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O funcionamento de uma central digital esta vinculado diretamente ao sincronismo das suas LMTs (Linhas Multiplexadas no tempo) e do processo de comutação.

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Apresentação em tema: "O funcionamento de uma central digital esta vinculado diretamente ao sincronismo das suas LMTs (Linhas Multiplexadas no tempo) e do processo de comutação."— Transcrição da apresentação:

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2 O funcionamento de uma central digital esta vinculado diretamente ao sincronismo das suas LMTs (Linhas Multiplexadas no tempo) e do processo de comutação de canais.

3 A partir do sincronismo gerado pelos módulos de sincronismo todos os equipamentos da central são sincronizados. A distribuição desse sincronismo é realizada por uma cadeia de repetidores de sincronismo espalhados pela central.

4 Na Trópico RA o módulo de sincronismo é o responsável pela geração e distribuição do sincronismo.

5 A geração do sincronismo pode ocorrer via relógio de césio ou osciladores cerâmicos.

6 O módulo de sincronismo é constituindo por Placas e Interfaces (IH):

7 # CGS (Controladora, Geradora de Sincronismo) - Placa responsável pela geração do sincronismo e envio do mesmo pela IH2. # CSP (Controlador de sinalização Paginada) - Controlar os recursos do plano de sinalização associado, que viabilizam a comunicação dos processadores da central

8 # RIS (Repetidor Interno de Sincronismo) - Realiza a distribuição do sincronismo para as IH9s e IH4s. # CIT (Controladora Integrada de Interfaces Terminais). - Contém o processador responsável pelo funcionamento do módulo.

9 # CTE (Controladora de Terminais) - A placa CTE contém o software de tratamento de chamadas e de controle dos recursos básicos da Central. # CCT (Controladora de Circuitos Terminais) - É responsável pela operação dos circuitos e interfaces hardware internas do módulo.

10 # TTS (Tratadora Terminais Seriais) - Possibilita a leitura e escrita de dados nos terminais de forma serial e síncrona com a central

11 # IH2 (Interface de Hardware 2) - Interliga a CTE com a CGS # IH3 (Interface de Hardware 3) - Interliga a CTE e a TTS com as DAPs.

12 # IH4 (Interface de Hardware 4) - Interface que interliga todos os blocos da central. # IH9 (Interface de Hardware 9) - Interface intramodular para distribuição do sincronismo para todos os elementos dos módulos.

13 # IH10 (Interface de Hardware 10) - Interface entre geradores de sincronismo. # IH12 (Interface de Hardware 12) - Envia o sinal de sincronismo para a placa ou para as módulos de sinalização e comutação.

14 Toda central Trópico RA é composta por três geradores de sincronismos, os três interligados pela interface IH10 e consequentemente sincronizados entre si. Os geradores estão distribuídos nos planos, um em cada plano no caso da central possuir mais do que dois planos e 1 em um plano e os outros dois no outro caso a central apresentar somente dois planos.

15 A rede de distribuição é dividida em dois estágios, distribuição primária e distribuição secundária. Na distribuição primária os geradores são interligados com repetidores através da interface IH12. Os repetidores da rede primária estão localizados nas placas RIS e CSP e estas estão ou no próprio módulo de sincronismo ou nos módulos de comutação e sinalização.

16 Nas placas RIS e CSP estão também os regeneradores primários os quais fornecerão o sinal de sincronismo para os sistemas de comutação e sinalização.

17 A rede secundária de distribuição de sincronismo é formada pelos repetidores primários (placas RIS e CSP) e pelos regeneradores secundários distribuídos ao longo dos módulos terminais, mais precisamente nas placas CIT. Os repetidores estão interligados com os regeneradores secundários através da interface IH4.


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