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ARTROTOMIA DO TARSO PARA CORREÇÃO DE FRATURA DO OSSO TALUS 1 Mestranda em Saúde Animal – Faculdade de Agronomia e Medicina Veterinária – FAV/UNB*

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1 ARTROTOMIA DO TARSO PARA CORREÇÃO DE FRATURA DO OSSO TALUS 1 Mestranda em Saúde Animal – Faculdade de Agronomia e Medicina Veterinária – FAV/UNB* 2 Residente do Hospital Escola de Grandes Animais da Granja do Torto – FAV/UnB; 3 Professor Adjunto de Obstetrícia de Grandes Animais; 4 Professor Adjunto de Clínica e Equinos –FAV/UnB ; 5 Professora Adjunta de Cirurgia de Grandes Animais – FAV/UnB. Fraturas de tarso são injúrias incomuns, resultantes de evento traumático único ou por estresse repetitivo. Dentre os acidentes que levam à fraturas de tarso estão traumas por coice, lesões durante a corrida ou salto, além de acidentes automotivos. São raras e de difícil diagnóstico, principalmente se forem incompletas. O grau de claudicação varia de acordo com o tipo e extensão da fratura, sendo o diagnóstico confirmado por meio de exame radiográfico. O tratamento deve ser escolhido avaliando-se as peculiaridades individuais da lesão, porém considera-se que o tratamento cirúrgico seja de eleição na maioria dos casos. O prognóstico é reservado para o retorno a função plena quando se faz a remoção de fraturas em lasca que envolvem superfícies de apoio de peso, no entanto isso é dependente do tamanho do fragmento, de sua localização e do tempo de ocorrência da fratura até a instituição do tratamento. Introdução Relato de Caso Conclusão O tratamento por meio de remoção cirúrgica de fragmento da tróclea medial mostrou-se satisfatório quando se objetiva promover conforto e qualidade de vida, reduzindo ainda a ocorrência de complicações, como a laminite contralateral. Entretanto, Com prognóstico desfavorável ao retorno à carreira atlética devido ao tipo de fratura. Brasília/2010 Luis Fernando O. Varanda 1 ; Cinthia Beatriz da S. Dumont 1 ; Ana Lourdes A. M. Alencar¹; Mariana Damazio Rajão 2 ; Fernanda A. Fonseca 2 ; Ernane P.F. Novaes 2 ;Fabio Bezerra Ximenes³ Antonio Raphael T. Neto 4 ; Roberta F. de Godoy 5 Um eqüino macho, castrado, SRD, de 340 kg foi atendido no Hospital Escola de Grandes Animais da Universidade de Brasília com histórico de atropelamento há 42 dias. Ao exame clínico, observou-se que o animal não apoiava o membro posterior esquerdo no solo e apresentava aumento de volume de consistência rígida na região medial da articulação társica. Ao exame radiográfico foi diagnosticada fratura oblíqua em lasca da tróclea medial do talus, com fragmento aderido na face crânio medial da tíbia. O fragmento possuia aproximadamente 5 cm de altura, 4 cm de largura e 4 cm de comprimento. Embora o prognóstico fosse desfavorável para o retorno às atividades, optou-se pela remoção cirúrgica do fragmento no intuito de promover um maior conforto ao animal, uma vez que a intenção do proprietário era apenas mantê- lo como animal de estimação. O procedimento cirúrgico foi realizado com o animal em decúbito lateral esquerdo, sob efeito de anestesia geral inalatória e bloqueio anestésico regional dos nervos fibular e tibial. Realizou-se incisão na pele e fáscia subcutânea de aproximadamente 12 cm de comprimento sobre a face crânio-medial da articulação társica, medial à veia safena e o tendão do músculo fibular terceiro, seguida de incisão na cápsula articular, remoção do fragmento e curetagem mecânica, além de monitoramento radiográfico trans-operatório. A síntese se deu através fechamento separado dos tecidos incisionados. No pós-operatório utilizou-se fenilbutazona (4,4 mg/kg IV SID), penicilina procaína ( UI/kg IM BID) por 05 dias consecutivos e massagem com dimetil sulfóxido (DMSO) na região do tarso durante 30 dias, permanecendo confinado em baia. Foi observada redução gradual do edema e da sensibilidade dolorosa, tanto à palpação quanto no exame de claudicação. O animal recebeu alta 33 dias após a cirurgia com ausência de manifestação dolorosa quando apoiava o membro no solo, recomendando-se repouso por 06 meses seguido de retorno gradual ao exercício. Figura 1- Fratura oblíqua em lasca da tróclea medial do talus, com fragmento aderido na face crânio medial da tíbia. Figura 2- Radiografia para localização da fratura no momento da cirurgia. Figura 3- Radiografia após artrotomia e retirada do fragmento (seta). Figura 4- Fragmento da tróclea medial do talus de aproximadamente 5 cm retirado após artrotomia.


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