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HISTÓRIA 7º ANO Colégio Integrado de Campo Mourão Professor: Thiago Veronezzi.

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1 HISTÓRIA 7º ANO Colégio Integrado de Campo Mourão Professor: Thiago Veronezzi

2 GRANDES NAVEGAÇÕES

3 Por que Portugal iniciou pioneiramente a Expansão Marítima? Portugal se afirmava no conjunto da Europa como um país autônomo, com tendência a voltar-se para fora. Condições políticas melhores do que outros reinos. Projeto Nacional. O gosto pela aventura. O desenvolvimento das técnicas de navegação. Mudança de mentalidade. Atração pelo ouro e pelas especiarias.

4 Portugal se afirmava no conjunto da Europa como um país autônomo, com tendência a voltar-se para fora. Guerra de Reconquista. A Revolução de Avis. Crise do século XIV; Comércio marítimo priorizado; Fortalecimento da camada mercantil. Crise sucessória. PORTUGAL SURGE COMO REINO CENTRALIZADO Tendência a voltar-se para fora.

5 Condições políticas melhores do que outros reinos. Reino unificado, portanto menos sujeito a convulsões e disputas internas. Agrupamento de grupos sociais em torno do rei. Coroa (Estado) como grande empreendedor.

6 Projeto Nacional Rei. Comerciantes (burguesia mercantil). Nobreza. Igreja. Povo.

7 O gosto pela aventura Os impulsos para a aventura marítima não eram apenas comerciais. Mitos e relatos marítimos que muitas vezes desencorajavam e colocavam medo nos navegadores e população europeia. Medo concomitante à curiosidade.

8 O desenvolvimento das técnicas de navegação Papel da Escola de Sagres. Quadrante. Astrolábio. Balestilha. Cartografia. Instrumentos de medir a velocidade. Caravela.

9 Mudança de mentalidade No plano coletivo, as mentalidades não mudam rapidamente, e o imaginário fantástico continuou a existir, mas a expansão marítima foi mostrando cada vez mais como antigas concepções eram equivocadas e como era necessário valorizar o conhecimento baseado de experiências reais.

10 A atração pelo ouro e pelas especiarias Ouro: utilizado como moeda confiável e empregado pelos aristocratas asiáticos na decoração de templos e palácios e na confecção de roupas. O alto valor das especiarias se explica pelos limites das técnicas de conservação existentes na época e também por hábitos alimentares. Ouro e especiarias foram assim bens sempre muito procurados no século XV e XVI, mas havia outros, como o peixe, a madeira, os corantes, as drogas medicinais e, pouco a pouco, um instrumento dotado de voz – os escravos africanos.

11 A expansão comercial e marítima Problemas no comércio oriental através do Mediterrâneo. Necessidades de obtenção de riquezas e de uma nova rota comercial.

12 A ocupação das ilhas do Atlântico, a costa africana e as feitorias 1415: Ceuta. 1425: Ilha da Madeira. 1427: Açores. 1434: Cabo Bojador : Guiné. 1460: Cabo Verde. 1471: São Tomé.

13 Comércio com o Oriente (as Índias) 1488: contorno do Cabo das Tormentas – Cabo da Boa Esperança – por Bartolomeu Dias. 1498: Vasco da Gama funda as primeiras feitorias portuguesas nas Índias.

14 A expansão espanhola 1492: viagem de Colombo. Atraso em relação aos empreendimentos náuticos portugueses: Centralização somente em Tratado de Toledo (1480). 12 de Outubro de 1492, Colombo chegava à Ilha de Guanaani.

15 Os tratados ibéricos 1493: Bula Inter Coetera – a bula determinava uma divisão do mundo ultramarino, tomando-se por base um limite a 100 léguas a oeste de Cabo Verde. As terras situadas a oeste dessa linha imaginária caberiam à Espanha, ficando Portugal com as terras a leste desta linha. 1493: Tratado de Tordesilhas – pelo novo tratado, deslocava- se para 370 léguas a oeste de Cabo Verde o limite entre os domínios portugueses e espanhóis.

16 O achamento do Brasil 09 de março de 1500: a maior e mais equipada frota portuguesa deixa o porto de Lisboa e parte para o Atlântico. Contava com 13 caravelas. 22 de abril de 1500: as 13 caravelas comandadas por Pedro Álvares Cabral aportavam onde hoje é o litoral da Bahia.

17 França, Inglaterra e Holanda Razões do atraso em relação aos países ibéricos: FRANÇA: Guerra dos Cem Anos. INGLATERRA: Guerra dos Cem Anos. HOLANDA: parte do Império Espanhol. 1515: o rei francês Francisco I contestou a partilha do mundo ultramarino entre Portugal e Espanha, e a França passou a enviar expedições que, além do saque de riquezas americanas, acabaram por possibilitar-lhe o domínio de vastas extensões da América do Norte. A Inglaterra concentrou sua iniciativa à atividade de corsários e a partir do século XVI seu domínio passa a costa sudeste da América do Norte.


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