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CÂNCER DE PÂNCREAS PAULA BICUDO MENDES SILVA. Introdução 4° causa de mortalidade relacionada a câncer; Pior tumor gastointestinal: 90% óbito após um ano.

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1 CÂNCER DE PÂNCREAS PAULA BICUDO MENDES SILVA

2 Introdução 4° causa de mortalidade relacionada a câncer; Pior tumor gastointestinal: 90% óbito após um ano de doença; Fatores de risco: 1. Sexo masculino 2. Idade: anos 3. Negros(2x) 4. Tabagismo: mais consistente, proporcional a carga tabagica, 30% dos casos; 5. DM,obesidade, sedentarismo 6. Historia familiar 7. Pancreatite crônica hereditária

3 Tumores pancreáticos malignos 80 a 90 % de todas as neoplasias de pâncreas são adenocarcinoma ductal, porção exócrina do pâncreas; Adenocarcinoma de células acinares é raro e tem mau prognóstico; Localização: 70% cabeça ou processo uncinado 20% no corpo 10% na cauda Sintomas são determinados pela localização do tumor;

4 Manisfestações clinicas Triade CA de cabeça de pâncreas: 1. Perda de peso- mto comum; 2. Dor abdominal- 80%; 3. Ictericia colestática-50%, ausente em CA de corpo e cauda; Obs: DM-surgimento subito+tabagismo+dor abdominal deve pesquisar CA pâncreas. CA de corpo e cauda: sintomas inespecificos-perda de peso e dor-, descobertos em fases mais avançadas.

5 Exame fisico Ictericia; Sinal de Courvoisier- tumor periampular, obstrução crônica da via biliar; Caquexia e desnutrição; Massa abdominal e ascite: 20% dos casos; Hepatomegalia: obstrução biliar ou metastase; Nódulo de Virchow, Prateleira de Blummer, Sinal da irmã Maria Jose= metastase a distância; Sindrome de Trousseau:10 %. Elaboração de fatores de coagulação pelo tumor.Tumor gástrico, pâncreas, pulmão e prostata; Esplenomegalia: invasão tumoral da veia esplênica. Hemorragia gastrointestinal: varizes por compressão do sistema porta.

6 Diagnóstico USG transabdominal: investigação icterícia. Visualiza via biliares, vesicula biliar e pâncreas; TC de abdome contrastada: exame de escolha. Diagnostico e estadiamento. Sensibilidade 90%. Colangiopancreatografia endoscópica retrógrada(CPRE): casos suspeitos na ausência de massa na TC. Diferencia o CA com pancreatite crônica, sítio unico de estenose do ducto pancreático principal. Sinal do duplo ducto: dilatação do coledoco e do Wirsung, patognomônico. USG endoscópica: diagnosticar pequenos nódulos cancerigenos e estadiamento N.Guiar biopsia transduodenal por agulha fina.

7 Diagnóstico Marcadores tumorais: 1. CA 19-9: mais especifico 2. CEA Considerados um fator a mais para o diagnóstico e para acompanhamento do tratamento.

8 Estadiamento TC helicoidal e USG endoscopica

9 Tratamento Curativo= ressecção do tumor 10-20% dos pacientes é indicado ressecção, desses 10-15% atingem sobrevida de 5 anos(depende do N e margens cirurgicas livres) Procedimento cirurgico de escolha para CA periampular: cirurgia de Whipple. Ressecção: 1. Vesicula biliar + coledoco cm proximais do jejuno+ todo duodeno 3. Estomago distal e piloro 4. Cabeça do pâncreas

10 Tratamento Reconstrução :anastomoses 1. Hepaticojejunostomia: ducto hepatico comum com jejuno. 2. Pancreatico jejunostomia 3. Gastrojejunostomia

11 Tratamento CA corpo e cauda:7% ressecaveis (pancreatectomia distal subtotal+esplenectomia) Tratamento neoadjuvante: QT+radio, proporcionar ressecções completas do tumor Tratamento adjuvante: Gemcitabina, prolongamento da sobrevida Tratamento paliativo: maioria dos pacientes, controlar sintomas(ictericia obstrutiva, dor, obstrução duodenal)

12 Neoplasias endócrinas do pâncreas INSULINOMA Mais comum Secretam insulina=hipoglicemia NEM-1 (tumor endocrino do pâncreas+hiperpara primario+tumor hipofisário) Maioria benigno, 10% maligno (exceção dos tumores endócrinos) Diagnostico : triade de whipple( sintomas hipoglicemicos, glicemia menor 50, alivio sintomas com glicose), dosagem da glicemia e insulina, TC e RNM Tratamento: cirurgico (enucleação ou ressecção pancreas) Metastase:figado (ressecção aumenta sobrevida).

13 Neoplasias endócrinas do pâncreas VIPOMAS Tumor secretor peptidio intestinal vasoativo(VIP); Diarreia secretória, hipocloridria, hipocalemia; 80 a 90% localização no pâncreas; Grandes, solitarios, mais frequente na cauda, 80% malignos; Diagnostico:historia clinica, dosagem de VIP plasmático, TC e RNM; Tratamento:repor perdas volêmicas, octreotide, cirurgia- curativa na ausência de metastase.

14 Neoplasias endócrinas do pâncreas GLUCAGUNOMA Originam-se de cels alfa pancreaticas; Sindrome: eritema migratório necrolítico, intolerância a glicose e anemia;

15 Neoplasias endócrinas do pâncreas GLUCAGUNOMA Localização mais freq. na cauda, solitario, 50-80% malignos; Diagnóstico:grande aumento glucagon plasmático; Tratamento:controle dos sintomas;cirurgico; normalmente há metástase hepatica ao diagnostico.

16 Neoplasias endócrinas do pâncreas SOMATOSTATINOMA Muito raro; Unicos, frequentemente localizados na cabeça do pancreas, malignos e volumosos; 60% localizados no pâncreas; Somatostatina:inibdor de sistema digestivo(inibe liberação de insulina, secreção exócrina do pâncreas e esvaziamento da vesícula Clinica: Esteatorreia+DM+Colelitíase Diagnostico:niveis aumentados somatostatina plasmatica; Tratamento:cirurgico, ressecção das metastases para melhor controle sintomático

17 Neoplasias endócrinas do pâncreas GASTRINOMA Tumor produtor de gastrina 60% são malignos, originando metastases; Triade (1955): doença ulcerosa severa, hipersecreção ácida e tumores de células pancreáticas não beta. Obs:nem sempre localizam-se no pâncreas, maioria no duodeno. No pâncreas=> mais na cabeça; 90% estão dentro da área anatômica triângulo do gastrinoma

18 Neoplasias endócrinas do pâncreas Triângulo do gastrinoma

19 Neoplasias endócrinas do pâncreas GASTRINOMA 25% apresentam gastrinoma como parte da NEM-1; Clinica: doença ulcerosa severa peptica, refluxo gastroesofagico, diarreia, má absorção de B12. Diagnóstico: dosagem serica de gastrina; Tratamento:localizar do tumor (TC, cintilografia de receptores de somatostatina,USG endoscopica), extração cirurgica do gastrinoma(quando possivel) e tratamento farmacológico(IBP).

20 Tumores benignos exócrinos Maioria são cisticos; 10-15% dos tumores pancreáticos; Geralmente assintomáticos, se sintomáticos é devido a pressão ou obstrução a um orgão vizinho; CISTOADENOMA SEROSO 20-40% das neoplasia cisticas do pâncreas; Massas grandes, com liquido aquoso, centro fibroso estrelado calcificado Corpo e cauda=> assintomaticos Na cabeça=>podem ficar sintomaticos Ressecção: quando dúvida no diagnostico ou sintomáticos.

21 Tumores benignos exócrinos TUMORES MUCINOSOS 20-40% dos tumores cisticos;Geralmente com potencial maligno; Não se comunica com canal pancreatico; Cistos revestidos de epitelio colunar produtor de mucina; Imagem:um ou mais grandes cistos; Ressecar antes de ocorrer malignidade invasiva

22 Tumores benignos exócrinos TUMOR MUCINOSO PAPILAR INTRADUCTAL Mais comum na cabeça; Pode comprometer grandes e,ou pequenos ductos; Pancreatite quando muco secretado pelo tumor obstrui, transitoriamente, orificio do ducto pancreatico; Caso não sejam ressecados podem tornar-se invasivos e com metastases;

23 Bibliografia Tratado de cirurgia, Sabiston,18 edição, capitulos:38, 55 Internet: &script=sci_arttext depancreas/cancer-de-pancreas-2.php Medcurso, Gastro, volumes 1 e 4


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