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MESA REDONDA Impactos da qualificação profissional na competitividade do setor. Delmar Barros Ribeiro - ArcelorMittal Principais tendências do setor X.

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1 MESA REDONDA Impactos da qualificação profissional na competitividade do setor. Delmar Barros Ribeiro - ArcelorMittal Principais tendências do setor X perfil profissional. Marcelo de Mattos - consultor Formação de bases de dados sobre a oferta e demanda de competências. Américo Tristão Bernardes– INMETRO/UFOP Talentos para a inovação na indústria - experiências internacionais. Aline Bufato- ABDI Necessidades de recursos humanos e retenção de talentos da siderurgia

2 MESA REDONDA CONTEXTUALIZAÇÃO Necessidades de recursos humanos e retenção de talentos da siderurgia

3 CONTEXTO País A vantagem competitiva de um país depende cada vez mais da capacitação de seus cidadãos e da qualidade dos conhecimentos que são capazes de produzir e de transferir para os sistemas produtivos (Mapa estratégico da industria , CNI; 2005).

4 CONTEXTO País A vantagem competitiva de um país depende cada vez mais da capacitação de seus cidadãos e da qualidade dos conhecimentos que são capazes de produzir e de transferir para os sistemas produtivos (Mapa estratégico da industria , CNI, 2005).

5 CONTEXTO Empresa Uma empresa que usa tecnologias avançadas tende a empregar trabalhadores mais qualificados, que compreendem e podem operar as novas técnicas e, ao mesmo tempo, empregados capacitados podem melhorar o desempenho tecnológico e a competitividade da firma, contribuindo assim para o seu potencial criativo. (IPEA, 2006, p. 374)

6 CONTEXTO Empresa Uma empresa que usa tecnologias avançadas tende a empregar trabalhadores mais qualificados, que compreendem e podem operar as novas técnicas e, ao mesmo tempo, empregados capacitados podem melhorar o desempenho tecnológico e a competitividade da firma, contribuindo assim para o seu potencial criativo. (IPEA, 2006, p. 374)

7 CONHECIMENTO, CAPITAL HUMANO E CRESCIMENTO ECONÔMICO A economia do conhecimento é um mundo em que trabalhadores inovadores e com boa escolaridade – e não matérias-primas e capacidade de produção industrial – são a chave da competitividade e do crescimento.

8 CONHECIMENTO, CAPITAL HUMANO E CRESCIMENTO ECONÔMICO A economia do conhecimento é um mundo em que trabalhadores inovadores e com boa escolaridade – e não matérias-primas e capacidade de produção industrial – são a chave da competitividade e do crescimento.

9 A ORIGEM DO CRESCIMENTO Interação entre o capital físico e o capital humano. É imprescindível a adequação dos sistemas educacionais ineficientes e desiguais, que não estão produzindo o capital humano necessário à competitividade global atual. Novo paradigma: o conhecimento constitui-se cada vez mais o elemento central da vantagem comparativa de um país. Comércio internacional - médio ou alto conteúdo de tecnologia (World Bank) 33%, em 1976, 54%, em 1996, 64% em 2003 A inovacao contribui com mais de 50% do PNB dos paises avancados ( OCDE).

10 ESTRUTURA CONCEITUAL CRESCIMENTO INOVAÇÃO - Aquisição de conhecimento global - Criação de conhecimento próprio - Difusão do uso do conhecimento existente no país CLIMA DE INVESTIMENTOS (ambiente macroeconômico) - Condições macroeconômicas - Infra-estrutura fisica - Estado de direito - Política de competitividade - Governabilidade - Segurança Mercado de trabalho Mercado de capital CAPITAL FÍSICO - Utilização de capacidade - Depreciação do capital CAPITAL HUMANO - Educação - Habilidades - Treinamento (Banco Mundial)

11 ESTRUTURA CONCEITUAL CRESCIMENTO INOVAÇÃO - Aquisição de conhecimento global - Criação de conhecimento próprio - Difusão do uso do conhecimento existente no país CLIMA DE INVESTIMENTOS (ambiente macroeconômico) - Condições macroeconômicas - Infra-estrutura fisica - Estado de direito - Política de competitividade - Governabilidade - Segurança Mercado de trabalho Mercado de capital CAPITAL FÍSICO - Utilização de capacidade - Depreciação do capital CAPITAL HUMANO - Educação - Habilidades - Treinamento (Banco Mundial)

12 Estímulo à inovação Crescimento do Brasil exportação de commodities nos mercados mundiais e de produtos manufaturados para países latino- americanos É necessário maior valor agregado com aumento da inovação: –pesquisa excessivamente teórica nas universidades públicas e –falta de investimento do setor privado. Capacitação é o pré-requisito fundamental para que a Inovação ocorra na plenitude. Além disso, investir mais em capital humano, como a Irlanda, China, Coréia do Sul e Cingapura, entre outros.

13 Estímulo à inovação aquisição de conhecimento e tecnologia do exterior para uso e adaptação local; criação e comercialização de novos conhecimentos e tecnologia; disseminação e aplicação do conhecimento e da tecnologia que já estejam disponíveis no País, e ainda não amplamente utilizados. Vertentes de Inovação:

14 Criação de novos conhecimentos e tecnologias Requer todo um conjunto de atividades preliminares, desde P&D e pesquisas de mercado à construção das instalações de produção necessárias, entre outras Devido à complexidade precisam de trabalhadores com níveis mais altos de qualificação e de amplo treinamento no trabalho.

15 Aquisição e adaptação de tecnologias estrangeiras Importação de novos equipamentos (tecnologia embarcada). Fatores essenciais: trabalhadores - aprender a operar novas máquinas e conhecer o seu sistema de manutenção. planejadores e supervisores -capacidade de solucionar problemas de adaptação dos equipamentos e de rever os processos e procedimentos para obter o máximo de desempenho Habilidades básicas dos operadores e a qualificação avançada dos supervisores e planejadores são essenciais.

16 Uso, adaptação e difusão da tecnologia existente Absorção e o uso das tecnologias que já existem no país e que já estejam sendo empregados em algum local. O que importa é o que ocorre no chão de fábrica. - os trabalhadores podem adotar diretamente novas práticas? - os trabalhadores podem realizar as mesmas atividades fazendo o melhor uso do equipamento e dos insumos já existentes? A falta de capacitação básica é o maior obstáculo ao uso de novas tecnologias e equipamentos ou ao livre fluxo de práticas inovadoras nas empresas. Trabalhadores sem qualificação são avessos ao risco e se sentem mais confortáveis executando procedimentos simples e rotineiros, que não exigem conhecimento adicional.

17 A formação do capital humano em perspectiva: o Brasil e seus concorrentes A Coréia do Sul e Cingapura, depois a China > investiram maciçamente na educação básica. Inovação = aquisição e adaptação de conhecimento e tecnologia estrangeira, na qual a capacitação básica desempenhou um papel essencial. Outros, como a Índia > grande investimento no ensino superior. Inovação = a criação e comercialização de conhecimento Como esses países aperfeiçoaram seus sistemas educacionais para responder à nova realidade? Definindo, e implementando iniciativas coordenadas entre os governos e os setores produtivos,

18 A formação do capital humano em perspectiva: o Brasil e seus concorrentes As nações bem sucedidas na economia do conhecimento implementaram amplas reformas, estruturadas em rede, em seus setores de educação, atribuindo a essas políticas um caráter prioritário

19 O sistema de ensino fundamental do Brasil: capacidade de formar capital humano para inovação e crescimento Trabalhadores com sólida capacitação básica para usar e adaptar as novas tecnologias são necessários no chão de fábrica.... e são tão essenciais quanto os engenheiros, os administradores e os pesquisadores, cujas atividades de P&D podem levar a novas descobertas e aplicações.

20 O sistema de ensino fundamental do Brasil: capacidade de formar capital humano para inovação e crescimento Trabalhadores com sólida capacitação básica para usar e adaptar as novas tecnologias são necessários no chão de fábrica.... e são tão essenciais quanto os engenheiros, os administradores e os pesquisadores cujas atividades de P&D podem levar a novas descobertas e aplicações.

21 O sistema de ensino médio do Brasil: capacidade de formar capital humano para inovação e crescimento Um ensino fundamental de alto nível é essencial para a qualidade do nível médio, assim como o ensino médio é uma condição para o bom desempenho da educação superior.

22 Capacitação avançada fora do sistema escolar Provas de validação, assim com o a certificação profissional periódica, deveriam ser dirigidas aos adultos, enfatizando a idéia de que o aprendizado não se restringe às escolas, mas é um empreendimento para a vida inteira.

23 Capacitação avançada fora do sistema escolar Provas de validação, assim com o a certificação profissional periódica, deveriam ser dirigidas aos adultos, enfatizando a idéia de que o aprendizado não se restringe às escolas, mas é um empreendimento para a vida inteira.

24 Há uma discrepância entre a formação dos estudantes e as exigências de qualificação da força de trabalho: o desemprego entre os que têm nível superior vem crescendo mais rapidamente do que o índice geral, devido à baixa qualificação. O sistema de ensino superior do Brasil: capacidade de formar capital humano para inovação e crescimento

25 Há uma discrepância entre a formação dos estudantes e as exigências de qualificação da força de trabalho: o desemprego entre os que têm nível superior vem crescendo mais rapidamente do que o índice geral, devido à baixa qualificação. O sistema de ensino superior do Brasil: capacidade de formar capital humano para inovação e crescimento

26 Conclusões: a educação e o futuro Perfil da competitividade = pólos de excelência (Petrobras, Embraer, EMBRAPA e outras). O desenvolvimento das cadeias produtivas, enfatizando a inovação, nas pequenas e médias empresas necessitam de uma oferta estável de trabalhadores qualificados. Preocupação = o sistema de educação do Brasil é pouco produtivo e não está contribuindo adequadamente para o país competir em um mundo cada vez mais globalizado.

27 Para o equacionamento e implementação de soluções para estes problemas é imprescindível a somatória das forças sociais, representadas pelo governo, as associações setoriais e as empresas, estruturadas em redes colaborativas. A formação e qualificação do capital humano deve ser tratada como alta prioridade da agenda nacional e como sustentação da estratégia de desenvolvimento do país. Conclusões: a educação e o futuro

28 Para o equacionamento e implementação de soluções para estes problemas é imprescindível a somatória das forças sociais, representadas pelo governo, as associações setoriais e as empresas, estruturadas em redes colaborativas. A formação e qualificação do capital humano deve ser tratada como alta prioridade da agenda nacional e como sustentação da estratégia de desenvolvimento do país. Conclusões: a educação e o futuro

29 OBRIGADO! Gilberto Luz Pereira Associação Brasileira de Metalurgia, Materiais e Mineração

30 MESA REDONDA Impactos da qualificação profissional na competitividade do setor. Delmar Barros Ribeiro - ArcelorMittal Principais tendências do setor X perfil profissional. Marcelo de Mattos - consultor Formação de bases de dados sobre a oferta e demanda de competências. Americo T. Bernardes– INMETRO/UFOP Talentos para a inovação na indústria - experiências internacionais. Aline Bufato- ABDI Necessidades de recursos humanos e retenção de talentos da siderurgia


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