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Conhecimentos Gerais de Aeronaves Modelo adaptado para Power Point ® por Carlos A.Bayer Fontes pesquisadas :Livro Aeronaves e Motores ® de Jorge M Homa.

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1 Conhecimentos Gerais de Aeronaves Modelo adaptado para Power Point ® por Carlos A.Bayer Fontes pesquisadas :Livro Aeronaves e Motores ® de Jorge M Homa ®,FAA Aeronautical Knowledge,acervo Varig,Manual de Mecânico de Manutenção Aeronáutica - Grupo Motopropulsor,CTM para Pilotos de Acyr Costa Schiavo (Editora ETA),arquivo pessoal de Carlos A Bayer Loayza e internet. Fotos e Ilustrações pesquisadas na Internet,FAA (material de livre pesquisa e estudos),logotipos VARIG®,Varig Flight Training Center® Agradecimento especial aos Comandantes da Varig Eloi, Sergio Manfrini,Mauro e Abel pela ajuda,apoio e auxílio técnico, que foram de grande importância para criação deste Manual. Exclusivo para VFTC e ESCOLA AERONAUTAS ® – Curso de Piloto Privado de Avião

2 AERONAVES BALÕES AERÓSTATOS AVIÃO AERONAVES DIRIGÍVEIS PLANADOR ASA DELTA AERÓDINOS ASA FIXA TRIKE HELICÓPTERO ASA ROTATIVA AUTOGIRO

3 AERONAVES AERÓSTATOS BALÃO DIRIGÍVEL

4 AERONAVES AERÓDINOS DE ASA ROTATIVA HELICÓPTERO AUTOGIRO

5 AERONAVES.1.1 ASA DELTA AVIÃO TRIKEULTRALEVE AERÓDINOS DE ASA FIXA

6 AERONAVES Aeróstatos Definição – Aeronave é todo aparelho capaz de se sustentar e navegar no ar. As aeronaves são classificadas em Aeróstatos e Aeródinos Exemplos de Aeróstatos ( mais leves do que o ar ) : Balão e Dirigível – O empuxo é controlado pelo piloto.Podendo ser igual ou maior, e menor que o peso. A direção do vôo é controlável somente no dirigível,o qual possui leme e motores para esse fim.

7 Aeronaves Aeródinos são aeronaves baseadas na Lei da Ação e Reação.( 3ª Lei de Newton) Lei da Ação e Reação ( A toda ação corresponde uma reação de igual intensidade, em sentido contrário. Tanto o Avião como o Planador são Aeródinos de Asa Fixa. Suas asas desviam o ar para baixo,criando uma reação aerodinâmica para cima,denominada SUSTENTAÇÂO.

8 Aeronaves Avião e Planador Aeródinos / Diferença entre avião e planador Aeródinos

9 Aeronaves Helicóptero e Autogiro O helicóptero e o autogiro são Aeródinos de asa rotativa. As pás do motor giram, criando sustentação da mesma forma como as asas do avião. Obs: No helicóptero, o rotor principal pode ser ligeiramente inclinado para a frente, fornecendo propulsão. Já no auto giro, a propulsão é produzida por uma hélice.

10 Aeronaves Aeródinos - Helicóptero e Autogiro Aeródinos de Asa Rotativa

11 Estrutura e Componentes dos Aviões 2.1 Os componentes do avião podem ser classificados em três grandes grupos: Estrutura - é a carcaça ou corpo que dá forma ao avião, aloja os ocupantes e a carga, e fixa os demais componentes. Grupo Moto-propulsor – fornece a propulsão necessária responsável pelo deslocamento do avião no ar. Sistemas – são conjuntos de diferentes partes destinadas a cumprir uma determinada função. Exemplos : sistema elétrico,sistema de combustível,sistema de ar condicionado,piloto automático e etc. Empenagem Fuselagem Trem de pouso Grupo Moto- propulsor Asa

12 Estrutura do Avião (ou célula) 2.1 Alguns componentes principais da estrutura são: Asas,Fuselagem, Empenagem e Superfícies de controle ou comando. A estrutura deve ser projetada para resistir a diversos esforços estruturais. Como por exemplo: TRAÇÃO FLEXÃO COMPRESSÃO CISALHAMENTO OU TORCÃO

13 Estrutura do Avião (ou célula) 2.1 Muito importante também são os Materiais empregados na construção das estruturas.Estes materiais devem ser leves e resistentes. Os mais utilizados são as ligas de alumínio,mas existem também aviões feitos de tubos de aço soldados e recobertos com tela.Os Materiais mais modernos são os plásticos reforçados com fibras de vidro,carbono ou KEVLAR ® ( material patenteado e registrado).

14 Asas 2.1 As asas produzem sustentação necessária para o vôo. Partes da Asa: Bordo de Ataque, Bordo de Fuga, Ponta da Asa, Raiz da Asa,Extradorso ou dorso e Intradorso ou Ventre. EXTRADORSO INTRADORSO OU VENTRE BORDO DE FUGABORDO DE ATAQUE

15 Asas 2.1 Tanques de combustível Longarinas Nervuras Ponta da asa Longarinas Revestimento Flapes Ailerons Reforçadores Internamente são compostas por: Longarinas: são os principais elementos estruturais da asa. (seguem a envergadura da asa) Montantes: suportam esforços de compressão. Nervuras : dão o formato aerodinâmico à asa e transmitem os esforços aerdinâmicos do revestimento para a longarina. Raiz da Asa Bordo de Ataque Bordo de Fuga

16 Asas 2.1 Tirantes : cabos de aço esticados em diagonal e suportam esforços de tração Suportes* : são membros estruturais que dão apoio á asa. Exemplo de uma asa com revestimento de tela. REVESTIMENTO AILEROM TIRANTES REFORÇADORES

17 Classificação quanto a fixação na fuselagem. Asa alta Asa baixa

18 Classificação quanto a fixação na fuselagem. ASAS Semi-Cantilever ( possui suportes ou montantes ) Cantilever ( sem suportes ou montantes )

19 Classificação pelo número de Asas. Monoplano Biplano

20 Classificação pelo número de Asas Triplano

21 Em relação ao formato da Asa Retangular Trapezoidal

22 Em relação ao formato da Asa Elíptica Delta

23 Fuselagem Função: É a parte onde são fixadas as asas e a empenagem. Aloja também tripulantes, passageiros e carga, contém os sistemas do avião e pode, em muitos casos, alojar o motor e trem de pouso.

24 Tipos de Fuselagem Monocoque: Formado por cavernas, que dão o formato aerodinâmico. Os esforços são suportados pelas cavernas e pelo revestimento, geralmente metálico, plástico reforçado ou contraplacado de madeira. Semi-Monocoque: Formado por cavernas, revestimentos e longarinas. Todos resistem aos esforços aerodinâmicos. Os materiais são os mesmos da estrutura monocoque. Revestimento e Longarinas ou reforçadores Revestimento e caverna

25 Outro tipo de Fuselagem Tubular: Formada de tubos de aço soldados. Pode conter cabos de aço esticados para suportar o esforço de tração. É recoberto por tela, com função de revestimento, que não suporta os esforços aerodinâmicos Tubos de aço Soldados em diagonal

26 Empenagem e Superfícies de Comando Definição : é um conjunto de partes que atuam no controle de vôo. Superfície Horizontal ou Estabilizador que é formada pelo Estabilizador Horizontal e o Profundor Superfície Vertical que é formada pelo Estabilizador Vertical (ou Deriva) e o Leme de Direção Estabilizador vertical Estabilizador horizontal Leme de direção Compensadores Profundor

27 Superfícies de Comando e componentes estruturais São as partes móveis da asa e empenagem que geralmente são localizadas nos bordos de fuga,fixadas por dobradiças,e tem a função de controlar o vôo do avião. As superfícies de controle dividem-se em : Superfícies Primárias ou principais e Superfícies Secundárias Estabilizador Compensador Eixo de Pivotamento

28 Classificação das Superfícies de Comando Superfícies Primárias: Aileron, Leme de Direção e Profundor. Superfícies Secundárias: Compensadores das superfícies primárias. Flapes ou Slats: São dispositivos hipersustentadores pois aumentam a sustentação das asas. Úteis nos Pousos e decolagens, pois permitem Realizar estas operações com velocidades menores. Flapes

29 Classificação das Superfícies de Comando Spoilers: Função de impedir que a velocidade do avião aumente excessivamente durante as descidas. Também conhecidos como freios aerodinâmicos. Os Spoilers também são usados no pouso para auxiliar a frenagem do avião, denominados então como speed brakes Além desta função podem também exercer a função de auxílio ao aileron. Spoiler

30 Controles de Vôo 3.1 Definição: É o mecanismo que movimenta as superfícies de controle do avião. Manche: Possui duas funções: rolar e arfar a aeronave. Pedal: Função de guinar Eixo vertical Eixo Lateral Eixo Longitudinal Eixos do Avião

31 Controles de Vôo 3.1 Função de Cabrar (erguer o nariz do avião) ou Picar (baixar o nariz do avião) o avião. Estes movimentos são denominados de Arfagem ou Tangagem

32 Função de Rolar ou Inclinar o avião. Estes movimentos são denominados de Rolamento, Inclinação ou Bancagem. Controles de Vôo 3.1

33 Pedais: Função de Guinar (desviar o nariz para a direita ou a esquerda) do avião. Importante: Os Pedais em vôo, são necessários para efetuar curvas, devendo serem aplicados coordenadamente com o manche Controles de Vôo 3.1

34 Controles de Vôo – NOTA 3.2 Ajustes dos Controles de Vôo. Os controles de vôo, são compostos de manche, pedais, correias, polias, esticadores, cabos, alavancas etc. Periodicamente devem ser feitos algumas verificações e ajustes para garantir o bom funcionamento. São eles: Alinhamento dos Controles, Ajuste dos Batentes, Ajuste da Tensão dos Cabos, Balanceamento das Superfícies.

35 Trem de Pouso 4.1 Definição: Sua função é apoiar o avião no solo, amortecer os impactos do pouso, frear o avião e controlar a direção no taxiamento. Pode ser Hidroavião ou Hidroplano,Terrestre e Anfíbio. Com relação a distâncias de pouso e decolagem : VTOL: Decolagem ou Pouso Verticais Vertical take-off and landing STOL: Decolagem ou Pouso Curtos Short take-off and landing CTOL: Decolagem ou Pouso Convencionais Conventional take-off and landing

36 Trem de Pouso (Local de pouso) 4.1 Anfíbio Litoplano ou terrestre Hidroplano

37 Trem de Pouso (Mobilidade) 4.1 Trem de pouso Fixo (Não recolhe) Trem de pouso Escamoteável (recolhido é armazenado no alojamento Interno do trem de pouso)

38 Trem de Pouso (Mobilidade) Retrátil 4.1 O Trem de pouso Retrátil pode ser recolhido mas não fica totalmente coberto dentro do alojamento. permanece parcialmente visível mesmo quando recolhido.

39 Trem de Pouso (Mobilidade) 4.1 Trem de pouso baixado para pouso, através de alavanca localizada no painel da cabine Trem de pouso recolhido para decolagem ou arremetida através de alavanca localizada no painel da cabine Exemplo do comando de recolher e baixar o trem de pouso retrátil ou escamoteável

40 Com relação a disposição das rodas. 4.1 Triciclo Convencional

41 Amortecedores 4.2 Mola: tipo mais simples, consiste em uma lâmina de aço flexível que atua como mola. Porém a mola não absorve o impacto e devolve ao avião a energia recebida. Borracha: a estrutura do trem de pouso é rígida e articulada. O amortecimento é realizado por aros de borracha. Num pouso o trem de pouso abre-se para os lados e os aros de borrachas esticam-se absorvendo o impacto. Podem ser também em forma de discos e cordas (também é conhecido como Sandows).

42 Amortecedores 4.2 Hidráulicos: o amortecedor hidráulico consiste em uma haste que desliza dentro de um cilindro contendo fluído oleoso. O fluído amortece o impacto e uma mola suporta o peso do avião. Hidropneumáticas: Usa amortecedor de ar ou gás comprimido para absorver o impacto. Isso elimina a mola.

43 Rodas 4.3 O conjunto das rodas permite a rolagem do avião no solo e sua frenagem, são compostos por Pneus, Rodas e Freios. Os pneus e as rodas dos aviões são basicamente parecidos com as dos automóveis. Existem pneus com Câmara e sem Câmara e ainda de: baixa pressão para pistas macias como grama e terra e de alta pressão para pistas duras e pavimentadas

44 CONTROLE DIRECIONAL NO SOLO 4.4 É efetuado pela Bequilha ou pelo Trem do Nariz, onde são controlados por pedais do leme através de cabos e hastes. Nos aviões de grande porte este controle direcional em baixa velocidade pode ser acionada pelo Comandante através de um mini-volante chamado (Steering)

45 Freios 4.5 Tambor: composto de um tambor que gira junto com a roda, quando o freio é acionado, o fluído é injetado dentro do cilindro do freio, o qual comprime duas sapatas ou lonas atritam-se contra o lado interno do tambor, realizando a frenagem da roda.

46 Freios 4.5 Disco: É composto de um disco que gira junto com a roda, quando o freio é acionado o fluído hidráulico aciona as pastilhas atuando no disco, freando a roda. Tesoura Linha de fluído de reio Disco de freio Amortecedor

47 Motores Generalidades 5.1 Motores a Pistão – Funcionamento O motor a pistão é um motor de combustão interna que se assemelha ao dos automóveis, mas que devido às exigências aeronáuticas é construído com o objetivo de ter leveza, alta eficiência e confiabilidade. Também é econômico e eficiente em baixas velocidades e altitudes, ao contrário de motores a reação, tendo sua grande vantagem como sendo de baixo custo, e por isso muito utilizado em aeronaves de pequeno porte. O princípio de funcionamento de um motor a pistão é o aproveitamento da energia da queima de um combustível no interior de um cilindro, onde os gases desta queima (combustão) geram energia para impulsionar um pistão.

48 Motores Generalidades 5.1 Motor Turbo-Hélice: É um motor Turbojato modificado. Motor ideal para velocidades intermediárias entre a dos motores a pistão e os motores turbofan. Turbo-hélice

49 Motores Generalidades 5.1 Motor Turbojato: O ar admitido é impulsionado num fluxo de alta velocidade, utilizando a energia expansiva dos gases aquecidos para a combustão. É pouco econômico e ineficiente em baixas velocidade e altitudes Turbo-jato

50 Motores Generalidades 5.1 Motor Turbofan: Motor turbojato acrescido de um fan (ventilador). A fan funciona como uma hélice. Sua vantagem é a elevada tração, baixo ruído e economia de combustível. É o motor mais utilizado atualmente nos aviões de alta velocidade. Motores Generalidades 5.1

51 Número de Motores 5.2 Monomotor asa fixa Monomotor asa rotativa

52 Número de Motores 5.2 Bimotor asa rotativa Bimotor asa fixa

53 Número de Motores 5.2 Trimotor Quadrimotor

54 Número de Motores 5.2 Pentamotor Hexamotor

55 Número de Motores 5.2

56 Performance do Motor 5.1 Potências Torque – É a capacidade de uma força de produzir rotação. No motor do avião, o torque indica o esforço rotacional do eixo sobre a hélice.

57 Sistema de Iluminação 9.3 LUZES DE POSIÇÃO LUZ VERMELHA LUZ VERDE LUZ BRANCA

58 Sistema de Iluminação 9.3

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71 Eixos da aeronave Função de Cabrar (erguer o nariz do avião) ou Picar (baixar o nariz do avião) o avião. Estes movimentos são denominados de Arfagem ou Tangagem

72 Função de Rolar ou Inclinar o avião. Estes movimentos são denominados de Rolamento, Inclinação ou Bancagem. Eixos da aeronave

73 Pedais: Função de Guinar (desviar o nariz para a direita ou a esquerda) do avião. Importante: Os Pedais em vôo, são necessários para efetuar curvas, devendo serem aplicados coordenadamente com o manche Eixos da aeronave

74 FIM


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