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LRMO-semiologia ocular- AULA 11 CURSO DE SEMIOLOGIA OFTÁLMICA Prof. Dr. Luiz Roberto Melo de Oliveira Departamento de Oftalmologia FMUFMG - 2002.

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1 LRMO-semiologia ocular- AULA 11 CURSO DE SEMIOLOGIA OFTÁLMICA Prof. Dr. Luiz Roberto Melo de Oliveira Departamento de Oftalmologia FMUFMG

2 LRMO-semiologia ocular- AULA 12 IMPORTÂNCIA DO EXAME OFTALMOLÓGICO DOENÇAS OCULARES: Cegueira, Catarata, Glaucoma, Degeneração Macular, Retinopatia Diabética e Ambliopia em crianças etc DOENÇAS SISTÊMICAS: Diabetes Mellitus, Hipertensão Arterial, Arterite Temporal e Embolias (carotidea ou cardíaca) etc DOENÇAS CEREBRAIS: Meningiomas, Aneurismas e Esclerose Múltipla etc

3 LRMO-semiologia ocular- AULA 13 O Exame Oftalmológico e o Atendimento Médico Primário Conhecimentos Básicos de Anatomia Ocular Acuidade Visual: Medida e Registro Ectoscopia Ocular ou Exame Externo Exame dos Reflexos Pupilares Avaliação da Motilidade Ocular Dilatação da Pupila para Oftalmoscopia: Fundo de Olho e Reflexo Vermelho Tonometria Campos Visuais de Confrontação

4 LRMO-semiologia ocular- AULA 14 TERMINOLOGIA BÁSICA EM OFTALMOLOGIA Pálpebras Sistema Lacrimal Esclerótica Limbo Conjuntiva Córnea Íris Pupila Músculos Extraoculares Câmara Anterior Cristalino Câmara Posterior Cavidade Vítrea Retina Mácula Coróide Disco Óptico Órbita

5 LRMO-semiologia ocular- AULA 15 Estruturas Oculares Externas Figura do olho, pálpebras etc

6 LRMO-semiologia ocular- AULA 16 ESTRUTURAS DO OLHO Figura de estruturas internas do olho

7 LRMO-semiologia ocular- AULA 17 Músculos Extra-oculares Figura dos músculos extra-oculares

8 LRMO-semiologia ocular- AULA 18 NOÇÕES DE ÓTICA raio luminoso reflexão da luz refração da luz –lentes convergentes –lentes divergentes –lentes estigmáticas –lentes astigmáticas –formação de imagens –poder refrativo é medido em dioptrias ( d = 1 / f ) aparelhos ópticos –máquina fotográfica

9 LRMO-semiologia ocular- AULA 19 ÓPTICA APLICADA AO OLHO Córnea (lente convergente de 40 a 48 dioptrias) Cristalino (lente convergente de 20 a 25 dioptrias) Comprimento Axial do Olho Miopia (comprimento axial maior... imagem antes da retina) Hipermetropia (comprimento axial menor... imagem após a retina) Astigmatismo (cada meridiano com um poder refrativo) Acomodação / Presbiopia

10 OLHO EMÉTROPE Focaliza imagem sobre a retina Não necessita lentes corretoras

11 LRMO-semiologia ocular- AULA 111 OLHO MÍOPE A imagem se forma antes da retina –lentes divergentes –óculos e lentes de contato –cirurgias refrativas ceratotomia radial fotoablação com excimer laser etc

12 LRMO-semiologia ocular- AULA 112 OLHO HIPERMÉTROPE a imagem se forma após a retina lentes convergentes óculos e lentes de contato cirurgias refrativas –fotoablação com excimer laser etc

13 LRMO-semiologia ocular- AULA 113 OLHO ASTIGMÁTICO UM OBJETO E VÁRIAS IMAGENS –óculos e lentes de contato –cirurgias refrativas ceratotomia fotoablação com excimer laser

14 LRMO-semiologia ocular- AULA 114 PRESBIOPIA Idade X amplitude de acomodação Adição 3 D ao grau de longe Leitura a 33 cm

15 LRMO-semiologia ocular- AULA 115 ACUIDADE VISUAL COMO MEDIR Tabela de Optotipos Boa Iluminação Monocular - sc e cc Abreviaturas: AV, AO, OD, OE, sc, cc. Notação/ Significado: 6/6, 6/60, 6/12, CD, MM, PL, s/PL etc

16 LRMO-semiologia ocular- AULA 116 ACUIDADE CAPACIDADE VISUAL FUNCIONAL 20/20 (ou 6/6) /30 a 20/ /80 a 20/ /200 a 20/ C D a +/- 2 m Não percebe luz ( SPL) Normal - sem problemas Quase normal - causa? - carteira de habilitação? Visão subnormal leve - adições fortes para leitura Visão subnormal severa - cegueira legal; sinalização urbana e de ônibus difícil; tem mobilidade Quase cego Cego

17 LRMO-semiologia ocular- AULA 117 ECTOSCOPIA OU EXAME EXTERNO DOS OLHOS Boa iluminação ambiente (ocasionalmente c/ lanterna) Pálpebras, fendas palpebrais, adjacências Inspeção da conjuntiva e esclerótica com lanterna (olhar p/ cima, tracionando a pálpebra inferior e olhar para baixo, a superior) Inspeção da córnea, íris e pupila (c/ lanterna) Palpação da reborda orbitária, se necessário

18 LRMO-semiologia ocular- AULA 118 EVERSÃO DA PÁLPEBRA SUPERIOR (para avaliação da conjuntiva tarsal e corpo estranho) Técnica de Exame –Olhar para baixo –Apreenda cílios superiores entre o polegar e o indicador –Everta com auxílio de cotonete –Inspecione com lanterna –Volte a pálpebra à posição normal –Se necessário, anestésico

19 LRMO-semiologia ocular- AULA 119 ESTIMATIVA DA PROFUNDIDADE DA CÂMARA ANTERIOR DO OLHO Técnica –Lanterna –Ilumine o olho pelo lado temporal –Observe se a câmara anterior é: Profunda Rasa (risco de glaucoma agudo)

20 LRMO-semiologia ocular- AULA 120 CORANDO A CÓRNEA COM FLUORESCEINA (para evidenciar úlceras de córnea) Técnica –Pingue colírio de fluoresceina ou, melhor ainda, use tira de papel com o corante –Remova as lentes de contato, se for o caso –Úlceras corneanas esverdeadas –Luz azul-cobalto dá maior destaque

21 LRMO-semiologia ocular- AULA 121 MEDIDA DA PRESSÃO OCULAR (tonometria bidigital) Técnica de exame : –Dois dedos indicadores tocando o olho fechado. –Um dedo faz compressão e descompressão. –O outro dedo sente se há flutuação. Possibilidades: Excessiva (hipotensão ocular) Normal (pressão nomal) Difícil ou ausente (hipertensão)

22 EXAME DA MOTILIDADE OCULAR SEGUIR UM OBJETO NAS 6 DIREÇÕES PRINCIPAIS DO OLHAR

23 LRMO-semiologia ocular- AULA 123 CAMPOS VISUAIS DE CONFRONTAÇÃO (detecta escotomas e hemianopsias bitemporal e homônimas) Técnica de exame do campo visual periférico –Um olho cada vez –Fixando nariz do examinador –Testar um quadrante de cada vez –Mostrar um, dois ou cinco dedos –Paciente vai dizendo quantos dedos percebe em cada etapa

24 LRMO-semiologia ocular- AULA 124 EXAME DOS REFLEXOS PUPILARES INSPEÇÃO DA PUPILA: negra? leitosa? aderida ao cristalino? ISOCORIA E ANISO CORIA. Diâmetros pupilares iguais? EXAME DOS REFLEXOS PUPILARES: olhando para longe, com pouca luz no ambiente. Exame importante também em Neurologia. REFLEXO FOTOMOTOR DIRETO: observe a constricção pupilar ao dirigir a luz da lanterna para a pupila direita; faça o mesmo para a esquerda. REFLEXO FOTOMOTOR CONSENSUAL: observe a constricção pupilar do olho esquerdo ao dirigir a luz para a pupila direita; repita no olho esquerdo. Pesquise o DEFEITO PUPILAR AFERENTE RELATIVO - DPAR: passando a luz de um para o outro olho rapidamente, observe se a pupila do olho que enxerga menos fica mais dilatada. É sinal de lesão na parte anterior da via óptica.

25 LRMO-semiologia ocular- AULA 125 OFTALMOSCOPIA DIRETA EXAME EM 10 ETAPAS : 1. Paciente olhando direto em frente 2. Oftalmoscópio: abertura grande, luz branca e lente positiva; 3. OD examina OD e OE o OE 4. Identifique o reflexo vermelho; 5. Apoie a mão livre no paciente (melhora sua propriocepção); 6. Aproxime-se lentamente, fazendo ângulo de 15 graus temporal/ à linha de visão; 7. Manter pupila sempre visualizada 8. Gire o tambor de lentes até focalizar a retina do paciente; 9. Siga qualquer vaso em direção ao disco óptico (nasalmente) 10. Examine o disco óptico, vasos sanguíneos, retina e mácula (nesta ordem). Repita o procedimento para o olho esquerdo.

26 LRMO-semiologia ocular- AULA 126 Oftalmoscopia direta Dilatação pupilar (cuidados) Fundo vermelho (opacidades) Disco óptico (ovalado, escava- ção fisiológica, pulso venoso) Veias : artérias = 3 : 2. Cruza- mentos A/V. Veias escuras. Retina tapete avermelhado Mácula (amarelo-escuro) Fóvea (ponto brilhante)

27 LRMO-semiologia ocular- AULA 127 RESUMO DO EXAME OFTALMOLÓGICO Acuidade visual (um olho cada vez, cc/sc) Campos visuais de confrontação Inspeção das pálpebras e estruturas vizinhas Inspeção da conjuntiva e esclerótica Inspeção da córnea e íris Profundidade e transparência da câmara anterior do olho Reflexos pupilares direto e consensual Transparência do cristalino com oftalmoscópio Fundo de olho com o oftalmoscópio Tonometria bidigital

28 LRMO-semiologia ocular- AULA 128 TESTE SEUS CONHECIMENTOS 1. Ler com luz fraca faz mal aos olhos.C E 2. Deve-se ensinar a criança a não ler muito próximo, pois a leitura a curta distância faz mal aos olhos.C E 3. Usar óculos muito fortes prejudica os olhos. C E 4. Se uma criança assistir TV de muito perto prejudica os olhos.C E 5. Uma pessoa idosa com algum problema visual perderá a visão mais depressa se usar muito os olhos. C E

29 BIBLIOGRAFIA OFTALMOLOGIA - Paiva Gonçalves NOÇÕES DE OFTALMOLOGIA PARA O MÉDICO PRÁTICO - Hilton Rocha - Coleção de Cirurgia Geral e Especializada, do Prof. João Resende Alves OFTALMOLOGIA CLÍNICA - Morterá Dantas


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