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A compreensão na leitura Por Jocelyne GIASSON Cap. 2 : Um modelo de ensino de compreensão na leitura O ensino explícito. De Boeck, 1996 e 2008.

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1 A compreensão na leitura Por Jocelyne GIASSON Cap. 2 : Um modelo de ensino de compreensão na leitura O ensino explícito. De Boeck, 1996 e 2008.

2 Fazer ou dizer qualquer coisa para ajudar os alunos a compreender ou a encontrar o significado de elementos maiores do que a simples palavra (expressões, frases, parágrafos, textos) Evolução do ensino da Compreensão O que é uma estratégia de ensino da compreensão em aula? Constatação (após sondagem): menos de 1% do tempo da aula de leitura é consagrado às estratégias de ensino. O tempo é consagrado, sobretudo, a dar directrizes e a avaliar os alunos através de questões sobre o texto. Sequência habitual: Fazer referência – dar os exercícios – verificar as respostas ensinar! / aprender Crença no facto de que apenas o exercício trará êxito em leitura!

3 Evolução do ensino da Compreensão Necessidade: - De inserir uma função explicativa: dizer aos alunos por que razão uma resposta não é adequada e mostrar como é que uma dada estratégia pode melhorar as suas respostas. - De transformar o aluno num sujeito activo (aluno recipiente vazio a encher aluno = aprendiz que procura sentido naquilo que faz). Professor = modelo e guia para a criança Desenvolvimento de aptidões na criança, possível através das suas interacções com aqueles que possuem essas mesmas aptidões (neste caso, o professor). Actualmente : Consciência da necessidade de ir mais longe do que apenas colocar questões ou mandar repetir tarefas de leitura aos alunos.

4 O ensino explícito na leitura Características: Chamado também de «Ensino Directo» 1.Valorização do papel do professor: necessidade de planificar, embora não de maneira rígida (ele deve ser capaz de reconhecer quando é preciso dar um exemplo adicional, uma metáfora, um diagrama, discutir algo não-previsto inicialmente…); 2. Colocação sistemática do aluno numa situação de leitura global e com significado: não dividir o trabalho ou a capacidade a adquirir em sub-capacidades e oferecer todo o apoio possível; Por isso: - levar o aluno a efectuar a tarefa como um todo, desde o início; - diminuir este apoio, à medida que o progresso do aluno se for verificando. 3. Atribuição de uma grande importância ao desenvolvimento da autonomia do aluno (desenvolvimento de capacidades e, sobretudo, de estratégias passíveis de serem utlizadas de forma flexível).

5 O ensino explícito na leitura Etapas: Alvo As estratégias de compreensão (como por exemplo: descobrir o sentido das palavras com a ajuda do contexto, isolar as ideias importantes de um texto, construir a imagem mental de uma personagem ou de um acontecimento...). 1. Definir a estratégia e encontrar a sua utilidade: - definir uma estratégia com linguagem apropriada aos alunos; - dar-lhe um nome (para facilitar a sua memorização); - explicar como é que a estratégia lhes será util, na compreensão do texto; - valorizar a estratégia (incute confiança no leitor, pois aumenta a sensação de controle sobre a tarefa a executar). (Ex: título adequado para um parágrafo / encontrar informação relevante num texto!)

6 O ensino explícito na leitura 2. Tornar o processo transparente. Os processos cognitivos não são directamente observáveis; eles devem, por isso, ser ilustrados ou explicitados por um leitor formado. 3. Interagir com os alunos e orientá-los no domínio da estratégia. Mostrar pistas, discutir a estratégia com os alunos, facultar comentários construtivos, etc. Exequível em grupo, sub-grupos ou individualmente. O trabalho em grupo ou sub-grupo é muito interessante, pois permite comparações entre as várias formas de utilizar a estratégia. 4. Facilitar a autonomia na utilização da estratégia. Conversar regularmente com os alunos e vigiar eventuais usos ineficazes de cada estratégia. 5. Assegurar-se quanto à aplicação da estratégia. Incitar à aplicação das estratégias em outros instrumentos, embora com atenção quanto ao modo e ao momento mais adequados!

7 O ensino explícito na leitura Tipos de conhecimento (outro modo de sintetizar as etapas) O ensino explícito pode ser associado a conhecimentos declarativos, processuais e pragmáticos : Responder às questões : O quê? Porquê? Como? Quando? - O quê? (definição, descrição ou exemplo da estratégia); - Porquê? (dizer por que é que a estratégia é importante); -Como? (o professor esclarece verbalmente a forma como ele procede para a utilizar, interage com os alunos e leva-os a um domínio crescente da estratégia, consolida as aprendizagens e facilita a autonomia dos alunos no seu uso de uma dada estratégia); - Quando? (o professor explica em que condições a estratégia deve ou não ser utilizada e como será avaliada a sua eficácia).

8 O ensino explícito na leitura Aptidão = Saber COMO Estratégia = Saber O QUÊ PORQUÊ COMO QUANDO Definições possíveis a partir deste momento:

9 O ensino explícito na leitura Especificamente para o professor que quer levar o ensino explícito em linha de conta: verificar se as aulas contêm em si elementos fundamentais, ou seja... o « quê » ? o « porquê » ? o « como » ? o « quando » ? Em resumo, a fórmula « o quê-porquê-como-quando » fornece um enquadramento simples, mas bem alicerçado teoricamente para preparar ou completar uma aula de leitura. (J. Giasson, p.33) E se estiverem em falta, adicione-os (p.32)

10 O ensino explícito na leitura Responsabilidade do professor Responsabilidade partilhada Responsabilidade do aluno Tornar o processo transparente Facilitar uma utilização autónoma Guiar os alunos 3 etapas com vista à autonomia do leitor «Constatou-se, de forma repetida, que passar pelas três etapas permitia ao aluno dominar mais facilmente as estratégias» (J.Giasson, p. 33)

11 O ensino explícito na leitura É de assinalar que dois tipos de ensino utilizam somente o lado direito do gráfico (orientando, assim, directamente, os alunos para o uso autónomo da estratégia, sem passar pelas outras etapas): 1. O ensino realizado com livro de exercícios : pede-se ao aluno que utilize uma capacidade – Se fracassar, é-lhe fornecido um exercício adicional. 2. O ensino assente em « aprender a ler, lendo» : basta colocar o aluno em situação real e funcional de leitura para que a aprendizagem se concretize. «Acreditar que o leitor se tornará pura e simplesmente autónomo, ao repetir uma e outra vez a tarefa de leitura.» (Pág.34) Situação extrema!

12 O ensino explícito na leitura …Não é o único modelo válido. Nem é, sequer, o mais adequado em certos casos (como, por exemplo, quando se trata de utilizar estratégias mais complexas, que impliquem nomeadamente, uma componente estética). Pode, contudo, co-habitar com outros modelos. Além disso, o seu único propósito é o ensino de estratégias específicas. Se o objectivo do professor for o de levar o aluno a utilizar de forma integrada o conjunto das estratégias previamente ensinadas, ele irá recorrer a um ensino do tipo «intervenção antes-durante-após a tarefa de leitura». Pág.35

13 O ensino explícito na leitura O ensino explícito «caracteriza-se por uma preocupação em tornar transparentes os processos cognitivos integrados na tarefa de leitura e pela tónica colocada no desenvolvimento da autonomia do leitor.» Em resumo : Imagens : clipart disponível em


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