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Nathalie Sigrist Design de Moda -2º Semestre – Estilo A - Manhã História da Indumentária II e Metodologia de Pesquisa Profª Maria Cláudia Bonadio e Profª.

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1 Nathalie Sigrist Design de Moda -2º Semestre – Estilo A - Manhã História da Indumentária II e Metodologia de Pesquisa Profª Maria Cláudia Bonadio e Profª Cláudia Coelho

2 Tema: O uso do vestuário como distinção de classe no século XIX. Delimitação: Focado na indumentária masculina da zona urbana, no período entre , dividida em: classe operária, burguesia em ascensão e nobreza em decadência. Formulação do Problema: Como a distinção de classes se reflete na indumentária masculina do século XIX? Objetivo: Apresentar a moda masculina como reflexo ou até mesmo oposição das transformações sociais ocorridas no século XIX, entre os anos

3 Justificativa: Mostrar a importância simbólica da vestimenta, como forma de linguagem e transmissão de idéias. A escolha do croqui feminino é justificada pelo fato de que, as mulheres (de classe média, no caso), com a simplificação do traje masculino durante o decorrer do século, foram encarregadas de representar a família na comunidade através das roupas, funcionando assim como vitrines da classe social à qual pertenciam.

4 Operários de uma fabrica de fogões de São Francisco, vestindo camisas e suspensórios, sem gravatas. São usados diversos modelos de chapéu, inclusive chapéus-coco. O chefe, ao centro, usa terno, gravata de seda e chapéu-coco (Estados Unidos), (CRANE, Diana – A Moda e Seu Papel Social)

5 Conde Robert de Montesquiou, de Giovanni Boldini, (http://pelasruasecabides.blogspot.com/) Cartola Charuto Luvas (SOUZA, Gilda de Mello - O Espírito das roupas: a moda no século XIX)

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7 O chapéu- coco tornou-se um ícone da burguesia, imortalizado nesta pintura de René Magritte ((The Son Of Man -1964), que ilustrou o homem de classe média usando o chapéu. (www.rene-magritte-paintings.blogspot.com/) (Journal des Demoiselles, 1873) De 1830 em diante, o espartilho passa a ser usado não só pela classe alta, mas pelos níveis mais diversos, ligando a sua história à ascensão da burguesia e a difusão das idéias democráticas.

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9 Limpador de chaminés usando macacão de peça única (Inglaterra), por volta de (CRANE, Diana – A Moda e Seu Papel Social) Homem vestindo um terno barato de anarruga, comprado pronto ( ). Acrescentou um acessório de classe média: um relógio de corrente. (Foto: J. C. Burge – Museu do Novo México) Traje Bloomer (1850) (LAVER, James - A roupa e a moda) Sapato Oxford (adaptação atual) (www.melissa.com.br)

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17 Metodologia: O projeto foi realizado através de levantamentos bibliográficos (livros e sites). Fundamentação Teórica: Baseado em trabalhos de Gilda de Mello Souza, Diana Crane e Malcolm Barnard, entre outros, o projeto tem fundamentações históricas, sociológicas e semióticas. Referências Bibliográficas: SOUZA, Gilda de Mello. O Antagonismo. In: O Espírito das roupas: a moda no século XIX, autora Gilda de Mello e Souza, Ed. Companhia das Letras. CRANE, Diana. Moda, democratização e controle social. In: A moda e seu papel social: classe, gênero e identidade das roupas. São Paulo: SENAC, pp BARNARD, Malcolm. Moda e Comunicação. Rio de Janeiro: Rocco, LAVER, James. Roupa e a Moda. São Paulo: Companhia das Letras, 2005.


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