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HISTÓRIA DO BRASIL FRENTE 2 – APOSTILA 05 Profª MÁRCIA FABIANI AULA 15

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Apresentação em tema: "HISTÓRIA DO BRASIL FRENTE 2 – APOSTILA 05 Profª MÁRCIA FABIANI AULA 15"— Transcrição da apresentação:

1 HISTÓRIA DO BRASIL FRENTE 2 – APOSTILA 05 Profª MÁRCIA FABIANI AULA 15
COLÉGIO CAESP – EDUCAÇÃO INFANTIL, ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO Rua Almirante Barroso, – Fone/Fax (045) – CEP Foz do Iguaçu – PR – Brasil HISTÓRIA DO BRASIL Profª MÁRCIA FABIANI FRENTE 2 – APOSTILA 05 AULA 15

2 HISTÓRIA REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930)

3 República Velha (1889 – 1930)

4 REPÚBLICA VELHA (1894 – 1930) 1. Prudente de Morais-1894 a (SP) 2. Campos Sales a (SP) 3. Rodrigues Alves a 1906.(SP) 4. Afonso Pena-1906 a 1909.(MG) 5. Nilo Peçanha-1909 a 1910.(RJ) 6. Hermes da Fonseca-1910 a 1914 (RS) 7. Venceslau Brás-1914 a 1918 (MG) 8. Rodrigues Alves (SP)/Delfim Moreira (MG)-1918 a Epitácio Pessoa-1919 a 1922 (PB) 10.Artur Bernardes-1922 a 1926 (MG) 11. Washington Luís-1926 a 1930 (SP)

5 Belle Époque no Brasil o Brasil absorveu os movimentos modernos de arte, que romperam com a tradição acadêmica. A Belle Époque foi mais um estado de espírito que iniciou-se por volta de 1880 e se prolongou até a Primeira Guerra Mundial, em No Brasil ela predominou entre 1889, data da Proclamação da República, e 1922, ano de realização da Semana de Arte Moderna.

6 Características da Belle Époque
Predomínio da figura humana nua, em geral feminina, tema de retrato; alegoria ou de grupo, em cenas religiosas, mitológicas, ou de gênero – também trabalharam com os temas de paisagens e de naturezas-mortas. Intenso erotismo, dissimulado sob as formas estilizadas da Art Nouveau ou sob as cores do Impressionismo, em temas sociais, históricos ou religiosos. *Pintura de gênero: termo usado para designar obras que representam cenas da vida cotidiana.

7 Artistas do Brasil na Belle Époque
Rodolfo Amoedo Foi aluno de Victor Meirelles e, com 17anos, matriculou-se na Academia de Belas Artes.

8 AMOEDO, Rodolfo, Último Tamoio(1883), Óleo,180.3 × 261.3 cm

9 AMOEDO, Rodolfo. Morte de Atala (1883).

10 Belmiro de Almeida (1858-1935) foi um pintor, desenhista, escultor e caricaturista brasileiro.
O Pintor Belmiro de Almeida. Óleo sobre painel. 55 × 47 cm. Museu de Arte de São Paulo.

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12 José Ferraz de Almeida Júnior (1850 – 1899) foi um pintor e desenhista brasileiro. É frequentemente aclamado pela historiografia como o precursor da abordagem de temática regionalista, introduzindo assuntos até então inéditos na produção acadêmica brasileira: o amplo destaque conferido a personagens simples e anônimos e a fidedignidade com que retratou a cultura caipira, suprimindo a monumentalidade em voga no ensino artístico oficial em favor de um naturalismo. Naturalismo é uma escola literária conhecida por ser a radicalização do Realismo.

13 Caipira Picando Fumo (1893), óleo sobre tela, 202 × 141 cm, Pinacoteca do Estado de São Paulo, Brasil

14 Almeida Júnior, José Ferraz de
Almeida Júnior, José Ferraz de. O Violeiro (1899), óleo sobre tela, 141 × 172 cm , Pinacoteca do Estado de São Paulo.

15 Seus temas eram paisagens, fatos históricos e nus.
Antônio Parreiras Seus temas eram paisagens, fatos históricos e nus. Parreiras, Antônio. Flor Brasileira, tela, 1913, Gov. do Estado de Pernambuco

16 PARREIRAS, Antônio

17 Eliseu Visconti Em sua obra, existe influência do Impressionismo e do Neo-Impressionismo, ou Pontilhismo. Pintor de figuras, cenas gênero, paisagens e decorações, seu desenho era sem contornos definidos, de um colorido alegre e vibrátil.

18 VISCONTI, Eliseu

19 VISCONTI, Eliseu

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22 O artista romântico explora os valores da intuição e do instinto.
Glossário Romantismo Movimento, que floresceu entre o final do século XVIII e o início do século XIX, é voltado para o valor supremo da experiência individual. O artista romântico explora os valores da intuição e do instinto.

23 Realismo Foi um movimento artístico e literário surgido nas últimas décadas do século XIX na Europa, mais especificamente na França, em reação ao Romantismo.

24 Características do Realismo
Veracidade: Despreza a imaginação romântica Contemporaneidade: descreve a realidade, falar sobre o que está acontecendo de verdade. Retrato fiel das personagens: caráter, aspectos negativos da natureza humana Gosto pelos detalhes: Lentidão na narrativa Materialismo do amor: Mulher objeto de prazer/adultério Denúncia das injustiças sociais mostra para todos a realidade dos fatos

25 COURBET, Gustave. Estúdio de artista. 1855
COURBET, Gustave. Estúdio de artista óleo sobre tela, 359 x 598 cm. Museu D’Orsay, Paris.

26 Impressionismo Movimento artístico influenciado pela invenção da fotografia(com o surgimento da fotografia o artista não tinha obrigação de registrar o real como se apresentava), pelo advento da tintas em bisnaga(que permitiam aos artistas realizar suas pinturas ao ar livre). Artistas Claude Monet( ) e Auguste Renoir( ).

27 MONET, Claude. Impressão do Sol Nascente

28 Simbolismo Movimento que na literatura, engloba escritores como Mallarmé e Baudelaire, e que não pretende retratar a realidade, mas um mundo simbólico, próprio do autor. Nas artes visuais, os artistas principais foram Gustave Moreau e Odilon Redon.

29 Art Nouveau Estilo que incorpora elementos do passado distante ou de locais longínquos(Japão, China). Caracterizava pela estilização de elementos da natureza e pela valorização das curvas, da beleza e da elegância. Tinha como temas a natureza estilizada e as mulheres.

30 República Oligárquica (1894 – 1930): OLIGARQUIA = Governo de poucos.
Estrutura Política: Política do Café-com-leite: Oligarquias de SP e MG (as duas mais poderosas do país) alternavam-se na presidência da República. Oligarquias menos expressivas apoiavam o acordo em troca de cargos ou ministérios, como por exemplo o RS, BA, RJ, entre outros. Política dos Governadores: acordo firmado entre o presidente e os governadores ( governo de Campos Sales 1898 – 1902) e os governadores estaduais que previa o apoio mútuo e a não interferência de ambos em seus governos..

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32 Fraudes eleitorais ou manipulação de resultados:
Coronelismo: Coronel era o nome pelo qual os latifundiários eram conhecidos. Usavam seu prestígio pessoal para arregimentar votos . Quanto maior o “curral eleitoral” do coronel, maior o seu poder Clientelismo – voto em troca de pequenos favores ou “presentes”. Voto de Cabresto – voto a partir de intimidações pessoais. Fraude Eleitoral - Manipulação de dados com votos repetidos e/ou “criação” de eleitores fantasmas. “Degola” política em caso de vitória de opositores: não reconhecimento e titulação da vitória por parte da Comissão Verificadora de Poderes.

33 República do café – com - leite
Prudente de Moraes (primeiro presidente civil eleito) dá início à segunda fase da República Velha ( ) “República do café com leite”.

34 Política do Café com Leite
O eleitorado mineiro (maior do país) Poder econômico de São Paulo alternância entre paulistas e mineiros na presidência distorção do sistema federalista

35 Política do Café com Leite
Política dos Governadores Busca a conciliação entre as elites dominantes para manter as estruturas. O presidente da República estabelecia acordos com os presidentes de províncias e, consequentemente, deputados e senadores, para obter apoio e em troca apoiava a política nos estados. Acordo baseado no continuísmo e não em idéias

36 Política do Café com Leite
Coronelismo Coronelismo: Forma a base da Política dos Governadores. O coronel é o chefe político local que exerce um forte controle sobre a população. Coronel voto de cabresto clientelismo eleitor

37 Coronelismo Estrutura Troca de favores apoio X proteção.
Colocavam-se inclusive acima da lei (cf. S. B. Holanda – Raízes do Brasil).

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39 Café: principal produto (agroexportação).
4 . Estrutura Econômica: Café: principal produto (agroexportação). Funding Loan (1898): Moratória O Funding-loan fundo de empréstimo, Campos Sales e seu Ministro da Fazenda. Consistia em um empréstimo do governo brasileiro aos bancos londrinos no valor de dez milhões de libras para recuperar a economia nacional que havia sido abalada devido a grave crise econômica gerada pelo Encilhamento. Renegociação da dívida brasileira. Compromisso de retirada do meio circulante e queima de moeda, visando a valorização monetária. Convênio de Taubaté (1906): ROGRIGUES ALVES Plano de valorização artificial do café; Governo comprava os excedentes de café e estocava.

40 Cacau: Importante durante a Primeira Guerra Mundial (1914 – 1918).
Borracha: Importante entre 1870 e 1910 (aproximadamente). Utilizada na fabricação de pneus (expansão da indústria automotiva). Extraída na região Norte (PA e AM). Decadência associada a produção inglesa em suas colônias asiáticas. Cacau: Importante durante a Primeira Guerra Mundial (1914 – 1918). Demais produtos: açúcar, couro, algodão e mate. Todos agrícolas ou do setor primário, destinados basicamente a exportação. Nenhum deles com números expressivos.

41 A questão de Palmas (1893 – 1895):
5- A Política Externa Barão do Rio Branco – principal responsável pela política externa brasileira no período. A questão de Palmas (1893 – 1895): Disputa de BRA e ARG pela antiga região missioneira, no atual estado de Santa Catarina. BRA tem ganho de causa com aval dos EUA – presidente Grover Cleveland.

42 Anexação do Acre (1903): Interesse na extração do látex.
Atritos entre seringueiros brasileiros e bolivianos. BRA compra a região da Bolívia pelo valor de 10 milhões de dólares (Tratado de Petrópolis). Bolívia recebe em troca do território-área que lhe dava acesso ao Rio Madeira, e, portanto ao Oceano Atlântico.

43 Prudente de Moraes (1894 – 1898)

44 PRUDENTE DE MORAES (15/11/1894-15/11/1898)
1º Presidente civil à República “Pacificador da República” Defende interesses das Oligarquias Cafeeiras Fim da Revolução Federalista no RS Incentivo a Exportação Industrial: Financiamento do Governo (máquinas) Taxas Alfandegárias altas para produtos estrangeiros X Oligarquia Cafeeira: # Monocultura e Exportação # Financiamento para o setor rural e não para indústrias # Oscilação do preço no café no mercado internacional Política Externa: Solucionada a Questão de Palmas com a Argentina

45 PRUDENTE DE MORAES (15/11/1894-15/11/1898)
1896: habitantes # pequenas plantações # gado # comércio com as cidades vizinhas # ganhos para defesa Revolta de Canudos ( ): “Movimento social de caráter messiânico” Antônio Vicente Mendes Maciel (Conselheiro) 1870: Aparece como Beato Situação econômica do Nordeste: # Latifúndio e Monocultura; # Modernização e Coronelismo # Camponeses expulsos da terra # Seca (Miséria e fome) # Surto da borracha (migração para Amazônia) # Cangaceiros e Jagunços (buscam resolver seus problemas) # Formação das seitas místicas: Salvação e Esperança Contra catolicismo dos coronéis NE da Bahia (Vale do Rio Vaza-Barris) 1893: Arraial de Canudos (Belo Monte) fazenda de gado

46 PRUDENTE DE MORAES (15/11/1894-15/11/1898)
“O homem era alto e tão magro que parecia sempre de perfil. Sua pele era escura, seus ossos proeminentes e seus olhos com fogo perpétuo. Calçava sandálias de pastor e a túnica de azulão que lhe caía sobre o corpo lembrava o hábito desses missionários que, de quando em quando, visitavam os povoados do sertão batizando multidões de crianças e casando os amancebados. Era impossível saber sua idade, sua procedência, sua história, mas algo havia em seu aspecto tranqüilo, em seus costumes frugais, em sua imperturbável seriedade que,mesmo antes de dar conselhos, atraía as pessoas.”

47 PRUDENTE DE MORAES (15/11/1894-15/11/1898)

48 PRUDENTE DE MORAES (15/11/1894-15/11/1898)
Conflito: # Igreja: Perde fiéis # Latifundiários: perdem mão-de-obra # Estado: perde controle central Imprensa condena o Fanatismo e acusa o movimento de Monarquista Repressão militar: 03 Expedições ( homens + canhões) População Dizimada Euclides da Cunha: Os Sertões (O Estado de SP) Na comemoração da vitória sobre Canudos ocorre atentado contra o presidente Estado de Sítio Combate aos adversários Garantiu interesses das oligarquias cafeeiras “Capitão Moreira César Chamava-se ‘corta pescoço’ Veio agora nesta guerra deixar no sertão o osso.”


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