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Cp.I segunda parte Sexo e destino.

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Apresentação em tema: "Cp.I segunda parte Sexo e destino."— Transcrição da apresentação:

1 Cp.I segunda parte Sexo e destino

2 André consultou mentalmente, procurando notícias de Cláudio.
André demorava-se na inspeção, quando o telefone tocou. Dona Márcia atendeu ao chamado, carregada de escuros pressentimentos. A voz de um homem simples procurava pelo senhor Cláudio Nogueira.

3 André concluía que Félix angariara o concurso de alguém prestimoso para comunicar à família da jovem o infausto acontecimento. "Dizem que morreu..." Agarrou a cabeça entre as mãos, julgando enlouquecer... Recordando o ultraje que a pobre menina experimentara naquela noite, lembrou-se de AraCélia, a servidora e amiga... Vinte anos antes... O suicídio!... E agora a filha, na mesma tragédia, com o mesmo homem... André, nesse ponto, interveio. Assimilando-lhe os pensamentos de simpatia

4 A morte de Marita surgia por solução.
Márcia, em verdade, não queria afundar-se em sentimentalismos. A morte de Marita surgia por solução. Vendo que seu esforço fora inútil, André tornou à presença de Félix para a obtenção de roteiros precisos.

5 A caminho, André notou que o benfeitor, em silêncio,mudava a própria forma, transfigurando-se na apresentação. Em rápidos momentos, e com esforço ligeiro, ele imprimiu ao corpo espiritual novo ritmo vibratório, assumindo as características de um homem vulgar.

6 Ninguém pode fazer tudo senão Deus
Ninguém pode fazer tudo senão Deus." "Marita, em súbita decadência física, precisa agora dos préstimos de alguém que a ame infinitamente. Chegou a hora de esmolar para ela o socorro dos que a feriram amando..."

7 Moreira que não conseguia ver André veio atender, como qualquer ser humano com sono
Ausência de qualquer  resposta que alimentasse a ira gratuita Félix comunicou  o acidente sabia  interessado na proteção da moça, rogava amparo. 

8 Vendo a moça, entregue à miserabilidade orgânica, o peito se lhe explodiu numa torrente de lágrimas, semelhante a uma rocha que se partisse de repente para revelar uma fonte... Transcorridos  pouco  mais  de  cinqüenta  minutos,  Cláudio,  seguido  por  médico  que  se  lhe  afeiçoara  à  família  e  que  conhecia Marita,  desde  muito,  deu  entrada no posto de assistência. Márcia,  sob a pressão de Moreira e interrogada pelo marido, liberara as informações de que dispunha. 

9 Marita conseguira pequena moratória
Marita conseguira pequena moratória. Quinze a vinte dias no corpo seriam tempo propício à meditação, preparo valioso ante a vida espiritual.

10 As horas finais seriam preciosas
  As  horas  finais  seriam preciosas. Desfrutara  o  ensejode aprontar para a renovação, enquanto que Cláudio, Márcia e Marina talvez reconsiderassem  caminhos. 

11 permitiremos nomear aqui por adição de força, cujos
Vali-me do socorro magnético de profundidade  Sentei de maneira a  guardar aquele corpo abatido em meus braços, envolvendo no meu próprio hálito,  numa  operação  que  nos  permitiremos  nomear  aqui  por  adição  de  força,  cujos  resultados se destacam  surpreendentes, quando a  criatura retida no envoltório  Físico se mostra nos últimos lances da resistência. .  

12 Nesse  ínterim,  Félix  aconselhou  que  eu me adensasse  na  apresentação,  a 
fim de que Moreira me enxergasse os exercícios. Conservava a esperança de vê oferecer para manter  a respiração da moça em boa ordem.  Cláudio abeirou trêmulo, da filha e  rompeu em soluços.  Tanto  quanto  me  era  dado  perceber,  aquela  hora  significava para  ele  Doloroso balanço de consciência. 

13 Cláudio ajoelhou e, com ele, pôs
Moreira genuflexo... Em choro convulso, o pai  alisou aqueles cabelos  despenteados,  contemplou a fisionomia  de cera que a morte  parecia estar modelando

14 Mergulhando a cabeça nos 
lençóis, gritou, vencido:  – Ah! Minha filha!... Minha filha!...  Quase no mesmo  instante, a  fronte de Moreira vergou, como se esmagada  de  sofrimento...  Ambos  jaziam  ali,  debruçados,  rente  aos  meus  joelhos,  com  a  mesma rendição dentro da qual Marita se me conchegava ao  regaço. 

15 Os verdugos também pediam amor. 
Segurando a  moça inerme, à altura do peito, afaguei com a destra, sustentando em prece...  E  a  prece  clareava  o  pensamento,  corrigindo me  a  visão!...  Sim,  tentando  consolar aqueles dois homens que o  remorso  dobrava em tormento indizível, refleti  nos meus próprios erros e compreendi os  propósitos da vida!... Não!... Eles não eram  os  estupradores,  os  obsessores,  os  inimigos,  os  carrascos  que  eu  detestara  na  véspera!... Eles eram meus amigos, meus irmãos!...

16 FIM...


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