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As formas de comunicação visual constituem um linguagem? Deverá apenas passar pelo campo da intuição pessoal? Deverá passar pela estruturação de uma gramática.

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1 As formas de comunicação visual constituem um linguagem? Deverá apenas passar pelo campo da intuição pessoal? Deverá passar pela estruturação de uma gramática das formas? Guernica Pablo Picasso

2 A primeira experiência da criança é táctil! Trata-se sem dúvida de um conhecimento manual. Paralelamente o conhecimento inclui o olfacto, o ouvido e o gosto. Contudo o icónico: (Capacidade de ver, reconhecer e compreender visualmente as forças ambientais e emocionais) supera rapidamente os sentidos. A vista, embora a usemos com toda a naturalidade, ainda não produziu a sua própria civilização. A vista é veloz, compreensiva e simultaneamente analítica e sintética. Requer tão pouca energia para funcionar, que trabalha à velocidade da luz, permitindo às nossas mentes receber e conservar um número infinito de unidades de informação numa fracção de segundo. Gattegno, Caleb – Towards a Visual Culture Jesus com uma criança (autor desconhecido)

3 Uma falsa dicotomia: Belas Artes e Artes Aplicadas Gravuras do Vale do Côa Vila Nova de Foz Côa - Portugal A informação visual é o registo mais antigo da história humana. São a reportagem mais antiga que se conservou sobre um mundo tal como foi visto pelos homens à anos. Questão fundamental: Tiveram uma intenção utilitária (Artes Aplicadas) Tiveram apenas a intenção estética (Belas Artes).

4 Uma falsa dicotomia: Belas Artes e Artes Aplicadas Cerâmica e Calendário Azeteca A criatividade ao serviço da utilidade é designada de Design. O homem necessita de comer – são necessárias ferramentas para caçar e para cultivar. O homem necessita de cozinhar e armazenar comida - são necessários recipientes próprios. O homem necessita de se proteger contra as variações climáticas – são necessárias ferramentas para cozer, tecer e cortar, curtir peles, etc. O homem necessita de se proteger contra os predadores e tribos inimigas – são necessárias habitações. A possibilidade de um membro da comunidade inove a forma e a decore é Design ou Belas Artes

5 Uma falsa dicotomia: Belas Artes e Artes Aplicadas Design ou Belas Artes A diferença parece estar entre o utilitário e o puramente artístico consiste no grau de motivação para a produção do Belo. O Belo é o reino da estética, da indagação e das teorias desde Sócrates Classificação contemporânea Classificação da Bauhaus Classificação Pré - renascentista Mona Lisa Leonardo da Vinci

6 Uma falsa dicotomia: Belas Artes e Artes Aplicadas -A visão contemporânea ultrapassou a dicotomia Belas Artes / Artes Aplicadas. Questiona a expressão subjectiva e a função objectiva… - Associa a interpretação individual com a expressão criativa pertencente às Belas Artes. Associa a resposta à finalidade e uso como pertencente às Artes Aplicadas. O artista plástico pintor que trabalhe para si mesmo sem qualquer encomenda, desenvolvendo a criatividade sem se preocupar com o mercado é absolutamente subjectivo. O designer quando realiza o estudo de um recipiente para líquidos executa um exercício de objectividade. Classificação contemporânea Louis Henri Sullivan (1856 – 1924) Boston, Estados Unidos A forma segue a função Sullivan O desenhador de aviões está profundamente limitado ás contingências ligadas às formas, proporções e materiais a utilizar

7 Uma falsa dicotomia: Belas Artes e Artes Aplicadas O Papa, como representante e conhecedor das necessidades da Igreja, influenciou profundamente as ideias de Miguel Ângelo. O Papa pretendia que a explicação visual do Juízo Final estivesse acessível a um público maioritariamente analfabeto, e portanto, incapaz de ler a Bíblia. E se sabia ler, incapaz de interpretar o dramatismo conforme pretendia a Igreja. O mural mostra: O equilíbrio entre as aproximações subjectiva e objectiva do artista; O equilíbrio entre a pura expressão artística e a utilidade do propósito. Juízo Final (1536 / 1541– Capela Sistina do Vaticano Miguel Ãngelo A ideia de obra de arte é moderna: Apoia-se no conceito de Museu como reserva definitiva do Belo; O público erudito pode assim ajoelhar-se perante o altar da beleza.

8 O impacto da fotografia O último bastião do artista: Capacidade de desenhar e de reproduzir uma composição formal. A câmara fotográfica acabou com esta exclusividade… Permite registar formas, interpretar e expressar o que vemos sem necessidade de ter uma habilidade especial ou um prolongado adestramento. O VISUAL conquistou através da fotografia a sociedade moderna: Predomina o Visual; o Verbal vem por acréscimo…

9 Conhecimento Visual e Linguagem Verbal Visualizar = Capacidade de formar imagens mentais. Memorizamos através de imagens o percurso de uma ponta à outra da cidade o pensamento em conceitos, emerge do pensamento em imagens através de um lento desenvolvimento dos poderes de abstracção e simbólicos, da mesma maneira que a escrita fonética emergiu, por processos similares, dos pictóricos e dos hieroglíficos. Koestler – The act of creation Transliteração: - Quando nos deparamos com uma forma de escrita diferente da nossa, é necessário escrever nomes e palavras e nossa própria forma de escrita, através de regras convencionais (na maioria das vezes seguindo um padrão internacional) para podermos ter noção de como são pronunciadas tais palavras/ nomes. Este processo chama-se transliteração. Por exemplo, utilizando-se o processo de transliteração, a letra grega "D" é escrita/pronunciada como a letra "d" em português. O mesmo processo será utilizado para que possamos pronunciar os hieróglifos aqui apresentados Todos os sistemas de símbolos são invenção do homem. Aos sistemas de símbolos que denominamos de linguagem são invenções ou refinamentos do que noutros tempos foram percepções do objecto dentro de uma mentalidade baseada na imagem. Exemplo: Os números e as notas musicais são substitutos de um sistema único de informação. Existem mais de línguas usadas e distintas. Embora sejam conjuntos lógicos, jamais poderão substituir-se à linguagem visual.

10 Características das mensagens visuais As técnicas de comunicação visual manipulam os elementos básicos de forma variada. A técnica visual mais dinâmica é o CONTRASTE que se opõe à HARMONIA. Qualquer acontecimento visual é uma forma com conteúdo, contudo o conteúdo está intensamente influído pela significância das partes constituintes, como a cor, a tonalidade, a textura, a dimensão, a proporção e as suas relações compositoras com o significado. D.A.Donis – A Primer of Visual Literacy A caixa de ferramentas possui os elementos básicos da comunicação visual : PONTOLINHACONTORNODIRECÇÃOCORTONALIDADETEXTURAPROPORÇÃOESCALADIMENSÃOMOVIMENTO CONTRASTEHARMONIA ExageroReticência EspontaneidadePrevisibilidade AcentoNeutralidade AssimetriaSimetria InstabilidadeEquilíbrio FragmentaçãoUnidade EconomiaProfusão AudáciaSubtileza TransparênciaOpacidade VariaçãoCoerência ComplexidadeSimplicidade DistorçãoRealismo ProfundoPlano AgudezDifusão ActividadePassividade AleatórioSequencial IrregularRegular JustaposiçãoSingularidade AngulosidadeRedondez RepresentaçãoAbstracção VerticalidadeHorizontalidade

11 Características das mensagens visuais Os três níveis de inteligência visual: Realismo Abstraccionismo Simbolismo Kandinsky Luís Canotilho Puvis de Chavannes, 1897


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