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CONTABILIDADE DA PECUÁRIA. INTRODUÇÃO Ostenta um dos maiores rebanhos do mundo; Iniciou o desenvolvimento no final da década de 60; Amparada por legislação.

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1 CONTABILIDADE DA PECUÁRIA

2 INTRODUÇÃO Ostenta um dos maiores rebanhos do mundo; Iniciou o desenvolvimento no final da década de 60; Amparada por legislação protecionista; Considerada fundamentalmente quantitativo, sem maiores preocupações com os aspectos qualitativos.

3 CONTABILIDADE DA PECUÁRIA INTRODUÇÃO Crescimento da atividade por meio da melhoria genética; Aperfeiçoamento das raças; Utilização de software que permite controles gerenciais, desde o nascimento até o ponto ótimo de abate.

4 CONTABILIDADE PECUÁRIA INTRODUÇÃO A pecuária não se refere somente ao gado vacum (bois e vacas), mas também, à criação de gado em geral; Todos os animais que vivem em coletividade (rebanho); Podendo ser – bois, vacas, búfalos, carneiros, ovelhas e, entre outros, as aves que incluem: frango, pato, marreco, faisão, peru etc.

5 CONTABILIDADE PECUÁRIA Gados são animais, geralmente criados no campo para: Serviços de lavoura. Consumo doméstico. Fins industriais ou comerciais. E ainda, podem servir às seguintes Finalidades: Trabalho; Reprodução; Corte e leite

6 SISTEMA DE PRODUÇÃO EXTENSIVOINTENSIVO

7 SISTEMA EXTENSIVO Consiste: Pastos nativos; Dependência quase exclusiva dos recursos naturais; Normalmente sem alimentação suplementar; Sem cuidados veterinários; Ocorre em grandes glebas de terras; Produtividade Baixa; Ciclo operacional em torno de cinco anos.

8 SISTEMA INTENSIVO Consiste: Formação de pastagens artificiais, com forrageiras adequadas à região; Melhorias nas condições de alimentação, associando pasto + suplementação ou pasto + confinamento; Melhorias higiênico- sanitária, com a redução da distância entre curral e rebanho; Novas raças produtivas, adequadas à região.

9 PASTAGEM NATURALARTIFICIAL É O PASTO NATIVO (ÁREAS NÃO CULTIVADAS) É O PASTO FORMADO COMO SE FOSSE UMA CULTURA.

10 TIPOS DE PASTOREIO PASTOREIO EM RODÍZIO PASTOREIO CONTÍNUO

11 ALIMENTAÇÃO SUPLEMENTAR SILAGEM Forragem verde picada FENAÇÃO Dessecamento da planta

12 VANTAGENS DA SILAGEM Alimento suculento; barato; de boa qualidade nutritiva; Apreciada pelos animais; Pode ser utilizada na alimentação do animal o ano todo; Alimentar um maior número de animais; Diminui o consumo de outros alimentos; Diminui o custo de produção.

13 VANTAGENS DA FENAÇÃO Prática simples; Baixo custo; Exige pouca mão-de- obra; Permite o uso de diversas espécies de forrageiras; Permite aproveitar sobras de pastagens; Pode ser guardada por muito tempo, sem perda do valor nutritivo; Fácil de armazenar; Bem aceito pelos animais.

14 REPRODUÇÃO FORMAS DE REPRODUÇÃO POR MEIO DO REPRODUTOR (TOURO) POR MEIO DA INSEMINAÇÃO ARTIFICIAL (SÊMEM) MONTA CONTROLADA

15 ESPECIALIZAÇÃOS DAS PROPRIEDADES PECUÁRIAS CRIARECRIAENGORDA A atividade básica: A partir do bezerro desmamado adquirido, produção e venda do novilho magro para a engorda. A atividade básica: produção e a venda de bezerros, que só serão vendidos após o desmame. A atividade básica: A partir do novilho magro adquirido, produção e a venda novilho gordo para abate.

16 DIVISÃO DO REBANHO EM CATEGORIAS ETAPA DE MANEJO DO BEZERRO Desmame; Descorna; Pesagem; Marcação; Castração.

17 CLASSIFICAÇÃO DO REBANHO POR IDADE Bezerro; Bezerra; Novilho; Novilha;

18 CÁLCULO DO CUSTO DO BEZERRO Apurar o custo do bezerro é uma das preocupações do produtor, já que o custo é relevante para a avaliação do estoque. Saber a viabilidade de ter reprodutores; Avaliar de forma adequada o patrimônio; Avaliar o restante do rebanho destinado ao corte.

19 CUSTO DO REBANHO Métodos existentes Custo Médio do Rebanho Custo Médio dos Reprodutores Custo Especifico Custo Corrigido Considerando os bezerros a nascer

20 CUSTO MÉDIO DO REBANHO Divide-se o custo do rebanho pelo plantel em estoque mais os bezerros nascidos no mês. Com o valor encontrado, apropria- se os custos médios para todo o rebanho do ativo circulante.

21 CUSTO MÉDIO DOS REPRODUTORES Divide o custo do rebanho por todo o plantel (estoque+imobilizado), sem considerar os bezerros a nascer no período. O valor obtido é denominado de custo de manutenção, e multiplica pelas cabeças do rebanho do Ativo Permanente ou Não Circulante (Imobilizado). O valor encontrado é dividido pelo número de bezerros nascidos no período, obtendo o custo do bezerro nascido no período. Este valor também é repassado para os animais do estoque.

22 CUSTO ESPECÍFICO Apura-se todo o custo referente ao Imobilizado (touro e matriz). O valor encontrado é apropriado aos bezerros nascidos no período. Esse método, transfere para os nascidos no período todo custo dos reprodutores (touro e matriz).

23 CUSTO CORRIGIDO CONSIDERANDO OS BEZERROS A NASCER O método foi desenvolvido para calcular o custo do bezerro em período de inflação. Apesar de não ter inflação nos dias atuais o método pode ser utilizado. Pois evidência o custo dos animais nascido e a nascer.

24 SELEÇÃO PARA O GADO DE CORTE Fertilidade; Habilidade Materna; Taxa de Crescimento até o Ponto de Abate; Eficiência Alimentar; Rendimento de Carcaça.

25 COMERCIALIZAÇÃO DO BOVINO DE CORTE Basicamente, a pecuária de corte tem por finalidade a produção de carne e subprodutos. Porém, não pode deixar de observar o desenvolvimento a largos passos da criação de bovinos reprodutores. Que em alguns casos supera o valor que o pecuarista obteria com o abate.

26 TRASNPORTE DE GADO Distância da criação dos grandes centros; Sistema de transporte inadequado; Perdas de peso, e em alguns casos, perda por lesões ou por morte; Exigências sanitárias dos órgãos governamentais no transporte de animais vivos.

27 ENTREPOSTOS Comum em países mais adiantados; Inexistentes no Brasil; São mercados públicos para comercializar animais de corte, localizados em pontos estratégicos; Oportunidades para os pequenos produtores; Função de mercado ou bolsa de mercadorias.

28 SAFRA E ENTRESAFRA Safra: entre janeiro a julho (água); Entressafra: período compreendido de julho a dezembro (seca); forte tendência de aumento do preço da carne; o rebanho deixa de ganhar peso.

29 AVALIAÇÃO DA CARNE Produtos que atendem a padrões de qualidade; Raça de animais; Peso vivo; Custo; Maximização do lucro.

30 CONTABILIDADE DA PECUÁRIA Avaliação do estoque pelo valor de custo; Custo de transferência; Sistemas de PEPS, UEPS, Média Ponderada; Custo de Manutenção do rebanho: depreciações, exaustão, alimentação, mão de obra + encargos; medicamentos etc.

31 CONTABILIDADE ESTOQUES REBANHO BOVINO EM FORMAÇÃO Bezerros de 01 a 12 meses Bezerra de 01 a 12 meses Novilhos de 13 a 24 meses Novilhas de 13 a 24 meses Novilhas em Experimentação Novilhos em Experimentação

32 CONTABILIDADE ATIVO CIRCULANTE ESTOQUES REBANHO BOVINO PARA CORTE Novilhos de 25 a 36 meses Novilhas de 25 a 36 meses Boi Gordo Touros Descartados Matrizes Descartadas

33 CONTABILIDADE ESTOQUES REBANHO BOVINO EM TRÂNSITO OUTROS REBANHOS E ANIMAIS Eqüinos Caprinos Ovinos Suínos

34 CONTABILIDADE ATIVO PERMANENTE OU NÃO CIRCULANTE IMOBILIZADO REBANHOS PERMANENTES Touros (-) Depreciação Acumulada Matrizes (-) Depreciação Acumulada ANIMAIS DE TRABALHO ANIMAIS E AVES DE CRIA


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