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ECO-TÉCNICAS APLICADAS NAS REFORMAS DE EDIFÍCIOS Luis Delgado Zorraquino Agosto 2012 1.

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1 ECO-TÉCNICAS APLICADAS NAS REFORMAS DE EDIFÍCIOS Luis Delgado Zorraquino Agosto

2 OBRAS DE SUA RELAÇÃO COM A HABITABILIDADE E A SUSTENTABILIDADE Entendemos por obras de reforma, as realizadas em condomínios de edifícios, apartamentos e casas que, em geral, permitem uma melhoria da habitabilidade, salubridade e conforto ambiental das mesmas e de seus moradores, englobando tanto a cada apartamento ou à totalidade do prédio. Hoje, ante os problemas do meio ambiente que enfrentamos, as obras de reforma podem abranger, além das melhorias da habitabilidade, outras obras de melhorias da sustentabilidade. A sustentabilidade é um conceito que incorpora nas obras de reforma uma componente ecológica, uma valorização e defesa do meio ambiente, utilizando para tal fim os critérios da arquitetura bioclimática, a arquitetura adaptada as condições naturais do local e as soluções construtivas-ecológicas ou eco-técnicas. Eco-técnicas relativas a economia e eficiência energética, a utilização das energias renováveis e alternativas como por exemplo, solar e eólica, a reutilização das águas de chuva, ao tratamento das águas servidas e do lixo, a utilização de vegetação, hortas e cultivos de plantas, verduras e frutas. Para o caso de Rio de Janeiro, com um clima tropical quente e úmido, onde é fundamental a sombra e a ventilação, indicamos a continuação as soluções de eco- técnicas aconselháveis nas obras de reforma. 2

3 ECONOMIA ENERGÉTICA NOS EDIFÍCIOS Isolamento térmico, e sombreamento nas fachadas, janelas, lajes de cobertura e telhados. Coberturas: Telhados tradicionais. Lajes verdes. Pérgulas e toldos verdes. Fachadas e janelas com brise soleil incorporados. Fachadas, coberturas e telhados pintadas com cores claras, principalmente o branco com tinta reflexiva. Aquecedor solar de água. Produção de água quente. Economia energética do chuveiro elétrico e no lavado de louças e roupas. Energia solar fotovoltaica, contribui com a Economia energética e pode gerar toda a energia necessária num edifício e residências. Células fotoelétricas e lâmpadas alógenas de alta luminosidade e de baixo consumo, nas áreas publicas dos prédios. 3

4 ECONOMIA ENERGÉTICA NOS APARTAMENTOS Isolamento térmico, inércia térmica e sombreamento nas fachadas e janelas. Uso de janelas venezianas de madeira com fechamento duplo ou similares. Toldos e brise soleils nas áreas mais expostas ao sol. Black Out e cortinas interiores. Vedação de janelas e portas. Iluminação natural em todos os quartos do apartamento. Lâmpadas de baixo consumo. Não deixar as luzes acessas e desligar aparelhos elétricos quando não estão sendo utilizados. Diminuir ao máximo o uso de ar condicionado substituindo-o, quando possível por ventilador. Bom para o bolso e para a saúde. Eficiência energética: Utilizar eletrodomésticos de baixo consumo e alta eficiência. 4

5 VENTILAÇÃO NATURAL Preservar o pé direito maior de três metros. Janelas permitindo o passo do ar. Ventilação cruzada. Janelas em fachadas opostas. Portas e paredes interiores vazadas ou com basculante. Utilizar Prismas de Ventilação, ductos e chaminés Quando necessário, ventilação forçada mediante ventiladores e exaustores. 5

6 REUTILIZAÇÃO E ECONOMIA DE ÁGUA NOS EDIFÍCIOS Reutilização de água de chuva. Uso em vasos sanitários, lavagem de pisos e rego de plantas. Reutilização de água do chuveiro e de maquinas de lavar roupa. Uso em privada e lavagem de pisos. NOS APARTAMENTOS. Torneiras de baixo consumo. Hábito de fechar torneiras quando não precisar de água sobretudo no : No chuveiro quando ensaboar e no escovar os dentes. Lavagem de louças. Descarga de privada de baixo consumo, tipo dual-fluxo. Colocar garrafas de água na descarga da privada. 6

7 RECICLAGEM E TRATAMENTO DO LIXO. NOS EDIFÍCIOS. Coleta e armazenamento predial do lixo separado até o recolhimento pela concessionária. Compostera predial para obtenção de adubo orgânico. Uso em jardins, canteiros e vasos de plantas do condomínio. Exigir da COMLURB a coleta seletiva e o deposito e tratamento do lixo em aterros sanitários. NOS APARTAMENTOS Separação domiciliar dos diferentes componentes do lixo: matéria orgânica, papel, plástico e metais. 7

8 REUTILIZAÇÃO E TRATAMENTO DO ESGOTO NOS EDIFÍCIOS Estabelecer sistemas separados para as redes de águas pluviais e de esgoto. Conferir a existência da rede de esgoto do condomínio e a conexão com a rede publica. Quando não existir, propor, projetar e executar uma estação de tratamento de esgoto (ETE) privada. NOS APARTAMENTOS. Propor como alternativa, vasos sanitários ativados por micro ondas que transformam os dejetos humanos em adubo seco, não precisando nem de rede de água nem de rede de esgoto. 8

9 VEGETAÇÃO, SOMBRA E AR FRESCO ÁREAS COLETIVAS DOS EDIFÍCIOS OU CONDOMÍNIOS Vegetação que contribua com sombra e ar fresco nas redondezas. Árvores de espécies de folha caduca, (sombra no verão, e sol no inverno), pérgulas com plantas trepadeiras e vegetação em vasos e jardins. Horta de hortaliças com verduras e árvores frutíferas. Cultivos verticais hidropônicos. A rega destas vegetações poderá ser realizada com a reutilização das águas de chuva citadas anteriormente. 9

10 VEGETAÇÃO, SOMBRA E AR FRESCO NOS APARTAMENTOS Vasos fixos ou pendurados com plantas para refrescar, umidificar e purificar o ambiente Vasos com verduras e hortaliças. No verão, moringas com água para refrescar o ambiente. Toldos verdes de plantas trepadeiras nos parapeitos das janelas. 10


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