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Tópicos avançados em internet A Carlos Oberdan Rolim Ciência da Computação Sistemas de Informação.

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Apresentação em tema: "Tópicos avançados em internet A Carlos Oberdan Rolim Ciência da Computação Sistemas de Informação."— Transcrição da apresentação:

1 Tópicos avançados em internet A Carlos Oberdan Rolim Ciência da Computação Sistemas de Informação

2 PHP Conceitos básicos Crédito: Material baseado no material da Profa. Beatriz Wilges – UFSC / Senac TI

3 Visão geral da linguagem HTML. HTML (Hyper Text Markup Language) ou Linguagem de Marcação de Hipertexto. Os arquivos recebem a extensão ".html" ou ".htm". O formato genérico de uma tag é texto Todo e qualquer código html é iniciado e finalizado.

4 Visão geral da linguagem HTML. Cabeçalho Delimitam a seção de cabeçalho do documento. Trata-se da primeira seção do documento. Título Indica o titulo do documento que será apresentado na barra superior do browser. Corpo Entre esse código fica a maior parte do conteúdo a ser apresentado, textos, imagens etc. Informações O elemento meta é usado para prover informações que são relevante para os navegadores ou para as ferramentas de busca como a descrição do conteúdo do seu documento.

5 Visão geral da linguagem HTML. Conclusão Aqui ficará o titulo do meu site!!! Aqui ficará o conteúdo do seu site.

6 Introdução ao PHP PHP significa: Hypertext Preprocessor. PHP é uma linguagem de criação de scripts embutida em HTML no servidor. O PHP está atualmente na versão 5. PHP tem pouca relação com layout. O PHP é um módulo oficial do servidor http Apache. Uma linguagem extremamente modularizada. 35% da Internet roda PHP.

7 Introdução ao PHP O PHP é Software Livre, distribuído sob uma licença na qual os usuários não são obrigados a publicar seu código. PHP é disponível para os seguintes sistemas operacionais: Windows, Linux, FreeBSD, Mac OS, OS/2, AS/400, Novell Netware, RISC OS, IRIX e Solaris. Bases de dados: Oracle, Sybase, PostgreSQL, InterBase, MySQL, SQLite, MSSQL, Firebird, etc.

8 Introdução ao PHP A linguagem PHP é uma linguagem de programação de domínio específico. Características: Velocidade e robustez; Estruturado e orientação a objeto; Portabilidade - independência de plataforma - escreva uma vez, rode em qualquer lugar; Tipagem fraca; Sintaxe similar a Linguagem C/C++ e o PERL;

9 História Rasmus Lerdorf - engenheiro de software, membro da equipe Apache e o homem misterioso do ano Tratavase de um wrapper de PerlCGI que o auxiliava a monitorar as pessoas que acessavam o seu site pessoal No ano seguinte, ele montou um pacote chamado de Personal Home Page Tools (também conhecido como PHP Construction Kit) 1997, o PHP estava sendo utilizado mundialmente em aproximadamente sites. Zeev Suraski e Andi Gutmans, dois programadores israelenses que desenvolveram os analisadores de sintaxe PHP3 e PHP4, também generalizaram e estenderam seus trabalhos sob a rubrica de Zend.com (Zeev, Andi, Zend, entendeu?)

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11 Tabela comparativa

12 Sintaxe básica Delimitando o código PHP comandos;

13 Sintaxe básica Delimitando o código PHP <% comandos; %>

14 Sintaxe básica Escapando o HTML Isto vai ser ignorado. Isto também vai ser ignorado.

15 Separação de instruções Instruções são terminadas com um ponto-e-vírgula. Sintaxe básica

16 Nomes de variáveis Toda variável em PHP tem seu nome composto pelo caracter $ e uma string. deve iniciar por uma letra ou o caracter _ PHP é case sensitive, ou seja, as variáveis $php e $PHP são diferentes. Evitar os nomes em maiúsculas. Sintaxe básica

17 Comentários Sintaxe básica

18 Tipos suportados O PHP suporta os oitos tipos primitivos. São quatros tipos básicos: boolean integer float (número de ponto flutuante, ou também double) String Dois tipos compostos: array object E finalmente dois tipos especiais: resource NULL

19 Boolean Um booleano expressa um valor de verdade. Ele pode ser TRUE ou FALSE. Integer Tipos suportados

20 Float String Uma string é uma série de caracteres. Um caracter é o mesmo que um byte. Ou seja, há exatamente 256 caracteres diferentes possíveis. Tipos suportados

21 array Um array no PHP é atualmente um mapa ordenado. Um mapa é um tipo que relaciona valores para chaves. Object Para inicializar um objeto, você usa a instrução new Tipos suportados

22 resource Recurso é uma variável especial, mantendo uma referência de recurso externo. NULL O valor especial NULL representa que a variável não tem valor. NULL é o único valor possível do tipo NULL. Tipos suportados

23 Dados alfanuméricos Aspas Simples (') - o valor da variável será exatamente o texto contido entre as aspas. com exceção de \\ e \' Aspas Dupla () - Qualquer variável ou caracter de escape será expandido antes de ser atribuído. Aspas Invertidas (`) - Executar comandos do SO através do PHP.

24 Aspas duplas() Sequências de controle

25 Constantes São valores que são pré-definidos no início do programa. Comando define (string nome, misto valor, [bool case_insensitive]) define ("pi", ); $circunf = 2*pi*$raio; Por convenção, o nomes de constantes são sempre em maiúsculas.

26 Constantes O PHP já possui diversas constantes pré-definidas. Para ter acesso as constantes pré-definidas é possível usar a função phpinfo(). Constantes: TRUE, FALSE, _FILE_, _LINE_, PHP_VERSION, PHP_OS, E_ERROR, E_WARNING, E_PARSE, E_NOTICE.

27 Variáveis Existem váriaveis do tipo numéricas, alfanuméricas, arrays e objetos. Numéricas: Inteiros ou reais $numero = 10; $x = 5; $numero_hexa = 0x0b; $y = 200.3;

28 Variáveis Alfanuméricas(strings) $nome = 'Claudiomar'; $profissao = 'Pedreiro'; $texto = Boa tarde! \n Seja bem-vindo!; Array $vetor[0] = 30; $vetor[1] = 40; $vetor[2] = 50; $vetor[3] = 60;

29 Variáveis Array $vet[ ] = Grêmio; $vet[ ] = Campeão; Array com chave associativa $vetor[time] = Grêmio; $vetor[titulo] = Campeão da américa;

30 Variáveis Váriaveis variaveis O PHP tem um recurso conhecido como variáveis variáveis, que consiste em variáveis cujos nomes também são variáveis. Sua utilização é feita através do duplo cifrão ($$). $a = teste; $$a = Testando variaveis; Equivalente a $a = teste; $teste = Testando variaveis;

31 Variáveis enviadas pelo navegador Para interagir com a navegação feita pelo usuário, é necessário que o PHP possa enviar e receber informações para o software de navegação. A maneira de enviar informações geralmente é através de um comando de impressão, como o echo. Para receber informações usa-se as variáveis pré- definidas: $_GET Array com variáveis passadas via GET $_POST Array com variáveis passadas via POST $_REQUEST Array com variáveis de requisição

32 Variáveis enviadas pelo navegador Exemplo de requisição Para o script obter as variáveis usamos

33 URL encode O formato urlencode é obtido substituindo os espaços pelo caracter + e todos os outros caracteres não alfanuméricos (com exceção de _) pelo caracter % seguido do código ASCII em hexadecimal. Por exemplo: o texto Testando !! em urlencode fica Testando %21%21 O PHP possui duas funções para tratar com texto em urlencode. Seguem suas sintaxes: string urlencode(string texto); string urldecode(string texto);

34 Variáveis de ambiente PHP possui diversas variáveis de ambiente Exemplo: $PHP_SELF Para ver relação completa usar a função phpinfo();

35 Variáveis prédefinidas Superglobais Superglobais são variáveis nativas que estão sempre disponíveis em todos escopos $GLOBALS Referencia todas variáveis disponíveis no escopo global $_SERVER Informação do servidor e ambiente de execução $_GET HTTP GET variáveis $_POST HTTP POST variables $_FILES HTTP File Upload variáveis $_REQUEST Variáveis de requisição HTTP $_SESSION Variáveis de sessão $_ENV Environment variables $_COOKIE HTTP Cookies

36 Verificando tipo de uma variável Por causa da tipagem dinâmica utilizada pelo PHP, nem sempre é possível saber qual o tipo de uma variável em determinado instantes não contar com a ajuda de algumas funções que ajudam a verificar isso. A verificação pode ser feita usando a função gettype string gettype (mixed var); A palavra mixed indica que a variável var pode ser de diversos tipos. A função gettype pode retornar as seguintes strings: integer, double, string, array, object e unknown type.

37 Verificando se uma variável possui um valor Usar a função isset(); int isset(mixed var); E retorna true se a variável estiver setada (ainda que com uma string vazia ou o valor zero), e false em caso contrário.

38 Expressões As formas mais básicas de expressões são constantes e variáveis. Exemplo: Quando você digita "$a = 5", você está atribuindo '5' para a variável $a. Assim se você escrever $b = $a, você pode esperar que $b se comporte da mesma forma. Exemplos ligeiramente mais complexos para expressões são as funções.

39 Operadores Operadores aritméticos; Operadores binários; Operadores de comparação; Operadores de atribuição; Operadores lógicos; Operador Ternário;

40 Operadores Operadores aritméticos:

41 Operadores Operadores binários :

42 Operadores Operadores comparação :

43 Operadores Operadores atribuição :

44 Operadores Operadores lógicos:

45 Operadores Operadores ternário: Forma abreviada de usar o comando if Sua sintaxe é: Condição? Expressão1 : Expressão2

46 Operadores Operadores ternário: Forma abreviada de usar o comando if Sua sintaxe é: Condição? Expressão1 : Expressão2

47 Precedência de operadores

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49 Lógica e estruturas de controle

50 Tabela verdade Conectivo de conjunção(AND" - representado por ^ ) ABA ^ B A: Maria tem um gato B: José tem um cachorro A proposição composta A ^ B será: Maria tem um gato e José tem um cachorro Então, A ^ B somente é verdadeira se ambas as proposições são verdadeiras. Se ambas, ou uma delas é falsa, a proposição será falsa.

51 Tabela verdade Conectivo de disjunção ( OR" - representado por v) ABA V B : Paulo é professor ou administrador 2: Maria é jovem ou idosa No primeiro caso, o "ou" é inclusivo pois, pelo menos uma das proposições é verdadeira, podendo ser ambas. Mas no caso da segunda, o "ou" é exclusivo, pois somente uma das proposições poderá ser verdadeira.

52 Tabela verdade Tabela-verdade da disjunção "exclusiva" - XOR ABA ^ B Nota: Em nada se falando ao contrário, consideramos sempre o "ou"como "inclusivo".

53 Tabela verdade Tabela-verdade da implicação ABA -> B Se a lua é quadrada então a neve é branca. : p -> q ( p é o antecedente e q o conseqüente)

54 Estruturas de controle Comandos condicionais if (expressão) { instruções; } _____________________________________ Exemplo: $b) { echo "a é maior que b"; $b = $a; } ?>

55 Estruturas de controle Comandos condicionais else Normalmente você vai querer executar uma instrução se uma certa condição for encontrada, e uma instrução diferente se a condição não for encontrada. Exemplo : $b) { echo "a é maior que b"; } else { echo "a NÃO é maior que b"; } ?>

56 Estruturas de controle Comandos condicionais elseif Ao contrário de else, ele executará aquela expressão alternativa somente se a expressão condicional do elseif for avaliada como TRUE. Exemplo: $b) { echo "a é maior que b"; } elseif ($a == $b) { echo "a é igual a b"; } else { echo "a é menor que b"; } ?>

57 Estruturas de controle Comandos condicionais switch A instrução switch é similar a uma série de instruções ifs seguidas. Exemplo: switch if

58 Estruturas de controle Comandos de repetição while Se comportam como seus compatíveis em C. O formato básico de um comando while é: while (expressao) instruções; _______________________________________________________________ ___

59 Estruturas de controle Comandos de repetição while

60 Estruturas de controle Comandos de repetição do-while Loops do-while são bem similares aos loops while, exceto pelo fato de que a condição é verificada no fim de cada iteração em vez de no começo. A diferença principal dos loops while regulares é que a primeira iteração de um loop do-while é garantidamente executada (a condição só é verificada no fim da iteração). Exemplo: 0); ?>

61 Estruturas de controle Comandos de repetição for Se comporta como em C. A sintaxe de um loop for é: for (expr1; expr2; expr3) instrucoes; Exemplo:

62 Estruturas de controle Comandos de repetição for Exemplo: 10) { break; } echo $i; } ?>

63 Estruturas de controle Comandos de repetição for Exemplo: 10) { break; } echo $i; $i++; } ?>

64 Estruturas de controle Comandos de repetição foreach Funciona somente com arrays, e lançará um erro se tentar utilizá-lo em uma variável de qualquer tipo diferente ou em variáveis não inicializadas. foreach (expressao_array as $valor) instrucoes foreach (expressao_array as $chave => $valor) instrucoes Exemplo:

65 Estruturas de controle Controlar o fluxo dentro das repetições break Cancela a execução do comando for, foreach, while, do-while ou switch atual. Break aceita um argumento numérico opcional que diz a ele quantas estruturas aninhadas englobadas devem ser quebradas.

66 Estruturas de controle break \n"; } /* Utilizando o argumento opcional. */ $i = 0; while (++$i) { switch ($i) { case 5: echo "No 5 \n"; break 1; /* Sai somente do switch. */ case 10: echo "No 10; saindo \n"; break 2; /* Sai do switch e while. */ default: break; } } ?>

67 Estruturas de controle return Se chamada em uma função, a instrução return() termina imediatamente a execução da função atual e retorna seu argumento como o valor da função. Se chamada no escopo global, a execução do script atual será terminada. Se o arquivo do script atual foi incluído com include() ou require(), então a execução é devolvida para o arquivo chamador. Especificamente para arquivos de script incluídos com include(), o valor fornecido para return() será devolvido como o valor da chamada include(). Se return() for chamado do arquivo de script principal, então o programa pára.

68 Funções

69 Funções definidas pelo usuário Uma função pode ser definida usando a seguinte sintaxe Exemplos: Um nome de função válido começa com uma letra ou um sublinhado, seguido por qualquer número de letras, números ou sublinhado.

70 Funções definidas pelo usuário Informações podem ser passadas para funções através da lista de argumentos, que é uma lista de expressões delimitados por vírgulas. O PHP suporta a passagem de argumentos por valor (o padrão), passagem por referência e valores padrões de argumento. Exemplo #1 Passando arrays para funções

71 Funções definidas pelo usuário Exemplo #2 Passando parâmetros de função por referência Por padrão, argumentos de uma função são passados por valor (de forma que se você mudar o valor do parâmetro dentro da função, ele não é alterado fora da função). Se você deseja permitir que uma função modifique seus argumentos, você precisa passá-los por referência.

72 Funções definidas pelo usuário Exemplo #3 Valores padrão de argumentos Uma função pode definir valores padrão no estilo C++ para argumentos escalares, como a seguir:

73 Retornando valores Valores podem ser retornados utilizando a instrução opcional return. Qualquer tipo pode ser retornado, incluindo arrays e objetos. Isto faz com que a função termine sua execução imediatamente e passe o controle de volta para a linha de onde ela foi chamada. Exemplo:

74 Retornando valores Exemplo #2 Retornando um array para devolver vários valores

75 Funções recursivas Funções recusivas são aquelas funções que chamam a elas mesmas.

76 Funções variáveis PHP permite o conceito de funções variáveis $name(); // Isto chama o método Bar() } function Bar() { echo "Bar foi chamada!"; } } $foo = new Foo(); $funcname = "MetodoVariavel"; $foo->$funcname(); // Isto chama $foo->MetodoVariavel() ?>

77 Funções internas (built-in) O PHP por padrão vem com várias funções e construtores. Eles podem ser funções que dependem de extensões específicas do PHP compiladas. Caso estas extensões não estejam compiladas você obterá erros fatais "undefined function". Por exemplo, para usar funções de imagem como a imagecreatetruecolor(), você precisa que seu PHP seja compilado com suporte ao GD. Ou, para utilizar mysql_connect() você precisará ter seu PHP compilado com suporte ao MySQL. Há várias funções centrais que são incluídas em cada versão do PHP como funções de strings e variáveis. Uma chamada a phpinfo() ou get_loaded_extensions() mostrará que extensões estão carregadas em seu PHP.

78 Utilizando includes

79 Criando um menu para seu site Imagine um site que possui cerca de 100 páginas, e que no lado esquerdo das páginas há um menu com links para as seções do site; Se alguma seção for incluída ou excluída, como fazer para atualizar as 100 páginas?

80 Criando um menu para seu site A função include tem o objetivo de incluir um arquivo dentro de outro. Sua sintaxe é a seguinte: include nome_do_arquivo; Se alguma seção for incluída ou excluída, como fazer para atualizar as 100 páginas?

81 Criando um menu para seu site Passos para transformar um arquivo menu.inc em uma include: – 1. Identificar no código HTML onde está o menu; – 2. Retirar esse código HTML da página (ctr+c e ctr+v) – 3. Salvar esse novo arquivo com menu.inc – 4. No lugar de onde foi retirado, colocar uma chamada para a include entre as tags do PHP.

82 Criando um menu para seu site Lembre-se: – O arquivo menu.inc seria uma include que contém os comandos HTML para formar o menu principal do site. Então, em todas as páginas onde deve constar o menu, aparecerá uma chamada para include. – Todas as páginas que possuem includes devem possuir a extensão.php

83 Podemos criar uma include que mostre a data atual, e chama-lá de todas as páginas em que é necessária a exibição da data. Exibindo a data atual com uma include

84 Exemplo:

85 Reutilização de código Dentro das includes também podemos definir funções, e essas funções estarão disponíveis para todas as páginas.

86 Reutilização de código Exemplo: …

87 Include x Require Include é reavaliado a cada interação, ou seja, uma mesma instrução include pode incluir vários arquivos. Enquanto a instrução require pode incluir apenas um arquivo. Exemplo: $incluir = array (funcoes_aux.inc, cabecalho.inc, data.inc); Para realizar a inclusão dos arquivos fazemos um laço: for ($i = 0 ; $i < sizeof($incluir) ; $i ++) { require $incluir[$i]; }

88 Include x Require A cada interação do laço a função include é reavaliada. Portanto o correto seria escrever: $incluir = array (funcoes_aux.inc, cabecalho.inc, data.inc); Para realizar a inclusão dos arquivos fazemos um laço: for ($i = 0 ; $i < sizeof($incluir) ; $i ++) { include $incluir[$i]; }

89 Include x Require A instrução require() e include() inclui e avalia um arquivo. require() e include()são idênticos em todas as formas exceto pela manipulação de erros. Ambas produzem um Warning, mas require() resultará em um Fatal_Error. Em outras palavras, não hesite em utilizar require() se na falta de um arquivo quiser parar o processamento da página. Include() não se comporta da mesma maneira, e o script poderá continuar nessa situação. Em todo caso, vale a pena confirmar a configuração da diretiva include_path.


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