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2 Logística TÓPICOS – Introdução – Evolução da logística – Subsistemas de Abordagem Logística – Logística - amplitude – Logística - definição – Logística.

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2 2 Logística TÓPICOS – Introdução – Evolução da logística – Subsistemas de Abordagem Logística – Logística - amplitude – Logística - definição – Logística - conceito gerencial – Razões do Interesse pela Logística – Logística de Transporte – Logística integrada: conceito – Estudos de caso: Wal-Mart – Logística e serviço ao cliente – Logística no Brasil – Importância dos Sistemas de Informação no processo Logístico – Logística e comércio eletrônico – Estudo de caso: Johnson Controls (B2B) – Estudo de caso: Americanas.com (B2C) – Serviço ao cliente no comércio eletrônico – Logística - dimensões da excelência – E-Procurement

3 3 Introdução O surgimento da logística se confunde com a origem da atividade econômica organizada, onde existia estoque, armazenagem e transporte. A logística passou a diminuir a diferença entre a produção e a demanda. O conceito de logística foi utilizada pelas Forças Armadas norte-americanas durante a Segunda Guerra Mundial.

4 4 Evolução da logística O tratamento das atividades logísticas nas empresas passou por várias fases de acordo com o grau de inter-relacionamento entre os diversos agentes da cadeia Estudo da demanda Compras Planif. de pedidos Planif. de produção Planif. de materiais Armazenagem TRANSPORTE Manip. Materiais Invent. Prod. Acabados Planif. De distribuição Processo de pedidos Embalagem industrial Serviço ao cliente Fragmentação Integração parcial Integração total Administração de materiais Distribuição Física Logística Integrada Evolução da logística a partir de 1960 Fonte: Gestão de Estoques na Cadeia de Logística Integrada

5 5 Subsistemas de Abordagem Logística Administração de Materiais: Compreende o agrupamento de materiais de várias origens e a coordenação dessa atividade com demanda de produtos ou serviços da empresa. Distribuição Física: É o transporte eficiente de produtos acabados ao final da linha de produção até o consumidor, incluindo em alguns casos o transporte de matéria-prima da fonte de suprimento ao início de produção.

6 6 Logística - Amplitude A logística não se concentra apenas na operação de distribuição dos produtos para os clientes –Logística de aquisição –Logística de produção –Logística de distribuição COMPRAS PRODUÇÃO VENDA E DISTRIBUIÇÃO VENDA E DISTRIBUIÇÃO F F F F F F F F F F C C C C C C C C C C C C C C Fornecedores de segunda camada Fornecedores de primeira camada EMPRESA Clientes de primeira camada (atacadista) Clientes de segunda camada (varejista) Clientes de terceira camada (consumidor) Logística de aquisição Logística de produção Logística de distribuição LOGÍSTICA GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS Fluxo de serviços Fluxo de informações Legenda: Fonte: Adaptado de Slack, Nigel. Engenharia da Produção.

7 7 Logística - Definição “A logística é o processo de elaboração, implementação e controle de um plano que serve para maximizar, da produção ao consumo, enfrentando custos, a eficiência e a eficácia do fluxo e da gestão das matérias-primas, semi-acabados, produtos acabados e informações; tudo isso conforme às exigências dos clientes” (Council of Logistics Management – EUA) “O gerenciamento logístico engloba os conceitos de fluxo de compras de matérias-primas, operações de produção e transformação, controle de materiais e processos, bem como produtos acabados, compreendendo também todo o gerenciamento de transporte e distribuição de produtos destinados a vendas, desde depósitos intermediários até a chegada dos produtos aos consumidores finais” (Hong Yuh Ching)

8 8 Logística: conceito gerencial Tecnologia de Informação Hardware Software MUDANÇAS TECNOLÓGICAS Globalização Aumento das incertezas econômicas Proliferação de produtos Menores ciclos de vida de produtos Maiores exigências de serviços MUDANÇAS ECONÔMICAS Otimização do projeto de sistema logístico Gestão integrada dos diversos componentes logísticos Otimização do projeto de sistema logístico Gestão integrada dos diversos componentes logísticos Transforma a logística em uma atividade estratégica, uma ferramenta gerencial, uma fonte potencial de vantagem competitiva LOGÍSTICA: moderno conceito gerencial

9 9 Razões do Interesse pela Logística Rápido crescimento dos custos, particularmente dos relativos aos serviços de transporte e armazenagem. Desenvolvimento de Tecnologias de Informação capazes de tratar eficientemente a massa de dados necessária para a análise de um problema logístico. Mudanças de mercado e de canais de distribuição, especialmente para bens de consumo Tendências de os varejistas e atacadistas transferirem a responsabilidade de administração os estoques para os fabricantes Complexidade crescente da administração de materiais e da distribuição física, tornando necessários sistemas mais complexos.

10 10 Logística de Transporte O transporte é o principal componente do sistema logístico. Sua importância pode ser medida através de pelo menos três indicadores financeiros: custos, faturamento, e lucro. O transporte representa, em média, 60% dos custos logísticos, 3,5% do faturamento, e em alguns casos, mais que o dobro do lucro. Além disso, o transporte tem um papel preponderante na qualidade dos serviços logísticos, pois impacta diretamente o tempo de entrega, a confiabilidade e a segurança dos produtos.

11 11 Logística de Transporte Desde os tempos coloniais os setor de transportes tem sido um desafio para o Brasil, em razão do tamanho e da topografia do País. Este desafio esta sendo vencido: adotada um conduta sistemática para planejar e implementar um sistema integrado nacional de transporte de superfície, por rodovias, ferrovias e por meio fluvial.

12 12 Logística de Transporte Administrar o transporte significa tomar decisões sobre um amplo conjunto de aspectos. Estas decisões podem ser classificadas em dois grandes grupos: Decisões Estratégicas: Caracteriza-se pelos impactos de longo prazo, e se referem basicamente a aspetos estruturais Decisões Operacionais: São geralmente de curto prazo e se referem às tarefas do dia a dia dos responsáveis pelo transporte.

13 13 Logística de Transporte Basicamente são quatro as principais decisões estratégicas no transporte: a)Escolha de Modais b)Decisões sobre Propriedade da frota c)Seleção e negociação com transportadores d)Política de Consolidação de Cargas

14 14 Logística de Transporte Decisões operacionais de curto prazo, podemos destacar: a)Planejamento de embarques b)Programação de veículos c)Roteirização d)Auditoria de Fretes e)Gerenciamento de Avarias

15 15 Escolha de Modais São basicamente seis os modais de transporte de carga: a)Transporte Rodoviário b)Transporte Ferroviário c)Transporte Aquaviário d)Transporte Dutoviário e)Transporte Cabotagem f)Transporte Aéreo

16 16 Transporte Rodoviário O Total de Rodovias e auto-estradas no Brasil e de aproximadamente 1,5 milhões de Km, o que reflete um crescimento de mais de 300% em duas décadas Hoje são transportados 85% da população e dos produtos brasileiros Empresas deverão procurar maneiras de aperfeiçoar a economia de combustível e métodos para aumentar a utilização dos equipamentos Projetos de Motores Alternativos para veículos rodoviários Caminhões movido por turbinas a gás podem receber maior atenção dos engenheiros (ruídos menores, manutenção, peso e consumo de combustível) Buscar algumas tecnologias já existentes, como no caso dos trens de carretas, que são dois ou três reboques puxados por um cavalo mecânico, que oferecem boa produtividade.

17 17 Transporte Ferroviário Tem vantagem de 3:1 (três por um) em custo de combustível enquanto comparado com o rodoviário. Tem uma abrangência menor que o rodoviário, entretanto, alguns projetos especiais têm sido implementados, tais como Ferrovia do Aço, que liga as áreas de extração das minas de aço com as de siderurgia e portos na região costeira do sudeste. As ferrovias, que transportam mais carga que todos os outros modais, devem melhorar sua administração para atender às demandas do futuro. Melhorias tecnológicas terão papel fundamental no futuro.

18 18 Transporte Aquaviário Também dependerá da tecnologia para incrementar sua produtividade A carga e descarga é com certeza o aspecto mais custoso para esse tipo de transporte. O manuseio é o procedimento de custo elevado no caso de pequenas unidade de movimentação manipuladas manualmente. A conteinerização deve continuar a expandir-se no transporte internacional.

19 19 Transporte Dutoviário Utilizado para o transporte de líquidos e gasosos, aperfeiçoamentos tecnológicos deverão ser implantados na operação de dutos.

20 20 Decisões sobre Propriedade da frota O processo decisório deve considerar além do custo e da qualidade do serviço, a rentabilidade financeira das alternativas. Tamanho da operação de transporte (quanto maior, maior a possibilidade de que a utilização de frota própria seja mais atraente do que a utilização de terceiros) Capacitação interna para planejar, operar e controlar, seja cada dia mais decisiva para o desempenho da operação

21 21 Seleção e negociação com transportadores No caso de terceirização observar: confiabilidade, preço, flexibilidade operacional; flexibilidade comercial, saúde financeira, qualidade de pessoal operacional e informações de desempenho.

22 22 Consolidação de cargas Buscar trabalhar com grandes volumes, utilizando os maiores veículos possíveis, a plena capacidade, é um dos principais mecanismos para reduzir os custos de transporte. Postergar os embarques para uma determinada rota, até que haja carga suficiente para atingir a capacidade máxima do veículo ao cliente, tanto no que diz respeito ao prazo de entrega, quanto à consistência destes prazos.

23 23 Logística integrada: conceito A base do conceito de logística integrada consiste em entender que a logística deve ser vista como um instrumento de marketing, uma ferramenta gerencial, capaz de agregar valor por meio dos serviços prestados. Produto Praça Serviço Ao Cliente Serviço Ao Cliente Processamento de pedidos Processamento de pedidos Preço Promoção Compras ou vendas Compras ou vendas Estoques Transporte Armazenagem Modelo conceitual de logística integrada Fonte: Adaptado de Lambert, Douglas M. Strategic Logistics Management.

24 24 Logística integrada: conceito Conceito de composto mercadológico (marketing mix) Cabe à Logística, uma vez estabelecida os canais de distribuição e seus respectivos padrões de serviço (disponibilidade de produtos, prazos de entrega, flexibilidade do serviço, serviço pós-venda, etc.), a missão de estruturar-se para garantir seu cumprimento. Estrutura de Marketing Logística Logística Integrada = composto mercadológico + logística tratada como um sistema Continuação Política de Serviço ao cliente estabelececumpre A logística deve atender aos níveis de serviço ao cliente, estabelecido pela estratégia de marketing, ao menor custo total de seus componentes.

25 25 Estudo de Caso: Wal-Mart Maior varejista do mundo, possuí fornecedores em todo o mundo e lojas localizadas nos Estados Unidos. Controla e gerencia suas atividades baseando-se fortemente em TI. Estratégia de marketing – Ser capaz de oferecer aos clientes um enorme sortimento de produtos, com altíssimo nível de disponibilidade, e com o menor preço do mercado.

26 26 Estudo de Caso: Wal-Mart Estratégia de logística integrada – Política de instalações/localização baseada no princípio de saturação geográfica – Sistema de distribuição próprio – Política de preços baixos todos os dias – Relacionamento de longo prazo com principais fornecedores – Uso intensivo de tecnologia de informação

27 27 Logística e serviço ao cliente Pesquisas científicas têm revelado: – O serviço ao cliente como uma variável de decisão de compra de crescente importância, quando comparada às variáveis, produto, preço e promoção Estabelecimento adequado dos níveis de serviço ao cliente requer: – O conhecimento das expectativas do cliente/consumidor (uso de TI) – Uma análise com relação à necessidade de se segmentar a clientela Resultados: – Capacidade de se estabelecer melhorias na estruturação e no desempenho logístico – Capacidade de se identificar os esforços a serem desenvolvidos para recuperação de um cliente insatisfeito e desertor

28 28 Logística no Brasil Até meados de 90  elo perdido da modernização empresarial Após este período  a logística passa por um processo revolucionário, tanto em termos de práticas gerenciais quanto da eficiência, qualidade e disponibilidade da infra-estrutura de transportes e comunicações Principais fatores que mais impulsionaram o processo de mudança – explosão do comércio internacional – estabilização econômica (Plano Real) – privatizações da infra-estrutura Líderes no processo de modernização – indústria automobilística – grande varejo (ECR-Brasil) Investimentos para aprimoramento das operações logísticas – processos de automação e comunicação – processos de interligação e cooperação – uso efetivo de código de barras – uso de roteirizadores, EDI e sistemas de rastreamento por satélites por parte das transportadoras rodoviárias

29 29 Logística no Brasil Dificuldades – alta dependência do modal rodoviário segunda modalidade mais cara Continuação –ineficiência de portos, ferrovias e dutos (mudanças são muito recentes) –extensão territorial (8,5 milhões de Km 2 ) –economia de consumo está presente com um percentual de 80% ao longo da costa –baixa oferta de profissionais com formação adequada para implementar a logística integrada. País% Transporte Rodoviário Brasil61 Austrália30 EUA28 China19 Carga transportada (em toneladas/Km)

30 30 Importância dos Sistemas de Informação no processo Logístico O fluxo de informações é um elemento de grande importância nas operações logísticas. Pedidos de clientes e de ressuprimento, necessidades de estoque, movimentações nos armazéns, documentação de transporte e faturas são algumas das formas mais comuns de informações logísticas.

31 31 Sistemas de Informações Logísticas Funcionam como elo que ligam as atividades logísticas em um processo integrado, combinando Hardware e software para medir, controlar e gerenciar as operações logísticas. Estas operações tanto ocorrem dentro de uma empresa específica, bem como ao longo de toda cadeia de suprimento

32 32 Sistemas de informações Logísticas

33 33 Sistema Transacional É a base para as operações logísticas e fonte para atividades de planejamento e coordenação. Informações logísticas são compartilhadas com outras áreas da empresa, tais como, marketing, finanças, entre outras É caracterizado por regras formalizadas, comunicações interfuncionais, grande volume de transações e um foco operacional nas atividades cotidianas.

34 34 Controle Gerencial Este nível permite com que se utilize as informações disponíveis no sistema transacional para o gerenciamento das atividades logísticas A mensuração de desempenho inclui indicadores: Financeiros, de produtividade, de qualidade e de serviço ao cliente.

35 35 Apoio a Decisão Caracteriza-se pelo uso de softwares para apoiar atividades operacionais, táticas e estratégicas que possuem elevado nível de complexidade. Estas ferramentas exige que o nível de expertise dos usuários elevado para lidar com as dificuldades na implementação e utilização. Caso contrario, existe necessidade de treinamento especifico.

36 36 Planejamento Estratégico As informações logísticas são sustentáculos para o desenvolvimento e aperfeiçoamento da estratégia logística. As decisões tomadas são extensões do nível de apoio a decisão. Exemplo: Decisões baseadas em resultados de modelos de localização de instalações e na análise da receptividade dos clientes à melhoria de um serviço.

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38 38 Logística de aquisição Logística de distribuição Logística e Comércio Eletrônico Fornecedor EMPRESA Atacadista Varejista Portal Agregador Consumidor B2B B2C Fonte: Adaptado de Symonds, Mathew. Business and the Internet, Survey.

39 39 Logística e Comércio Eletrônico Logística de aquisição (B2B) – facilitação pelos novos modelos de e-business e-marketplace (Agrosite, Construservice, Mercador.com, Mercado Eletrônico) e-procurement (TradeOut.com) canal eletrônico (Pão-de-Açúcar, Dell Computer, Connectmed) apoio logístico (Webb, NetEnvios) – maior rapidez, eficiência e eficácia na transferência de informação baixo estoque menor custo eficiente ressuprimento – facilidade de exposição das expectativas logísticas para o fornecedor melhor desempenho logístico – conhecimento dos hábitos de compra e dos padrões das regras de negócios melhor estruturação do sistema logístico – crescimento das parcerias e alianças estratégicas logísticas (estratégia colaborativa) – facilidade de implantação de uma logística integrada Continuação

40 40 Estudo de Caso: Johnson Controls EmpresaJohnson Controls AtividadeFabricação de bancos para carros ClienteMontadora Ford (São Bernardo do Campo) ProdutoBancos para os modelos Fiesta, Ka e Pampa Sistema de operaçãoJust-in-time seqüencial ParceriaTranlor, empresa transportadora Produção diária850 conjuntos (2 dianteiros e 1 traseiro) Freqüência de entrega Aproximadamente 20 entregas/dia Lead-time 120 minutos Estratégia de pontualidade na entrega 3 alternativas de percurso, uso de central de controle, disponibilidade de veículo reserva

41 41 Estudo de Caso: Johnson Controls Bastidores da operação – A Ford avisa quais modelos começaram a ser produzidos (via computador) – Johnson Controls fabrica um lote de 48 conjuntos (30 min.) – Johnson Controls transporta os bancos na seqüência correta, para o sistema de embarque. (10 min.) Os bancos devem chegar na fábrica na ordem em que serão montados no automóvel – Carrega-se o caminhão e emite-se nota fiscal (10 min.) – Caminhão desloca-se até a Ford, distante 11Km (30 min.) – Caminhão espera a checagem da nota fiscal na portaria e desloca-se até o ponto de desembarque (20 min.) – O caminhão é descarregado e o lote é levado para o ponto exato da montagem dos bancos na linha de produção (20 min.) Fonte: Exame 09/abril/1997

42 42 Logística e Comércio Eletrônico Logística de distribuição no varejo (B2C) – distribuição física de produtos digitais é eficiente, rápida e de baixo custo (software, MP3) – inclusão do consumidor final na cadeia de valor – responsabilidade por tarefas desempenhadas pelo consumidor final no comércio tradicional e nos respectivos custos – aumento do volume de cargas fragmentadas e dos custos (transporte de pequenas unidades para múltiplos destinos) – aumento da dificuldade de se conhecer as expectativas do cliente (grande volume de consumidores finais) – inadequação das estruturas de distribuição existentes (armazéns e centros de distribuição avançados) para atender rapidamente pedidos extremamente segmentados – aumento da necessidade de roteirização (mudanças diárias de roteiro) – dificuldade de se implantar uma logística integrada

43 43 Estudo de caso: Americanas.com (B2C) Site – visitas/dia – pedidos/dia (conversão 3%) – Valor médio da compra: R$ 100,00 – Prazo de entrega: de 7 a 15 dias – Prazo para troca: 7 dias Estoque – itens – produtos – 14 linhas de produtos Centro de distribuição (70% do estoque) – Barueri – São Paulo – m 2 – Capacidade para itens – Centraliza a operação e monitora a entrega Parcerias – 15 fornecedores (30% do estoque) – 5 empresas para entrega (nacional) – Federal Express (entrega internacional)

44 44 Estudo de caso: Americanas.com (B2C) Os bastidores após a compra 1.Internauta seleciona itens que deseja comprar 2.Autorização de pagamento 3.Computador do centro de distribuição recebe o pedido e emite etiqueta com código de barras (localização dos itens e roteiro) 4.Funcionário confirma local do item com leitor de código de barras 5.Produto é coletado 6.Visor do leitor mostra localização do próximo item 7.Itens coletados são depositados numa esteira que percorre todo o centro de distribuição 8.Itens despejados de acordo com os pedidos na área de expedição que contém 4 linhas com velocidade diferenciada de trabalho 9.Embalagem do produto, emissão de nota fiscal, emissão de etiqueta com dados do cliente, endereço e conteúdo do pedido 10.Nova conferência dos dados 11.Pacotes colocados em carros de acordo com a empresa de entrega (definição da empresa é automática – peso, volume e destino) 12.Cliente monitora a posição do pedido pelo site 13.O produto é entregue na casa do cliente. Fonte: Exame 26/julho/2000

45 45 Serviço ao cliente no comércio eletrônico Principais dimensões de avaliação do serviço ao cliente: – Disponibilidade do produto – Consistência do prazo de entrega – Tempo médio de entrega – Freqüência de entrega – Informações sobre o andamento do pedido – Sistema de recuperação de falhas – Resolução de reclamações – Políticas para casos de devolução – Sistema de informação de apoio – Procedimentos de cobrança – Apoio pós-venda

46 46 Serviço ao cliente no comércio eletrônico Empresas estabelecem mudanças logísticas na busca de uma melhoria no serviço ao cliente: – Construção de estrutura própria de armazenagem (principalmente empresas virtuais) Redução de custos de transporte (escala) Redução de preço de compra Maior controle na gestão de estoque Amazon.com, Americanas.com, Submarino.com – Terceirização (total ou parcial) dos serviços logísticos Redução de custos Aumento da eficiência logística (empresas especializadas) Possibilidade de usar o sistema SEDEX da EBCT para transporte (escala, baixo custo, rapidez, operação porta a porta) Superoferta.com, Gradiente

47 47 Serviço ao cliente no comércio eletrônico – Investimento na entrega expressa (com ou sem parceria) Redução no tempo de entrega Aumento na freqüência de entrega Siciliano + Jornal Estado de São Paulo Submarino + motoboys Amelia.com + Pão de Açúcar Delivery – Uso intensivo de TI Possibilidade de roteirização, rastreamento, levantamento da expectativa do cliente Contribuição para uma moderna organização logística Americanas.com, Siciliano.com – Oferecimento de serviços de apoio (Call Center, política de devolução, opções de pagamento, embalagem especial etc.) Superoferta.com, Gradiente

48 48 Pesquisa: excelência do comércio eletrônico Responsáveis pela pesquisa: Ibmec (Instituto Brasileiro de Mercados e Capitais e a revista Internet Business) Empresas analisadas: sete grandes lojas do varejo on-line Item adquirido: videocassete Períodos da compra: – 16 e 17 de novembro de 2000 – 15 de dezembro de 2000 Itens avaliados: – Marca e posicionamento – Produtos – Preço – Promoção – Navegação – Transação – Serviço ao cliente – Entrega

49 49 Pesquisa: excelência do comércio eletrônico Algumas constatações – O Ponto Frio, gigante do varejo tradicional, se saiu melhor nos testes, com uma eficiente cadeia integrada de logística, preços competitivos e canais de atendimento para o cliente – O Fera.com, há menos de um ano no ar, superou empresas tradicionais, com agilidade na navegação, canais on-line de atendimento e diferenciais como embalagens elaboradas e garantias – Os problemas do comércio eletrônico brasileiro são característicos de quem adquire maturidade (milhões aplicados para garantir segurança na transação virtual, manter um estoque dos produtos, comunicação com fornecedores e entrega das mercadorias). É preciso lidar com o pós-venda

50 50 Logística – dimensões da excelência Excelência logística = redução de custos + melhoria do nível de serviço ao cliente - quebra de paradigma Dimensões da excelência logística – Sucesso do cliente – Integração interna – Integração externa – Processos baseados no tempo – Mensuração abrangente – Benchmarking

51 51 E-PROCUREMENT Também conhecido como compra eletrônica, é o processo de requisição de materiais diretos ou indiretos usando a Internet como o meio principal. É o processo de procura por fornecedores, realizado pelas empresas para comprar materiais, especialmente materiais indiretos. Compras ineficientes e processos redundantes são sintomas de práticas não adequadas procurement

52 52 E-PROCUREMENT É uma solução altamente eficaz para pequenos e médios empresários. É um excelente exemplo de como o ambiente de internet pode ser utilizado em sistemas fechados, gerando redução de custos e de erros de p rocessos, além de ampliar oportunidades de negócios. É um portal de compras fechado, onde fornecedores e compradores se relacionam para efetuar negócios mediante regras pre-definidas.

53 53 Objetivos do E-Procurement Permite reduzir custos de processos de pedidos e o tempo dos ciclos e pedidos, com um resultado de fluxos de aprovação rápidos, bem como, uma comunicação assíncrona e rápida com os fornecedores, eliminando assim, faxes, chamadas telefônicas e preenchimento de formulários. Facilitar o acesso dos funcionários a processos de compra através do auto-atendimento Elevar as realizações de compras eficientes a uma posição estratégica dentro da organização.

54 54 Funções do E-procurement É um processo que começa com a necessidade de compra e só termina com o pagamento. Trata dos processos completos de aquisição de bens e serviços pela empresa por meio eletrônico. Tendo função de aproximar Fornecedores e Compradores

55 55 Fluxo de Aplicação de E-Procurement

56 56 Benefícios do E-procurement Melhoria do processo de comunicação entre a organização e os fornecedores; Recebimento de dados melhorados que retrata com exatidão as despesas da organização Redução da logística interna no tratamento do material ou serviços adquiridos; Processo de aprovação transparente para o requisitante; Redução significativa das tarefas administrativas da compra;

57 57 Benefícios do E-procurement  Redução dos processos de reconciliação de pagamentos de requisições de compra;  Redução dos custos administrativos e operacionais; Redução dos erros de processamento de requisições e respectivas informações de contabilidade  Menor risco no investimento.

58 58 As mudanças são muitas, mas ainda existem grandes barreiras a serem vencidas na logística.


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