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Crenças e Carma Grupo Espírita Irmã Angélica – 12/07/2010 Livro Renovando Atitudes Hammed.

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1 Crenças e Carma Grupo Espírita Irmã Angélica – 12/07/2010 Livro Renovando Atitudes Hammed

2 ... A quem, pois, culpar de todas as suas aflições senão a si mesmo? O homem é, assim, num grande número de casos, o artífice dos seus próprios infortúnios; mas, em vez de o reconhecer, ele acha mais simples, menos humilhante para a sua vaidade, acusar a sorte, a Providência... (E.S.E. Cap. V, item 4)

3 Mentalidade é a capacidade intelectual, ou seja, o conjunto de crenças, costumes, hábitos e disposições psíquicas de um indivíduo. São registros profundos situados no corpo espiritual, raízes de nosso modo de agir e pensar, acumulados na noite dos tempos.

4 Nossa mentalidade atrai tudo aquilo que irradiamos consciente ou inconscientemente. Portanto, certos conceitos que mantemos atraem prosperidade e nos fazem muito bem; outros tantos nos desconectam do progresso e da realidade espiritual.

5 Mas por que ainda agimos assim? Porque ainda não vemos as coisas sem o manto da ilusão. Acreditamos em prêmios e castigos; mas na realidade, suportamos apenas as conseqüências de nossos atos.

6 Concluímos dessa forma, que tudo o que está acontecendo em nossa vida é produto de nossas crenças e pensamentos que se materializam; não se trata, pois, de punições nem recompensas, mas reações desencadeadas pelas nossas ações mentais.

7 Carma, em sâncristo, quer dizer simplesmente ação. A palavra destino pode apresentar as conotações de: fatalidade, sorte ou objetivo a ser alcançado. Existe ainda o uso do termo para designar uma entidade misteriosa que detém os fatos da vida. É a Programação Reencarnatória, denominada em outras religiões cristãs de Plano de Deus.

8 Também neste caso, a interpretação distorcida pode levar à acomodação e à inação, quando se acredita que nada resta a fazer porque o que tiver de ser será, ou simplesmente que todo o futuro está nas mãos de Deus. Nossas ações, ou seja, nossos carmas são positivos ou negativos, de conformidade com o que fizemos e segundo nossas convicções e valores pessoais.

9 Deus não julga os atos pessoais, mas criou leis perfeitas que dirigem o Universo. Temos nosso livre-arbítrio como patrimônio, devemos admitir que a vida dá chances iguais para todos: a diferença está na credulidade de cada um.

10 Problemas da interpretação distorcida do conceito de carma e do destino: 1) Acreditar que quanto mais se sofre melhor; 2) Confundir resignação com acomodação; 3) Em nome da vaidade e orgulho inconscientes, se orgulhar do próprio sofrimento; 4) Usar o conceito de carma para justificar seus problemas, e, dessa forma, se eximindo da necessidade de buscar soluções; 5) Julgar os irmãos sofredores, na crença de que sofrem porque fizeram algo para merecê-lo;

11 6) Fazer da Justiça Divina um disfarce para desejos de vingança; 7) Racionalizar e tentar explicar para um sofredor a causa de seu sofrimento, no momento que ele necessita de acolhimento e compreensão; 8) Acreditar que o destino está escrito e, passivamente esperar que a vida se resolva por si; 9) Deixar de lutar pelos seus sonhos; 10) Acreditar que você não tem poder algum para mudar situações.

12 Os exemplos acima permitem refletir sobre a postura frente a inúmeras questões cotidianas, mostrando o quanto essas distorções podem dificultar em momentos de tomada de decisão, bem como no grau de empenho nas atividades. Como diz a Oração da Serenidade, pedimos serenidade para aceitar o que não se pode mudar; coragem para mudar o que é possível mudar, e sabedoria para distinguir umas das outras.

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14 São assim nossos carmas: atos e atitudes que denotas continuadas vezes, vida após vida, recebendo, como conseqüência, as reações decorrentes de nossa liberdade de agir. Por que, então, não mudas teu carmas?

15 Jesus afirmou que as ações benevolentes impedem os efeitos negativos, quando asseverou: Muito lhe foi perdoado porque muito amou, mas a quem pouco se perdoa, é porque pouco ama. (Lucas 7:47).

16 Algumas religiões e sociedades vingativas e condenadoras impuseram a crença da punição como forma de resgatar a consciência intranqüila perante as leis morais. Outras, mais radicais ainda, diziam que somente o sofrimento e o castigo até a quarta geração (Êxodo 34:7).

17 Aquele que muito amou foi perdoado, não aquele que muito sofreu. O amor é que cobriu, isto é, resgatou a multidão dos pecados, não a punição ou o castigo. O sofrimento apenas nos serve como transporte das almas de retorno ao amor, de onde saímos, fruto da Paternidade Divina. A função da dor é ampliar horizontes para realmente vislumbrarmos os concretos caminhos amorosos do equilíbrio.

18 Como o golpe ao objeto pode ser modificado, repensa e muda também tuas ações, diminuindo intensidades e freqüências e recriando novos roteiros em tua existência. Transformar ações amando é alterar teu carma para melhor, atraindo pessoas e situações harmoniosas para junto de ti.

19 Conclusão: Analisemos atentamente a ligação entre situações, idéias e acontecimentos. Observa a ligação de tudo o que acontece em tua existência e verás que não são os fatos de vidas passadas que te complicam a existência na atualidade, e sim a perpetuação dos velhos modos de pensar e de agir, das crenças incoerentes e dos pontos de vista contraditórios.

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