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QUEM VÊ CARA NÃO VÊ CLASSIFICAÇÃO. CUIDADO, VOCÊ PODE ESTAR DESCARTANDO UM CONSUMIDOR FIEL LEVADO APENAS PELA SUA PRIMEIRA IMPRESSÃO. AO CONTRÁRIO DO.

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1 QUEM VÊ CARA NÃO VÊ CLASSIFICAÇÃO

2 CUIDADO, VOCÊ PODE ESTAR DESCARTANDO UM CONSUMIDOR FIEL LEVADO APENAS PELA SUA PRIMEIRA IMPRESSÃO. AO CONTRÁRIO DO VELHO DITADO, AQUI, A PRIMEIRA IMPRESSÃO NÃO É A QUE FICA! ALERTA!!!

3 VEJA ESTAS MULHERES COM ATENÇÃO E DESCUBRA O QUE ELAS TÊM EM COMUM?

4 E ESTA MULHER? VOCÊ ACHA QUE ELA PODE COMPRAR SEU PRODUTO? 15% DOS ENTREVISTADOS CLASSIFICARAM ESTA MULHER NA CLASSE A1. 85% A CLASSIFICARAM EM CLASSES MAIS BAIXAS: 29% A2; 27% B1; 21% B2; 4% C1. OU SEJA: 85% DOS ENTREVISTADOS, AO CLASSIFICAREM ESTA MULHER A PARTIR DE SEUS PRÉ-CONCEITOS ESTARIAM DESCARTANDO DA CLASSE A1 UMA CONSUMIDORA EMPRESÁRIA, QUE MORA EM UM CONDOMÍNIO DE ALTO PADRÃO, NUMA CASA COM 10 BANHEIROS, 7 CARROS NA GARAGEM, 11 TELEVISORES, 6 DVDS E 2 EMPREGADAS MENSALISTAS.

5 ISSO É O QUE VOCÊ PODE ENCONTRAR NA RECEPÇÃO AO PEDIR AO RECRUTAMENTO UM GRUPO DE MULHERES A1. Mulheres sofisticadas e mulheres mais simples, todas absolutamente dentro do Critério e potenciais consumidoras de produtos dirigidos ao seu perfil de renda.Embora o Critério não seja infalível, ele é a uma base importante na seleção. As distorções ou especificidades relacionadas a produtos e serviços devem ser analisadas com cuidado em cada trabalho e nunca objeto de análises superficiais e baseadas no impacto da 1ª. impressão.

6 SEGUINDO RIGOROSAMENTE O CRITÉRIO BRASIL 2008, VOCÊ DIRIA QUE ESTAS MULHERES PERTENCEM À MESMA CLASSE? Uma é professora, duas são advogadas, uma é filha de comerciante e estudante. Pela aparência, você eliminaria alguma de um grupo da classe A2? A primeira obteve o maior reconhecimento: 39% dos entrevistados a classificaram corretamente. No entanto, 61% dos entrevistados a classificaram em outros segmentos. No caso das outras mulheres, o índice de acerto foi ainda menor.

7 Esta – da Capital – foi mais associada à classe A1 (43%) do que a qualquer outro segmento. Já esta – do Interior – foi mais associada à classe C1 (30%) do que a qualquer outro segmento. ESTAS DUAS MULHERES ESTÃO NO MESMO SEGMENTO: A2

8 Recém casada, excelente poder de compra, esta mulher, de acordo com os critérios de classificação está na classe A2, mas, uma análise mais profunda pode colocá-la junto a consumidores A1. Ainda assim, 58% dos entrevistados classificaram esta mulher em classes econômicas mais baixas: 21% B2, 33% B1 e 5% C1. ESTA JOVEM E PRÓSPERA ADVOGADA NÃO ATINGIU AS EXPECTATIVAS DOS ENTREVISTADOS

9 CHEGANDO À RECEPÇÃO DE UM GRUPO, VOCÊ ACREDITARIA QUE ESTAS DUAS MULHERES SÃO B1? Pois é, apenas 3% dos entrevistados acreditaram que esta mulher é B1. Espantosos 63% a classificaram como C2 ou D! Já esta mulher foi considerada B1 por 40% dos entrevistados, sendo que 39% a consideraram A1 e A2.

10 A MAIORIA DOS ENTREVISTADOS CLASSIFICOU INCORRETAMENTE AS MULHERES DA CLASSE D. Ninguém identificou corretamente o seguimento sócio-econômico desta mulher. As associações dividiram-se entre as classes A1 (20%), A2(20%), B1(21%), B2(27%), C1(21%) e C2(10%). Já esta, uma mulher que vive numa garagem cedida, tem 7 filhos dividindo 3 camas e rendimento de R$170,00 mensais, foi classificada C1 por 34% dos entrevistados e B1 e B2 por 15%.

11 VOCÊ PODERIA IDENTIFICAR, ENTRE AS FOTOS ABAIXO, QUE MULHER FOI EXCLUÍDA DA CLASSE B2?

12 Esta mulher foi considerada C2 por 40% dos entrevistados e seria excluída de um grupo B2 por 92% deles. VOCÊ PODERIA IDENTIFICAR, ENTRE AS FOTOS ABAIXO, QUE MULHER FOI EXCLUÍDA DA CLASSE B2?

13 ESTAS MULHERES SERIAM EXCLUÍDAS DO GRUPO POR, PELO MENOS, 71% DOS PROFISSIONAIS ENTREVISTADOS.

14 De acordo com o Critério Brasil 2008, todas fazem parte da mesma classe, A1. Porém, as duas primeiras são do interior e sua aparência não corresponde à expectativa de classe A1 para 85% dos entrevistados, que provavelmente as descartariam na primeira olhada. VOCÊ CLASSIFICARIA ESTAS QUATRO MULHERES COMO A1?

15 De acordo com o Critério Brasil 2008, todas fazem parte da mesma classe, a classe D. VOCÊ CLASSIFICARIA ESTAS QUATRO MULHERES COMO D?

16 Na avaliação visual, estas mulheres de São Paulo acabaram sendo classificadas em classes mais altas (ninguém identificou a primeira na classe D e só 12% identificaram a segunda nesta classe), enquanto as mulheres de Ribeirão Preto foram mais identificadas à classe D (33% a primeira e 34% a segunda). VOCÊ CLASSIFICARIA ESTAS QUATRO MULHERES COMO D? Ribeirão Preto São Paulo

17 CONCLUSÃO Ninguém chegou perto de associar corretamente 100% das mulheres apresentadas; A maioria dos profissionais associou corretamente entre 11 e 16 mulheres (menos de 1/3 do total); Quem teve o melhor desempenho, associou apenas 21 mulheres corretamente. Menos da metade. VALE A PENA DEIXAR-SE LEVAR PELA PRIMEIRA APARÊNCIA E COLOCAR TODO UM PROJETO EM RISCO?

18 CONCLUSÃO NA VIDA REAL É COMUM OUVIRMOS FRASES COMO: ESTE GRUPO NÃO É UMA CLASSE...; MEU CLIENTE NÃO VAI ACREDITAR QUE ESTA GENTE SEJA DA MESMA CLASSE.; ISSO NÃO É CLASSE A1 NEM AQUI, NEM NA CHINA.. A RECEPÇÃO NÃO DEVE SER OBJETO DE AVALIAÇÃO, DESCRÉDITO OU DESCARTE. NA DÚVIDA, DEVEMOS RECORRER AO FILTRO, SEMPRE E CADA VEZ MAIS FUNDAMENTAL E IMPORTANTE NA DETERMINAÇÃO DO GRUPO E NA SUA MELHOR CONFIGURAÇÃO, SEMPRE CONSIDERANDO OS OBJETIVOS DO TRABALHO. O CRITÉRIO BRASIL DE SEGMENTAÇÃO SÓCIO ECONÔMICA 2008 VEM APERFEIÇOAR A CLASSIFICAÇÃO E EVITAR QUE UMA PESSOA MUDE DE CLASSE COM A AQUISIÇÃO DE UM RADINHO.

19 CONCLUSÃO A CONSTRUÇÃO DE UM TRABALHO PROFISSIONAL COMEÇA NA CORRETA SELEÇÃO DOS GRUPOS DE ANÁLISE. VALORIZAR ESTA ETAPA FUNDAMENTAL DO PROCESSO GARANTE A QUALIDADE FINAL DAS INFORMAÇÕES E UMA ABORDAGEM MAIS SEGURA NO MOMENTO DE UTILIZÁ-LAS. O CRITÉRIO BRASIL 2008 É A BASE PARA QUALQUER CLASSIFICAÇÃO, MAS, TANTO QUANTO CONFIAR APENAS NA APARÊNCIA DAS PESSOAS, NÃO É GARANTIA DE SUCESSO. SUA ASSOCIAÇÃO, LIVRE DE PRÉ-CONCEITOS E ESTEREÓTIPOS, COM FILTROS BEM CONSTRUÍDOS E CLAROS, É QUE PODERÁ DETERMINAR A REUNIÃO DE UM GRUPO COM O PERFIL MAIS ADEQUADO AOS OBJETIVOS DO TRABALHO. CRITÉRIO BRASIL + FILTROS + ANÁLISE – PRÉ-CONCEITO – DISCRIMINAÇÃO = GRUPO OK.

20 CONCLUSÃO CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO QUE LEVEM EM CONTA DIFERENÇAS REGIONAIS SÃO INDISPENSÁVEIS. MESMO NUMA MESMA CIDADE, PESSOAS DE DIFERENTES REGIÕES VESTEM-SE E APRESENTAM-SE DE FORMA DIFERENTE. A1 A2 B1 D B2 A1 A2C2 D C1

21 CONCLUSÃO ESTAS DIFERENÇAS SÃO AINDA MAIORES QUANDO COMPARAMOS A CAPITAL COM O INTERIOR. DEVEMOS SEMPRE LEMBRAR DISSO NA HORA DA SELEÇÃO E CONSTRUÇÃO DOS GRUPOS. DEVEMOS OLHAR PARA AS FICHAS, ANTES DE OLHAR PARA O ASPECTO FÍSICO OU PARA AS ROUPAS DAS PESSOAS DO GRUPO. POR ISSO, ANTES DE INICIAR QUALQUER TRABALHO, PRECISAMOS SABER EXATAMENTE O QUE QUEREMOS DESCOBRIR, CAPRICHAR NO FILTRO E GARANTIR A APLICAÇÃO DO CRITÉRIO. A1 B1 D A2C2 D Ribeirão Preto São Paulo Ribeirão Preto São Paulo Ribeirão Preto São Paulo

22 POR QUE, QUEM VÊ CARA NÃO VÊ CLASSIFICAÇÃO.


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