não Circulante Imobilizado Cultura Permanente em Formação Cafeeiro Lançamentos D – Mão de Obra C – Caixa D – Cultura Permanente em Formação C - Mão de Obra

42 CONTABILIZAÇÃO 4) A Cultura Permanente está pronta para colher. Ativo Não Circulante Imobilizado Cafeeiro (-) Depreciação Lançamentos D – Cultura Permanente Formada Cafeeiro C – Cultura Permanente em Formação Cafeeiro

43 CONTABILIZAÇÃO 5) Contabilização da depreciação Lançamentos D – Depreciação (custo/despesa - resultado) Depreciação acumulada (conta redutora) D – Colheita em Andamento Café C - Depreciação (custo/despesa-resultado) Cafeeiro

44 Contabilização 6) Término da colheita do café D – Produto Agrícola C – Colheita em Andamento 7) Venda do Produto Agrícola café à vista D – Banco C - Venda de Produto Agrícola Café

45 Contabilização 8) Baixa no estoque de café D – Custo do Produto Agrícola - CPA Café C - Produto Agrícola Café


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