A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

Profilaxia com fluconazol na prevenção da infecção fúngica invasiva em recém-nascidos pré-termos de alto risco H Weitkamp et al Apresentação:Danilo Santana.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "Profilaxia com fluconazol na prevenção da infecção fúngica invasiva em recém-nascidos pré-termos de alto risco H Weitkamp et al Apresentação:Danilo Santana."— Transcrição da apresentação:

1 Profilaxia com fluconazol na prevenção da infecção fúngica invasiva em recém-nascidos pré-termos de alto risco H Weitkamp et al Apresentação:Danilo Santana Rodrigues Epitácio Pereira Marques Neto Epitácio Pereira Marques Neto Marina Salomão Coordenação: Paulo R. Margotto 10/6/2008Hospital Regional da Asa Sul/SES;DF J Perinatol 2008,28:

2 Ddos Marina, Epitácio, Danilo e Dr. Paulo R. Margotto

3

4 INTRODUÇÃO

5 Infecção fúngica invasiva- associada à significativa morbimortalidade em pré- termos e baixo peso internados em UTI neonatal Infecção fúngica invasiva- associada à significativa morbimortalidade em pré- termos e baixo peso internados em UTI neonatal Fungos são responsáveis por 12% do primeiro episódio de sepse em criança muito baixo peso – MBP - ( metade causado por Candida albicans. Fungos são responsáveis por 12% do primeiro episódio de sepse em criança muito baixo peso – MBP - ( metade causado por Candida albicans. Gênero Candida é o terceiro agente mais comum Gênero Candida é o terceiro agente mais comum Superado por Staphylococcus coagulase negativa e Staphylococcus aureus Superado por Staphylococcus coagulase negativa e Staphylococcus aureus

6 Cerca de 30% dos muito muito baixo peso – MMBP - (<1000 g) recebem terapia antifúngica nas UTI Cerca de 30% dos muito muito baixo peso – MMBP - (<1000 g) recebem terapia antifúngica nas UTI Dos que apresentam hemocultura positiva para Candida-> 1/3 dos MBP e ½ dos MMBP morrem Dos que apresentam hemocultura positiva para Candida-> 1/3 dos MBP e ½ dos MMBP morrem Fatores de risco-> sistema imune imatura; patologias gastrointestinais; uso de bloqueadores H2, prolongado de cateter vascular central, de nutrição parenteral, de cefalosporinas de 3ª geração; necessidade de ventilação mecânica Fatores de risco-> sistema imune imatura; patologias gastrointestinais; uso de bloqueadores H2, prolongado de cateter vascular central, de nutrição parenteral, de cefalosporinas de 3ª geração; necessidade de ventilação mecânica Candidemia-> contribui com aumento dos custos e do tempo de internação Candidemia-> contribui com aumento dos custos e do tempo de internação

7 OBJETIVO

8 Avaliar a efetividade e a segurança do uso profilático de fluconazol em pré- termos de risco admitidos na UTI daquele serviço Avaliar a efetividade e a segurança do uso profilático de fluconazol em pré- termos de risco admitidos na UTI daquele serviço HIPÓTESE: uso profilático de fluconazol em pré-termos é efetivo e seguro HIPÓTESE: uso profilático de fluconazol em pré-termos é efetivo e seguro

9 MÉTODOS

10 Estudo retrospectivo, não randomizado Estudo retrospectivo, não randomizado 2 grupos 2 grupos Caso: crianças abaixo de 26 semanas e/ou abaixo de 750 gramas com acesso central, com até 5 dias de vida (42 pacientes) Caso: crianças abaixo de 26 semanas e/ou abaixo de 750 gramas com acesso central, com até 5 dias de vida (42 pacientes) Controle: criança que atendem aos critérios de inclusão há um ano da adoção do protocolo (44 pacientes) Controle: criança que atendem aos critérios de inclusão há um ano da adoção do protocolo (44 pacientes) Protocolo: adotado em 2005 Protocolo: adotado em 2005 Critério de exclusão: falência hepática Critério de exclusão: falência hepática Dose: 3 mg/kg, 2x/semana, até 6 semanas Dose: 3 mg/kg, 2x/semana, até 6 semanas Acompanhamento laboratorial- prova de função hepática e renal, hemograma Acompanhamento laboratorial- prova de função hepática e renal, hemograma

11 Interrupção da profilaxia Interrupção da profilaxia Retirada do acesso central Retirada do acesso central Terapia antifúngica empírica > 48h Terapia antifúngica empírica > 48h ALT e AST acima de 250 UI ALT e AST acima de 250 UI Transferência para outra unidade ou morte Transferência para outra unidade ou morte Todos os pacientes admitidos na Unidade entre 01/11/2005 e 31/10/2006 que atenderam aos critérios de inclusão Todos os pacientes admitidos na Unidade entre 01/11/2005 e 31/10/2006 que atenderam aos critérios de inclusão Variáveis- demográficas, necessidade de tratamento antifúngico, uso de antimicrobianos, dias de nutrição parenteral total (NPT), acompanhamento laboratorial, cultura microbiológica Variáveis- demográficas, necessidade de tratamento antifúngico, uso de antimicrobianos, dias de nutrição parenteral total (NPT), acompanhamento laboratorial, cultura microbiológica

12 Estudo aprovado pelo Vanderbilt Institutional Review Board Estudo aprovado pelo Vanderbilt Institutional Review Board Utilizou-se um sistema de computador - CPOE-> decisão, apoio e recomendações baseadas na dosagem do paciente, peso, idade gestacional e indicação Utilizou-se um sistema de computador - CPOE-> decisão, apoio e recomendações baseadas na dosagem do paciente, peso, idade gestacional e indicação

13 ANÁLISE ESTATÍSTICA Diferença entre os grupos em relação ao peso de nascimento e idade gestacional- teste t estatísticas Diferença entre os grupos em relação ao peso de nascimento e idade gestacional- teste t estatísticas Número de dias de acesso central, dias de ventilação mecânica, dias de antibioticoterapia e NPT- probabilidade estatística com teste da razão em um modelo linear generalizado assumindo uma distribuição binomial negativa Número de dias de acesso central, dias de ventilação mecânica, dias de antibioticoterapia e NPT- probabilidade estatística com teste da razão em um modelo linear generalizado assumindo uma distribuição binomial negativa Variáveis dicotômicas- sexo e sobrevivência- teste estatístico x 2 Variáveis dicotômicas- sexo e sobrevivência- teste estatístico x 2

14 ANÁLISE ESTATÍSTICA Teste exato de Fisher-> comparar as taxas de infecções invasivas entre os grupos de não-profilaxia e profilaxia Teste exato de Fisher-> comparar as taxas de infecções invasivas entre os grupos de não-profilaxia e profilaxia A segurança das variáveis foram investigadas através da utilização de uma análise de variância A segurança das variáveis foram investigadas através da utilização de uma análise de variância Todas as análises foram realizadas utilizando SAS versão 9,1. Todas as análises foram realizadas utilizando SAS versão 9,1.

15 RESULTADOS

16 Não há diferença estatística significativa entre os grupos Não há diferença estatística significativa entre os grupos

17 OS RN do grupo não profilaxia receberam significativamente mais antibióticos de terceira geração OS RN do grupo não profilaxia receberam significativamente mais antibióticos de terceira geração

18 Grupo controle- 9 dos 44 (20%) lactentes desenvolveram infecções fúngicas invasivas (candidemia, infecção urinária e / ou peritonite) e todas durante as 6 primeiras semanas de vida Grupo controle- 9 dos 44 (20%) lactentes desenvolveram infecções fúngicas invasivas (candidemia, infecção urinária e / ou peritonite) e todas durante as 6 primeiras semanas de vida

19 Mortalidade global no grupo controle- (9 de 44) Mortalidade global no grupo controle- 20% (9 de 44) 01 morte- atribuída diretamente à infecção por Candida (11%, 1 de 9) 01 morte- atribuída diretamente à infecção por Candida (11%, 1 de 9) + que o dobro dos lactentes no grupo controle receberam terapia antifúngica empírica - 11 de 44 (25%) em comparação com o grupo caso - 5 de 42 (12%) + que o dobro dos lactentes no grupo controle receberam terapia antifúngica empírica - 11 de 44 (25%) em comparação com o grupo caso - 5 de 42 (12%)

20 Grupo caso: tempo médio de profilaxia foi de 3,7 semanas, com um intervalo de 1-9 semanas. Grupo caso: tempo médio de profilaxia foi de 3,7 semanas, com um intervalo de 1-9 semanas. Nenhum bebê foi diagnosticado com infecção fúngica invasiva dentro das primeiras 6 semanas de vida (culturas negativas) Nenhum bebê foi diagnosticado com infecção fúngica invasiva dentro das primeiras 6 semanas de vida (culturas negativas) 05 crianças (12%) receberam tratamento empírico antifúngico dentro das primeiras 6 semanas de vida por um período máximo de 15 dias 05 crianças (12%) receberam tratamento empírico antifúngico dentro das primeiras 6 semanas de vida por um período máximo de 15 dias 11 crianças morreram durante a internação - taxa de mortalidade=26% (11 de 42) 11 crianças morreram durante a internação - taxa de mortalidade=26% (11 de 42) Nenhuma destas mortes foi associada a fungemia Nenhuma destas mortes foi associada a fungemia

21 O protocolo fui cumprido em 91 % do grupo caso O protocolo fui cumprido em 91 % do grupo caso Alterações nos testes laboratoriais para controlar os efeitos colaterais do fluconazol coincindiu com a NPT- aumento pequeno mas com significado estatístico nas provas de função hepática no grupo caso (162 contra 122) Alterações nos testes laboratoriais para controlar os efeitos colaterais do fluconazol coincindiu com a NPT- aumento pequeno mas com significado estatístico nas provas de função hepática no grupo caso (162 contra 122)

22

23

24 DISCUSSÃO

25 Vários estudos com fluconazol sugerem que a profilaxia para prematuros de alto risco reduz significativamente a incidência de infecção por Candida Vários estudos com fluconazol sugerem que a profilaxia para prematuros de alto risco reduz significativamente a incidência de infecção por Candida Nos órgãos sólidos doentes e em transplante de medula óssea, a profilaxia com fluconazol foi utilizada com sucesso há anos para evitar a colonização e infecção por espécies de Candida- reduziu-se significativamente a necessidade de tratamento empírico Nos órgãos sólidos doentes e em transplante de medula óssea, a profilaxia com fluconazol foi utilizada com sucesso há anos para evitar a colonização e infecção por espécies de Candida- reduziu-se significativamente a necessidade de tratamento empírico Conduta controversa- devido à falta de mais estudos multicêntricos randomizados que mostram alterações neurológicas à longo prazo, efeitos colaterais e desenvolvimento de resistência Conduta controversa- devido à falta de mais estudos multicêntricos randomizados que mostram alterações neurológicas à longo prazo, efeitos colaterais e desenvolvimento de resistência

26 Implementação de um protocolo para a profilaxia de infecção fúngica permite melhorar os cuidados, aumentando as chances de evitar a morte precoce por fungemia Implementação de um protocolo para a profilaxia de infecção fúngica permite melhorar os cuidados, aumentando as chances de evitar a morte precoce por fungemia O protocolo é eficaz na prevenção da fungemia, embora a mortalidade global depois da alta hospitalar não foi afetada O protocolo é eficaz na prevenção da fungemia, embora a mortalidade global depois da alta hospitalar não foi afetada

27 LIMITAÇÕES DO ESTUDO Estudo restrospectivo Estudo restrospectivo Mudanças na UTI ocorreram e podem ter reduzido o risco de infecções fúngicas sistêmicas como: lavagem mais criteriosa das mãos, diminuição da utilização de antibiótico de largo espectro, NPT, bloqueadores dos receptores H2, corticosteróides, maior controle glicêmico, utilização limitada de acesso central Mudanças na UTI ocorreram e podem ter reduzido o risco de infecções fúngicas sistêmicas como: lavagem mais criteriosa das mãos, diminuição da utilização de antibiótico de largo espectro, NPT, bloqueadores dos receptores H2, corticosteróides, maior controle glicêmico, utilização limitada de acesso central Múltiplas variáveis confusionais poderiam explicar as diferentes taxas de infecção nos dois períodos Múltiplas variáveis confusionais poderiam explicar as diferentes taxas de infecção nos dois períodos

28 Não foi observado aumento da resistência com o uso de fluconazol profilático Não foi observado aumento da resistência com o uso de fluconazol profilático Fluconazol tem um excelente perfil de segurança nas crianças- não foram observados os efeitos colaterais Fluconazol tem um excelente perfil de segurança nas crianças- não foram observados os efeitos colaterais

29 CONCLUSÃO

30 O protocolo adotado na profilaxia com fluconazol na instituição era seguro e eficaz em crianças menores que 26 semanas e com menos de 750 g com até 5 dias de vida e que necessitavam de acesso central O protocolo adotado na profilaxia com fluconazol na instituição era seguro e eficaz em crianças menores que 26 semanas e com menos de 750 g com até 5 dias de vida e que necessitavam de acesso central Não foram observados efeitos adversos Não foram observados efeitos adversos Tratamento profilático reduz a terapia empírica com fluconazol Tratamento profilático reduz a terapia empírica com fluconazol Há a necessidade de maiores estudos controlados sobre o tema discutido Há a necessidade de maiores estudos controlados sobre o tema discutido

31 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS (em forma de links)

32 Stoll BJ, Hansen N, Fanaroff AA, Wright LL, Carlo WA, Ehrenkranz RA et al. Late-onset sepsis in very low birth weight neonates: the experience of the NICHD Neonatal Research Network. Pediatrics 2002; 110: 285– 291. | Article | PubMed | ISI | Stoll BJ, Hansen N, Fanaroff AA, Wright LL, Carlo WA, Ehrenkranz RA et al. Late-onset sepsis in very low birth weight neonates: the experience of the NICHD Neonatal Research Network. Pediatrics 2002; 110: 285– 291. | Article | PubMed | ISI |ArticlePubMedISIArticlePubMedISI Feja KN, Wu F, Roberts K, Loughrey M, Nesin M, Larson E et al. Risk factors for candidemia in critically ill infants: a matched case-control study. J Pediatr 2005; 147: 156–161. | Article | PubMed | Feja KN, Wu F, Roberts K, Loughrey M, Nesin M, Larson E et al. Risk factors for candidemia in critically ill infants: a matched case-control study. J Pediatr 2005; 147: 156–161. | Article | PubMed |ArticlePubMedArticlePubMed Saiman L, Ludington E, Pfaller M, Rangel-Frausto S, Wiblin RT, Dawson J et al. Risk factors for candidemia in Neonatal Intensive Care Unit patients. The National Epidemiology of Mycosis Survey Study Group. Pediatr Infect Dis J 2000; 19: 319–324. | Article | PubMed | ISI | ChemPort | Saiman L, Ludington E, Pfaller M, Rangel-Frausto S, Wiblin RT, Dawson J et al. Risk factors for candidemia in Neonatal Intensive Care Unit patients. The National Epidemiology of Mycosis Survey Study Group. Pediatr Infect Dis J 2000; 19: 319–324. | Article | PubMed | ISI | ChemPort |ArticlePubMedISIChemPortArticlePubMedISIChemPort Benjamin Jr DK, Ross K, McKinney Jr RE, Benjamin DK, Auten R, Fisher RG. When to suspect fungal infection in neonates: a clinical comparison of Candida albicans and Candida parapsilosis fungemia with coagulase- negative staphylococcal bacteremia. Pediatrics 2000; 106: 712– 718. | Article | PubMed | ISI | Benjamin Jr DK, Ross K, McKinney Jr RE, Benjamin DK, Auten R, Fisher RG. When to suspect fungal infection in neonates: a clinical comparison of Candida albicans and Candida parapsilosis fungemia with coagulase- negative staphylococcal bacteremia. Pediatrics 2000; 106: 712– 718. | Article | PubMed | ISI |ArticlePubMedISIArticlePubMedISI Baley JE, Kliegman RM, Boxerbaum B, Fanaroff AA. Fungal colonization in the very low birth weight infant. Pediatrics 1986; 78: 225– 232. | PubMed | ISI | ChemPort | Baley JE, Kliegman RM, Boxerbaum B, Fanaroff AA. Fungal colonization in the very low birth weight infant. Pediatrics 1986; 78: 225– 232. | PubMed | ISI | ChemPort |PubMedISIChemPortPubMedISIChemPort

33 Saiman L, Ludington E, Dawson JD, Patterson JE, Rangel-Frausto S, Wiblin RT et al. Risk factors for Candida species colonization of neonatal intensive care unit patients. Pediatr Infect Dis J 2001; 20: 1119–1124. | Article | PubMed | ISI | ChemPort | Saiman L, Ludington E, Dawson JD, Patterson JE, Rangel-Frausto S, Wiblin RT et al. Risk factors for Candida species colonization of neonatal intensive care unit patients. Pediatr Infect Dis J 2001; 20: 1119–1124. | Article | PubMed | ISI | ChemPort |ArticlePubMedISIChemPortArticlePubMedISIChemPort Kaufman D, Kaufman D, Boyle R, Hazen KC, Patrie JT, Robinson M et al. Fluconazole prophylaxis against fungal colonization and infection in preterm infants. N Engl J Med 2001; 345: 1660– | Article | PubMed | ChemPort | Kaufman D, Kaufman D, Boyle R, Hazen KC, Patrie JT, Robinson M et al. Fluconazole prophylaxis against fungal colonization and infection in preterm infants. N Engl J Med 2001; 345: 1660– | Article | PubMed | ChemPort |ArticlePubMedChemPortArticlePubMedChemPort Smith PB, Morgan J, Benjamin JD, Fridkin SK, Sanza LT, Harrison LH et al. Excess costs of hospital care associated with neonatal candidemia. Pediatr Infect Dis J 2007; 26: 197–200. | Article | PubMed | Smith PB, Morgan J, Benjamin JD, Fridkin SK, Sanza LT, Harrison LH et al. Excess costs of hospital care associated with neonatal candidemia. Pediatr Infect Dis J 2007; 26: 197–200. | Article | PubMed |ArticlePubMedArticlePubMed Kaufman D, Boyle R, Hazen KC, Patrie JT, Robinson M, Grossman LB. Twice weekly fluconazole prophylaxis for prevention of invasive Candida infection in high-risk infants of <1000 grams birth weight. J Pediatr 2005; 147: 172–179. | Article | PubMed | ChemPort | Kaufman D, Boyle R, Hazen KC, Patrie JT, Robinson M, Grossman LB. Twice weekly fluconazole prophylaxis for prevention of invasive Candida infection in high-risk infants of <1000 grams birth weight. J Pediatr 2005; 147: 172–179. | Article | PubMed | ChemPort |ArticlePubMedChemPortArticlePubMedChemPort Healy CM, Baker CJ, Zaccaria E, Campbell JR. Impact of fluconazole prophylaxis on incidence and outcome of invasive candidiasis in a neonatal intensive care unit. J Pediatr 2005; 147: 166– 171. | Article | PubMed | ChemPort | Healy CM, Baker CJ, Zaccaria E, Campbell JR. Impact of fluconazole prophylaxis on incidence and outcome of invasive candidiasis in a neonatal intensive care unit. J Pediatr 2005; 147: 166– 171. | Article | PubMed | ChemPort |ArticlePubMedChemPortArticlePubMedChemPort Bertini G, Perugi S, Dani C, Filippi L, Pratesi S, Rubaltelli FF. Fluconazole prophylaxis prevents invasive fungal infection in high-risk, very low birth weight infants. J Pediatr 2005; 147: 162– 165. | Article | PubMed | ChemPort | Bertini G, Perugi S, Dani C, Filippi L, Pratesi S, Rubaltelli FF. Fluconazole prophylaxis prevents invasive fungal infection in high-risk, very low birth weight infants. J Pediatr 2005; 147: 162– 165. | Article | PubMed | ChemPort |ArticlePubMedChemPortArticlePubMedChemPort

34 Manzoni P, Arisio R, Mostert M, Leonessa M, Farina D, Latino MA et al. Prophylactic fluconazole is effective in preventing fungal colonization and fungal systemic infections in preterm neonates: a single-center, 6-year, retrospective cohort study. Pediatrics 2006; 117: e22– e32. | Article | PubMed | Manzoni P, Arisio R, Mostert M, Leonessa M, Farina D, Latino MA et al. Prophylactic fluconazole is effective in preventing fungal colonization and fungal systemic infections in preterm neonates: a single-center, 6-year, retrospective cohort study. Pediatrics 2006; 117: e22– e32. | Article | PubMed |ArticlePubMedArticlePubMed McCrossan BA, McHenry E, O'Neil F, Ong G, Sweet DG. Selective fluconazole prophylaxis in high risk babies to reduce invasive fungal infection. Arch Dis Child Fetal Neonatal Ed 2007; 92: F454–F458. | Article | PubMed | McCrossan BA, McHenry E, O'Neil F, Ong G, Sweet DG. Selective fluconazole prophylaxis in high risk babies to reduce invasive fungal infection. Arch Dis Child Fetal Neonatal Ed 2007; 92: F454–F458. | Article | PubMed |ArticlePubMedArticlePubMed Uko S, Soghier LM, Vega M, Marsh J, Reinersman GT, Herring L et al. Targeted short-term fluconazole prophylaxis among very low birth weight and extremely low birth weight infants. Pediatrics 2006; 117: 1243– | Article | PubMed | Uko S, Soghier LM, Vega M, Marsh J, Reinersman GT, Herring L et al. Targeted short-term fluconazole prophylaxis among very low birth weight and extremely low birth weight infants. Pediatrics 2006; 117: 1243– | Article | PubMed |ArticlePubMedArticlePubMed Manzoni P, Stolfi I, Pugni L, Decembrino L, Magnani C, Vetrano G et al. A multicenter, randomized trial of prophylactic fluconazole in preterm neonates. N Engl J Med 2007; 356: 2483–2495. | Article | PubMed | ChemPort | Manzoni P, Stolfi I, Pugni L, Decembrino L, Magnani C, Vetrano G et al. A multicenter, randomized trial of prophylactic fluconazole in preterm neonates. N Engl J Med 2007; 356: 2483–2495. | Article | PubMed | ChemPort |ArticlePubMedChemPortArticlePubMedChemPort Aghai ZH, Mudduluru M, Nakhla TA, Amendolia B, Longo D, Kemble N et al. Fluconazole prophylaxis in extremely low birth weight infants: association with cholestasis. J Perinatol 2006; 26: 550– 555. | Article | PubMed | ChemPort | Aghai ZH, Mudduluru M, Nakhla TA, Amendolia B, Longo D, Kemble N et al. Fluconazole prophylaxis in extremely low birth weight infants: association with cholestasis. J Perinatol 2006; 26: 550– 555. | Article | PubMed | ChemPort |ArticlePubMedChemPortArticlePubMedChemPort McGuire W, Clerihew L, Austin N. Prophylactic intravenous antifungal agents to prevent mortality and morbidity in very low birth weight infants. Cochrane Database Syst Rev 2004; (1): CD McGuire W, Clerihew L, Austin N. Prophylactic intravenous antifungal agents to prevent mortality and morbidity in very low birth weight infants. Cochrane Database Syst Rev 2004; (1): CD

35 Martinez Sesmero JM, Farfan Sedano FJ, Molina Garcia T, Brussi MM, Sanchez-Rubio Ferrandez J, Diez Fernandez R et al. Fungal chemoprophylaxis with fluconazole in preterm infants. Pharm World Sci 2005; 27: 475–477. | Article | PubMed | ChemPort | Martinez Sesmero JM, Farfan Sedano FJ, Molina Garcia T, Brussi MM, Sanchez-Rubio Ferrandez J, Diez Fernandez R et al. Fungal chemoprophylaxis with fluconazole in preterm infants. Pharm World Sci 2005; 27: 475–477. | Article | PubMed | ChemPort |ArticlePubMedChemPortArticlePubMedChemPort Alangaden G, Chandrasekar PH, Bailey E, Khaliq Y. Antifungal prophylaxis with low-dose fluconazole during bone marrow transplantation. The Bone Marrow Transplantation Team. Bone Marrow Transplant 1994; 14: 919–924. | PubMed | ChemPort | Alangaden G, Chandrasekar PH, Bailey E, Khaliq Y. Antifungal prophylaxis with low-dose fluconazole during bone marrow transplantation. The Bone Marrow Transplantation Team. Bone Marrow Transplant 1994; 14: 919–924. | PubMed | ChemPort |PubMedChemPortPubMedChemPort Playford EG, Webster AC, Sorell TC, Craig JC. Antifungal agents for preventing fungal infections in solid organ transplant recipients. Cochrane Database Syst Rev 2004; (3): CD Playford EG, Webster AC, Sorell TC, Craig JC. Antifungal agents for preventing fungal infections in solid organ transplant recipients. Cochrane Database Syst Rev 2004; (3): CD Burwell LA, Kaufman D, Blakely J, Stoll BJ, Fridkin SK. Antifungal prophylaxis to prevent neonatal candidiasis: a survey of perinatal physician practices. Pediatrics 2006; 118: e1019– e1026. | Article | PubMed | Burwell LA, Kaufman D, Blakely J, Stoll BJ, Fridkin SK. Antifungal prophylaxis to prevent neonatal candidiasis: a survey of perinatal physician practices. Pediatrics 2006; 118: e1019– e1026. | Article | PubMed |ArticlePubMedArticlePubMed Long SS, Stevenson DK. Reducing Candida infections during neonatal intensive care: management choices, infection control, and fluconazole prophylaxis. J Pediatr 2005; 147: 135– 141. | Article | PubMed | ISI | Long SS, Stevenson DK. Reducing Candida infections during neonatal intensive care: management choices, infection control, and fluconazole prophylaxis. J Pediatr 2005; 147: 135– 141. | Article | PubMed | ISI |ArticlePubMedISIArticlePubMedISI Fanaroff AA. Fluconazole for the prevention of fungal infections: get ready, get set, caution. Pediatrics 2006; 117: 214– 215. | Article | PubMed | Fanaroff AA. Fluconazole for the prevention of fungal infections: get ready, get set, caution. Pediatrics 2006; 117: 214– 215. | Article | PubMed |ArticlePubMedArticlePubMed

36 Fridkin SK, Kaufman D, Edwards JR, Shetty S, Horan T. Changing incidence of Candida bloodstream infections among NICU patients in the United States: 1995–2004. Pediatrics 2006; 117: 1680–1687. | Article | PubMed | Fridkin SK, Kaufman D, Edwards JR, Shetty S, Horan T. Changing incidence of Candida bloodstream infections among NICU patients in the United States: 1995–2004. Pediatrics 2006; 117: 1680–1687. | Article | PubMed |ArticlePubMedArticlePubMed Rangel-Frausto MS, Wiblin T, Blumberg HM, Saiman L, Patterson J, Rinaldi M et al. National epidemiology of mycoses survey (NEMIS): variations in rates of bloodstream infections due to Candida species in seven surgical intensive care units and six neonatal intensive care units. Clin Infect Dis 1999; 29: 253–258. | Article | PubMed | ChemPort | Rangel-Frausto MS, Wiblin T, Blumberg HM, Saiman L, Patterson J, Rinaldi M et al. National epidemiology of mycoses survey (NEMIS): variations in rates of bloodstream infections due to Candida species in seven surgical intensive care units and six neonatal intensive care units. Clin Infect Dis 1999; 29: 253–258. | Article | PubMed | ChemPort |ArticlePubMedChemPortArticlePubMedChemPort Lin MY, Carmeli Y, Zumsteg J, Flores EL, Tolentino J, Sreeramoju P et al. Prior antimicrobial therapy and risk for hospital-acquired Candida glabrata and Candida krusei fungemia: a case-case-control study. Antimicrob Agents Chemother 2005; 49: 4555– | Article | PubMed | ChemPort | Lin MY, Carmeli Y, Zumsteg J, Flores EL, Tolentino J, Sreeramoju P et al. Prior antimicrobial therapy and risk for hospital-acquired Candida glabrata and Candida krusei fungemia: a case-case-control study. Antimicrob Agents Chemother 2005; 49: 4555– | Article | PubMed | ChemPort |ArticlePubMedChemPortArticlePubMedChemPort Novelli V, Holzel H. Safety and tolerability of fluconazole in children. Antimicrob Agents Chemother 1999; 43: 1955– | PubMed | ChemPort | Novelli V, Holzel H. Safety and tolerability of fluconazole in children. Antimicrob Agents Chemother 1999; 43: 1955– | PubMed | ChemPort |PubMedChemPortPubMedChemPort

37 Ddo Epitácio

38 OBRIGADO Que venha a RESIDÊNCIA!!! Ddos Danilo e Epitácio

39 Editorial : Por que prevenir infecção invasiva por Candida? (Why prevent invasive Candida infections?) Apresentação : Marina Salomão Universidade Católica de Brasília Coordenação : Dr. Paulo R. Margotto Journal of Perinatology 2008, 28: DA Kaufman Department of Pediatrics, University of Virginia Medical School Brasília 10/06/08

40 Introdução Profilaxia com fluconazol em pré-termos de alto-risco para prevenir infecções invasivas por Candida (ICIs); Profilaxia com fluconazol em pré-termos de alto-risco para prevenir infecções invasivas por Candida (ICIs); Averiguou sua incidência de ICI e instituiu uma profilaxia padrão para a ICI baseada na idade gestacional e peso ao nascer; Averiguou sua incidência de ICI e instituiu uma profilaxia padrão para a ICI baseada na idade gestacional e peso ao nascer; Diminuição significativa na ICI; Eliminação da mortalidade relacionada a Candida; Redução do uso empírico de antifúngicos.

41 Por que prevenir ICI?

42 prematuros <1000 gramas e / ou  27 semanas de gestação nascidos a cada ano nos USA (National Vital Statistics, Center of Disease Control and Prevention – CDC, 2004), prematuros <1000 gramas e / ou  27 semanas de gestação nascidos a cada ano nos USA (National Vital Statistics, Center of Disease Control and Prevention – CDC, 2004), 2000 a 3000 ICI 200 a 400 mortes relacionadas a cândida 900 a 1200 lactentes com prejuízo no desenvolvimento neurocomportamental (NDI) associado a ICI

43 Por que prevenir ICI? NDI ou morte ocorrem em 73% dos bebês infectados < 1000 g ; NDI ou morte ocorrem em 73% dos bebês infectados < 1000 g ; NDI ocorreu em 57% dos sobreviventes com ICI sanguínea ou LCR; NDI ocorreu em 57% dos sobreviventes com ICI sanguínea ou LCR; Candidemia teve mais associada NDI comparada a outros sítios de infecção. Candidemia teve mais associada NDI comparada a outros sítios de infecção.

44 Por que prevenir ICI? Neurodevelopmental impairment and bloodstream infection in infants <1000 g 4 P  0,001 (significativo)

45 Por que prevenir ICI? Em estudos de profilaxia, taxas de mortalidade de crianças com ICI <1000 g variam de 26 a 66% do grupo controle ; Em estudos de profilaxia, taxas de mortalidade de crianças com ICI <1000 g variam de 26 a 66% do grupo controle ; Existe uma diferença significativa entre mortalidade de crianças <1000 g e os maiores; Existe uma diferença significativa entre mortalidade de crianças <1000 g e os maiores; Análise recente evidenciou: Análise recente evidenciou: - Mortalidade com ICI em <1000g -26% - Mortalidade s/ candidíase <1000g -13% - Mortalidade com ICI em > 1000g - 2% - Mortalidade s/ candidíase em >1000g - 0,4%

46 Por que prevenir ICI? Efeito da ICI sobre custo e tempo de internação hospitalar (2 estudos recentes caso – controle) : Efeito da ICI sobre custo e tempo de internação hospitalar (2 estudos recentes caso – controle) : Média de aumento de custos hospitalares Duração da internação Peso <1000 g $ Peso  1000g $ adicional16 dias

47 Profilaxia

48 Profilaxia Eficácia e a segurança da profilaxia com fluconazol em prematuros : sem quaisquer efeitos adversos significativos ou aparecimento de resistências ; Eficácia e a segurança da profilaxia com fluconazol em prematuros : sem quaisquer efeitos adversos significativos ou aparecimento de resistências ; 2400 pacientes– 4 ensaios randomizados controlados e cinco estudos retrospectivos pacientes– 4 ensaios randomizados controlados e cinco estudos retrospectivos.

49 Profilaxia Metanálise mostra que a profilaxia com fluconazol reduziu o risco de desenvolver ICI: Metanálise mostra que a profilaxia com fluconazol reduziu o risco de desenvolver ICI: RN de alto risco <1000 g em 91% (OR 0,09; IC 95% - 0,04 a 0,24; P = ); RN de alto risco <1000 g em 91% (OR 0,09; IC 95% - 0,04 a 0,24; P = ); RN <1500 g em 85% (OR, 0,15; IC 95%- 0,08 a 0,26; P <0,0001). RN <1500 g em 85% (OR, 0,15; IC 95%- 0,08 a 0,26; P <0,0001).

50 Profilaxia Metanálise mostra que a profilaxia com fluconazol reduziu a mortalidade : Metanálise mostra que a profilaxia com fluconazol reduziu a mortalidade : Relacionada a cândida diminuiu 96% (OR, 0,04; IC 95%, 0,01 a 0,31; P =0.0055) ; Relacionada a cândida diminuiu 96% (OR, 0,04; IC 95%, 0,01 a 0,31; P =0.0055) ; Healy et al. : Eliminação da mortalidade relacionada com Candida,na sua UTIN quando profilaxia com fluconazol foi orientada para RN<1000 g. Uko et al relatam lucro de US $ durante 18 meses na sua UTIN.

51 Resistência e Segurança

52 Estudos de profilaxia neonatal não observaram mudança e nem aparecimento de espécies resistentes durante a profilaxia; Estudos de profilaxia neonatal não observaram mudança e nem aparecimento de espécies resistentes durante a profilaxia; Não houve aparecimento ou aumento na incidência da colonização ou infecção pela Candida glabrata ou Candida krusei. Não houve aparecimento ou aumento na incidência da colonização ou infecção pela Candida glabrata ou Candida krusei.

53 Resistência e Segurança Profilaxia com fluconazol em altas doses (  6mg/kg) e freqüência pode estar associado com o desenvolvimento de resistência da C. parapsilosis; Profilaxia com fluconazol em altas doses (  6mg/kg) e freqüência pode estar associado com o desenvolvimento de resistência da C. parapsilosis; FOCAR o uso da profilaxia com fluconazol somente pacientes seletos da UTIN com alto risco e primariamente para profilaxia e ter um diferente antifúngico para o tratamento ou terapia empírica.

54 Resistência e Segurança Não demonstrou efeitos colaterais; Não demonstrou efeitos colaterais; Estudo retrospectivo relatou colestase transitória na profilaxia de pacientes com fluconazol ; Estudo retrospectivo relatou colestase transitória na profilaxia de pacientes com fluconazol ; Estudo retrospectivo demonstrou baixa incidência de colestase; Estudo retrospectivo demonstrou baixa incidência de colestase; Quatro ensaios randomizados controlados: não houve diferença significativa de bilirrubina direta ou enzimas hepáticas. Quatro ensaios randomizados controlados: não houve diferença significativa de bilirrubina direta ou enzimas hepáticas. Outros fatores aumentaram a incidência de colestase?

55 Qual a incidência e gravidade da ICI na sua UTIN?

56 Buscar focos – faltam estudos que falem além de infecção sanguínea; Buscar focos – faltam estudos que falem além de infecção sanguínea; Existem falhas na literatura quanto a incidência; Existem falhas na literatura quanto a incidência; Este trabalho demonstra a importância de examinar a incidência de ICI em cada UTIN: Este trabalho demonstra a importância de examinar a incidência de ICI em cada UTIN: Taxa de infecção sanguínea por Candida foi de 6,8% para RN<1000 g; Taxa de infecção sanguínea por Candida foi de 6,8% para RN<1000 g; Taxa de todos os ICI foi de 10% para RN<1000 g. Taxa de todos os ICI foi de 10% para RN<1000 g. Dados da UTIN em estudo

57 Qual a incidência e gravidade da ICI na sua UTIN? Numa análise maior de 132 UTIN, a taxa média de infecção sanguínea por Candida foi de 7,5% em RN<1000 g; Numa análise maior de 132 UTIN, a taxa média de infecção sanguínea por Candida foi de 7,5% em RN<1000 g; Incidência de todos ICI seria aproximadamente 4% superior quando incluindo meningite e ITU ; Incidência de todos ICI seria aproximadamente 4% superior quando incluindo meningite e ITU ; Idade gestacional  relação linear maior com ICI. Idade gestacional  relação linear maior com ICI.

58 Qual a incidência e gravidade da ICI na sua UTIN?

59 Quem deve receber a profilaxia antifúngica?

60 1) Profilaxia deve ser instituída em todos os bebês <1000 g e / ou  27semanas, enquanto eles exigirem acesso intravenoso (central ou periférico) com início no dia 1 até 6 semanas de vida; 2) Mesmo em uma UTIN com baixas taxas de ICI (<2%), RN  26 semanas são susceptíveis de alto risco e seriam beneficiados da profilaxia; 3) UTIN com taxas elevadas de RN de 1000 a 1500 g pode fazer profilaxia nestes pacientes. Vários fatores devem ser levados em conta nesta decisão, incluindo incidência, mortalidade e NDIVários fatores devem ser levados em conta nesta decisão, incluindo incidência, mortalidade e NDI

61 Dose e duração

62 3mg/ kg intravenosa duas vezes por semana até acesso IV (periférico ou central) não ser mais necessário; 3mg/ kg intravenosa duas vezes por semana até acesso IV (periférico ou central) não ser mais necessário; Este estudo estendeu com segurança a profilaxia além de 6 semanas continuando até 9 semanas naquelas crianças que exigiram o acesso IV mais prolongado; Este estudo estendeu com segurança a profilaxia além de 6 semanas continuando até 9 semanas naquelas crianças que exigiram o acesso IV mais prolongado; 3 ou 6 mg/Kg têm igual eficácia - Manzoni et al. 3 ou 6 mg/Kg têm igual eficácia - Manzoni et al.

63 Dose e duração Por que preferir 3 mg/kg ? Por que preferir 3 mg/kg ? Concentrações da droga na pele, pulmão e as mucosas são superiores aos níveis plasmáticos; Concentrações da droga na pele, pulmão e as mucosas são superiores aos níveis plasmáticos; Doses mais elevadas podem levar a desenvolvimento de resistência fúngica; Doses mais elevadas podem levar a desenvolvimento de resistência fúngica; Utilização das menores doses efetivas (geralmente 50% da dose do tratamento). Utilização das menores doses efetivas (geralmente 50% da dose do tratamento).

64 Dose e duração Administração duas vezes por semana foi tão eficaz na prevenção das infecções quanto doses mais freqüentes - Administração duas vezes por semana foi tão eficaz na prevenção das infecções quanto doses mais freqüentes - Kaufman et al. Dias da semana específico ( terças e sextas – feiras, neste estudo); Dias da semana específico ( terças e sextas – feiras, neste estudo); Horário específico; Horário específico; Sistema computadorizado. Sistema computadorizado. 3 mg/kg – 2 X por semana

65 Conclusão

66 Conclusão Instituir a profilaxia para ICI é importante ; Instituir a profilaxia para ICI é importante ; Diminuição de 91% ICI em RN <1000 g que receberam profilaxia com fluconazol; Diminuição de 91% ICI em RN <1000 g que receberam profilaxia com fluconazol; Profilaxia deve ser orientada para grupo de recém-nascidos de alto risco (<1000 g ou  27 semanas ), devido à elevada mortalidade e NDI. Profilaxia deve ser orientada para grupo de recém-nascidos de alto risco (<1000 g ou  27 semanas ), devido à elevada mortalidade e NDI.

67 Referências: Fridkin SK, Kaufman D, Edwards JR, Shetty S, Horan T. Changing incidence of Candida bloodstream infections among NICU patients in the United States: 1995–2004. Pediatrics 2006; 117: 1680– | Article | PubMed | Fridkin SK, Kaufman D, Edwards JR, Shetty S, Horan T. Changing incidence of Candida bloodstream infections among NICU patients in the United States: 1995–2004. Pediatrics 2006; 117: 1680– | Article | PubMed |ArticlePubMedArticlePubMed Cotten CM, McDonald S, Stoll B, Goldberg RN, Poole K, Benjamin Jr DK. The association of third-generation cephalosporin use and invasive candidiasis in extremely low birth-weight infants. Pediatrics 2006; 118: 717– 722. | Article | PubMed | Cotten CM, McDonald S, Stoll B, Goldberg RN, Poole K, Benjamin Jr DK. The association of third-generation cephalosporin use and invasive candidiasis in extremely low birth-weight infants. Pediatrics 2006; 118: 717– 722. | Article | PubMed |ArticlePubMedArticlePubMed Benjamin Jr DK, Stoll BJ, Fanaroff AA, McDonald SA, Oh W, Higgins RD et al. Neonatal candidiasis among extremely low birth weight infants: risk factors, mortality rates, and neurodevelopmental outcomes at 18–22 months. Pediatrics 2006; 117: 84–92. | Article | PubMed | Benjamin Jr DK, Stoll BJ, Fanaroff AA, McDonald SA, Oh W, Higgins RD et al. Neonatal candidiasis among extremely low birth weight infants: risk factors, mortality rates, and neurodevelopmental outcomes at 18–22 months. Pediatrics 2006; 117: 84–92. | Article | PubMed |ArticlePubMedArticlePubMed Stoll BJ, Hansen NI, Adams-Chapman I, Fanaroff AA, Hintz SR, Vohr B et al. Neurodevelopmental and growth impairment among extremely low-birth- weight infants with neonatal infection. JAMA 2004; 292: 2357– | Article | PubMed | ChemPort | Stoll BJ, Hansen NI, Adams-Chapman I, Fanaroff AA, Hintz SR, Vohr B et al. Neurodevelopmental and growth impairment among extremely low-birth- weight infants with neonatal infection. JAMA 2004; 292: 2357– | Article | PubMed | ChemPort |ArticlePubMedChemPortArticlePubMedChemPort Kaufman D, Boyle R, Hazen KC, Patrie JT, Robinson M, Donowitz LG. Fluconazole prophylaxis against fungal colonization and infection in preterm infants. N Engl J Med 2001; 345: 1660– | Article | PubMed | ChemPort | Kaufman D, Boyle R, Hazen KC, Patrie JT, Robinson M, Donowitz LG. Fluconazole prophylaxis against fungal colonization and infection in preterm infants. N Engl J Med 2001; 345: 1660– | Article | PubMed | ChemPort |ArticlePubMedChemPortArticlePubMedChemPort

68 Kicklighter SD, Springer SC, Cox T, Hulsey TC, Turner RB. Fluconazole for prophylaxis against candidal rectal colonization in the very low birth weight infant. Pediatrics 2001; 107: 293–298. | Article | PubMed | ChemPort | Kicklighter SD, Springer SC, Cox T, Hulsey TC, Turner RB. Fluconazole for prophylaxis against candidal rectal colonization in the very low birth weight infant. Pediatrics 2001; 107: 293–298. | Article | PubMed | ChemPort |ArticlePubMedChemPortArticlePubMedChemPort Kaufman D, Boyle R, Hazen KC, Patrie JT, Robinson M, Grossman LB. Twice weekly fluconazole prophylaxis for prevention of invasive Candida infection in high-risk infants of <1000 grams birth weight. J Pediatr 2005; 147: 172–179. | Article | PubMed | ChemPort | Kaufman D, Boyle R, Hazen KC, Patrie JT, Robinson M, Grossman LB. Twice weekly fluconazole prophylaxis for prevention of invasive Candida infection in high-risk infants of <1000 grams birth weight. J Pediatr 2005; 147: 172–179. | Article | PubMed | ChemPort |ArticlePubMedChemPortArticlePubMedChemPort Manzoni P, Stolfi I, Pugni L, Decembrino L, Magnani C, Vetrano G et al. A multicenter, randomized trial of prophylactic fluconazole in preterm neonates. N Engl J Med 2007; 356: 2483– | Article | PubMed | ChemPort | Manzoni P, Stolfi I, Pugni L, Decembrino L, Magnani C, Vetrano G et al. A multicenter, randomized trial of prophylactic fluconazole in preterm neonates. N Engl J Med 2007; 356: 2483– | Article | PubMed | ChemPort |ArticlePubMedChemPortArticlePubMedChemPort Healy CM, Baker CJ, Zaccaria E, Campbell JR. Impact of fluconazole prophylaxis on incidence and outcome of invasive candidiasis in a neonatal intensive care unit. J Pediatr 2005; 147: 166– 171. | Article | PubMed | ChemPort | Healy CM, Baker CJ, Zaccaria E, Campbell JR. Impact of fluconazole prophylaxis on incidence and outcome of invasive candidiasis in a neonatal intensive care unit. J Pediatr 2005; 147: 166– 171. | Article | PubMed | ChemPort |ArticlePubMedChemPortArticlePubMedChemPort Bertini G, Perugi S, Dani C, Filippi L, Pratesi S, Rubaltelli FF. Fluconazole prophylaxis prevents invasive fungal infection in high-risk, very low birth weight infants. J Pediatr 2005; 147: 162– 165. | Article | PubMed | ChemPort | Bertini G, Perugi S, Dani C, Filippi L, Pratesi S, Rubaltelli FF. Fluconazole prophylaxis prevents invasive fungal infection in high-risk, very low birth weight infants. J Pediatr 2005; 147: 162– 165. | Article | PubMed | ChemPort |ArticlePubMedChemPortArticlePubMedChemPort Manzoni P, Arisio R, Mostert M, Leonessa M, Farina D, Latino MA et al. Prophylactic fluconazole is effective in preventing fungal colonization and fungal systemic infections in preterm neonates: a single-center, 6-year, retrospective cohort study 2. Pediatrics 2006; 117: e22– e32. | Article | PubMed | Manzoni P, Arisio R, Mostert M, Leonessa M, Farina D, Latino MA et al. Prophylactic fluconazole is effective in preventing fungal colonization and fungal systemic infections in preterm neonates: a single-center, 6-year, retrospective cohort study 2. Pediatrics 2006; 117: e22– e32. | Article | PubMed |ArticlePubMedArticlePubMed

69 Uko S, Soghier LM, Vega M, Marsh J, Reinersman GT, Herring L et al. Targeted short-term fluconazole prophylaxis among very low birth weight and extremely low birth weight infants. Pediatrics 2006; 117: 1243– | Article | PubMed | Uko S, Soghier LM, Vega M, Marsh J, Reinersman GT, Herring L et al. Targeted short-term fluconazole prophylaxis among very low birth weight and extremely low birth weight infants. Pediatrics 2006; 117: 1243– | Article | PubMed |ArticlePubMedArticlePubMed Aghai ZH, Mudduluru M, Nakhla TA, Amendolia B, Longo D, Kemble N et al. Fluconazole prophylaxis in extremely low birth weight infants: association with cholestasis. J Perinatol 2006; 26: 550– 555. | Article | PubMed | ChemPort | Aghai ZH, Mudduluru M, Nakhla TA, Amendolia B, Longo D, Kemble N et al. Fluconazole prophylaxis in extremely low birth weight infants: association with cholestasis. J Perinatol 2006; 26: 550– 555. | Article | PubMed | ChemPort |ArticlePubMedChemPortArticlePubMedChemPort Smith PB, Morgan J, Benjamin JD, Fridkin SK, Sanza LT, Harrison LH et al. Excess costs of hospital care associated with neonatal candidemia. Pediatr Infect Dis J 2007; 26: 197–200. | Article | PubMed | Smith PB, Morgan J, Benjamin JD, Fridkin SK, Sanza LT, Harrison LH et al. Excess costs of hospital care associated with neonatal candidemia. Pediatr Infect Dis J 2007; 26: 197–200. | Article | PubMed |ArticlePubMedArticlePubMed Zaoutis TE, Heydon K, Localio R, Walsh TJ, Feudtner C. Outcomes attributable to neonatal candidiasis. Clin Infect Dis 2007; 44: 1187– | Article | PubMed | Zaoutis TE, Heydon K, Localio R, Walsh TJ, Feudtner C. Outcomes attributable to neonatal candidiasis. Clin Infect Dis 2007; 44: 1187– | Article | PubMed |ArticlePubMedArticlePubMed Marr KA, Seidel K, White TC, Bowden RA. Candidemia in allogeneic blood and marrow transplant recipients: evolution of risk factors after the adoption of prophylactic fluconazole. J Infect Dis 2000; 181: 309– 316. | Article | PubMed | ISI | ChemPort | Marr KA, Seidel K, White TC, Bowden RA. Candidemia in allogeneic blood and marrow transplant recipients: evolution of risk factors after the adoption of prophylactic fluconazole. J Infect Dis 2000; 181: 309– 316. | Article | PubMed | ISI | ChemPort |ArticlePubMedISIChemPortArticlePubMedISIChemPort Manzoni P, Mostert M, Latino MA, Arisio R, Leonessa M, Farina D et al. Routinary use of fluconazole prophylaxis in a neonatal intensive care unit does not select natively fluconazole-resistant Candida subspecies. Pediatr Infect Dis J 2008 In press. Manzoni P, Mostert M, Latino MA, Arisio R, Leonessa M, Farina D et al. Routinary use of fluconazole prophylaxis in a neonatal intensive care unit does not select natively fluconazole-resistant Candida subspecies. Pediatr Infect Dis J 2008 In press.

70 Sarvikivi E, Lyytikainen O, Soll DR, Pujol C, Pfaller MA, Richardson M et al. Emergence of fluconazole resistance in a Candidaparapsilosis strain that caused infections in a neonatal intensive care unit 3. J Clin Microbiol 2005; 43: 2729– | Article | PubMed | ChemPort | Sarvikivi E, Lyytikainen O, Soll DR, Pujol C, Pfaller MA, Richardson M et al. Emergence of fluconazole resistance in a Candidaparapsilosis strain that caused infections in a neonatal intensive care unit 3. J Clin Microbiol 2005; 43: 2729– | Article | PubMed | ChemPort |ArticlePubMedChemPortArticlePubMedChemPort Yoder BA, Sutton DA, Winter V, Coalson JJ. Resistant Candidaparapsilosis associated with long term fluconazole prophylaxis in an animal model. Pediatr Infect Dis J 2004; 23: 687–688. | Article | PubMed | Yoder BA, Sutton DA, Winter V, Coalson JJ. Resistant Candidaparapsilosis associated with long term fluconazole prophylaxis in an animal model. Pediatr Infect Dis J 2004; 23: 687–688. | Article | PubMed |ArticlePubMedArticlePubMed Stoll BJ, Hansen N, Fanaroff AA, Wright LL, Carlo WA, Ehrenkranz RA et al. To tap or not to tap: high likelihood of meningitis without sepsis among very low birth weight infants. Pediatrics 2004; 113: 1181–1186. | Article | PubMed | ISI | Stoll BJ, Hansen N, Fanaroff AA, Wright LL, Carlo WA, Ehrenkranz RA et al. To tap or not to tap: high likelihood of meningitis without sepsis among very low birth weight infants. Pediatrics 2004; 113: 1181–1186. | Article | PubMed | ISI |ArticlePubMedISIArticlePubMedISI Kaufman D, Fairchild KD. Clinical microbiology of bacterial and fungal sepsis in very- low-birth-weight infants. Clin Microbiol Rev 2004; 17: 638– 680. | Article | PubMed | Kaufman D, Fairchild KD. Clinical microbiology of bacterial and fungal sepsis in very- low-birth-weight infants. Clin Microbiol Rev 2004; 17: 638– 680. | Article | PubMed |ArticlePubMedArticlePubMed Johnsson H, Ewald U. The rate of candidaemia in preterm infants born at a gestational age of 23–28 weeks is inversely correlated to gestational age. Acta Paediatr 2004; 93: 954–958. | Article | PubMed | ChemPort | Johnsson H, Ewald U. The rate of candidaemia in preterm infants born at a gestational age of 23–28 weeks is inversely correlated to gestational age. Acta Paediatr 2004; 93: 954–958. | Article | PubMed | ChemPort |ArticlePubMedChemPortArticlePubMedChemPort Makhoul IR, Bental Y, Weisbrod M, Sujov P, Lusky A, Reichman B. Candidal versus bacterial late-onset sepsis in very low birthweight infants in Israel: a national survey. J Hosp Infect 2007; 65: 237–243. | Article | PubMed | Makhoul IR, Bental Y, Weisbrod M, Sujov P, Lusky A, Reichman B. Candidal versus bacterial late-onset sepsis in very low birthweight infants in Israel: a national survey. J Hosp Infect 2007; 65: 237–243. | Article | PubMed |ArticlePubMedArticlePubMed Hack M. Neonatology fellowship training in research pertaining to development and follow-up 7. J Perinatol 2006; 26(Suppl 2): S30–S33. | Article | PubMed | Hack M. Neonatology fellowship training in research pertaining to development and follow-up 7. J Perinatol 2006; 26(Suppl 2): S30–S33. | Article | PubMed |ArticlePubMedArticlePubMed Kramer MS, Platt RW, Wen SW, Joseph KS, Allen A, Abrahamowicz M et al. A new and improved population-based Canadian reference for birth weight for gestational age 6. Pediatrics 2001; 108: E35. | Article | PubMed | ChemPort | Kramer MS, Platt RW, Wen SW, Joseph KS, Allen A, Abrahamowicz M et al. A new and improved population-based Canadian reference for birth weight for gestational age 6. Pediatrics 2001; 108: E35. | Article | PubMed | ChemPort |ArticlePubMedChemPortArticlePubMedChemPort

71 Dda Marina

72

73 Obrigada!


Carregar ppt "Profilaxia com fluconazol na prevenção da infecção fúngica invasiva em recém-nascidos pré-termos de alto risco H Weitkamp et al Apresentação:Danilo Santana."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google