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Segurança e auditoria de sistemas Carlos Oberdan Rolim Ciência da Computação Sistemas de informação.

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Apresentação em tema: "Segurança e auditoria de sistemas Carlos Oberdan Rolim Ciência da Computação Sistemas de informação."— Transcrição da apresentação:

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2 Segurança e auditoria de sistemas Carlos Oberdan Rolim Ciência da Computação Sistemas de informação

3 Criptografia * Créditos: Prof. Dr.Edgar Jamhour - PUC Parana

4 Criptografia Baseada em Chaves Texto Aberto (PlainText) Texto Fechado (Ciphertext) CRIPTOGRAFIA DESCRIPTOGRAFIA

5 Criptografia por Chaves Princípio: O resultado da criptografia depende de um parâmetro de entrada, denominado chave. Exemplo. Caesar Cipher Chave: N = número de letras deslocadas A B C D E F G H I J K L M N O P Q R S T U V W X Y Z D E F G H I J K L M N O P Q R S T U V W X Y Z A B C Nada de novo no front. Qdgd gh qryr qr iurqw. N = 3 N = 4 Rehe hi rszs rs jvstx.

6 Espaço das Chaves (KeySpace) Uma chave é um valor específico do espaço de chaves (keyspace). No exemplo anterior: KS = 25 N = 3, é a chave específica. Algoritmos Modernos: Utilizam chaves binárias O espaço de chaves depende do tamanho da chave Dois tipos de Algoritmos: Simétricos: KS 2 tamanho_chave Assimétricos: KS << 2 tamanho_chave

7 Segurança = Tamanho do Espaço de Chaves Exemplo: Algoritmo Simétrico chaves de 128 bits: KS = chaves KS = 3, chaves Computador: capaz de avaliar 1 bilhões de chaves por segundo = 3, chaves por ano = 31,536 milhões de bilhões chaves por ano Testaria todas as chaves em: 1, de anos = 1, trilhões de anos = 10,0781 bilhões de trilhões de anos

8 Criptografia Simétrica e Assimétrica Dois sistemas de criptografia são usados atualmente: Criptografia Simétrica ou de Chave Secreta trabalha com uma única chave. Chave secreta ou chave de sessão Criptografia Assimétrica ou de Chave Pública trabalha com um par de chaves Chave pública Chave privada

9 Chave Secreta (Criptografia Simétrica) Texto Simples (plaintext) Texto Codificado (ciphertext) Texto Simples (plaintext) Chave Secreta Algoritmo de Criptografia Algoritmo de Descriptografia Chave Secreta =

10 DES – Data Encryption Standard Um dos algoritmo de chave secreta mais difundido é o DES. Originalmente Desenvolvido pela IBM. Este algoritmo é padronizado pela ANSI, e foi adotado como algoritmo oficial pelo governo americano. DES criptografia blocos de 64 bits com chaves de 56 bits. DES utiliza técnicas baseadas em permutação sucessiva de bits.

11 Modos de Operação O DES possui vários modos de operação, dependendo da maneira como os blocos de 64 bits de uma mesma mensagem são criptografados. Alguns exemplos são: ECB: Electronic Codebook Mode CBC: Cipher Block Chaining

12 MODO ECB DADOS BLOCO 64 bits CRIPTOGRAFIA BLOCO 64 bits (cipher text) BLOCO 64 bits CRIPTOGRAFIA BLOCO 64 bits (cipher text) BLOCO 64 bits CRIPTOGRAFIA BLOCO 64 bits (cipher text) O Modo ECB divide a mensagem em blocos de 64 bits, e criptografa cada bloco de maneira independente.

13 MODO CBC DADOS BLOCO 64 bits CRIPTOGRAFIA BLOCO 64 bits (cipher text) BLOCO 64 bits CRIPTOGRAFIA BLOCO 64 bits (cipher text) XOR BLOCO 64 bits CRIPTOGRAFIA BLOCO 64 bits (cipher text) XOR O Metodo CBC torna a criptografia de um bloco dependente do bloco anterior.

14 Chave Pública = CRIPTOGRAFIA ASSIMÉTRICA Sistema de Criptografia Assimétrico Utiliza um par de chaves. Uma chave publica para criptografar a mensagem. Uma chave privada para descriptografar a mensagem. A chave pública não é secreta. A chave privada é secreta. A chave pública deve ser distribuída para os usuário que desejarem enviar uma mensagem com segurança.

15 Chave Pública (Criptografia Assimétrica) Texto Simples (plaintext) Texto Codificado (ciphertext) Texto Simples (plaintext) Chave Pública Chave Privada Algoritmo de Criptografia Algoritmo de Decriptografia

16 Chave Pública e Chave Secreta Receptor (servidor) Transmissor (cliente) Chave privada Chave pública (chave secreta aleatória) 4 COMUNICAÇÃO SEGURA

17 RSA (Rivest, Shamir, Adleman) Sejam p, q e e números primos (> 512 bits). Calcula-se: n = p.q e ed = 1 mod (p-1)(q-1) As chaves são definidas da seguinte maneira: Chave pública: (n,e) e Chave privada: d Para criptografar uma mensagem m efetua-se a operação: s = m e mod n Para decriptografar, efetua-se a operação: m = s d mod n

18 RSA O algoritmo RSA é muito mais lento que o DES, pois os cálculos efetuados são complexos. Por utilizar números primos, o RSA precisa de chaves muito grandes para reproduzir o mesmo grau de segurança do DES. Espaço de Chaves <<< 2 tamanho_chave As chaves em RSA são em geral da ordem de 1024 bits.

19 Assinatura Digital com Chave Pública Permite ao receptor verificar a integridade da mensagem: O conteúdo não foi alterado durante a transmissão. O transmissor é quem ele diz ser. Assinatura digital Chave privada Algoritmo de assinatura digital Mensagem isto é isto é segredo segredo

20 Implementação da Assinatura Digital ABFC01 FE012A0 2C897C D012DF 41 DIGESTF18901B Algoritmo de Hashing ASSINATURA DIGITAL ABFC01 FE012A0 2C897C D012DF 41 Mensagem com Assinatura Digital MENSAGEM aberta ASSINATURA criptografada Algoritmo de Cripografia

21 Geração e Validação das Assinaturas xxxx yyyy zzzz Assinatura Digital DIGEST 1B2A37... Criptografia com chave privada Algoritmo de Hashing Rede Assinatura Digital xxxx yyyy zzzz DIGEST Decriptografia com chave pública DIGEST Algoritmo de Hashing COMPARAÇÃO RECEPTOR TRANSMISSOR

22 Verificação da Integridade da Mensagem Transmissor (A) Receptor (B) MENSAGEM ASSINATURA DIGITAL CHAVE PRIVADA DE A CHAVE PÚBLICA DE A O receptor precisa ter a chave pública do transmissor para verificar a assinatura.

23 Autoridade Certificadora C.A. (Certification Authority) I.D. do Proprietário Assinatura Digital Autoridade Certificadora (Verisign, Certisign, Etc.) Chave pública (e.g., Banco do Brasil) CHAVE PRIVADA I.D. da CA Certificado X509 Banco do Brasil S.A. Brasilia, DF, Brasil Verisign, Inc.

24 Estratégias de Certificação O software que recebe o certificado (por exemplo, o browser) deve possuir a chave pública da autoridade certificadora. Base de chaves I.D. do Proprietário Assinatura Eletrônica I.D. da Autoridade Certificadora VERISIGN: Off-line On-linewww.bancodobrasil.com.br

25 PKI (Public Key Infrastructure) O termo PKI (Infraestrutura de chave pública) é utilizado para descrever o conjunto de elementos necessários para implementar um mecanismo de certificação por chave pública. EMPRESA A EMPRESA B CA (Autoridade Certificadora) certificados

26 Como a criptografia pode ser implementada? Protolco de Aplicação FTP, SMTP, HTTP, Telnet, SNM, etc. TCP, UDP Data Link Ethernet, Token Ring, FDDI, etc IP Física Aplicações Tecnologia heterogênea aplicação transporte rede enlace física Seqüência de empacotamento

27 SSL SSL: Secure Sockets Layer HTTPTELNET SSL TCP/IP POP HTTPsTELNETsPOPs Sockets

28 Exemplo: HTTPS CLIENTE SERVIDOR SOCKS SSL >1023 SOCKS SSL HTTP HTTPS Recurso Não Protegido Recurso Protegido X

29 SSL e TLS SSL: Secure Socket Layer Definido pela Netscape Versão atual: 3.0 TLS: Transport Layer Security Definido pelo IETF Versão atual: 1.0 RFC 2246 (Janeiro de 1999) O TLS 1.0 é baseado no SSL 3.0, mas eles possuem diferenças que os tornam incompatíveis.

30 TLS O TLS define dois sub-protocolos: TLS Record Protocol Utilizado para encapsular os protocolos das camadas superiores. TLS Handshake Protocol Utilizado para negociar o algorítmo e as chaves de criptografia antes que o primeiro byte da comunicação segura seja transmitido.

31 SSL/TLS

32 SSL Record Protocol

33 TLS Os objetivos do TLS são: Segurança criptográfica entre dois pontos. Interoperabilidade Fabricantes diferentes Extensibilidade Novos algorítmos de criptografia. Eficiência: CPU Tráfego de rede.

34 Secure Socket Layer (SSL) e Transport Layer Security (TLS) O SSL/TLS permite executar duas funções básicas: autenticação entre o cliente e o servidor. criptografia na troca de mensagens. SSL/TLS O cliente se autentica para o servidor (opctional) O servidor se autentica para o cliente (obrigatório)

35 Identificação do CA Autenticação do Servidor SSL/TLS permite ao usuário confirmar a identidade do servidor. SSL Identificação do Servidor Chave pública do servidor Assinatura Digital de uma CA

36 Certificados de Servidor

37 Autenticação do Cliente SSL permite ao servidor identificar a identidade do cliente. SSL Identificação do CA Identificação do Cliente Chave pública do Cliente Assinatura Digital de uma CA

38 Certificados de Cliente

39 Criptografia da Comunicação Após a certificação, o SSL/TLS cria uma chave de sessão que garante: Confidencialidade e Proteção contra Tampering (alteração dos dados em transito). info (chave secreta aleatória) info

40 TLS Handshake

41 Algoritmos Padronizados para SSL/TLS Strongest cipher suite. Triple DES (168-bit encryption com autenticação) Strong cipher suites RC4, criptografia de 128-bits (utiliza o MD5 para autenticação) é o mais rápido da categoria RC2, criptografia de 128-bits (utiliza o MD5 para autenticação) DES, que suporta criptografia de 56-bits (utiliza o SHA-1 para autenticação).

42 Conclusão Algoritmos modernos são baseados no conceito de chaves. Algoritmos assimétricos são lentos e unidirecionais. Algoritmos simétricos são rápidos e bidirecionais. SSL é um mecanismo para negociação de algoritmos e chaves de criptografia. SSL é implementado nas aplicações através de uma biblioteca de sockets estendida.


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