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REDES DE ATENÇÃO À SAÚDE NO AMBITO DA POLÍTICA ESTADUAL DE SAÚDE BUCAL Carolina Azim Coordenação Estadual de Saúde Bucal.

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2 REDES DE ATENÇÃO À SAÚDE NO AMBITO DA POLÍTICA ESTADUAL DE SAÚDE BUCAL Carolina Azim Coordenação Estadual de Saúde Bucal

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5 5 Mudança demográfica Fonte: IBGE Elaboração: SPS/MPS

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7 Estrutura do Plano Diretor de APS- PR REDES PRIORITÁRIAS DO ESTADO DO PARANÁ Trabalho em equipe multidisciplinar Territórios Sanitários Linhas de Cuidado 2ª Opinião Formativa Telessaúde Sistema Logístico Sistemas de apoio Sistema de governança Disgnóstico e terapêutico Assistência Farmacêutica Informação APS HOSP Rede de Atenção à PcD Rede de Atenção ao Idoso Rede de Saúde Mental Rede Mãe Paranaense CEO Transporte Acesso regulado Prontuário

8 POLÍTICA ESTADUAL DE SAÚDE BUCAL Organizar a rede de atenção em saúde bucal Trabalhar na perspectiva da linha do cuidado (no ciclo de vida e agravos)

9 ATENÇÃO PRIMÁRIA Equipes de Saúde Bucal nas Unidades de Saúde da Família (ESF)-40 hs Equipes de Saúde Bucal nas Unidades Básicas de Saúde-20 hs Equipes de Saúde Bucal com EACS- 40 hs

10 ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE 2003 ESF ESB ESF ESB Cobertura ESB/ESF 39,72% Cobertura das equipes da APS 65% 447%

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13 TOTAL 1.306

14 ATENÇÃO ESPECIALIZADA

15 CENTROS DE ESPECIALIDADES ODONTOLÓGICAS TOTAL 50

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17 LABORATÓRIOS REGIONAIS DE PRÓTESE DENTÁRIA

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19 FLUORETAÇÃO DAS ÁGUAS DE ABASTECIMENTO PÚBLICO

20 Completou em 2013, 54 anos de sua implantação. Curitiba foi a primeira capital brasileira a receber o benefício, em outubro de Após 10 anos de tratamento da água em Curitiba foi observado uma redução média de 39% no índice de CPO-D em escolares. fonte: Serviço de Higiene Dentária/DUS/SESB

21 FLUORETAÇÃO DAS ÁGUAS DE ABASTECIMENTO PÚBLICO No Paraná, a população urbana de 383 municípios tem acesso à água fluoretada; 16 deles (sistemas municipais) não contam com tal benefício por apresentarem problemas de captação e distribuição do sistema;

22 FLUORETAÇÃO DAS ÁGUAS DE ABASTECIMENTO PÚBLICO A fluoretação de águas de abastecimento é a principal medida de saúde bucal coletiva. Papel do Comitê da Fluoretação das Águas de Abastecimento: SESA, SANEPAR, FUNASA, CONSÓRCIOS, ASSOCIAÇÃO DOS MUNICÍPIOS.

23 PROGRAMA ESTADUAL DE BOCHECHO COM FLÚOR Implantado em 1980, através do Decreto Estadual nº 3046 de 10 de outubro de 1980; Atinge atualmente 800 mil escolares que realizam semanalmente um bochecho com uma solução de fluoreto de sódio a 0,2%; SESA fornece sachês de fluoreto de sódio;

24 PROGRAMA ESTADUAL DE BOCHECHO COM FLÚOR Expansão da faixa etária do programa até 15 anos de idade; Dificuldades e barreiras Dados epidemiológicos do SB 2010 apontam um aumento de prevalência da doença cárie entre 12 e 15 anos de idade; REDE INTRASETORIAL REDE INTERSETORIAL

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26 PROGRAMA ESTADUAL DE DETECÇÃO PRECOCE DO CÂNCER BUCAL Azul de toluidina como ferramenta de auxílio na detecção precoce do câncer bucal Educação permanente da equipe Garantia dos exames histológicos e citológicos Segunda opinião formativa (câmeras intraorais)

27 Cartão orientador

28 Verso do cartão orientador-passo a passo

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30 REDE DE CÂNCER BUCAL DO PARANÁ Unidades de Saúde- Básicas e da ESF 50 CEOS 68 Laboratórios 01 ( atualmente) 5 Cacons 16 Unacons

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32 REDE ONCOLÓGICA Atualizado em outubro de 2012 junto à equipe da SGS/SESA-PR. 16 UNACONs e 5 CACONs 1 2 UNACON UNACON + CACON

33 REDE MÃE PARANAENSE Pré-Natal Odontológico Avaliação de risco na primeira consulta odontológica (biológico e social) Primeira consulta da gestante logo no início da gestação e acompanhamento durante toda a gestação Atenção Integral à Saúde da Gestante: prevenção e controle de agravos, promoção da saúde, recuperação e reabilitação. Primeira consulta do bebê na primeira semana de vida e acompanhamento até os 36 meses.

34 REDE MÃE PARANAENSE

35 REDE DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA Estruturação da atenção em saúde bucal pessoa com deficiência (APS, CEO e hospitais) Referências macrorregionais para atenção hospitalar 25 CEOs aderiram a rede Capacitação de 350 profissionais, CD, TSB, ASB;

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37 PROGRAMA DE QUALIFICAÇÃO DA PRÓTESE DENTÁRIA Distribuição de kits de prótese dentária; Programada capacitação dos profissionais da atenção primária; Estímulo a credenciamento de LRPD próprios ou terceirizados nos municípios ou microrregiões;

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40 PROGRAMA TELESSAÚDE PARANÁ REDES Segunda opinião formativa pela parceria com universidades; Distribuição de 229 câmeras intraorais: 179 UBS 50 CEOs

41 PROGRAMA SAÚDE NA ESCOLA Rede intersetorial Adesão de 347 municípios no Estado do Paraná Ações de Saúde Bucal: avaliação da saúde bucal dos escolares Escovação Supervisionada até os 5 anos SESA: utilização de fluoretos (ART)

42 A REDE É FEITA DE PESSOAS!!! PROFISSIONAIS DE SAÚDE USUÁRIOS GESTORES

43 QUAIS AS COMPETÊNCIAS NECESSÁRIAS PARA OS PROFISSIONAIS DA SAÚDE BUCAL TRABALHAREM NA PERSPECTIVA DE REDES???

44 COMPETÊNCIAS Tomada de decisão Atenção a saúde Gestão e gerenciamento Liderança Comunicação

45 VISÃO HOLÍSTICA X VISÃO HORÍSTICA O sentido cuidador da atenção em saúde- produção produtiva de saúde-qualidade de vida O sentido tarefeiro da assistência em saúde- produção numérica de consultas e exames- cumprimento de tarefas.

46 UM NOVO PROFISSIONAL DA SAÚDE Profundo conhecimento da realidade Ênfase na intersetorialidade Trabalho em equipe multidisciplinar e multiprofissional

47 UM NOVO PROFISSIONAL DA SAÚDE Maior interesse e responsabilização dos profissionais e serviços com o cuidado do paciente. Organização dos serviços de saúde com ênfase na dimensão cuidadora.

48 INOVANDO A GESTÃO DO PROCESSO DE TRABALHO Pensando na saúde e qualidade de vida do paciente Visão de clínica ampliada Trabalho baseado em evidencias clínicas e científicas.

49 REDE EM CONSTRUÇÃO CONCRETIZAÇÃO DEPENDERÁ DO COMPROMETIMENTO DE GESTORES, TRABALHADORES DA SAÚDE E USUÁRIOS

50 DESAFIOS Resgate do papel do Estado Sensibilização de gestores para organização das redes-atenção integral Qualificação dos profissionais para atuação na perspectiva das redes Maior comunicação entre os pares

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52 CNES – Profissionais SUS e NÃO SUS - segundo CBO - Paraná

53 REDES Articulação política entre pares ( parceiros) que, para se estabelecer, exige: - reconhecer (que o outro existe e é importante); - conhecer (o que o outro faz); - colaborar (prestar ajuda quando necessário); - cooperar (compartilhar saberes, ações e poderes) e - associar-se (compartilhar objetivos e projetos). Resultam em: autonomia, dinamismo, multiliderança, descentralização e múltiplos níveis de operacionalização. (OLIVEIRA, 2001) REDE INTRASSETORIAL REDE INTERSETORIAL

54 REDES DE ATENÇÃO À SAÚDE

55 Arranjos organizativos de ações e serviços de saúde, de diferentes densidades tecnológicas, que integradas por meio de sistemas de apoio técnico, logístico e de gestão, buscam garantir a integralidade do cuidado. MS. Portaria nº 4.279, de 30 de dezembro de 2010

56 REDES DE ATENÇÃO À SAÚDE AGORA É LEI Portaria nº 4.279, de 30 de dezembro de 2010: Estabelece diretrizes para a organização das redes de atenção à saúde no âmbito do SUS. Decreto nº 7.508, de 28 de junho de 2011, ART. 7º:As redes de atenção à saúde estarão compreendidas no âmbito de uma região de saúde, ou de várias delas, em consonância com diretrizes pactuadas nas comissões intergestoras.

57 REDES DE ATENÇÃO À SAÚDE ELEMENTOS CONSTITUTIVOS População adscrita (território) Cadastrada Não IBGE Conhecer população Estratificar risco

58 REDES DE ATENÇÃO À SAÚDE Modelo de atenção à Saúde Promoção e prevenção Condições crônicas e agudas Estrutura Operacional

59 REDES DE ATENÇÃO À SAÚDE Estrutura Operacional da RAS: 5 Componentes 1)Centro de comunicação Atenção Primária 2)Pontos de atenção à saúde Secundários Terciários

60 REDES DE ATENÇÃO À SAÚDE 3)Sistemas de apoio Sistema de apoio diagnóstico e terapêutico; Sistema de assistência farmacêutica; Sistema de informação em saúde.

61 REDES DE ATENÇÃO À SAÚDE 4)Sistemas logísticos cartão de identificação das pessoas usuárias prontuário clínico sistemas de acesso regulado sistemas de transporte em saúde

62 REDES DE ATENÇÃO À SAÚDE 5)Sistema de governança Gestão da rede Municipio-Gestor municipal Microrregião-Comissão Intergestores Bipartite(CIR) Macrorregião-CIB MENDES, 2011

63 FUNDAMENTOS DAS RAS economia de escala; disponibilidade de recursos; qualidade e acesso; integração horizontal e vertical; processos de substituição; territórios sanitários; e níveis de atenção MENDES, 2011

64 REDES Articulação política entre pares ( parceiros) que, para se estabelecer, exige: - reconhecer (que o outro existe e é importante); - conhecer (o que o outro faz); - colaborar (prestar ajuda quando necessário); - cooperar (compartilhar saberes, ações e poderes) e - associar-se (compartilhar objetivos e projetos). Resultam em: autonomia, dinamismo, multiliderança, descentralização e múltiplos níveis de operacionalização. (OLIVEIRA, 2001) REDE INTRASSETORIAL REDE INTERSETORIAL

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66 PERSPECTIVAS SUS Descentralização Papel do Estado Qualificação, financiamento, monitoramento, articulação Parcerias: MS, Estado e Municípios Financiamento

67 REDE DE SAÚDE BUCAL UBS LRPD HOSPITAL CACON/UNACON CEO


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