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1 O Capital APARECE INICIALMENTE COMO UM GRANDE DEPÓSITO DE MERCADORIAS A mercadoria: O Capital, Marx afirmava que a nossa sociedade APARECE INICIALMENTE.

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1 1 O Capital APARECE INICIALMENTE COMO UM GRANDE DEPÓSITO DE MERCADORIAS A mercadoria: O Capital, Marx afirmava que a nossa sociedade APARECE INICIALMENTE COMO UM GRANDE DEPÓSITO DE MERCADORIAS. No entanto, o que pode existir por trás de uma simples troca de mercadorias? É essa a questão que Marx se propõe resolver nos primeiros capítulos de O Capital – o mecanismo do sistema capitalista.

2 2 O Processo de Circulação Simples de Mercadorias. Sobreviver – produzem os bens materiais para seu consumo – transformando a natureza através do trabalho. Porém, é impossível um só homem fabricar todos os bens de consumo de que necessita, dado que a exigência humana, para a satisfação da vida, é grande e variada. Para resolver este problema, as pessoas trocam entre si os produtos de que necessitam para viver.

3 3 Tempo de trabalho socialmente necessário para a sua produção. Podemos representar esse processo da seguinte forma: M (mercadoria) – D (dinheiro) – M (mercadoria) Venda compra

4 4 valor de troca valor de uso Possuir um valor de troca, isto é, uma capacidade para ser trocada e possuir um valor de uso, isto é, uma utilidade. COMÉRCIO No mercantilismo, a principal forma de acumular riquezas era através do COMÉRCIO. E o que caracteriza o comércio? É justamente o processo de circulação simples de mercadorias – vendem mercadorias e recebem dinheiro, depois trocam por mais mercadorias.

5 5 Se a preocupação no processo de circulação simples de mercadorias é a realização das TROCAS DE MERCADORIAS (comércio), o que caracteriza o processo de formação do capital é a preocupação em PRODUZIR MERCADORIAS (indústria).

6 6 O Processo de Formação do Capital D (dinheiro) – M (mercadoria) – D+ (mais –dinheiro) compra venda

7 7 PRODUTOR FABRICA SUA MERCADORIA. Portanto, se o lucro não nasce no momento da troca, ele só poderá nascer no momento em que o PRODUTOR FABRICA SUA MERCADORIA. O empresário só pode aumentar o valor de uma mercadoria acrescentando a essa mercadoria mais quantidade de trabalho. 200 – camisa (dinheiro) (mercadoria) (mais-dinheiro)

8 8 Compra com dinheiro determinadas mercadorias e transforma-as, acrescentando-lhes maior quantidade de trabalho, alterando para mais o seu valor. Assim, o empresário que tem uma soma de reais e quer aumentar esse dinheiro, torná-lo capital, compra o couro (matéria-prima), a máquina (meio de produção) e a força de trabalho (o operário).

9 9 também tem um preço estipulado toda quantidade de meios de vida necessários para manter o trabalhador vivo, em condições de trabalhar e de se reproduzir Como toda mercadoria, a força de trabalho também tem um preço estipulado, e definimos este preço como sendo toda quantidade de meios de vida (bens de consumo) necessários para manter o trabalhador vivo, em condições de trabalhar e de se reproduzir. A Lei da Mais-Valia O empresário, ao pagar os salários aos trabalhadores, nunca paga a estes o que eles realmente produziram.

10 10 a mais-valia O excedente de valor produzido que não é devolvido ao trabalhador; sendo apropriado pelo capitalista, isso é o que Marx define como sendo a mais-valia. que não foi pago ao empregado. Mercadorias nada mais são do que a materialização do trabalho que não foi pago ao empregado.

11 11 No entanto, as coisas não aparecem assim tão claras; na realidade, somo levados a pensar que as mercadorias têm qualidades próprias, que o dinheiro possui um poder de compra que é mágico. no processo de troca Isto se deve ao fato de que, no processo de troca, as mercadorias se equivalem fazendo com que o valor (tempo de trabalho socialmente necessário para a produção de mercadorias) não apareça aos olhos, dando a impressão de que o valor de troca não seja manifestação do valor e sim a manifestação das leis de oferta e procura.

12 12 Essa inversão de sentidos, Marx denominou de fetiche das mercadorias, e consiste basicamente em dar a impressão de que as relações sociais de trabalho são apenas relações sociais entre mercadorias. Esse fetiche faz com que as relações de exploração entre patrão e empregado fiquem encobertas, favorecendo a própria continuação do capitalismo.

13 13 As classes sociais quando possui capital Uma pessoa é considerada como pertencente à classe dos empresários quando possui capital, isto é, quando é proprietária dos meios de produção e compradora de força de trabalho. força de trabalho Uma pessoa é considerada como pertencente à classe trabalhadora quando não tem nada, a não ser sua capacidade de trabalho (força de trabalho), que vende ao empresário em troca de um salário.

14 14 mais lucro uma vida melhor luta de classes. Empresários lutando por mais lucro contra trabalhadores lutando por uma vida melhor. É o que Marx define por luta de classes.

15 15 A Origem dos Problemas Sociais A Origem dos Problemas Sociais. A forma pela qual as pessoas trabalham no capitalismo gera formas de exploração da classe empresarial sobre a classe trabalhadora.

16 16 explorando a força de trabalho do proletariado Segundo Marx, o capitalismo era injusto porque só haveria um meio de a burguesia lucrar: explorando a força de trabalho do proletariado. Ou seja, não existem bons ou maus patrões. são obrigados a explorar seus empregados a exploração é inevitável No capitalismo, os patrões são obrigados a explorar seus empregados. Caso contrário, não teriam lucro e iriam à falência. Portanto, a exploração é inevitável. eliminando o capitalismo A única forma de acabar com a exploração seria eliminando o capitalismo.

17 17 Competir sempre, para criar a barbárie. O modo de produção capitalista funciona sob certas condições: O modo de produção capitalista funciona sob certas condições: concentração da propriedade privada dos meios de produção nas mãos da burguesia; uma mão de obra destituída de qualquer propriedade, a não ser sua própria força de trabalho; a livre concorrência entre as empresas e, por fim, um conjunto de leis e ideias que garantam seu funcionamento, para justificar sua irracionalidade e injustiça perante milhões de indivíduos.

18 18 O porquê disso tudo? O porquê disso tudo? Simples. O capital não tem fronteira, pois a industria madeireira não está preocupada com os riscos ambientais aos cortar as árvores na Amazônia, a industria petrolífera pouco se importa com a poluição. não o bem- estar dos indivíduos. Enfim, o que interessa é vender e lucrar e não o bem- estar dos indivíduos. Ou melhor, desde que o indivíduo tenha dinheiro para comprar coisas, o resto não interessa.

19 19 superação dos problemas sociais luta política A superação dos problemas sociais no capitalismo não se dá, como pensava Durkheim, através da ciência, mas sim, através da luta política.

20 20 Pensando numa alternativa ao capitalismo Pensando numa alternativa ao capitalismo. socialistas Na década de 1830, apareceram pensadores ingleses e franceses que eram chamados de socialistas. Eles acreditavam que a economia não deveria beneficiar poucos indivíduos (a burguesia), mas toda a sociedade. Em vez da competição do mercado, propunham a cooperação.

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22 22 Os socialistas pensavam que as mudanças podiam ser planejadas e que se deveria arquitetar uma nova sociedade, mais justa, mais harmônica, mais racional. Robert OwenCharles Fourier Os primeiros foram Robert Owen e Charles Fourier. Karl MarxFriedrich Engels Porém os socialistas que mais influenciaram as gerações de futuros críticos do capitalismo foram Karl Marx ( ) e Friedrich Engels ( ) – dois pensadores alemães. Foram os fundadores do Socialismo Científico, hoje chamado de marxismo.

23 23 Por que existem os problemas sociais? De que modo é possível superá-los? Suas ideias partiam das seguintes perguntas: Por que existem os problemas sociais? De que modo é possível superá-los? Eles acreditavam que os filósofos se limitaram a interpretar o mundo de diferentes maneiras; o que importa é transformá-lo. (cf. Teses sobre Feuerbach, in A ideologia alemã, 1979). Marx e Engels achavam que somente o estudo científico da sociedade poderia responder a essas questões.

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26 26 Atividade do dia: Analisar a última charge e construir uma crítica à respeito, fazendo um paralelo com alguma questão conhecida pelo grupo (pode ser pego um exemplo de um dos membros do grupo). Por fim, cada grupo irá fazer uma apresentação da sua análise para os demais grupos.

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