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Silvana Morandini CONSELHEIRA CREMESP 2008-201327/05/11 Ética na Gineco- obstetricia.

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1 Silvana Morandini CONSELHEIRA CREMESP /05/11 Ética na Gineco- obstetricia

2 01 preâmbulo com 06 incisos 25 incisos de princípios fundamentais 25 incisos de princípios fundamentais 10 incisos de normas diceológicas direitos 10 incisos de normas diceológicas direitos 118 artigos de normas deontológicas deveres 118 artigos de normas deontológicas deveres 04 incisos de disposições gerais O NOVO CÓDIGO é composto

3 Ginecologistas alvo de denuncias Os ginecologistas são os especialistas mais expostos a denúncias e processos de assédio sexual. Os ginecologistas são os especialistas mais expostos a denúncias e processos de assédio sexual. Respondendo por 34,34% do total de denúncias de assédio figurando isoladamente como réus em 25,80% do total de processos disciplinares autuados no período estudado. Respondendo por 34,34% do total de denúncias de assédio figurando isoladamente como réus em 25,80% do total de processos disciplinares autuados no período estudado.

4 Durante o Exame Ginecológico A solicitação de ter um acompanhante presente durante o exame físico sempre deve ser respeitada, independente do sexo do ginecologista, independente do sexo do acompanhante. A solicitação de ter um acompanhante presente durante o exame físico sempre deve ser respeitada, independente do sexo do ginecologista, independente do sexo do acompanhante.

5 Recomendação CREMESP 01/88 Que (os médicos) expliquem às pacientes, previamente e de forma detalhada os procedimentos que irão realizar durante o exame ginecológico. Que preferencialmente a presença de auxiliar de enfermagem ou pessoa acompanhante da paciente durante o exame ginecológico. Entretanto, cabe ao profissional médico decidir sobre tal recomendação; tendo em vista que não se trata de obrigatoriedade.

6 Prontuário Médico O médico tem em mãos uma grande arma: o prontuário médico. O médico tem em mãos uma grande arma: o prontuário médico. Seu preenchimento com riqueza de detalhes é peça fundamental, inclusive para a defesa do próprio médico, tanto perante o Cremesp quanto perante a Justiça Comum. Seu preenchimento com riqueza de detalhes é peça fundamental, inclusive para a defesa do próprio médico, tanto perante o Cremesp quanto perante a Justiça Comum. Escreva com letra legível e identifique-se com o número do CRM. Escreva com letra legível e identifique-se com o número do CRM.

7 A composição da equipe cirúrgica A composição da equipe cirúrgica É de responsabilidade direta do cirurgião responsável ou titular. É de responsabilidade direta do cirurgião responsável ou titular. O auxiliar deve possuir as condições técnicas para substituí-lo, em caso de eventual impedimento do titular durante o ato cirúrgico. O auxiliar deve possuir as condições técnicas para substituí-lo, em caso de eventual impedimento do titular durante o ato cirúrgico. É obrigações do cirurgião titular, a descrição cirúrgica do procedimento, sua indicação, intercorrências e complicações da operação, além da fiel caracterização da equipe cirúrgica, sendo vedada a inclusão de nomes de profissionais que não participaram do ato, para efeito de cobrança. É obrigações do cirurgião titular, a descrição cirúrgica do procedimento, sua indicação, intercorrências e complicações da operação, além da fiel caracterização da equipe cirúrgica, sendo vedada a inclusão de nomes de profissionais que não participaram do ato, para efeito de cobrança.

8 Informações à paciente Devem ser : Devem ser : claras, objetivas e compreensíveis sobre : claras, objetivas e compreensíveis sobre : hipóteses diagnósticas, hipóteses diagnósticas, diagnósticos realizados, diagnósticos realizados, exames solicitados, exames solicitados, ações terapêuticas, ações terapêuticas, riscos, benefícios e inconvenientes das medidas propostas e duração prevista do tratamento. riscos, benefícios e inconvenientes das medidas propostas e duração prevista do tratamento.

9 Informações à paciente Nos procedimentos diagnósticos e terapêuticos invasivos, deve ser informada sobre a necessidade ou não de anestesia, Nos procedimentos diagnósticos e terapêuticos invasivos, deve ser informada sobre a necessidade ou não de anestesia, o tipo de anestesia a ser administrada, o tipo de anestesia a ser administrada, o instrumental a ser utilizado, as partes do corpo afetadas, o instrumental a ser utilizado, as partes do corpo afetadas, os efeitos colaterais, os riscos e as conseqüências indesejáveis, os efeitos colaterais, os riscos e as conseqüências indesejáveis, a duração esperada do procedimento, a finalidade dos materiais coletados e as alternativas diagnósticas e terapêuticas existentes no serviço onde está sendo realizado o atendimento e em outros s erviços. a duração esperada do procedimento, a finalidade dos materiais coletados e as alternativas diagnósticas e terapêuticas existentes no serviço onde está sendo realizado o atendimento e em outros s erviços.

10 Informações à paciente Em se tratando de parturiente, deverá ser internada e sempre que possível, favorecer a permanência de um familiar ou quem a parturiente designar para acompanhá-la no trabalho de parto. Em se tratando de parturiente, deverá ser internada e sempre que possível, favorecer a permanência de um familiar ou quem a parturiente designar para acompanhá-la no trabalho de parto. Durante o acompanhamento do trabalho de parto, o obstetra deve ficar atento aos preceitos de beneficência e não maleficência, isto é, aliado aos cuidados do acompanhamento do bem-estar materno e fetal – que deverão estar anotados com horários e assinatura do examinador. Durante o acompanhamento do trabalho de parto, o obstetra deve ficar atento aos preceitos de beneficência e não maleficência, isto é, aliado aos cuidados do acompanhamento do bem-estar materno e fetal – que deverão estar anotados com horários e assinatura do examinador.

11 Informações à paciente Na assistência ao parto propriamente dito, seja normal ou forcep, ou cesariana, o obstetra deverá estar ciente da justeza do procedimento e fazer constar no prontuário os motivos, além de apresentar à parturiente e acompanhante as justificativas pertinentes. Na assistência ao parto propriamente dito, seja normal ou forcep, ou cesariana, o obstetra deverá estar ciente da justeza do procedimento e fazer constar no prontuário os motivos, além de apresentar à parturiente e acompanhante as justificativas pertinentes. Os cuidados no terceiro e quarto períodos, diminuirão as complicações freqüentes. Os cuidados no terceiro e quarto períodos, diminuirão as complicações freqüentes.

12 Fim Trate a sua paciente e o seus colegas com gostaria de ser tratado! Obrigada! Obrigada!


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