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Celso Leonardo Weydmann XXI Seminário Internacional de Política Econômica Departamento Economia Rural - UFV Outubro/2009.

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1 Celso Leonardo Weydmann XXI Seminário Internacional de Política Econômica Departamento Economia Rural - UFV Outubro/2009

2 1 INTRODUÇÃO 2 IDENTIFICAÇÃO TEMPORAL DA CRISE 3 ANÁLISE DE MUDANÇA ESTRUTURAL 4 EXPORTAÇÃO NA CRISE 5 CONCLUSÕES

3 Houve queda dos preços e das quantidades exportadas. Os preços foram mais afetados do que as quantidades exportadas. Houve depreciação do Real frente ao Dólar, aumentando os preços em R$ das exportações. Os juros se elevaram, encarecendo o crédito. A Inflação teve pequena alta, reduzindo o preço real das exportações em R$. Em 2008: Estas variáveis podem atuar em direções opostas, e não se tem clareza a priori do resultado final nas exportações Problema:

4 Comparar o desempenho de dez commodities do agronegócio na crise com o período fora da crise. A variação dos preços e quantidades exportadas foram mais acentuadas na crise do que nos anos anteriores (houve mudança estrutural)? Como foi o desempenho das exportações de commodities do agronegócio na crise? Quais foram os impactos das variações do câmbio e inflação nos preços e valores exportados?

5 Valor exportado das comoditiesS 2008

6 77% Suco laranja (2007 ) 69% Açúcar56% Café 51% Farelo soja 41% Soja grão 34% Oleo soja 28% Carne frango 22% Carne bovina 18% Carne suína (2006 ) Exportação / Total produção 2008 (t)

7 Período: janeiro 2004-maio Fonte: ALICE-Web (SECEX) do MDIC, ABIEC e ABIPECS09. Preços em R$ foram deflacionados pelo IGP-DI. Quantidades exportadas foram dessazonalizadas pelo método das médias móveis. Preços em US$ foram convertidos em R$ pelo uso da taxa câmbio, comercial, venda.

8 Identificação do período de impacto da crise nos preços e quantidades exportados Para cada commodity, a partir de 2008, nos meses em que preço e quantidade exportados apresentaram tendência de queda.

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19 Teste: Ln(Yit) = 1 + 2Dct + 3Tt + 4DcTt + wti (eq. exponencial) Fora da crise: Dc=0; ln (Yit) = 1 + 3Tt Na crise: Dc=1; ln (Yit) = ( 1 + 2)+ ( 3+ 4)Tt a) 4 é o deslocador do coeficiente angular por conta do período de crise b) 4 indica a variação (%) média do preço ou quantidade exportada no período de crise em relação ao período fora da crise.

20 Resultados dos testes de quebra estrutural para os preços de exportação Ln(Yit) = 1 + 2Dct + 3Tt + 4DcTt + wti

21 Resultados dos testes de quebra estrutural para as quantidades exportadas Ln(Yit) = 1 + 2Dct + 3Tt + 4DcTt + wti

22 Variação (%) dos preços médios de exportação na crise e fora dela. US$/t- R$/t - R$const./t

23 Variação (%) das quantidades exportadas (t) na crise e fora dela. (%) EXPORTAÇÃO NA CRISE

24 Variação dos valores das exportações US$/t- R$/t - R$const./t

25 Desvalorização cambial em 2008 não compensou a valorização ocorrida antes e depois, e foi também superada pela inflação.

26 Alguns preços atingiram o auge em Embora a queda tenha sido significativa, os mínimos atingidos foram superiores aos menores níveis fora da crise. Assim, a crise reduziu mais as quantidades que os preços das exportações do agronegócio. Na crise, a maioria das commodities teve maiores preços médios e menores quantidades médias.

27 Maiores quantidades Suco de laranja Café em grão Maiores preços e quantidades Carne de frango Maiores preços Farelo de soja Soja em grão Carne suína Seis commodities tiveram maiores ganhos na crise:

28 Açúcar em bruto: menor valor médio exportado na crise (única). Açúcar em bruto: grande queda na quantidade média exportada. Ganhos inconclusivos: óleo bruto e refinado de soja e carne bovina

29 As variações positivas nos preços médios em pelo menos uma das três definições (US$, R$ nominal e R$ constante), foram inferiores às variações negativas das quantidades médias exportadas. Portanto, os prejuízos causados pela crise nas exportações do agronegócio devem ser relativizados se comparados com o desempenho do setor nos últimos cinco anos. A maioria das commodities obteve na crise ganhos na exportação superiores aos fora da crise.

30 Ampliação / diversificação do mercado externo do agronegócio brasileiro

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