A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

OS TRÊS CENÁRIOS DA PRÁTICA PSICOSSOCIOLÓGICA Marília Novais da Mata Machado.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "OS TRÊS CENÁRIOS DA PRÁTICA PSICOSSOCIOLÓGICA Marília Novais da Mata Machado."— Transcrição da apresentação:

1 OS TRÊS CENÁRIOS DA PRÁTICA PSICOSSOCIOLÓGICA Marília Novais da Mata Machado

2 OBJETIVO DA AUTORA Distinguir, de forma histórica e metodológica, três cenários da prática relacionada à Psicologia Social e à Psicossociologia; Detectar as diferenças entre estes cenários; Verificar as passagens de um cenário a outro.

3 CENÁRIO EXPERIMENTAL Tem como modelo o EXPERIMENTO; Predominou nos anos de 1940 e 1950; Primeira metodologia de intervenção junto a grupos e organizações; Propõe novas formas de gestão administrativa; Passagem do RH para o RH: recursos humanos relações humanas...

4 Os experimentos de Elton Mayo na Western Eletric Co. ( ); entrevistou operários; Demonstrou o poder das estruturas informais das organizações que afetavam diretamente a produtividade; Concepção mecanicista da sociedade; Surge a nova teoria clássica de organizações: a teoria das relações humanas.

5 Personagem principal: Kurt Lewin (1898 – 1947); Demonstrou a superioridade da tomada de decisão em grupo sobre a mudanças induzida por meio de exposições e informações; Comparou os climas sociais autoritários, democráticos e demonstrou a existência de um clima que denominou de laissez-faire; Desenvolve o método da PESQUISA- AÇÃO;

6 Pesquisa ação: experimentos com dinâmicas grupais com controle experimental e capacidade de realizar mudanças na realidade social; Dinâmica de Grupo: pequenos grupos (de 5 a 15 pessoas) cujo efetivo é suficientemente limitado para permitir aos participantes estabelecerem entre si relações explícitas e terem uma percepção recíproca uns dos outros; Dinâmica implica forças complexas: teoria de campo de Kurt Lewin;

7 A Dinâmica de Grupo recebe diversas denominações: a)T Group: grupo de treinamento, grupo de encontro (América do Norte); b) Grupo de base, grupo base, grupo de diagnóstico, grupo de formação (Europa); c) Dinâmica de grupo, grupo operativo, grupo de sensibilização (América do Sul);

8 Lançaram as bases do D. O., ou seja, o desenvolvimento organizacional; Aspectos críticos: a) Ignorava as relações de poder negando os conflitos existentes; contornava os conflitos; b) Forte viés de adaptação e controle buscando organizações eficientes e produtivas; c) Perfil do cliente: empresa heterogerida.

9 CENÁRIO INSTITUCIONAL Surgiu em oposição ao primeiro cenário, como uma crítica e uma renovação; Predominou entre os anos de 1960 e 1980; Acreditou-se no poder destas práticas de produzirem mudanças nas estruturas sociais;

10 Origem no Movimento Antipsiquiátrico surgido no início dos anos de 1960; Jacob Lévy Moreno e Carl Rogers anunciaram este novo cenário com a Psicoterapia de Grupo, o Psicodrama e o Grupo de Encontro; Moreno: distinção do ORGANOGRAMA (estrutura hierárquica formal) e do SOCIOGRAMA (estrutura informal, espontânea e criativa);

11 ROGERS: teoria da não-diretividade em grupos e organizações; Leva em conta as determinações sociais colocando-as no centro de suas considerações; As pessoas e grupos eram convidados a desvelar o segredo de sua inserção social e a confrontá-la à de outros;

12 Apontavam na direção da AUTO- ORGANIZAÇÃO, AUTONOMIA, AUTOGESTÃO de indivíduos, grupos e organizações; Surge neste cenário a ANÁLISE INSTITUCIONAL de inspiração freudiana e marxista: Lourau, Lapassade e Guattari; Apontam o não-saber institucional;

13 É uma prática de uma contínua provocação institucional; Crítica: uma utopia revolucionária; as mudanças eram grandes e rápidas, mas efêmeras, facilmente recuperadas pelos grupos dominantes; Perfil do cliente: empresa autogerida; sindicatos, hospitais, ONGs etc.

14 CENÁRIO CLÍNICO Tem suas raízes nos anos de 1940; Desenvolveu-se plenamente a partir dos anos de 1980, graças ao avanço da lingüística e a análise do discurso; Origem: Elliot Jaques (1952) na Glacier Metal Company, uma socioterapia da empresa na linha psicanalítica de orientação kleiniana;

15 O centro do processo foca no DISCURSO, visto como lugar da produção e da mudança das estruturas e relações sociais; análise clínica do discurso; Procura manter também uma análise das determinações sociais com ênfase na HISTÓRIA.

16 CONCLUSÃO CENÁRIO EXPERIMENTAL: concebe a sociedade como harmoniosa e o ser humano bom por natureza; CENÁRIO INSTITUCIONAL: vê os conflitos sociais permanentes; reconhece o ser humano com um ser alienado e pratica a auto-organização

17 CENÁRIO CLÍNICO: reconhece o antagonismo entre indivíduo e sociedade, as restrições impostas; reconhece o ser humano com um ser agressivo, cruel, violento, selvagem guiado por um mundo imaginário em detrimento de uma ordem simbólica fundamentada no conhecimento. Ou seja, o conhecimento não é um valor humano e sim as mitologias imaginárias de cada um.

18 1º CENÁRIO: ADAPTAR & AJUSTAR.... à sociedade harmoniosa; 2º CENÁRIO: DESALIENAR... para construir uma sociedade justa e igualitária; 3º CENÁRIO: ALIVIAR... sofrimentos e infelicidades gerados pela sociedade.

19 REFERÊNCIA MACHADO, Marília Novais da Mata. Três cenários da prática psicossociológica. In: Araújo, José Newton Garcia; Carreteiro, Teresa Cristina (Orgs). Cenários sociais e abordagem clínica. São Paulo: Escuta, p


Carregar ppt "OS TRÊS CENÁRIOS DA PRÁTICA PSICOSSOCIOLÓGICA Marília Novais da Mata Machado."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google