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CC MARCO ANTONIO DA C. VIEIRA TSIII MAURÍCIO J. MACHADO GUEDES

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Apresentação em tema: "CC MARCO ANTONIO DA C. VIEIRA TSIII MAURÍCIO J. MACHADO GUEDES"— Transcrição da apresentação:

1 CC MARCO ANTONIO DA C. VIEIRA TSIII MAURÍCIO J. MACHADO GUEDES
O Papel da Pesquisa Operacional como Instrumento para a Eficiência nas Pesquisas e no Desenvolvimento Científico-Tecnológico do Ambiente Marinho. CA ANTONIO R. PONTES LIMA JR. CC MARCO ANTONIO DA C. VIEIRA TSIII MAURÍCIO J. MACHADO GUEDES

2 PROPÓSITO Apresentar a PO como instrumento e ferramenta para planejar, decidir, projetar, implantar, mensurar e otimizar processos, ações e pesquisas no ambiente marinho; e Apresentar as capacidades do CASNAV, a fim de contribuir com o item anterior.

3 SUMÁRIO Introdução; Pesquisa Operacional;
Planejamento e Apoio à Decisão; Aplicações Gerais; Aplicações em Ambiente Marinho; Avaliação Operacional; Conclusão.

4 Sistema de Ciência e Tecnologia da Marinha
SECIRM CHM 4 4

5 HISTÓRICO 1ª Fase 2ª Fase 3ª Fase 1981 1997 2001 2011 1975 Criação
Avaliação Operacional de Sistemas Navais Avaliação Operacional das Fragatas Classe Niterói Jogo de Guerra da EGN Sistemas de Apoio à Decisão Criptologia Assinatura do Contrato de Autonomia de Gestão OMPS-C 1ª Fase 2ª Fase 3ª Fase 1981 1997 2001 2011 1975 Criação 1980 1990 5

6 Organograma Diretor Vice-Diretor Gabinete Conselho Consultivo
Conselho Técnico Assessoria de Gestão Contemporânea Assessoria de Gestão Contemporânea NuEscCTI MB/UFF Assessoria de Comunicação Social Vice-Diretor Departamento de Administração CASNAV-10 Departamento de Engenharia de Sistemas CASNAV-20 Departamento de Apoio Tecnológico CASNAV-30 Núcleo de Modelagem e Simulação Divisão de Desenvolvimento de Sistemas CASNAV-21 Divisão de Pesquisa Operacional CASNAV-22 Divisão de Gestão da Informação CASNAV-23 Divisão de Planejamento e Controle de Projetos CASNAV-24 Divisão de Planejamento e Controle de Projetos CASNAV-24 Divisão de Criptologia CASNAV-25 Divisão de Gerenciamento de Projetos Terceirizados CASNAV-26

7 (EMA-417 Capacitação OMPS C)
ÁREAS DE ATUAÇÃO Áreas de Interesse De C,T&I (EMA-410 PDCTM) Atuação do CASNAV Divisões do CASNAV Serviços prestados pelo CASNAV (EMA-417 Capacitação OMPS C) Avaliação Operacional Avaliação de Desempenho e Otimização de Sistemas Logísticos, Administrativos e Operativos Avaliação de Danos Desenvolvimento de Tática e seus Procedimentos Operativos Apoio à Decisão Modelagem e Simulação Divisão de Pesquisa Operacional PESQUISA OPERACIONAL PROCESSO DECISÓRIO Divisão de Desenvolvimento de Sistemas Sistemas Digitais Operativos Sistemas de Apoio à Decisão Sistemas de Comando e Controle Sistemas de Acompanhamento do Tráfego Marítimo Sistemas de Simulação e Jogos Divisão de Gestão da Informação CIBERNÉTICA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Sistemas Digitais Administrativos Corporativos Sistemas de Gerenciamento Eletrônico de Documentos Divisão de Criptologia Sistemas Criptográficos Análise Criptográfica Avaliação de Segurança de Sistemas Digitais Divisão de Projetos Terceirizados

8

9 PESQUISA OPERACIONAL 2ª Guerra Mundial
- surge pela primeira vez o termo “Pesquisa Operacional” - defesa aérea da Inglaterra (emprego do radar) - organização dos comboios para segurança do Tráfego Marítimo aliado Guerra Fria - Desafio logístico imposto pelo “Bloqueio de Berlim” - Ponte aérea com mais de voos para reabastecimento Dias Atuais Combate ao tráfego de drogas e de armas, pirataria, pesca ilegal e poluição marinha Salvamento da vida humana no mar

10 PESQUISA OPERACIONAL Ciência aplicada, voltada para a resolução de problemas reais. A Pesquisa Operacional é usada para avaliar linhas de ação alternativas e encontrar as soluções que melhor servem aos objetivos dos indivíduos e/ou organizações. fonte: SOBRAPO OUTRAS DENOMINAÇÕES: DECISION SCIENCE MANAGEMENT SCIENCE SCIENCE OF BETTER

11 PESQUISA OPERACIONAL Entre as 500 maiores empresas norte-
americanas (FORTUNE-500), 387 (78%), possuem setores específicos e/ou aplicam métodos e ferramentas de Pesquisa Operacional na P&D e/ou em seus processos. Fonte: IFORS

12 PESQUISA OPERACIONAL Tempos Modernos - VIDEOS\tempos modernos editado.wmv Processo Otimizado - VIDEOS\otimizado.wmv

13 Planejamento e Apoio à Decisão
1) PESQUISAS, AÇÕES E PROCESSOS NOVOS. 2) PESQUISAS, AÇÕES E PROCESSOS EXISTENTES. 3)PLANEJAMENTO DE PESQUISAS, AÇÕES E PROCESSOS FUTUROS. OTIMIZAÇÃO MODELOS SIMULAÇÕES

14 APLICAÇÕES INFINITAS DEFESA; SETOR PÚBLICO; SEGURANÇA; FINANCEIRO;
SETOR TERCIÁRIO (SERVIÇOS); ENGENHARIAS; INDÚSTRIAS E PRODUÇÃO; EDUCAÇÃO E TREINAMENTO; PLANOS DE CONTINGÊNGIA, DESASTRES E EMERGÊNCIAS; LOGÍSTICA E CADEIA DE SUPRIMENTOS; ENERGIA; FARMACÊUTICA E SAÚDE; TELECOMUNICAÇÕES. INFINITAS

15 RESULTADOS INFINITOS EXTRAIR INFORMAÇÕES ÚTEIS. OTIMIZAR RECURSOS;
REDUZIR CUSTOS; AUMENTAR A EFICIÊNCIA, RECEITA/LUCRO; APRIMORAR SERVIÇOS E PROCESSOS; PROPOR REGULAMENTAÇÕES E LICITAÇÕES; SEGURANÇA E SALVAR VIDAS; PREVER RESULTADOS; TESTAR ESTRATÉGIAS; MAXIMIZAR A PRODUTIVIDADE; PLANEJAMENTO INTELIGENTE; EXTRAIR INFORMAÇÕES ÚTEIS. INFINITOS

16 APLICAÇÕES EM AMBIENTE MARINHO DEFESA
DISTRIBUIÇÃO E EMPREGO DE MEIOS; ESTRATÉGICO,OPERACIONAL E TÁTICO; SELEÇÃO DE MEIOS, EQUIPAMENTOS E SISTEMAS; AVALIAÇÃO OPERACIONAL; E SISTEMAS DE C4I (SisGAAz).

17 APLICAÇÕES EM AMBIENTE MARINHO PETRÓLEO & GÁS
LOGÍSTICA, LOGÍSTICA REVERSA E CADEIA DE SUPRIMENTOS; PLANEJAMENTO, SELEÇÃO E VIABILIDADE DE PROJETOS; GERENCIAMENTO DE PROJETOS;

18 APLICAÇÕES EM AMBIENTE MARINHO PETRÓLEO & GÁS
PLANEJAMENTO E GERENCIAMENTO DE TANGÍVEIS E INTANGÍVEIS; EMERGÊNCIAS E EVACUAÇÃO; PORTOS E INFRAESTRUTURA DE APOIO; TRANSPORTE E DISTRIBUIÇÃO; E PRODUÇÃO.

19 APLICAÇÕES EM AMBIENTE MARINHO MEIO-AMBIENTE
METEOROLOGIA; OCEANOGRAFIA; BIODIVERSIDADE; ECOEFICIÊNCIA; E DESEMPENHO SOCIOAMBIENTAL.

20 APLICAÇÕES EM AMBIENTE MARINHO RECURSOS MINERAIS
Estimar, planejar, modelar, simular, apoiar e gerenciar as pesquisas, ações e processos para extração de riquezas do subsolo marinho.

21 APLICAÇÕES EM AMBIENTE MARINHO RECURSOS VIVOS (PESCA)
Estimar, planejar, modelar, simular, apoiar e gerenciar as pesquisas, ações e processos para maximizar a produção de pescado; e Estimativa de estoques de espécies (série temporal) – JAPÃO, CHINA, CORÉIA DO SUL E NORUEGA.

22 PRODUTOS DO CASNAV SAD-SAR – SISTEMA DE APOIO À DECISÃO PARA BUSCA E SALVAMENTO. SAD-CAM – SISTEMA DE APOIO À DECISÃO NO CONTROLE DE ÁREA MARÍTIMA.

23 PRODUTOS DO CASNAV AVALIAÇÃO OPERACIONAL DE MEIOS E SISTEMAS NAVAIS – (MEDIDAS DE EFICÁCIA).

24 AVALIAÇÃO OPERACIONAL
Executada em Navios, Aeronaves, Fuzileiros Navais e Submarinos. Inglaterra, Austrália e Israel possuem excelência nesta área. EUA - único país considerado no estado da arte. Produzem mais de 90% da literatura associada a T&E.

25 AVALIAÇÃO OPERACIONAL
Nos EUA, o Director of Operational Test and Evaluation assessora diretamente o Secretário de Defesa. Responsável por testar e avaliar mais de 300 sistemas, no valor de setecentos bilhões de dólares. ( )

26 AVALIAÇÃO OPERACIONAL

27 AVALIAÇÃO OPERACIONAL
“Nossa responsabilidade é ter certeza que os sistemas funcionam como esperado, demonstrando seu desempenho em situações realísticas antes de sua entrega ao combatente.” “Eu acredito firmemente que OT&E deva ser um processo de confirmação e não de descobertas. Infelizmente, OT&E é, muito freqüentemente, a etapa aonde falhas e problemas de desempenho são descobertos.” Dr . Charles E. McQueary (ex-Director of Operational Test and Evaluation)

28 AVALIAÇÃO OPERACIONAL
“…the cost of [testing] is a small portion of the overall program budget; it is a large percent of the budget in the year(s) in which it occurs”. Few programs (7 out of 76) required more than 1.51% of program acquisition costs for OT&E The 8 programs above 1.5% were: AIM-120C Electronic Protection Improvement Program (AIM-120C EPIP) [$87M PAC; 5.1% OTE] Modular Aircrew Helmet (MACH) [$8.3M; 4.1% OTE] Hard Target Void Sensing Fuze (HTVSF) [$147M; 3.4% OTE] ALR-69A Radar Warning Receiver (ALR-69A) [$168M; 2.8% OTE] F-22 Incr 3.1 [$1.3B; 2.4% OTE] Airborne Signals Intelligence Payload 2C (ASIP 2C) [$55M; 2.0% OTE] Miniature Air Launched Decoy (MALD) [$501M; 1.51% OTE] Vulnerability Lifecycle Management System Spiral 1.5 (VLMS) [$26M; 1.51% OTE] OT&E is usually 1% ± 0.5% of Program Acquisition Cost 28

29 AVALIAÇÃO OPERACIONAL
COMOPTEVFOR OPTEVFOR conduz OT&E em condições tão reais quanto possível. Assessora o CNO (Chief of Naval Operations) sobre a eficácia operacional e a adequação de meios novos ou modernizados, e sobre suas capacidades, táticas e procedimentos.

30 Air Test and Evaluation Squadron NINE VX-9
AVALIAÇÃO OPERACIONAL Air Test and Evaluation Squadron NINE VX-9 Realiza OT & E e desenvolvimento de tática de novos sistemas de armas e incorpora os avanços da guerra eletrônica na autodefesa de aeronaves de ataque.

31 CNA – Center for Naval Analysis
AVALIAÇÃO OPERACIONAL CNA – Center for Naval Analysis O Operations Evaluation Group (OEG) do CNA analisa as operações e sua logística, e explora seus resultados para implementar melhorias nos sistemas, no uso mais eficiente dos recursos financeiros e quando os sistemas necessitam ser modernizados ou substituídos.

32 AVALIAÇÃO OPERACIONAL
A principal utilidade da T&E, seja no conceito, projeto, aquisição ou uso de um equipamento, é reduzir o risco do mesmo não satisfazer a expectativa do usuário, considerando custo, qualidade, disponibilidade, sucesso na missão, vulnerabilidade e segurança. Objetivo principal : COMBATER Navio (meio) pronto para o combate

33 AVALIAÇÃO OPERACIONAL

34 CONCLUSÃO A Pesquisa Operacional concentra esforços, possibilita coleta de informações mais precisas e aprimora o planejamento para lidar com a complexidade, dinâmica e incertezas que envolvem a exploração e proteção da Amazônia Azul.

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