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UNIMINAS Curso de Pedagogia-Gestão e Tecnologia Educacional.

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Apresentação em tema: "UNIMINAS Curso de Pedagogia-Gestão e Tecnologia Educacional."— Transcrição da apresentação:

1 UNIMINAS Curso de Pedagogia-Gestão e Tecnologia Educacional

2 INTRO DUÇÃO MÚSICA MARCANTE FATO SIGNIFICATIVO VIVÊNCIAS CONSIDERAÇÕES FINAIS

3 INTRODUÇÃO Este diário tem por objetivo relatar de maneira criativa e significativa alguns dos acontecimentos mais importantes que ocorreram no 3 período do curso de Pedagogia Gestão e Tecnologia. Esta é uma atividade interdisciplinar desenvolvida no 3º período do Curso de Pedagogia - Gestão e Tecnologia Educacional da UNIMINAS, proposta pelas professoras das seguintes disciplinas : Ana Carolina Scalia - Disciplina: Laboratório de Aprendizagem Gilca dos Santos Vilarinho - Disciplina: Informática Aplicada à Educação II Este conteúdo foi selecionado a partir dos momentos vivenciados ao longo da Disciplina Laboratório de Aprendizagem e que foi desenvolvido na disciplina Informática Aplicada à Educação II. voltar

4 CONSIDERAÇÕES FINAIS Voltar O desenvolvimento deste trabalho foi de muita importancia em meu curso apesar de toda dificuldade que tive em faze-lo. Foi otimo fazer este trabalho. É prazeroso relatar esses momentos unicos em minha vida e saber que um dia poderei ler novamente. O fato de ser interdisciplinar é de extrema importancia, pois vivemos num mundo onde tudo deve estar interligado.temos que fazer esta conseguir fazer esta ligacao, caso contrario nao terá nenhum sentido.

5 VIVÊNCIAS O PRESENTE QUEM SOU EU TÉCNICA DA CORAGEM E DA CONFIANÇA A VIAGEM O ZEPELIN A VELA

6 ZEPELIM DESCRIÇÃO METODOLOGIA CONSIDERAÇÕES PESSOAIS

7 ZEPELIM DESCRIÇÃO FACILITADOR : Beatriz de Jesus Chaves Eliz Maciel Michele Santos Medeiros OBETIVOS : A percepção de si no grupo, solidariedade, exercício da amizade. NUMERO DE PARTICIPANTES : ate 30 pessoas DURAÇAO : 10 minutos MATERIAL : Algo que as pessoas possam passar para si Som – CD (relaxamento/ agitadas) Texto O zepelim Papel sulfite dividido em 4 partes Almofadas VOLTAR

8 ZEPELIM METODOLOGIA AQUECIMENTO : Chegada –Brincadeira da batata quente- onde todos estarão em formato de círculo, sendo assim passado um objeto na mão de todos, que se deslocara no sentido horário enquanto estiver tocando a música, ao parar a música o individuo que estiver segurando o objeto, escolhera uma pessoa para ficar no centro do grupo. Assim até que sobre uma pessoa. Distribuir uma cópia do texto-situação para cada grupo. Texto-situação O ZEPELIM Vocês estão dentro de um balão zepelim, que está perdendo altura e se chocará com um edifício, dentro de cinco minutos. Havendo o choque, todos morrerão. CONTINUAÇÃO

9 ZEPELIM Como percebeu seus colegas no grupo? * O que descobriu de novo a respeito do grupo? PROCESSAMENTO – MENSAGEM DE REFLEXÃO: Os olhos de quem vê Não é o que você é, o que você tem, onde está ou o que faz, que irá determinar a sua felicidade; mas o que você pensa sobre isto! Tudo o que você tem, depende da maneira como você olha, da maneira como você valoriza. Se você tem amor e sobrevive nesta vida com dignidade, tem atitudes positivas e partilha com benevolência suas coisas, então... Você tem tudo! AVALIAÇÃO DO PROCESSO VIVIDO NESTA DINÂMICA Dividir em quatro parte o papel sulfite, e distribuir para cada participante onde todos colocaram as notas, depois somara dividindo pelo numero de participante para obter as medias Continuacao

10 ZEPELIM Se permanecerem apenas três pessoas no balão, ele ganhará, novamente, altura, e o choque será evitando, salvando-se, assim, essa três pessoas. Diante disso, duas pessoas terão que saltar do balão.... e não há pára-quedas. Dizer que cada, grupo terá trinta minutos para discutir a situação (conforme texto-situação) e decidir, por consenso, quem se salvará, a partir dos argumentos apresentados. Após a discussão, reunir os grupos de volta e ouvir os resultados e argumentos de cada um. SOCIALIZAÇÃO ( trocar emoções sentimentos despertado no processo vivenciado) * Quais os sentimentos que sentiram durante as vivências? * Que sentimentos de deixar o balão? * Se foi fácil ou difícil escolher o colega para sair do balão? * Ao ter que sair do balão o que sentiram? * Qual sentimento dos que ficaram no balão. * Como você se percebeu no grupo? CONTINUAÇÃO

11 ZEPELIM CONSIDERAÇÕES PESSOAIS No começo eu não havia entendido esta vivencia, ao longo da vivencia fui entrando no clima. O fato de trabalhar com a lu e a Rafaela foi muito gratificante.Na hora de resolver quem fica e quem sai eu fiquei muito confusa. Não sabia se ficava ou se eu pulava. Eu nem sabia ao certo o que estava fazendo.Depois eu e a rafaela resolvemos saltar e deixar a lu. Chegamos a esta conclusão de pular pois acredito que em certos momentos é preciso se tomar decisoes rapidas e inteligentes.Naquele momento eu e a rafa tinhamos muitas coisas a serem trabalhadas e resolidas.Enquanto a lu não estava preparada.Foi muito bom refletir ate que ponto nos sacrificamos pelos outros ou ate mesmo por nos( eu). voltar

12 O PRESENTE DESCRIÇÃO METODOLOGIA CONSIDERAÇÕES PESSOAIS

13 O PRESENTE FACILITADOR: Mônica saraiva silva, Rafael Rocha, Lucilaine de Fátima Santana. OBJETIVO: trabalhar a alteridade, o respeito, confiança e a responsabilidade social que o ser humano deve mostrar ao seu próximo, promover a reflexão sobre a necessidade de valorizar as características do outro. NÚMERO DE PARTICIPANTES: 20 pessoas. DURAÇAO: 1 h. MATERIAL: Papel Sulfite (meia folha para cada participante). Canetinhas. Som com CD. Texto de apoio. Caixa de bombom. Power Point. DESCRIÇAO

14 O PRESENTE METODOLOGIA DESENVOLVIMENTO: 01 Momento: será utilizado o CD com música para realizar o aquecimento. Em seguida as pessoas deverão ficar em dupla e irão percorrer a sala, sendo que um componente deverá está com os olhos fechados e o outro irá conduzi-lo. Depois será necessário inverter as funções dos participantes, pois, ficará um integrante estará guiando e o outro será guiado. Neste momento será necessário perguntar para as pessoas o que sentiram durante o processo do aquecimento. Se as pessoas confiaram nos guiadores e se elas sabiam aonde estavam quando estavam sendo conduzidas. 02 Momento: as pessoas irão se separar e formar novamente um círculo e cada um precisará receber uma folha sulfite e precisará escrever o próprio nome, estas folhas serão recolhidas ao final do momento. CONTINUACÃO

15 3 MOMENTO: Momento: As pessoas irão receber as folhas sulfite e deverá desenvolver um presente. Então será entregue uma folha sulfite ao qual o participante deve escrever o que quer pra si próprio, o que deseja pra sua vida, cada participante também ganhará um doce aleatório. 04 Momento: Os integrantes receberão a folha sulfite do segundo momento com o nome de uma participante aleatório a partir daí vem a escolha de dar o presente ( o doce mais o desejo ) ou escolher ficar com o presente ou ainda recusar presentes. Além de explicar o que pensou durante o processo da criação do presente. Sendo assim: Aquele que deu o presente, quem dá o presente sem preocupação de receber, não se prendeu ao que deseja pra si e soube compartilhar o que tem, a pessoa interagiu com seu próximo, tende a ver oportunidades na vida. O PRESENTE CONTINUAÇÃO

16 Aquele que recusou o presente fez sua escolha não por considerar que o presente do outro como melhor ou pior que o seu mais porque sabe o que quer. Aquele que manteve seu presente individualizou-se, exclui-se e esqueceu que nunca está sozinho, por mais que o desejo seja bom, nunca será alcançado sem o outro. Neste momento os integrantes deverão expor o que sentiu, o que desejou e o que recebeu foi o que esperava. 05 Momento: Será apresentado uma história que dá o exemplo da vivência, que demonstra a necessidade de valorizar o próximo e a dificuldade de decidir o que quer pra si e a coragem de escolher ou rejeitar o que não quer receber como presente. 06 Momento: Será discutido sobre o objetivo da vivência que era valorizar o outro, demonstrar a confiança, o respeito e a responsabilidade que os integrantes precisam ter no outro. E os sentimentos que cada um possui e que foi expressado na criação do presente e na entrega do presente. O PRESENTE voltar

17 O PRESENTE CONSIDERAÇÕES PESSOAIS Esta vivencia foi a que eu mais gostei! Eu me sentir muito feliz! Quando tive que dar os meus presentes para a pessoa com quem sai, no começo fiquei meio que com medo.Depois quando abri o papel e vi que eu tinha saído foi a kaessa fiquei muito satisfeita.Naquele momento percebi que a sensação de dar presente é muito melhor que ganhar. Eu não consigo nem dizer o que eu sentir porque eu fiquei tão feliz, mas tão feliz...Também fiquei muito satisfeita quando a sara me entregou o seu presente pois eu não tinha muito contato com ela; mas a maneira como ela me entregou o presente e como ela disse fez com que ficássemos mais próximas. voltar

18 A VELA DESCRICAO METODOLOGIA CONSIDERACOES FINAIS

19 A VELA FACILITADORAS: Beatriz de Jesus Chaves Eliz Maciel Michele Santos Medeiros OBJETIVO: Refletir sobre coisa que não conseguiu realizar e projetar a confiança noutra pessoa para a realização futura daquilo que gostaria, mas não tem mais tempo. MATERIAL: duas velas ( uma queimada quase no fim, uma inteira) som – CD (relaxarem, almofadas/colchonetes DESENVOLVIMENTO: Aquecimento - 10 min.. Ação – 30 min.. Socialização - 20 min.. Socialização - 15 min.. Processamento/mensagem – 10 min.. Avaliação - 05 min. DURAÇAO: 1h 10min. NUMERO DE PARTICIPANTES:ate 30 pessoas DESCRIÇÃO

20 A VELA METODOLOGIA O facilitador devera ter ã mão, visível, um toco de vela, bem pequeno, já quase no fim. A vela grande deverá estar guardada, sem que o grupo veja. PRIMEIRO AQUECIMENTO:Chegada – Relaxamento - Técnica de reflexão introdução percepção. VIVÊNCIA: Vela quase queimada.(uma vela quase no fim) Refletir as oportunidades passadas e não concretizadas. PRIMEIRO MOMENTO:Acender o toco de vela e colocar para os grupos as instruções. Esta vela que está se acabando é você. Ela representa o final das nossas atividades aqui. Muitas coisas poderiam ter sido realizadas, mas não foram, nem foram ditas. Você está no seu instante final e esta é uma oportunidade única – é a sua despedida. O que você gostaria de dizer ou a quem gostaria de se dirigir? CONTINUAÇÃO

21 Iniciar por um voluntário, que passará o toco da vela para o vizinho da direita, que se coloca e passa para a próxima pessoa e, assim, sucessivamente, até ter-se completado a roda: SEGUNDO MOMENTO: Acender a vela nova e grande. Recomeçar com o mesmo voluntário do início e dizer o seguinte: Esta vela é você em um novo começo, representando o que você não fez até hoje, mas gostaria de fazer. Que pessoa você escolheria para depositar toda a sua confiança e dar continuidade ao que você não pôde realizar? Dirija-se até ela e passe a vela Deixar os participantes livres para se dirigirem a quem quiserem 3 MOMENTO:SOCIALIZAÇÃO ( trocar emoções sentimentos despertado no processo vivenciado). A VELA CONTINUAÇÃO

22 * Quais os sentimentos que sentiram durante as vivências? * Que sentimentos diante da vela queimada, foi resgatado. * Se foi fácil ou difícil depositar a confiança no colega? * Diante da vela inteira qual a esperança para o novo? * Qual o olhar que interferiu na vivência? (entrega ou defesa) * Como você se percebeu no grupo? * Como percebeu seus colegas no grupo? * O que descobriu de novo a respeito do grupo? 4 MOMENTO:PROCESSAMENTO – MENSAGEM DE REFLEXÃO: UMA LINDA MENSAGEM O AMANHÃ PODE NÃO CHEGAR... Deixe alguém feliz... Hoje... E sempre! E principalmente... SEJA FELIZ VOCÊ TAMBÉM!!! AGORA. A VELA CONTINUAÇÃO

23 5 MOMENTO: AVALIAÇÃO DO PROCESSO VIVIDO NESTA DINÂMICA.O que a dinâmica pode mudar na vida de cada um?. Qual é a expectativa em relação a mensagem para vida de cada um. PROCESSAMENTO – Reflexão sobre a nossa vida A VELA voltar

24 A VELA CONSIDERAÇÕES PESSOAIS Esta vivencia eu simplesmente adorei Parei para reletir sobre se a pessoas que amo no decorrer da vivencia. Quando chegou o momento de refletir sobre o que eu faria se este fosse meu ultimo minuto, o que veio a minha mente foi apenas uma pessoa que eu amei fmuito mas que se foi pra sempre,sem que eu tivesse dito que eu o amava muuuuito. No decorrer da vivencia tive que me declarar e kaessa. Percebi que a declaraçao a ela é a mesmapara todas as pessoas que amo.OBRIGADA POR TUDO, NÃO PRECISO DIZER QUE TE ADORO POIS ISSO JÁ FAÇO TODOS OS DIAS apesar das nossas diferencias. voltar

25 A VIAGEM DESCRIÇAO METODOLOGIA CONSIDERAÇÕES PESSAOAIS

26 A VIAGEM DESCRIÇÃO FACILITADOR: Ana Sorandra Oliveira Kaessa Ribeiro de Deus, Rosemeire Cardoso. OBJETIVO:Promover descontração do grupo.Definir as prioridades pessoais. MATERIAL:Sala ampla, 01 balão para cada participante, pedaços de cordão, aparelho de som e música alegre.Papel e caneta para cada integrante, uma caixa de sapato. DESENVOLVIMENTO: 1-O facilitador solicitará ao grupo que fique no centro da sala, de pé. 2-Distribuir um balão e um pedaço de cordão para cada participante. VOLTAR

27 A VIAGEM METODOLOGIA PRIMEIRO MOMENTO: Solicitar aos participantes que escrevam uma frase que represente uma prioridade em sua vida.Recolher as frases e coloca-las na caixa de sapato. SEGUNDO MOMENTO: 1-O coordenador pede para cada pessoa escreva cinco sonhos pessoais de cada um. 2-E começa a dizer: a)Lembrando que esse sonho serão nossa bagagem de uma viagem muito especial, a viagem da sua vida, iremos para outro país, numa longa jornada. B)Com nossos sonhos e, mãos e saindo de casa, temos a primeira dificuldade, nem todos os sonhos cabem no carro que vai nos levar assim temos que abandonar um. continuação

28 . 3-Cada participante inflará seu balão, amarrará e prenderá no tornozelo direito. 4-Iniciar uma musica para todos dançarem. 5-Ao código do facilitador ou a uma pausa da musica.Os participantes poderão estourar os balões dos outros. 6-O jogo terminará ao final da musica. A VIAGEM CONTINUAÇÃO

29 C)Qual deles seria D)Seguindo viagem, nosso carro quebra e temos que seguir a pé, mas devido ao peso das nossas bagagens temos que deixar outra de lado, ficando somente com três. E)Qual sonho foi abandonado F) Em nossa caminhada nos deparamos com um cachorro que começa a correr atrás de nos para atacar, e para podermos escapar de uma mordida temos que deixar outro sonho, ficando com dois sonhos. G) Qual sonho ficou para trás H) Após um caminho tortuoso ate a entrada no outro pais, encontramos uma alfândega onde somos barradas e temos que seguir somente com uma mala, qual sonho deixamos I) Qual o nosso maior sonho que nunca abandonamos continuação A VIAGEM

30 Para o plenário: 1.O carro cheio representa a nossa família e ou amigos que nos fazem desistir de alguns sonhos O peso das malas representa o tempo no qual tentamos realizar esse sonho que pelo cansaço desistimos O cachorro tem conotação de perseguição, assim como Jesus disse que seus discípulos seriam perseguidos, isso é uma purificação Finalmente a alfândega que significa a porta dos céus, nossa última passagem antes de assumir um único sonho para nossa vida inteira. Ao final pede-se que cada participante pegue uma frase na caixa, aleatoriamente. Ao final pede-se que cada participante pegue uma frase na caixa, aleatoriamente. A VIAGEM CONTINUAÇÃO

31 REFLETIR 1-. Qual hora foi mais difícil para abandonar um sonho? 2 -O que me motiva durante as dificuldades? 3.-Que retribuição devo esperar se seguir corretamente todos os meus passos nesta viagem? 4-Qual a retribuição que Deus deu para mim? 5- Após a reflexão sobre os temas propostos pedir aos participantes para socializarem o que sentiram, durante o exercício. A VIAGEM VOLTAR

32 A VIAGEM CONSIDERAÇÕES PESSOAIS Quando pensei em fazer esta vivencia primeiramente eu quis analisar o que realmente era importante e quem é realmente importante em minha vida. A vivencia foi muito boa, acredito que poderia ter sio melhor se as pessoas tivessem entendido o que eu queria passar. Mas como nem tudo é perfeito saimos bem. Acredito que a muitas coisas a serem trabalhadas em mim, tanto no pessoal como profissional. Tenho a certeza de que as poucos vou aprendendo. Afinal ninguem nasce sabendo tudo, se fosse tudo seria perfeito. VOLTAR

33 Quem sou eu DESCRICAO METODOLOGIA CONSIDERACOES FINAIS

34 QUEM SOU EU DESCRIÇÃO Facilitador: Josy Aparecida Santos de Souza Marielle Vasconcelos Machado Sarah Furlanetto Alexandre Silva Objetivos: Possibilitar aos participantes uma reflexão acerca de si, retrospectiva de sua maneira de ser e características do dia-a-dia. Número de participantes: Aproximadamente 20 pessoas. Duração: Aproximadamente 50 minutos. Material: Equipamentos de som (CD, cassete) Colchonetes e almofadas; Data show. VOLTAR

35 QUEM SOU EU METODOLOGIA Desenvolvimento: 1 Momento: Aquecimento A) Posicionar os colchonetes em círculos, para que o ambiente fique desobstruído. B)Pedir que os participantes caminhem devagar e descontraidamente pela sala em silêncio. 3)Sugerir que cada um observe a sua maneira de caminhar, seus movimentos, bem como os das demais pessoas – Qual a imagem que você tem de cada uma delas?... Olhe para cada uma, toque-as, mas não fale nada... ande silenciosamente. 4)Solicitar que tirem os sapatos. CONTINUAÇÃO

36 2 Momento: Técnica Formar um grande círculo e conduzir uma seqüência de esvaziamento (alongamentos, aceleração de movimentos, grito, auto-percepção, auto-massagem, relaxamento) Colocar uma seqüência musical suave, de modo que as pessoas fiquem bem a vontade. Durante esse momento, procure não falar nem conversar com ninguém – é um momento seu você com você... portanto, usufrua dele o melhor possível. 3 Momento: Ação Conduzir a seqüência de relaxamento, até o momento de sugerir que todos se deitem no chão ou fiquem o mais confortável possível, ainda sem falar com ninguém. CONTINUAÇÃO QUEM SOU EU

37 .Procure apenas curtir esse tempo ai no chão... ouça a musica, fique com você um pouco Tente visualizar, mentalmente, como você é no dia-a- dia... quais as pessoas que convivem com você, o que você faz, como normalmente você é. Monitorar as informações, para a reflexão, de forma espaçada, permitindo um tempo para cada pessoa processar o que ouviu e o que vai refletir. Será que você se lembra de COMO VOCÊ ERA há... cinco anos? Que tipo de pessoa você era? O que você fazia? Quem convivia com você? Enfim, como era você a cinco? CONTINUAÇÃO QUEM SOU EU

38 Dar um tempo para cada um pensar sobre isso.Vamos mais longe: Será que você se lembra de como você era há dez anos? Quais eram os seus projetos naquela época? Que lugar lugares você freqüentava? Que pessoas faziam parte da sua vida? Tente ir o mais longe possível nas suas lembranças: você, bem mais jovem... você, adolescente... quem sabe, você, criança –quais eram as suas brincadeiras prediletas? Quem eram seus amigos? Quem foram os adultos da sua infância? Quais os seus lugares preferidos? Enfim... como você era quando criança?. Dar um tempo para este momento, também. Agora, venha, aos poucos, retornando, trazendo as suas lembranças até agora... Efetue o balanço de tudo – seus altos e baixos erro e acertos - e faça a seguinte pergunta pra você: Quem sou eu? Quem sou eu?. CONTINUAÇÃO QUEM SOU EU

39 Durante esse momento reflexivo final, com todos ainda no chão, colocar a música O Moço Velho(interpretação Silvio Cezar) ou Caçador de Mim(Milton Nascimento). Vá acordando aos poucos, espreguice-se, levante e fiquem sentados em círculos. Permaneça, ainda, em silêncio. 4 Momento: Socialização Quais as emoções e sentimentos experimentados durante essa vivência? Como foi o momento de retornar CINCO, DEZ ou mais anos? Como você está se sentindo agora? 5 Momento: Reflexão Portanto, ser pessoa é estar num processo dimânico, experimentar mais da vida, encontrar em vivenciar novos sentimentos, sofrer, alegrar-se... estar diferente. Em ouras palavras, se você me conheceu ontem, não pense que eu sou a mesma pessoa, hoje. É certo que mudei. É certo que tenho coisas novas a lhe oferecer e você a mim. CONTINUAÇÃO

40 Já dizia Exupéry: O essencial é invisível para os olhos, uma vez que se vê bem melhor com o coração. Por outro lado, tenho uma expressão popular que ilustra o quanto é difícil alguém conhecer alguém. Eu consigo conhecer uma determinada pessoa, no momento em que terminar um saco de sal com ela. A simples pergunta quem sou eu? Gera em nós os mais diversos sentimentos. Um deles é o conflito. Todas as pessoas, vez por outra, sentem-se hostis, interiores, sovinas, culpadas, generosas, amorosas, deprimidas ou felizes. E esses sentimentos, muitas vezes, são ignorados. CONTINUAÇÃO QUEM SOU EU

41 Uma pessoa precisa esforçar-se para desenvolver auto- aceitação e um equilibrado amor a si mesmo. Quem não se ama adequadamente, não pode amar a Deus, a outra pessoa ou a si mesmo. Só pra lembrar: O intelecto é imprescindível, racional, lógicos e crus, também. Os sentimentos, porém, são os que nos faz lembrar que somos gente. Albigenor e Rose Militão - texto escrito em fevereiro/97 QUEM SOU EU voltar

42 QUEM SOU EU CONSIDERAÇÕES PESSOAIS Esta vivencia eu pude relaxar em todos os sentidos..... Tive a oportunidade pensar sobre cada passo da minha vida.o que eu estou fazendo, como eu era, como eu sou,para onde vou, onde estou chegando, o que eu quero... Enfim são repostas muitas simples mas que sou posso entender o que sentir. Porque eu não sou a mesma pessoa? O tempo faz o que ninguem pode mudar voltar

43 TECNICA DA CORAGEM E DA CONFIANCA DESCRICAO METODOLOGIA CONSIDERACOES FINAIS

44 TECNICA DA CORAGEM E DA CONFIANÇA DESCRIÇÃO FACILITADOR: Daniely Kelly e Monalisa Campos Objetivos: Proporcionar de forma descontraída e motivadora o auto- conhecimento e o conhecimento mútuo do grupo; melhorar o relacionamento inter-grupal; aproximar as pessoas através da identificação de diferenças e semelhanças; exercitar o ouvir e o falar. Numero de participantes: 20 pessoas. Duração: 40 minutos. Material: Bexigas coloridas Papeletas com frases incompletas coLchonetes Cd Som Texto de apoio CONTINUAÇÃO

45 TECNICA DA CORAGEM E DA CONFIANÇA METODOLOGIA Desenvolvimento: 1° Momento(Aquecimento): Pedir que os integrantes façam um circulo, sentando-se em colchonete. Cada um deles receberá uma bexiga e a seguinte orientação vocês deverão encher as bexigas sem se preocuparem com as papeletas contidas no seu interior 2° Momento (Técnica): Depois de cheias, convida-los a jogar escravos de Jó (pode-se sugerir ao grupo um treino inicial para que todos joguem uniformemente) Anexo I. Ao termino do jogo estourar a bexiga que estiver em sua mão e resgatar a papeleta contida em seu interior. CONTINUAÇÃO

46 3° Momento (Ação): O participante deverá ler e refletir, individualmente, por aproximadamente 10 minutos, sobre as três frases incompletas escritas no papel, sendo que, duas delas (Adoro... e Detesto...) serão comuns a todos. 4° Momento (Socialização): Depois desse tempo, é solicitado que algum integrante do grupo inicie o relato das frases escritas e de sua reflexão sobre elas, seguindo em seqüência até o último participante. Finalizando, faz-se uma discussão sobre a experiência vivida. CONTINUAÇÃO TECNICA DA CORAGEM E DA CONFIANÇA

47 Esta dinâmica vem de uma brincadeira popular do mesmo nome, mas que nessa atividade tem o objetivo de "quebra gelo" podendo ser observado à atenção e concentração dos participantes. Em círculo, cada participante fica com uma bexiga (ou qualquer objeto rígido). Primeiro o Coordenador deve ter certeza de que todos sabem a letra da música que deve ser: Os escravos de jó jogavam cachangá; Tira, põe, deixa o zé pereira ficar; Guerreiros com guerreiros fazem zigue, zigue zá (Refrão que repete duas vezes) CONTINUAÇÃO TÉCNICA DA CORAGEM E DA CONFIANÇA

48 1º MODO NORMAL: Os escravos de jó jogavam cachangá (PASSANDO SUA BEXIGA PARA O OUTRO DA DIREITA); Tira (LEVANTA O TOQUINHO), põe (PÕE NA SUA FRENTE ), deixa o zé pereira ficar (APONTA PARA A BEXIGA NA FRENTE E BALANÇA O DEDO); Guerreiros com guerreiros fazem zigue (PASSANDO SUA BEXIGAPARA O OUTRO DA DIREITA), zigue (VOLTA SUA BEXIGA DA DIREITA PARA O COLEGA DA ESQUERDA), zá (VOLTA SUA BEXIGA PARA O OUTRO DA DIREITA) (Refrão que repete duas vezes). CONTINUAÇÃO TECNICA DA CORAGEM E DA CONFIANÇA

49 2º MODO: Faz a mesma seqüência acima só para a esquerda 3º MODO: Faz a mesma seqüência acima sem cantar em voz alta, mas canta- se em memória. 4º MODO: Faz a mesma seqüência acima em pé executando com um pé. 5º MODO: Faz a mesma seqüência acima com 2 toquinhos, um para cada lado TECNICA DA CORAGEM E DA CONFIANÇA voltar

50 TECNICAS DA CORAGEM E DA CONFIANÇA CONSIDERAÇÕES PESSOAIS Esta vivencia eu comecei com um pouco de medo... Quando eu retirei a missao de dancar forro, fiquei surpresa pois eu adoro forró e desejo cada vez mais estar apta a dançar. Porem as pessoas com que eu quero dançar não sabem, mas estao disponiveis a dançar. Porem eu não tenho paciencia suficiente para que eles aprendem e tbm nao tenho para ensinar.A minha impaciencia me faz perder muito. Afinal que perde sou eu.nao perco so o que quero( dançar) mas tambem me afasto das pessoas que gosto. Desejo trabalhar a minha impaciencia daqui para frente.pretendo tentar pelo menos. voltar


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