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Em 1854, o Sr. Fortier, magnetizador, conhecido do professor Rivail chamou-lhe a atenção sobre os fenômenos das mesas girantes. No início de 1855 o Sr.

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2 Em 1854, o Sr. Fortier, magnetizador, conhecido do professor Rivail chamou-lhe a atenção sobre os fenômenos das mesas girantes. No início de 1855 o Sr. Carlotti foi o primeiro a fa- lar com o professor Rivail sobre as manifestações dos Espíritos. Em maio de 1855, convidado para assistir a uma reunião na casa da Srª. Plainemaison, presenciou pela primeira vez o fenômeno das mesas que gira- vam, saltavam, e respondiam às perguntas formu- ladas pelos presentes. Conheceu nesta reunião a família Baudin, cujo lar passou a frequentar.

3 Na casa do senhor Baudin, Rivail fez seus pri- meiros estudos sérios em Espiritismo, servindo da mediunidade das meninas Julie e Caroline Baudin. aplicou a essa nova ciência o método da experi- mentação; nunca formulou teorias preconcebidas; observava atentamente, comparava, deduzia as consequências; dos efeitos procurava remontar às causas pela dedução, pelo encadeamento lógico dos fatos, não admitindo como válida uma explicação, senão quando ela podia resolver todas as dificuldades da questão.

4 A princípio, Rivail longe de ser um entusiasta dessas manifestações e absorvido por outras preocupações esteve a ponto de as abandonar, o que talvez, tivesse feito se não fossem as solicitações dos Srs. Carlotti, René Taillandier, Tiedeman-Manthèse, Sardou pai e filho, e Diddier, editor, que acompanhavam havia cinco anos o estudo desses fenômenos e tinham reunido cinquenta cadernos de comunicações diversas, que não conseguiam pôr em ordem.

5 O Sr. Rivail lançou-se à obra: tomou os cadernos, anotou-os com cuidado. Após atenta leitura suprimiu as repetições e pôs na respectiva ordem cada ditado, cada relatório de sessão; assinalou as lacunas a preencher, as obscuridades a aclarar e preparou as perguntas necessárias para chegar a este resultado. Em 1856, o Sr. Rivail, frequentou as reuniões espíri- tas que se realizavam em casa do Sr. Roustan com a jovem Ruth-Céline Japhet, sonâmbula, que obtinha como médium comunicações muito interessantes com o auxílio da cesta de bico, para as revisões das respostas obtidas das diversas perguntas aos espí- ritos.

6 Não contente com estas revisões, entrou em contato outros médiuns para propor análise das questões que lhe pareciam mais espinhosas. Foi assim que mais de dez médiuns prestaram seus concursos a esse trabalho. E foi da compa- ração e da fusão de todas essas respostas coor- denadas, classificadas e muitas vezes refeitas no silêncio da meditação, que formou a primeira edi -ção de O Livro dos Espíritos.

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10 A CAPA DA 1ª EDIÇÃO LANÇADA EM 18/04/1857

11 lançada em 18 de abril de 1857, em Paris; tem formato grande com 176 páginas; contém 501 questões divididas em 3 partes: Doutrina Espírita, Leis Morais e Esperanças e Consolações; as páginas são divididas em 2 colunas: a primeira conten- do as perguntas e respostas dos Espíritos e a segunda con- tendo os textos corrigidos relacionados a elas; contém um índice remissivo que foi suprimido depois; contém um capítulo chamado Manifestações Espíritas que foi suprimido na 2ª edição e transcrito na Segunda Parte, Ca- pítulo I de O Livro dos Médiuns (1861); esta edição foi escrita quase que inteiramente através da mediunidade das meninas Julie e Caroline Baudin. PRIMEIRA EDIÇÃO

12 Apesar do término da Inquisição na Europa em 1834, todo livro para ser publicado, o autor teria que apresentar os originais à Igreja Romana para que pessoas escolhidas analisassem a obra e aplicassem os selos: Kardec seguiu todos os trâmites para que mais tarde fosse publicado no boletim da Igreja o seguinte: Nihil Obstat Index Librorum Prohibitorum O Livro dos Espíritos, do Sr. Allan Kardec, tem tudo que é necessário para que uma vez entendido e vivido, conduza o indivíduo humano ao reino dos céus. (Abade Leçanu) A AUTORIZAÇÃO DA IGREJA ROMANA

13 LOCAL DE LANÇAMENTO Palais Royal, Galeria D'Orleans, na Livraria Dantu

14 lançada em 16 de março de 1860, em Paris; contém 1018 questões numeradas e divididas em 4 partes (atuais); esta edição foi composta de 2 impressões ou tiragens; na 1ª impressão as questões do livro estavam numeradas de 1 a 1018, incluindo a 1011; na 2ª impressão, considerada a edição definitiva da obra e publicada no mesmo ano, não aparece a questão de nº 1011; a questão de nº 1011 estava numerada como 1012 cuja numeração segue ordenadamente até o nº 1019; alguns estudiosos concluíram que era propósito do autor (Allan Kardec) identificar pelo número 1011 a questão que se segue à de nº 1010; SEGUNDA EDIÇÃO

15 a ausência desta questão permaneceu nas demais edições francesas publicadas enquanto Kardec estava encarnado; alguns autores entendem que isto não passa de um simples descuido de revisão gráfica; a capa passa a conter o título Filosofia Espiritualista; passa a conter a Introdução ao Estudo da Doutrina Espíri- ta; possui um prefácio de Allan Kardec na 2ª edição que foi retirado posteriormente, em que ele explica o porquê e a organização da nova edição; a organização passa a ser em forma de notas e não mais em duas colunas, o que tornaria a impressão inviável; a nova edição é submetida à analise de diversos outros Espíritos.

16 PHILOSOPHIE SPIRITUALISTE –––––––– LE LIVRE DES ESPRITS CONTENANT LES PRINCIPES DE LA DOCTRINE SPIRITE SUR LIMMORTALITÉ DE LÂME, LA NATURE DES ESPRITS ET LEUR RAPPORTS AVEC LES HOMMES; LES LOIS MORALES, LA VIE PRÉSENTE, LA VIE FUTURE ET LAVENIR DE LHUMANITÉ Selon lenseignement donné par les Esprits supérieurs à 1aide de divers médiums RECUEILLIS ET MIS EN ORDRE PAR ALLAN KARDEC –––––––– SECONDE EDITION Entièrement refondue et considérablement augmentée PARIS DIDIER ET C ie, LIBRAIRES-ÉDITEURS 35, QUAI DES AUGUSTINS LEDOYEN, Libraire, Galérie dOrléans, 31 AU PALAIS-ROYAL 1860 Réserve de tous droits. FILOSOFIA ESPIRITUALISTA (...) O Livro dos Espíritos (...), como generalidade prende-se a doutrina espiritualista(...). Esta a razão porque traz no cabeçalho do seu título as palavras Filosofia Espiritualista. ( Allan Kardec em L. E. – Introdução ao estudo da Doutrina Espírita ).

17 586. P.: Têm as plantas consciência de que existem? R.: Não, pois que não pensam; só têm vida orgânica e intuitiva P.: Têm as plantas consciência de que existem? R.: Não, pois que não pensam; só têm vida orgânica e intuitiva. lançada em 1861, em Paris; corrige uma errata de uma questão; a errata foi na questão 586 que continha um erro doutri- nário: QUINTA EDIÇÃO

18 no final da questão nº 165 havia o seguinte texto que foi acrescentado na 5ª edição e suprimido nas novas edições com o acréscimo de outro texto de sentido mais amplo: Na morte natural, a perturbação começa antes da cessação da vida orgânica, perdendo o Espírito toda a consciência de si mesmo no momento da morte. Segue-se daí que ele jamais testemunha o último suspiro. As convulsões da agonia são efeitos nervosos que quase nunca o afetam. Dizemos quase porque em certos casos tais sofrimentos lhe podem ser impostos como expiação.

19 Entre os Espíritos não encarnados, há aqueles que têm missões a cumprir, que se entregam às ocupações ativas, gozando de relativa felicidade. Outros como que flutuam no vazio e na incerteza; são estes os errantes na acepção própria do termo, constituindo, na realidade, o que se designa almas a penar. Os primeiros nem sempre se consideram errantes, porque fazem uma distinção entre sua situação e a dos outros. Entre os Espíritos não encarnados, há aqueles que têm missões a cumprir, que se entregam às ocupações ativas, gozando de relativa felicidade. Outros como que flutuam no vazio e na incerteza; são estes os errantes na acepção própria do termo, constituindo, na realidade, o que se designa almas a penar. Os primeiros nem sempre se consideram errantes, porque fazem uma distinção entre sua situação e a dos outros. na questão nº 226, no final da nota havia o texto que foi substituído nas edições seguintes por outro de sentido semelhante:

20 Os Espíritos também podem, quando necessário, se reconhecerem pela aparência que tinham quando vivos. Ao Espírito que acaba de chegar, e ainda pouco familiarizado com seu novo estado, os Espíritos que o vêm receber apresentam-se sob uma forma que lhe permite reconhecê-los. na questão nº 285 havia o seguinte texto que também foi suprimido das edições seguintes, sem haver outro que o substitua:

21 lançada em 1865, em Paris; faz pequenas modificações de forma e algumas modifica- ções de conteúdo; todas as modificações foram incorporadas às edições posteriores e às traduções para a língua portuguesa; principais modificações de conteúdo: Com relação aos argumentos da reencarnação: Com relação a origem do Espírito: C Comentários acrescentados ao final da questão nº 222: As próprias palavras de Jesus não permitem dúvidas a tal respeito. Eis o que se lê no Evangelho de São João, capítulo III: (...). C Comentários acrescentados ao final da questão nº 222: As próprias palavras de Jesus não permitem dúvidas a tal respeito. Eis o que se lê no Evangelho de São João, capítulo III: (...). Comentários acrescentados ao final da questão nº 613: O ponto inicial do espírito é uma destas questões que se prendem a origem das coisas e de que Deus guardou o segredo. Dado não é ao homem conhecê-los de modo absoluto (...). Comentários acrescentados ao final da questão nº 613: O ponto inicial do espírito é uma destas questões que se prendem a origem das coisas e de que Deus guardou o segredo. Dado não é ao homem conhecê-los de modo absoluto (...). DÉCIMA TERCEIRA EDIÇÃO (ATUAL)

22 O livreiro Maurice Lachâtre, foi um grande propagandista do Espi- ritismo na Espanha e havia encomendado trezentos volumes de di- versos títulos espíritas a Allan Kardec. O material chegou à Espanha através de tramitação legal, com im- postos e taxas devidamente pagos por Kardec e com a documenta- ção correta. Antes que os mesmos fossem entregues, uma relação dos títulos foi repassada ao bispo de Barcelona, pois, a liberação de livros ou sua censura, competia à autoridade eclesiástica. Por ordem de Dom Antonio Palau, as obras foram apreendidas e queimadas numa grande fogueira em 9 de outubro de 1861, na Praça do Quemadero, em Barcelona, em um ritual solene. O bispo assim justificou sua ação: A Igreja Católica é universal, e os livros, sendo contrários à fé católica, o governo não pode consentir que eles vão perverter a moral e a religião de outros países. (Revista Espírita – Novembro de 1861)

23 Dentre as obras queimadas, estavam exemplares de : A Revista Espírita, O Livro dos Espíritos, O Livro dos Médiuns, e O que é o Espiritismo, diretor Allan Kardec; A Revista Espiritualista, diretor Piérard; Fragmento de Sonata, ditado pelo Espírito de Mozart; Carta de um católico sobre o Espiritismo, pelo doutor Grand; História de Jeanne d'Arc, ditada por ela mesma à Srtª. Ermance Dufaux; A realidade dos Espíritos demonstrada pela escrita dire- ta, pelo barão de Guldenstubbé.

24 1 – Não é uma introdução ao Livro dos Espíritos, mas uma Introdução ao Estudo da Doutrina Espírita. 2 – Objetivo: - apresentar refutações às explicações não espíritas para fenômenos mediúnicos na Europa no século XIX. 3 – Construção Pedagógica: - importância de nomenclatura adequada para desig- nar a nova ciência (I); - definição de alma (II); - análise dos fenômenos espíritas (III a V); - resumo da Doutrina Espírita (VI);

25 - limites da Ciência e a ciência espírita (VII e VIII); - sistema do charlatanismo (IX); - sistema que contesta a linguagem e a identi- dade dos Espíritos (X a XIV); - sistema da loucura (XV); - sistema da comunicação da alma do médium (animismo) e da alma coletiva (XVI); - conclusões sobre sistemas (XVII).

26 1 - Prefácio ao livro ditado pelos Espíritos: - prefácio dos Espíritos. 2 - Objetivo: - demonstrar que O Livro dos Espíritos foi escrito por por ordem, ditado e supervisão dos Espíritos superiores. 3 - Construção Pedagógica: - identificação dos autores; - definição do papel dos Espíritos e do codificador; - papel da Doutrina Espírita; - símbolo da cepa da videira; - conselhos dados a Allan Kardec.

27 1 – Objetivo: - apresentar as causas primárias de tudo o que existe. 2 – Construção pedagógica: - apresentação filosófica de Deus; - identificação da impossibilidade de estudar DEUS; - definição de matéria; - definição de espírito; - relação entre espírito e matéria; - criação; - seres vivos; - desenvolvimento posterior em A Gênese. DAS CAUSAS PRIMÁRIAS

28 1 – Objetivo: - apresentar os Espíritos como seres inteligentes e suas relações com os homens. 2 – Construção pedagógica: - apresentação do Espírito, sua natureza, sua elevação e seus componentes; - estudo dos estados possíveis dos Espíritos; - apresentação das missões e ocupações dos Espíritos; - considerações sobre a origem do Espírito; - desenvolvimento posterior em O Livro dos Médiuns. DO MUNDO ESPÍRITA OU MUNDO DOS ESPÍRITOS

29 1 – Objetivo: - apresentar as leis morais que regulam o proceder dos Espíritos. 2 – Construção pedagógica: - definição de lei divina ou natural; - apresentação das leis morais; - objetivo de se praticar as leis morais; - desenvolvimento posterior em O Evangelho segundo o Espiritismo. DAS LEIS MORAIS

30 1 – Objetivo: - apresentar as consequências boas ou más dos Espí- ritos quando cumprirem ou não as leis morais. 2 – Construção pedagógica: - consequências no mundo material; - consequências no mundo espiritual; - análise da teoria do pós-morte sob a ótica espírita; - desenvolvimento posterior em O Céu e o Inferno. DAS ESPERANÇAS E CONSOLAÇÕES

31 1 – Objetivo: - discutir o futuro do Espiritismo e seu papel no futuro da humanidade. 2 – Construção pedagógica: - necessidade do estudo para julgamento sério (I); - o materialismo e suas consequências (II e III); - o progresso material e social da humanidade (IV); - o Espiritismo, sua finalidade e seu poder para o pro- gresso moral da humanidade (V e VI); - diferentes tipos de espíritas e de adversários (VII); - Espiritismo e a moral do Cristo (VIII); - a marcha do Espiritismo no futuro (IX).

32 O Livro dos Espíritos tem 1212 perguntas: - - 1ª parte: 75 perguntas e 12 subperguntas, somam-se 87; - 2ª parte: 538 perguntas e 123 subperguntas, totalizam 661; - 3ª parte: 306 perguntas e 42 subperguntas, totalizando 348; - 4ª parte: 99 perguntas e 17 subperguntas, o que é igual a questões têm apenas 1 subpergunta; 23 tem 2 subperguntas; 1 tem 3 subperguntas e também 1 tem 5 subperguntas, a de nº 236. Estão registradas 187 perguntas cujas respostas mereceram do Codificador necessárias notas ou explicações, sendo que as de nº 131,146,266,399,613,789,917 e 957 as explicações ocupam mais de uma página, num puro trabalho e esforço intelectual de Allan Kardec.

33 A menor pergunta é a de nº 1, construída com 3 palavras. A maior das perguntas é a de nº 394, que em português tem 153 palavras. A menor resposta é a 625, respondida com uma única e insubstituível palavra, JESUS. A maior resposta é a 1009, que apresenta 4 mensagens de Espíritos Nobres e a participação final do Codificador. Há o que poderíamos chamar de respostas mensagens: - a 495 por São Luiz e Santo Agostinho; - a 888 por São Vicente de Paulo; - a 917 por Fénelon; - a 919 por Santo Agostinho; - as 1004, 1006,1007, 1008, 1010 e 1019 por São Luiz; - a 1009 por Santo Agostinho, Lamennais, Platão e Paulo, o Apóstolo.

34 A primeira tradução de O Livro dos Espíritos para a língua portu- guesa se deve a Fortúnio, pseudônimo de Joaquim Carlos Travas- sos, após dezoito anos de seu lançamento. "Fortúnio", traduziu e publicou as seguintes obras: - O Livro dos Espíritos, traduzido da 20ª edição francesa, em 1875; - O Livro dos Médiuns, traduzido da 12ª edição francesa, em 1875; - O Evangelho Segundo o Espiritismo, traduzido da 16ª edição francesa, em O Céu e o Inferno, traduzido da 4ª edição francesa, em Todas as quatro obras vieram à luz por intermédio da Editora B. L. Garnier e somente a primeira trazia o nome do tradutor.


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