A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

COMISSÃO GESTORA DO PLANO DE GESTÃO DE LOGÍSTICA SUSTENTÁVEL (CGPGLS) DO CETEM.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "COMISSÃO GESTORA DO PLANO DE GESTÃO DE LOGÍSTICA SUSTENTÁVEL (CGPGLS) DO CETEM."— Transcrição da apresentação:

1 COMISSÃO GESTORA DO PLANO DE GESTÃO DE LOGÍSTICA SUSTENTÁVEL (CGPGLS) DO CETEM

2 RESTAURANTE SUSTENTÁVEL - GESTÃO AMBIENTAL A gestão ambiental de uma cozinha envolve : Administração dos recursos e do lixo. Controle de emissões de substâncias tóxicas. Impacto cultural, social e estético. Otimização do ambiente interno (qualidade do espaço, ruído e mobiliário). Comunicação, informação e formação tanto do usuário quanto dos operadores. Racionalização na construção. Quantificação e especificação corretas dos materiais. Utilização de materiais não poluentes. Utilização de materiais já reciclados. Utilização de equipamentos não poluentes. Controle de ruído. Diminuir o descarte de lixo. Optar por sistemas reutilizáveis. Optar por seleção de lixo. Reduzir o consumo de água. Reduzir o consumo elétrico. Utilizar gás natural. Melhorar a segurança alimentar. Otimização da operação e produtividade. Otimização de espaço. Utilização de produtos químicos de limpeza verdes. Fonte:

3 GESTÃO ECOSUSTENTÁVEL - INDICADORES E CERTIFICAÇÕES INDICADORES Consumo energético (kWh) por metro quadrado. Volume de lixo (peso/volume/refeição). Consumo hídrico (volume/refeição). Eliminação e reciclagem de água de refugo. Percentual de água de refugo eliminada em implantação de tratamento público ou privado calculado sobre uma escala apropriada. RECOMENDAÇÃO Aquisição de produtos químicos 1% sobre o total de baixo impacto ambiental com quantidade mínima de cloro e soda cáustica. Preferências biodegradáveis. CERTIFICAÇÕES Possuir certificação de qualidade dos serviços, oferecidos (ISO 9000) e da qualidade ambiental (ISO 14000). Fonte:

4 POLÍTICAS DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL EM RESTAURANTE SUSTENTÁVEL - ALGUNS BONS PRECEITOS É IMPORTANTE UTILIZAR FONTES ALTERNATIVAS DE ENERGIA COMO A SOLAR E TER UM SISTEMA DE REAPROVEITAMENTO DA ÁGUA DA CHUVA, MEDIDAS QUE DIMINUIRÃO O CONSUMO DE ÁGUA POTÁVEL. A energia solar pode ser aproveitada para a produção de eletricidade e de calor. Coletores solares para o aquecimento de água são um dos exemplos mais bem-sucedidos da aplicação de energia solar em todo o mundo. No caso do Brasil, que recebe uma incidência muito grande de raios solares, esse tipo de aproveitamento pode ter um papel muito importante, principalmente na substituição de chuveiros elétricos, que estão entre os aparelhos que mais consomem energia. A energia solar, por exemplo, é o aquecimento doméstico da água através do sol, utilizando boilers elétricos, aquecedores e coletores solares. Já tem a sua potencial importância nos padrões de consumo de energia. Além do valor econômico, ainda há o crescimento de uma consciência ecológica, que é a crescente disposição do uso de formas limpas, ainda que esse uso alternativo de energia não esteja assumido em escala econômica, requer baixo custo de investimento, é de alta tecnologia e padrão internacional de qualidade. Fonte:

5 POUPANÇA DE ELETRICIDADE E DE ÁGUA Em países desenvolvidos como o Japão, Alemanha, Holanda, EUA, Espanha, Inglaterra e Itália, o uso de sistemas de energia solar, chamados de fotovoltaicos, tem sido uma forte saída. A energia solar possui muitas vantagens sobre as outras formas de obtenção de energia, como, não ser poluente e não influir no efeito estufa. Não precisa de geradores ou turbinas para a produção de energia elétrica. Porém a sua principal desvantagem ainda é o alto investimento para o seu aproveitamento. Um sistema de reaproveitamento da água de chuva poupará muita água no restaurante., SEJA NOS BANHEIROS, SEJA NOS CHUVEIROS, SEJA NA LAVAGEM DOS PISOS. Faz-se necessário a construção de um sistema para captação, filtragem e armazenamento da água. Fonte: POLÍTICAS DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL EM RESTAURANTE SUSTENTÁVEL - ALGUNS BONS PRECEITOS

6 O LIXO PRODUZIDO DEVE SER RECICLADO OU REUTILIZADO. A reciclagem é o resultado de um conjunto de técnicas e atividades que tem o objetivo de reaproveitar e reutilizar os resíduos de substâncias em seus ciclos de produção. Cada vez mais se faz necessário o cuidado e a atenção com o meio ambiente. Uma das formas de revertermos esta situação é o reaproveitamento de materiais recicláveis, evitando uma maior extração de recursos e diminuindo o acúmulo de lixo nas áreas urbanas. A quantidade de lixo produzida diariamente por um ser humano é de aproximadamente 5 Kg. Se somarmos toda a produção mundial, os números são assustadores. Só o Brasil produz toneladas de lixo por dia. Além disso, quanto mais produtos industrializados, mais lixo é produzido, como embalagens, garrafas, etc. Fonte:

7 POLÍTICAS DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL EM RESTAURANTE SUSTENTÁVEL - ALGUNS BONS PRECEITOS ALGUMAS VANTAGENS DA RECICLAGEM: Redução da quantidade de resíduos encaminhados ao aterro sanitário com consequente aumento da sua vida útil. Redução dos impactos ambientais durante a produção de novas matérias primas. Redução no consumo de energia elétrica, redução da poluição ambiental. Ampliação do desenvolvimento econômico pela geração de novos empregos na operacionalização dos materiais recicláveis e na expansão dos negócios relativos à reciclagem. Cada 50 quilos de papel usado, transformado em papel novo, evita que uma árvore seja cortada. Cada 50 quilos de alumínio usado e reciclado, evita que sejam extraídos do solo cerca de quilos de minério, a bauxita. Com um quilo de vidro quebrado, faz-se exatamente um quilo de vidro novo. E a grande vantagem do vidro é que ele pode ser reciclado infinitas vezes. Gera renda pela comercialização dos recicláveis. Diminui o desperdício. Fonte:

8 POLÍTICAS DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL EM RESTAURANTE SUSTENTÁVEL - ALGUNS BONS PRECEITOS OS RESTOS DE COMIDA PODEM SER TRANSFORMADOS EM ADUBOS. Carne, legumes, frutas, e óleos parecem inofensivos durante a preparação da refeição. Mas, se os restos desses alimentos, incluindo as cascas (até as de ovos) não tiverem tratamento, as consequências podem ser desastrosas para o meio ambiente. Essa matéria orgânica representa a maior parte dos resíduos sólidos enviados à coleta regular. Só que, hoje em dia, a Política Nacional de Resíduos Sólidos propõe alternativas que, uma vez adotadas, impediriam o ciclo destrutivo que o lixo promove na natureza. Uma delas é a compostagem, que tem sido adotada dentro de casa por aqueles que estão ligados à ecologia. O que é compostagem? A compostagem é a degradação dos resíduos orgânicos, é a transformação deles em adubo. É como se fosse a reciclagem da matéria orgânica. Há várias formas de se fazer isso, por exemplo, com resíduos de cozinha, como frutas, cascas, farinha e pão transformando esses restos em húmus através da compostagem doméstica ou da compostagem industrial, no caso de cozinhas industriais. A compostagem devolve ao solo os seus nutrientes. Praticamente todo o resto de alimentos pode ser transformado em composto. Cascas de frutas, legumes e ovos, borra de café, saquinhos de chá, podas de jardinagem, guardanapos de papel e palitos de fósforo são alguns exemplos. Até mesmo sobras de alimentos cozidos e estragados, desde que em quantidades moderadas, podem ir para a composteira. Fonte:

9 O que pode ser compostado? Cinzas de madeira provenientes de lareiras ou de fogão a lenha; Penas de galinha, peru e outras aves são muito ricas em nitrogênio, facilitando o processo, pois esse é um dos elementos importantes para a reação química da compostagem; Lixo orgânico de cozinha: Praticamente todo o lixo pode ir para a composteira, exceto gordura animal, que tem uma difícil degradação, e restos de carnes, que costumam atrair animais, vermes e moscas; Aparas de grama; Conchas (ostras moídas, conchas de lagostas); Feno ou palha: Em pequenas quantidades, pois necessitam de uma grande quantidade de nitrogênio para se decompor; Podas de arbustos e cerca viva; Folhas; Jornais: Em pequenas quantidades, pois são grandes fontes de carbono; Serragem: Deve ser alternada com esterco, pois apresenta degradação lenta; Algas marinhas. Fonte: POLÍTICAS DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL EM RESTAURANTE SUSTENTÁVEL - ALGUNS BONS PRECEITOS

10 O que não pode ser compostado? Carvão mineral e vegetal: Possui quantidade excessiva de enxofre e ferro que são tóxicos para as plantas. Também apresentam muita resistência à decomposição; Gordura animal e restos de carnes; Papel colorido: Possui tintas tóxicas e não biodegradáveis. Devem ir para reciclagem especial de papéis; Resíduos não biodegradáveis: Resíduos de plásticos, vidros, alumínios e roupas possuem material sintético que não são biodegradáveis e que poderão prejudicar o solo: Plantas doentes: Fezes de animais de estimação: Lodo de esgoto: Produtos químicos tóxicos Fonte: POLÍTICAS DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL EM RESTAURANTE SUSTENTÁVEL - ALGUNS BONS PRECEITOS

11 O ÓLEO UTILIZADO PARA A FRITURA DE ALIMENTOS PODE SER REAPROVEITADO NA FABRICAÇÃO DE BIODIESEL, COMBUSTÍVEL POUCO POLUENTE. O objetivo é otimizar o reaproveitamento do óleo vegetal residual na produção de biodiesel evitando, assim, seu desperdício. O óleo de cozinha, quando não pode mais ser aproveitado, se for jogado na rede de esgoto, além de poluir os rios, baías e oceanos,também causa o entupimento de canos, aumentando os custos de manutenção. Sendo reaproveitado na produção de combustível, o óleo contribui para a geração de energia alternativa. Atualmente, a maior parte do óleo vegetal é despejada em ralos, comprometendo as tubulações dos edifícios e das redes de tratamento de esgoto. Nas regiões onde não há rede coletora, o óleo vai diretamente para os rios e lagoas, aumentando significativamente a poluição e a degradação ambiental. Essa prática acarreta prejuízos à população, às concessionárias de saneamento e aos governos. Fonte: POLÍTICAS DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL EM RESTAURANTE SUSTENTÁVEL - ALGUNS BONS PRECEITOS

12 O RESTAURANTE PODE SER PONTO DE COLETA DE PILHAS, BATERIAS E CELULARES. As pilhas e baterias são compostas por diversos materiais (como os metais) que garantem sua funcionalidade, como lítio, níquel, cobre, zinco, mercúrio, cádmio e chumbo. Esses componentes podem ser nocivos ao entrar em contato com o meio ambiente, contaminando solo, água e, consequentemente, as pessoas. Hoje, com o avanço tecnológico, as pilhas e baterias de procedência reconhecida possuem baixos níveis de metais nocivos, ou muitas vezes só existem traços desses metais. Mesmo assim, é muito importante que as pilhas e baterias usadas não sejam descartadas no lixo doméstico, e sim encaminhadas à destinação ambientalmente adequada. O consumidor tem um papel muito importante nesse Ciclo, ao devolver as pilhas e baterias que não mais utiliza. O descarte de pilhas no lixo doméstico é um fato extremamente grave e, com o passar do tempo, ocorre inevitavelmente a contaminação de plantas, solos e lençóis freáticos, devido à corrosão da blindagem da pilha (invólucro externo de aço) disposta em aterros ditos controlados e lixões. Pilhas e baterias precisam receber uma destinação especial, pois apresentam metais pesados tóxicos. Esses metais pesados liberados no ambiente após a corrosão do produto usado têm a propriedade de bioacumulação por meio da cadeia alimentar, gerando efeitos tóxicos no organismo humano e de outros animais. Fonte: POLÍTICAS DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL EM RESTAURANTE SUSTENTÁVEL - ALGUNS BONS PRECEITOS

13 Já nos casos de celulares, os danos ao meio ambiente podem ser devastadores. Equipamentos eletrônicos são ricos em vários tipos de metal pesado, como chumbo (usado para soldar chips), cromo e mercúrio, usados em componentes de metal ou visores LCD. Uma bateria de celular é composta por várias substâncias químicas responsáveis pelo armazenamento da carga elétrica, possuem forte presença de metais pesados que, se descartados na natureza, podem poluir o solo e a água. Elas podem conter materiais como cádmio, altamente nocivo ao meio-ambiente e tóxico para humanos. Apesar de serem prejudiciais para a natureza e para a saúde, se reciclados, estes materiais têm valor comercial, pois podem ser reaproveitados em outras áreas. O mesmo vale para outros materiais que compõe o celular, como o ouro dos contatos ou o plástico das carcaças. Além disso, o próprio plástico que compõe a maior parte do telefone é um material de difícil decomposição. Fonte: POLÍTICAS DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL EM RESTAURANTE SUSTENTÁVEL - ALGUNS BONS PRECEITOS

14 ADOTAR O USO DE LÂMPADAS LED QUE CONSOMEM MENOS ENERGIA. Depois da substituição das lâmpadas incandescentes pelas fluorescentes como alternativa de economia, as lâmpadas LED (sigla em inglês para diodo emissor de luz) chegam ao mercado com melhor desempenho energético que suas antecessoras e durabilidade média de até 20 anos. A LED é um exemplo dessa geração de lâmpadas. Após 18 meses de testes, a lâmpada chegou ao mercado americano com eficiência de até 90% na emissão de luz (porcentagem aproveitada do consumo energético que é convertida em luz ao invés de calor), apresentando enorme diferença se comparada às lâmpadas incandescentes tradicionais, cuja eficiência luminosa é em média de 8%, segundo o Instituto Nacional de Eficiência Energética (INEE), do Brasil. Fonte: POLÍTICAS DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL EM RESTAURANTE SUSTENTÁVEL - ALGUNS BONS PRECEITOS

15 Quando você acende uma lâmpada incandescente, apenas 8% da energia elétrica que ela consome é transformada em luz. Os outros 92% se perdem em forma de calor. Comparando a eficiência energética das lâmpadas de LED em relação às fluorescentes, as de LED consomem até duas vezes menos energia e no que se refere à durabilidade também saem ganhando. Enquanto as lâmpadas incandescentes têm vida útil estimada em 1000 horas, as fluorescentes podem durar de 10 a 15 mil horas. Já a LED e as lâmpadas similares duram no mínimo 25 mil horas acesas. De acordo com a Eletrobrás, levando em conta o consumo energético e a capacidade de iluminação, as lâmpadas de LED podem ser consideradas mais vantajosas para o consumidor, pois dispensam trocas constantes. Fonte: POLÍTICAS DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL EM RESTAURANTE SUSTENTÁVEL - ALGUNS BONS PRECEITOS

16 SOLICITAR A COLETA SELETIVA DE LIXO Coleta seletiva de lixo é um processo que consiste na separação e recolhimento dos resíduos descartados por empresas e pessoas. Desta forma, os materiais que podem ser reciclados são separados do lixo orgânico (restos de carne, frutas, verduras e outros alimentos). Este último tipo de lixo é descartado em aterros sanitários ou usado para a fabricação de adubos orgânicos. A coleta seletiva de lixo é de extrema importância para a sociedade. Além de gerar renda para milhões de pessoas e economia para as empresa, também significa uma grande vantagem para o meio ambiente uma vez que diminui a poluição dos solos e rios. Este tipo de coleta é de extrema importância para o desenvolvimento sustentável do planeta. A coleta seletiva do lixo constitui em separar o lixo em grupos distintos, cada um com tipos de lixo correspondente com sua classificação. A separação do lixo é feita da seguinte maneira, devem ser colocados cestos de lixos com identificação para lixos de papéis, plásticos, metais e/ou alumínio, vidros, orgânicos, etc. Cada um deverá possui uma cor de identificação que facilita a coleta. Fonte: POLÍTICAS DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL EM RESTAURANTE SUSTENTÁVEL - ALGUNS BONS PRECEITOS

17 SELO DE RESTAURANTE SUSTENTÁVEL Em São Paulo, bares e restaurantes podem obter o selo RESTAURANTE SUSTENTÁVEL. Fazem parte das ações sustentáveis consideradas: Evitar o uso no cardápio de peixes ameaçados de extinção. Instalar sensores de movimento no local para automatizar a iluminação. Servir aos clientes água filtrada na jarra para evitar garrafas plásticas. Reciclar o lixo seco e separar os resíduos orgânicos para compostagem. Destinar o óleo para fabricação de sabão ou de biocombustível. Utilizar materiais de limpeza biodegradáveis para a higienização do local. Fonte: SELO DE RESTAURANTE SUSTENTÁVEL, SELO VERDE E ÁGUA NA JARRA.

18 SELO DE RESTAURANTE SUSTENTÁVEL O selo Restaurante Sustentável é um produto para bares e restaurantes que desejam ter uma atuação mais sustentável no mercado atual. Elaborado a partir da concepção do desenvolvimento contínuo, o projeto baseia-se em pequenas ações sustentáveis que servem de pré-requisito para a obtenção do selo. O processo de certificação funciona da seguinte maneira: a empresa possui uma checklist com mais de 20 ações sustentáveis que podem ser aplicadas nos bares e restaurantes e os estabelecimentos que aderirem a, pelo menos, três delas recebem o selo Restaurante Sustentável. O selo tem duração de um ano, podendo ser renovado na avaliação final. Para renová-lo, a empresa precisa adotar três novas ações do checklist. Nos Estados Unidos, a certificação de restaurantes sustentáveis é fornecida pela Green Restaurant Association. A certificação requer o atendimento a diversos pré- requisitos, que incluem a eficiência no uso da água (uso de redutores de fluxo e equipamentos de menor consumo), estratégias para diminuição da geração de lixo, reciclagem de resíduos, usam de mobiliários de madeira certificada, utilização de alimentos orgânicos e de alimentos produzidos localmente, uso de fontes de energia limpa e de embalagens recicláveis. Fonte: SELO DE RESTAURANTE SUSTENTÁVEL, SELO VERDE E ÁGUA NA JARRA.

19 SELO VERDE PARA RESTAURANTE SUSTENTÁVEL NA BAHIA O Restaurante Terreiro Bahia recebeu o Selo Verde sendo o primeiro empreendimento totalmente sustentável da Praia do Forte – Salvador. O Programa Selo Verde é um rótulo ecológico e a organização que o Selo Verde Ecolmeia, indica para o mercado que se preocupa com as questões ambientais e promove seu crescimento de forma sustentável, reduzindo os impactos ambientais no solo, no ar e nas águas, em toda sua cadeia produtiva. O mobiliário do restaurante Terreiro Bahia bem como seus equipamentos de apoio também são de reuso. Todo o lixo orgânico é triturado e descartado diretamente na rede de esgoto, reduzindo a emissão de carbono nos aterros/lixões e todo o lixo seco é armazenado e entregue a ADESLIM, cooperativa local que faz coleta seletiva para reciclagem. As geladeiras e câmara frigorífica utilizam gás verde, reduzindo a emissão de carbono e toda a iluminação é feita com luzes de baixo consumo, além da iluminação natural durante o dia. O telhado foi projetado de forma a aproveitar também a circulação de ar no ambiente, evitando refrigeração artificial. Os pratos e copos são lavados com máquinas, gerando uma economia de 800 mil litros da água ao ano. O Restaurante funciona também como posto de coleta local de baterias e eletrônicos. É tendência mundial a mudança de comportamento da sociedade frente à preservação ambiental e de empresas que priorizam o desenvolvimento com sustentabilidade. Como incentivo a isso, o Programa Selo Verde é uma resposta ao crescimento visível da conscientização ambiental. A Organização que desenvolve suas atividades com sustentabilidade, terá disponível o Selo Verde Ecolmeia que a certificará como Amiga do Meio Ambiente. A organização será uma multiplicadora de conceitos sustentáveis através de suas ações, motivando as demais sobre a importância da preservação ambiental. Fonte: SELO DE RESTAURANTE SUSTENTÁVEL, SELO VERDE E ÁGUA NA JARRA.

20 SELO ÁGUA NA JARRA. A iniciativa Água na Jarra busca reduzir o impacto ambiental causado pelo consumo de água engarrafada. Estes impactos contribuem para agravar os grandes desafios ambientais como o aquecimento global e a poluição do ar e da água. Enfrentar estes desafios e buscar soluções menos agressivas ao meio ambiente são fatores fundamentais para garantir uma boa qualidade de vida e um mundo mais saudável para nós e para as próximas gerações. Um estilo de vida sustentável é o resultado de várias mudanças que promovemos ao fazer as nossas escolhas de consumo de forma responsável. Podemos começar esta mudança já, adotando uma nova maneira de consumir água. A iniciativa propõe a substituição do consumo de água engarrafada pelo consumo de água tratada e purificada. Os restaurantes que participarem da iniciativa Água na Jarra se comprometem a comercializar em seus estabelecimentos, preferencialmente, água tratada e purificada servida em jarras. Fonte: SELO DE RESTAURANTE SUSTENTÁVEL, SELO VERDE E ÁGUA NA JARRA.

21 SELO ÁGUA NA JARRA. Empresas e eventos também podem aderir à iniciativa adotando a água tratada e purificada servida em recipientes reutilizáveis como sua opção preferencial de consumo. Desta forma estamos deixando de gerar uma enorme quantidade de resíduos poluentes e vamos contribuir para a criação de um estilo de vida mais responsável e mais sustentável. BENEFÍCIOS DE PARTICIPAR DESTA INICIATIVA: Não há custo financeiro para fazer a adesão à Iniciativa Água na Jarra; Visibilidade pela adoção de práticas sustentáveis e divulgação do restaurante através do site Água na Jarra - Guia de Restaurantes; Atração de público que pratica o consumo responsável; Garantia de que a água oferecida é de excelente qualidade; Satisfação dos funcionários em trabalhar em empresa que investe em ações de responsabilidade socioambiental. Fonte: SELO DE RESTAURANTE SUSTENTÁVEL, SELO VERDE E ÁGUA NA JARRA.

22 O ViaSete em Ipanema, separa o óleo da cozinha para reciclagem. A parceria com uma empresa certificada garante que o produto seja transformado em sabão ou biocombustível. A prática chamou atenção dos vizinhos que levam garrafinhas com óleo ao restaurante. Já o restaurante Salitre implantou o sistema de captação de energia solar na casa em que funciona o restaurante em Ipanema. Toda água quente utilizada na cozinha vem desse sistema. Os banheiros possuem válvulas de descargas ecológicas que garantem uma economia de aproximadamente 60% do volume de água. Adotaram sacolas de papelão em vez de sacos plásticos e a casa também possui sistema que capta e armazena a água da chuva, utilizada para limpeza e manutenção do jardim. Na Inglaterra, alguns estabelecimentos foram construídos com materiais reciclados e que podem ser reutilizados. Todo o lixo produzido é tratado: o orgânico passa por um processo de desidratação e compostagem e depois é utilizado como adubo; e o seco é separado, empacotado conforme o tipo e enviado para a reciclagem. Todas as lâmpadas são fluorescentes e as tintas usadas nas paredes tem baixo volume de substâncias químicas. O menu permite que as pessoas escolham a quantidade e o volume de comida que querem consumir. O restaurante também filtra a água consumida no estabelecimento e a condiciona em garrafas, que são reabastecidas sempre que necessário. Reuso é a uma das palavras de ordem do negócio. Conta ainda com um sistema de filtragem de água, ou seja, toda a água utilizada para lavar louças e nas pias dos banheiros é tratada e reutilizada para regar o jardim. Fonte: OUTRAS BOAS PRÁTICAS DE RESTAURANTES

23 Em um estudo realizado por uma aluna de mestrado na Universidade Federal de Goiás, a partir das entrevistas realizadas foi possível traçar o perfil do usuário do Restaurante Universitário, que na sua maioria: se encontra na faixa etária entre 20 e 30 anos, aguarda na fila entre 10 e 20 minutos, mostra-se satisfeito com o processo de terceirização, acha a infraestrutura do restaurante ruim, enquanto que agrada da refeição e considera esse o principal motivo para frequentar o restaurante. UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS, RESTAURANTE UNIVERSITÁRIO. OPORTUNIDADESAMEAÇAS PONTOS FORTES Alimentos para o consumidor vegetariano; Opções de sucos e sobremesas; Pouca variedade no cardápio vegetariano; Troca de refeições balanceadas por lanches. PONTES FRACOS Número cada vez maior de usuários; Ambiente abafado e barulhento; Perda da qualidade no período da refeição; Desconforto no período de fila. Perda de consumidores dentro do Campus; Ausência de locais ao ar livre para as refeições. Fonte: III Congresso Brasileiro de Gestão Ambiental Goiânia/GO – 19 a 22/11/2012

24 A autora propõe algumas mudanças visando a sustentabilidade do Restaurante Universitário: Conservação e economia de energia. Geração da própria energia consumida por fontes renováveis. Instalação de circuitos de iluminação independente dos demais circuitos do prédio. Esses circuitos terão baixa voltagem, para utilização de lâmpadas eficientes (LED). Instalação de placas fotovoltaicas para a alimentação desse sistema de iluminação. Sistemas de aquecimento solar de água, com utilização de placas coletoras para atuar como o principal sistema de aquecimento de água para chuveiros. UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS, RESTAURANTE UNIVERSITÁRIO. Fonte: III Congresso Brasileiro de Gestão Ambiental Goiânia/GO – 19 a 22/11/2012


Carregar ppt "COMISSÃO GESTORA DO PLANO DE GESTÃO DE LOGÍSTICA SUSTENTÁVEL (CGPGLS) DO CETEM."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google