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1.Origem, objecto, método ( 6 slides) 2.Desejo de Deus ( 9 slides) 3.Caminho de Deus para o homem ( 10 slides) 4.Etapas da Revelação ( 11 slides) 5.Razões.

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1 1.Origem, objecto, método ( 6 slides) 2.Desejo de Deus ( 9 slides) 3.Caminho de Deus para o homem ( 10 slides) 4.Etapas da Revelação ( 11 slides) 5.Razões para crer (13 slides) 6. Transmissão da Revelação ( 11 slides) 7. Fé, encontro com Deus ( 14 slides ) 8. Fé, projecto vital ( 10 slides) 9. Círculos de diálogo (19 slides) Aulas previstas: Teologia Fundamental Aula 6 Transmissão da Revelação

2 1/11 Cristo não nos fala desde a antiguidade como outras personalidades históricas. Encontramo-Lo na Igreja : Cristo confiou à Igreja a sua Revelação para que ela a torne acessível aos homens através dos séculos. Teologia Fundamental Para uma tal tarefa, a Igreja encontra-se unida a Cristo com uma relação tão estreita como a do corpo à cabeça, e está penetrada do Espírito Santo como o corpo pela alma. Cristo serve- -se dela para anunciar a mensagem salvadora e comunicar a graça divina aos homens.

3 2/11 Para anunciar aos homens que foram salvos pelo próprio Deus que entrou na história, num momento e lugar deter- minados, requerem-se testemunhas : homens que o viram, ouviram e tocaram. Muitos viram Jesus na Palestina, muitos escutaram e presenciaram os grandes milagres. São testemunhas comuns. Teologia Fundamental Os Apóstolos são as testemunhas específicas e privilegiadas. Foram eleitos Act. 10, 41 de antemão ( Act. 10, 41 ): Cristo chamou-os, e eles seguiram-no. O Filho eterno ensinou aos Doze tudo o que tinha visto no seio do Pai e conferiu-lhes a missão específica de transmitir o que tinham visto e ouvido d Ele.

4 3/11 Os Apóstolos não estavam sós na sua tarefa de discernimento: tinham a presença de Cristo e a ajuda especial do Espírito Santo. A sua missão é única : vem da sua eleição particu- lar como testemunhas de Cristo instruídos pelo Espírito Santo. Teologia Fundamental Eles são as testemunhas autenticamente directas de Cristo, são os que têm o conhecimento imediato e profundo do mistério do Verbo incarnado. São o elo essencial entre Cristo e a Igreja posterior. Jo 16, Jo 16, : Ainda tenho que dizer-vos muitas coisas, mas não podeis entendê-las agora. Quando vier Aquele, que é o Espírito da verdade, Ele vos guiará para toda a verdade. Portanto, depois da Ascensão, a Revelação continuou enquanto os Apóstolos estiveram sobre a terra.

5 4/11 Seguindo o exemplo de Jesus Cristo, que nada escreveu, os Apóstolos também não se puseram a fixar imediatamente a Revelação por escrito. Teologia Fundamental Começaram a transmitir o Evangelho mediante a pregação e através do testemunho da própria vida. A sua pregação era acompanhada pela acção interior do Espírito Santo no coração dos que os escutavam. Na sua pregação, os Apóstolos preocuparam-se de confirmar a vida e obra de Jesus Cristo com os textos do AT : este atinge o seu pleno cumprimento pela Incarnação.

6 5/11 Teologia Fundamental Com a morte do último Apóstolo termina a fase constitutiva da Revelação: por isso a sua pregação adquire na Igreja o carácter de depósito (depositum fidei), algo que se entrega a alguém para que o conserve e o cuide. O depósito da fé contém tudo o que necessitamos para seguir Cristo. Abarca tanto a transmissão oral ( Tradição ) como a escrita ( Sagrada Escritura ). Ambas estão intimamente unidas. A Sagrada Escritura, verdadeira Palavra de Deus, escrita sob a influência do Espírito Santo ( inspiração ), tem o próprio Deus como autor. Dei Verbum, 11 Dei Verbum, 11 : Deve considerar-se que, tudo o que os autores inspirados ou hagiógrafos afirmam, é o Espírito Santo que o afirmou.

7 6/11 A Tradição é mais ampla que a Escritura e tem prioridade temporal em relação ao NT. Dei Verbum, 8 Pela Tradição, a Igreja com os seu ensinamentos, a sua vida, o seu culto conserva e transmite a todas as idades o que é e o que crê ( Dei Verbum, 8 ). Teologia Fundamental Enquanto que a estrutura da Bíblia é a do texto escrito, fixo e definitivo, a estrutura da Tradição é a de uma realidade viva. Cresce e desenvolve- -se, não porque cada geração acrescente novidades ao depósito originário, mas porque se pode aprofundar, com a luz do Espírito Santo, cada vez mais no seu conteúdo.

8 7/11 Teologia Fundamental Quando uma geração entrega a Revelação a outra, não se trata da sim- ples repetição de um conjunto de verdades, mas de algo que se pode ver agora com mais clareza. A Tradição avança como um tesouro que se pode apreciar cada vez mais e de novas perspectivas. Com a nossa limitada capacidade não podemos abarcar a realidade divina, mas podemos progredir na inteligência do inesgotável mistério de Cristo. CIC, 83 CIC, 83 : É preciso distinguir nela as tradições teológicas, disciplina- res, litúrgicas ou devocionais nascidas no decorrer do tempo nas Igrejas locais. (...) Só à luz da grande Tradição podem aquelas ser mantidas, modifica- das ou também abandonadas sob a orientação do Magistério da Igreja. a b c

9 8/11 Os Apóstolos nomearão como sucessores os bispos. Eles são constituídos, mediante a ordem episcopal, em sujeitos do Magistério. Participam na própria autoridade de Cristo, se realizam a função magisterial em comunhão com o sucessor de Pedro, o Romano Pontífice. Indicam em cada momento histórico, o caminho para Deus. Teologia Fundamental A fidelidade à fé apostólica é condição essencial para que a Igreja de todos os tempos seja a mesma Igreja de Cristo. Esta fidelidade, com a ajuda do Espírito Santo, está garantida pelo Magistério como instância que tem o ofício de interpretar autenticamente a Palavra de Deus, oral ou escrita.

10 9/11 A Igreja deseja que os cristãos integrem a sua Fé profundamente na sua vida : que tornem verdadeira- mente seu o modo cristão de pensar, sentir e reagir. Ela esforça-se por fazer penetrar a mensagem de Cristo nos meios socioculturais. Teologia Fundamental Evangelii nuntiandi, 20 (1976) Evangelii nuntiandi, 20 (1976) : É preciso evangeli- zar não por fora, como se se tratasse de acrescentar um adorno ou cor externa, mas por dentro, a partir do centro da vida e até às raízes da vida. Cada cultura tem algumas verdades, alguns bens próprios. Ao fazer-se cristã uma pessoa, não tem por que separar-se das suas raízes, do seu ambiente familiar e social : deve aprender a encher todos estes ambientes com a luz de Cristo.

11 10/11 Teologia Fundamental O Evangelho purifica e informa a cultura com os valores cristãos. O fim da pregação cristã não é a adaptação do Evangelho à cultura, mas a transmissão viva da verdade que salva. A Boa Nova supera e transcende todas as culturas. Justamente por isto é capaz de as orientar. A Revelação é superior a todas as culturas. Mas ao transmitir a Boa Nova de Cristo, transmite-se também algo de cultura ( Ex. : Eucaristia com pão e vinho: pela cultura de Jesus). Se nalguma cultura não existem alguns conceitos chave como natureza ou pessoa, não se pode prescindir deles: ter-se-á que enriquecer a dita cultura com estes conceitos que são necessários para a transmissão íntegra da fé.

12 11/11 Ficha técnica Bibliografia Estes Guiões são baseados nos manuais da Biblioteca de Iniciação Teológica da Editorial Rialp (editados em português pela editora Diel) Slides Original em português europeu - disponível em inicteol.googlepages.com


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