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Manter Pessoas: Disciplina, Higiene, Saúde e Segurança no trabalho e Relações Sindicais Prof. Rudy de Barros Ahrens www.rudybarros.com.br.

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1 Manter Pessoas: Disciplina, Higiene, Saúde e Segurança no trabalho e Relações Sindicais Prof. Rudy de Barros Ahrens

2 Conjunto de normas e procedimentos voltado para a integridade física e mental do trabalhador, preservando-o dos riscos de saúde inerentes às tarefas do cargo e ao ambiente físico onde são executadas (Chiavenato, 1999). HIGIENE NO TRABALHO

3 1)Ambiente físico de trabalho Iluminação – suficiente, constante e uniformemente distribuída Ventilação- circulação de ar, ausência de gases, Temperatura – umidade, altas e baixas Ruídos – contínuos, intermitentes ou variáveis. Limite 85 decibéis 2) Ambiente psicológico de trabalho Relacionamentos agradáveis; Atividade laboral motivadora; Gerência participativa e democrática; Eliminação de stress. HIGIENE NO TRABALHO ENVOLVE

4 3) Aplicação do princípios de ergonomia Máquinas e equipamentos adequados; Mesas e instalações ajustadas; Ferramentas que reduzam o esforço físico. 4)Saúde ocupacional Sua ausência causa: aumento nas indenizações; afastamentos por doenças; aumento dos custos de seguro; elevação do absenteísmo e rotatividade de pessoal; baixa produtividade e qualidade; pressões sindicais.

5 A importância da QVT reside no fato de que passamos no ambiente de trabalho mais de 8 horas por dia, durante pelo menos 35 anos de nossas vidas. Fonte: Antônio Lázaro Conte

6 horas trabalhadas

7 O que significa um trabalho com QVT? Você trabalhar com disposição, alegria, sentindo que e útil e que o seu trabalho e valorizado pela chefia. Acordar pela manha e não ter vontade de chorar só de pensar em vir para o trabalho. Sentir muito prazer e pouco incômodo em trabalhar, sendo reconhecido e valorizado. Poder vir trabalhar com prazer. Se sentir bem mesmo tendo que fazer o que não esta com vontade.

8 É o equilíbrio nas atividades desenvolvidas, ambiente físico adequado e um bom relacionamento entre chefias, subordinados e colegas. Ter as condições básicas de trabalho satisfeitas: bom ambiente, limpeza, iluminação, equipamentos adequados, salário condizente, possibilidade de inovar, perspectiva de carreira. Ambiente de trabalho: limpo, mobiliário adequado, privacidade, sem ruídos. Relações no trabalho: bom relacionamento entre os diversos níveis, comunicação clara e objetiva, respeito as desigualdades, incentivo das chefias, elaboração de metas realistas.

9 O que é um trabalho sem QVT? O volume de trabalho é muito grande e muitas vezes a pressão é grande. Isto faz com que alguns trabalhem bem mais do que outros. Distribuição desigual de trabalho. Quem não quer trabalhar não trabalha, se encosta, deixa o trabalho para os outros, sobrecarrega quem quer trabalhar e fica por isso mesmo, ganha seu salário integral e tudo bem. Insuficiência de funcionários para o número de processos.

10 A individualidade exagerada de alguns colegas no ambiente de trabalho. Há uma enorme disputa de poder e, não raro, muita deslealdade Funcionários são divididos em castas para distribuição de serviços, cursos e privilégios. Alguns colegas não tem espírito coletivo e não cumprem o horário de trabalho.

11 Falta de comunicação e sensibilidade da diretoria com os problemas da instituição. Falta de envolvimento do mais alto escalão da casa com o corpo de servidores. Falta comunicação entre as equipes do departamento. Ruídos na comunicação e falta de autonomia. A comunicação dos objetivos é deficiente; não sabemos nosso papel adequadamente; muitos da chefia não possuem conhecimentos gerenciais.

12 Efeitos sobre a organização Aumento do absentismo e dos acidentes no trabalho Diminuição da eficácia, da eficiência, da produtividade Déficit da qualidade dos produtos e serviços Deterioração da imagem da empresa Despesas com os afastamentos por problemas de saúde

13 Efeitos sobre a saúde Disfunções físicas, psicológicas e sociais essencialmente provocadas pelo confronto com determinados contextos de trabalho. Danos Psicológicos sentimentos negativos em relação a si mesmo e à vida em geral. Danos Sociais isolamento e dificuldades nas relações familiares e sociais. Danos Físicos dores no corpo e distúrbios biológicos

14 Efeitos sobre a saúde Doenças cardiovasculares, osteomusculares, distúrbios do sono, distúrbios digestivos, obesidade, diabetes, afecções dermatológicas, outras Depressão Fobias Síndrome do pânico Neuroses traumáticas Alcoolismo

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16 Fracasso Cultura Organizacional Contexto de trabalho Condições de Trabalho Relações Socioprofissionais Organização do Trabalho Prazer- sofrimento no trabalho Custo humano do trabalho Estratégias de mediação Saúde e QVT Sucesso Modelo conceitual explicativo da QVT Diálogo entre a ergonomia e a psicodinâmica do trabalho (Mendes e Ferreira, 2003, 2007) Doenças ocupacionais Danos físicos e psicossociais

17 Condições de trabalho Ambiente Físico Sinalização, espaço, ar, luz, temperatura, som. Instrumentos Ferramentas, máquinas, documentação. Suporte Organizacional Informações, suprimentos, tecnologias. Matéria Prima Objetos materiais, simbólicos, informacionais. Equipamentos Materiais arquitetônicos, aparelhagem, mobiliário.

18 Vivências de prazer-sofrimento O Prazer é uma vivência de realização profissional e de liberdade de expressão, originado na ressonância simbólica e/ou no uso da mobilização coletiva. O Sofrimento é uma vivência de esgotamento profissional e falta de reconhecimento, originado angústia, medo e insegurança proveniente das contradições entre desejo/necessidades do trabalhador e realidade da produção.

19 Estratégias para mediar o sofrimento no trabalho São modos individuais e/ou coletivas de pensar, sentir e agir, utilizados pelos trabalhadores, para dar conta das adversidades do contexto de trabalho Defensivas – proteção, adaptação, patológicas Mobilização subjetiva Inteligência prática Reconhecimento Coletivo de trabalho = cooperação, espaço público da fala

20 Pressupostos para implantar um programa de QVT A superação de ações localizadas, dispersas e isoladas em qualidade de vida impõe a formulação de uma política de qualidade de vida no trabalho - QVT As ações em QVT são uma responsabilidade institucional e tarefas de todos O modelo de gestão organizacional deve primar pela compatibilidade entre bem-estar dos servidores, desempenho funcional e missão institucional. Os contextos de trabalho refletem modos de produtividade perversa e saudável, favoráveis ou não a QVT.

21 Importância de um programa de QVT Clientes Fator de exercício de cidadania, reduzindo indicadores negativos como queixas, reclamações e insatisfação. Empregados Satisfação no trabalho e impulsionadores de auto-estima, contribuindo para reduzir indicadores negativos como absenteísmo, acidentes, doenças do trabalho, licenças-saúde e aposentadorias precoces Empresas Fator de efetividade organizacional, contribuindo para reduzir indicadores negativos como erros, retrabalho, perda de material, danificação de equipamentos, queda de produtividade e perda de qualidade nos serviços prestados

22 QVT – MAX GEHRING

23 Algumas diretrizes para implantar um programa de QVT

24 Responsabilidades, comprometimento, parcerias e participação Um programa de QVT precisar envolver responsabilidade institucional, responsabilidade social, de comprometimento de dirigentes em todos níveis hierárquicos, de parcerias intersetoriais e da participação efetiva dos empregados.

25 Cultura organizacional do bem-estar coletivo Desenvolvimento de uma cultura organizacional do bem-estar coletivo ancorada na prevenção de riscos para a saúde, segurança e conforto dos empregados, no desenvolvimento profissional e na valorização da função social da empresa

26 Gestão organizacional voltada para integração entre produtividade e bem-estar As concepções e as práticas de gestão organizacional devem primar pela edificação de um ambiente de trabalho que promova a produtividade, realização profissional, motivação e o prazer dos empregados, bem como um clima de satisfação na convivência com os chefes, colegas e clientes.

27 As concepções e as práticas de gestão do trabalho devem se orientar pelo exercício responsável da autonomia, cooperação, flexibilidade do processo de trabalho e valorização das competências e saber fazer dos empregados. Gestão do trabalho

28 O planejamento de tarefas, os critérios de produtividade e a avaliação de desempenho dos empregados devem ser concebidos em sintonia com a política de QVT. Tarefas, produtividade e avaliação de desempenho

29 A disponibilização de suporte organizacional aos empregados deve pautar-se por uma adequabilidade dos meios de trabalho que busque a compatibilidade entre as exigências do trabalho, as características dos ambientes e as necessidades / expectativas de servidores e clientes, contemplando, inclusive, as pessoas com necessidades especiais. Suporte organizacional

30 A política e ações de educação corporativa, em especial todas as iniciativas de desenvolvimento de competências individuais e coletivas, devem ser compatíveis com a concepção de qualidade de vida no trabalho – QVT. Educação corporativa

31 O monitoramento da incidência de doenças e a prevenção de riscos à saúde e à segurança dos empregados devem se apoiar em pesquisas científicas, na clinica do trabalho,ações de controle médico – com ênfase na realização sistemática de Exames Médicos Periódicos EMP – e nas ações de engenharia de segurança do trabalho no âmbito dos riscos físico-ambientais. Prevenção de riscos

32 Extensão das ações e parcerias A implementação de ações de qualidade de vida no trabalho - QVT deve abranger toda a comunidade, incluindo trabalhadores terceirizados, estagiários e aprendizes, em parceria com as empresas contratadas, com base nos princípios de eqüidade e co- responsabilidade e na legislação vigente.

33 As ações complementares de natureza assistencial, voltadas para atividades de combate à fadiga ou atenuação do desgaste proveniente da desmotivação e do ambiente de trabalho, devem ser consideradas nos programas de QVT. Desenvolvimento de ações assistenciais compensatórias

34 Assistência medica preventiva; Estatísticas de afastamento; Acompanhamento de doenças; Regras e procedimentos. SAÚDE OCUPACIONAL

35 PRINCIPAIS PROBLEMAS DE SAÚDE OCUPACIONAL Alcoolismo; Dependência química de drogas; Dependência medicamentos; Fumo; AIDS; Exposição produto químico.

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38 SEGURANÇA NO TRABALHO Conjunto de normas técnicas, educacionais, médicas e psicológicas usadas para prevenir acidentes, seja instruindo/convencendo pessoas da implementação de práticas preventivas (Chiavenato,1999).

39 Áreas da Segurança do trabalho 1)Prevenção de acidentes Acidente – fato súbito, inesperado, sem intenção, que produz morte, lesão corporal ou dano material Acidente de trajeto = acidente de trabalho 2)Prevenção de roubos(Segurança patrimonial) Controle de entrada e saída de pessoas e veículos; Estacionamento fora da área da empresa; Ronda pelos terrenos e no interior da empresa; Registro de máquinas, equipamentos e ferramentas. Controles contábeis;

40 Áreas da Segurança do trabalho 3) Prevenção de incêndios TEMPERATURA OXIGÊNIO COMBUSTÍVEL

41 CLASSIFICAÇÃO TIPOS ACIDENTES a)Sem afastamento – analisado/ausente das estatísticas. b)Com afastamento Incapacidade temporária (- de 1 ano); Incapacidade permanente parcial (-3/4 da capacidade); Incapacidade total permanente (-3/4 ou + da capacidade) c) Morte

42 Condição insegura; Agente (Objeto); Parte do agente (Parte objeto); Ato inseguro; Fator pessoal de segurança. CAUSAS DE ACIDENTES DE TRABALHO

43 ATO INSEGURO ATO INSEGURO É a maneira como as pessoas se expõem, consciente ou inconscientemente, a riscos de acidentes. São esses os atos responsáveis por muitos dos acidentes de trabalho e que estão presentes na maioria dos casos em que há alguém ferido.

44 · Ficar junto ou sob cargas suspensas. · Usar máquinas sem habilitação ou permissão. · Lubrificar, ajustar e limpar maquina em movimento. · Inutilizar dispositivos de segurança. · Uso de roupa inadequada. · Transportar ou empilhar inseguramente. · Tentar ganhar tempo · Expor partes do corpo, a partes móveis de maquinas ou equipamentos. · Imprimir excesso de velocidade. · Improvisar ou fazer uso de ferramenta inadequada a tarefa exigida. · Não utilizar EPI. · Manipulação inadequada de produtos químicos. · Fumar em lugar proibido. · Consumir drogas, ou bebidas alcoólicas durante a jornada de trabalho. Abaixo alguns exemplos de atos inseguros mais conhecidos:

45 Condições inseguras nos locais de serviço são aquelas que compreendem a segurança do trabalhador. São as falhas, os defeitos, irregularidades técnicas e carência de dispositivos de segurança que pões em risco a integridade física e/ou a saúde das pessoas e a própria segurança das instalações e equipamentos CONDIÇÃO INSEGURA

46 · Falta de proteção em máquinas e equipamentos · Deficiência de maquinário e ferramental · Passagens perigosas · Instalações elétricas inadequadas ou defeituosas · Falta de equipamento de proteção individual · Nível de ruído elevado · Proteções inadequadas ou defeituosas · Má arrumação/falta de limpeza · Defeitos nas edificações · Iluminação inadequada · Piso danificado · Risco de fogo ou explosão Abaixo alguns exemplos de condições inseguras mais comumente conhecidas:

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73 Riscos – De origem elétrica; – De queda; – Transporte e com equipamentos; – Ataques de insetos; – Riscos Ocupacionais; – Riscos Ergonômicos; – Ataque de animais peçonhentos/domésticos.

74 Riscos de origem elétrica Riscos de origem elétrica Choque elétrico; Campo elétrico; Campo eletromagnético. Riscos de queda Riscos de queda As quedas, conseqüência de choques elétricos, de utilização inadequada de equipamentos de elevação (escadas, cestas, plataformas), falta ou uso inadequado de EPI, falta de treinamento dos trabalhadores, falta de delimitação e de sinalização do canteiro do serviço e ataque de insetos.

75 Riscos no transporte e com equipamentos Riscos no transporte e com equipamentos Veículos a caminho dos locais de trabalho em campo, o deslocamento diário dos trabalhadores até os efetivos pontos de prestação de serviços.

76 Riscos de ataques de insetos, Animais peçonhentos/domésticos Riscos de ataques de insetos, Animais peçonhentos/domésticos Na execução de serviços em torres, postes, subestações, usinas, leitura de medidores, serviços de poda de árvores e outros pode ocorrer ataques de insetos, tais como abelhas e formigas.

77 Riscos ocupacionais Riscos ocupacionais Consideram-se riscos ocupacionais, os agentes existentes nos ambientes de trabalho, capazes de causar danos à saúde do empregado.

78 Riscos ergonômicos Riscos ergonômicos 1) Biomecânicos: posturas inadequadas de trabalho, levando a intensas solicitações musculares, levantamento e transporte de carga, etc. 2) Organizacionais: pressão psicológica para atendimento a emergências ou a situações com períodos de tempo rigidamente estabelecidos, pressões da população com falta do fornecimento de energia elétrica. 3) Psicossociais: elevada exigência cognitiva necessária ao exercício das atividades. 4) Ambientais: risco ambiental compreende os físicos, químicos e biológicos; esta terminologia fica inadequada, deve-se separar os riscos provenientes de causas naturais (raios, chuva, terremotos, ciclones, ventanias, inundações, etc.).

79 Definições – Risco: capacidade de uma grandeza com potencial para causar lesões ou danos à saúde das pessoas. Os riscos podem ser eliminados ou controlado. – Perigo: situação ou condição de risco com probabilidade de causar lesão física ou dano à saúde das pessoas por ausência de medidas de controle.

80 Definições – Causa de acidente é a qualificação da ação, frente a um risco/perigo, que contribuiu para um dano seja pessoal ou impessoal. Ex.: A avenida com grande movimento não constitui uma causa do acidente, porém o ato de atravessá-lá com pressa, pode ser considerado como uma das causas. – Controle é uma ação que visa eliminar/controlar o risco ou quando isso não é possível, reduzir a níveis aceitáveis o risco na execução de uma determinada etapa do trabalho, seja através da adoção de materiais, ferramentas, equipamentos ou metodologia apropriada.

81 Análise Preliminar de Risco (APR) – Trata-se de uma técnica de análise prévia de riscos. – Análise Preliminar de Risco é uma visão do trabalho a ser executado, que permite a identificação dos riscos envolvidos em cada passo da tarefa, e ainda propicia condição para evita-los ou conviver com eles em segurança. – Por se tratar de uma técnica aplicável à todas as atividades, a técnica de Análise Preliminar de Risco é o fato de promover e estimular o trabalho em equipe e a responsabilidade solidária.

82 ANÁLISE PRELIMINAR DE RISCO (APR)

83 Check list – O objetivo é criar o hábito de verificar os itens de segurança antes de iniciar as atividades, auxiliando na prevenção dos acidentes e no planejamento das tarefas, enfocando os aspectos de segurança. – Será preenchido de acordo com as regras de Segurança do Trabalho. A Equipe somente iniciará a atividade, após realizar a identificação de todos os riscos, medidas de controle e após concluir o respectivo planejamento da atividade.

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85 SOLUÇÕES

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87 CIPA – Comissão interna de prevenção de acidentes Imposição legal da CLT –NR 05; Representantes do empregado e empregador; Aponta condições e atos inseguros; Fiscaliza o que já existe.

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89 LEGISLAÇÃO TRABALHISTA


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