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João Pessoa / PB - BRASIL 2011. CRIANÇAS _ DOIS ANOS_ NO CIBERESPAÇO: INTERATIVIDAD E POSSÍVEL? A TESE.

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1 João Pessoa / PB - BRASIL 2011

2 CRIANÇAS _ DOIS ANOS_ NO CIBERESPAÇO: INTERATIVIDAD E POSSÍVEL? A TESE

3 CRIANÇAS _ DOIS ANOS_NO CIBERESPAÇO: INTERATIVIDADE POSSÍVEL? Nanci Martins de Paula Nanci Martins de Paula

4 HIPÓTESE Crianças Pequenas _dois anos_ no Ciberespaço: interatividade possível? OBJETIVO Verificar a possibilidade de interatividade entre crianças pequenas de dois anos e seus professores- mediadores com outras pessoas utilizando o messenger na rede mundial de computadores.

5 CONTEXTO SÓCIO-HISTÓRICO CULTURAL ESTUDO DE CASO SUJEITOS A PESQUISA

6 MATERIALISMO HISTÓRICO DIALÉTICO TEORIAS INTERACIONISTAS DO DESENVOLVIMENTO HUMANO PERSPETIVA SÓCIO-HISTÓRICA EVOLUÇÃO DOS CONCEITOS EDUCAÇÃO COMUNICAÇÃO CIBERESPAÇO EDUCAÇÃO ONMILATERAL TRIANGULAÇÃO DOS DADOS SUJEITO AMBIENTE DO SUJEITO MACRO SISTEMA FUNDAMENTOS TEÓRICOS METODOLÓGICOS

7 CONTEXTO SÓCIO-HISTÓRICO CULTURAL Pólis de Brasília na primeira década do terceiro milênio à época da Sociedade da Informação e Comunicação no contexto da globalização e do capitalismo unipolar – concentração de renda, circulação virtual de moedas, trabalho internacionalizado, desigualdades sociais, violência urbana, crescimento desordenado e deterioração do meio ambiente; Ao mesmo tempo, à época da ampliação e intensificação da interação entre pessoas, do estreitamento das relações sociais, das redes sociais virtuais, dos movimentos sociais planetários, disseminação das informações, participação nos acontecimentos no mundo conectado do ilimitado desenvolvimento tecnológico.

8 ESTUDO DE CASO Categoria de pesquisa cujo objeto é uma unidade que se analisa profundamente. [...] suas características são dadas por duas circunstâncias. Por um lado, a natureza e abrangência da unidade. [...] Em segundo lugar, também a complexidade do Estudo de Caso está determinada pelos suportes teóricos que servem em seu trabalho ao investigador. [...] a complexidade do exame aumenta à medida que se aprofunda no assunto. [...] marcado mais que outros tipos de pesquisa qualitativa, pela implicação do sujeito no processo e pelos resultados do estudo, exige severidade maior na objetivação, originalidade, coerência e consistência das idéias (TRIVIÑOS, 1983, pp ).

9 ESTUDO DE CASO O método do estudo de caso permite uma investigação para se preservar as características holísticas e significativas dos acontecimentos da vida real, tais como: ciclo de vida individuais, processos organizacionais e administrativos, mudanças ocorridas em regiões urbanas, relações internacionais e a maturação de setores econômicos (YIN, 2005, p.20). A impossibilidade de generalização dos resultados obtidos com o estudo de caso constitui séria limitação deste tipo de delineamento. Todavia, o estudo de caso é muito frequente na pesquisa social, devido à sua relativa simplicidade e economia, já que pode ser realizado por único investigador, ou por um grupo pequeno e não requer a aplicação de técnicas de massa para coleta de dados, como ocorre nos levantamentos. (GIL, 1999, p. 118)

10 SUJEITOS Oito crianças pequenas do maternal I do turno matutino, de ambos os sexos, com idade por volta de dois anos, filhas de famílias com renda média de hum mil reais (classe média), da cidade de Brasília, juntamente com suas duas professoras- mediadoras do Colégio Santa Dorotéia de Brasília do DF.

11 PROCESSOS E PRODUTOS CENTRADOS NO SUJEITO ELEMENTOS PRODUZIDOS PELO MEIO DO SUJEITO PROCESSOS E PRODUTOS DA ESTRUTURA SÓCIO- ECONÔMICA E CULTURAL DO MACRO-ORGANISMO SOCIAL ANÁLISE DOS RESULTADOS À LUZ DE TRIVIÑOS

12 ANÁLISE DA COMUNICAÇÃO EXPRESSÃO VERBAL EXPRESSÃO NÃO VERBAL CONTEXTOS (BULCÃO) I – aulas de informática educativa II - encontro virtual ANÁLISE DOS RESULTADOS PROCESSOS E PRODUTOS CENTRADOS NO SUJEITO (VYGOTSKY, PIAGET, WALLON, LURIA, BAKHTIN, EKMAN)

13 PROCESSOS E PRODUTOS CENTRADOS NO SUJEITO CATEGORIAS DA COMUNICAÇÃO VERBAL Frases Palavras CATEGORIAS DA COMUNICAÇÃO NÃO-VERBAL Facial Gestual Corporal ANÁLISE DOS RESULTADOS

14 QUALITATIVA – Expressão Verbal Evidência do alcance do Nível de Representação Simbólica pelas crianças (Piaget); A Fala se torna Intelectual e o Pensamento Verbalizado (Vygotsky). O ato mental se desenvolve a partir do ato motor (Wallon). Importância da linguagem no Processo Interativo (Luria). Remete ao conceito de diologia, que acentua o caráter social e constitutivo da linguagem e a relação intersubjetiva que se estabelece na fala(Bakhtin). ANÁLISE DOS RESULTADOS PROCESSOS E PRODUTOS CENTRADOS NO SUJEITO

15 QUANTITATIVA- EXPRESSÃO VERBAL: Ocorrências PROCESSOS E PRODUTOS CENTRADOS NO SUJEITO ANÁLISE DOS RESULTADOS

16 QUANTITATIVA- EXPRESSÃO VERBAL:Ocorrências frases Vovó dela. Oi vó! Oi vovó! É a vovó.. É a vovó da X Vovó tá escondida? É a vovó dela. A vovó dela Mandou beijo. PROCESSOS E PRODUTOS CENTRADOS NO SUJEITO ANÁLISE DOS RESULTADOS

17 COMUNICAÇÃO OU EXPRESSÃO NÃO VERBAL PROCESSOS E PRODUTOS CENTRADOS NO SUJEITO EVIDÊNCIAS DE INTERAÇÃO ENTRE OS SUJEITOS NAS EXPRESSÕES NÃO-VERBAIS: FACIAL, GESTUAL E CORPORAL ANÁLISE DOS RESULTADOS

18 PROCESSOS E PRODUTOS CENTRADOS NO SUJEITO EXPRESSÕES FACIAIS Evidência de expressões faciais nas mensagens de interação. Consistem em um sistema de comunicação primária, uma revelação de uma mensagem sobre algo interno a expressar. As expressões básicas surpresa e alegria classificadas por Heger e Ekman (1969) demonstram que a afetividade esteve presente no encontro virtual das crianças com a pesquisadora, podendo-se inferir a interatividade no ciberespaço.. Outra expressão identificada foi denominada neste estudo de contemplativa, que demonstra, aliada as demais expressões do sujeito, a presença ativa nos eventos dos contextos analisados. ANÁLISE DOS RESULTADOS

19 Em relação às expressões corporais, os movimentos que os sujeitos realizaram em direção aos seus colegas, aos professores-mediadores e ao monitor do computador evidenciam o interesse na atividade e a interatividade com a pesquisadora; Foi demonstrada a interatividade no comportamento não verbal por meio da postura, dos movimentos das crianças em diversas direções; A emoção ocupa o papel de mediadora, tendo sua expressão nos movimentos da criança o que favorece o desenvolvimento infantil nas interações, não somente na satisfação das necessidades básicas, mas constroem novas relações sociais (Wallon, 1995) PROCESSOS E PRODUTOS CENTRADOS NO SUJEITO Expressões Corporais ANÁLISE DOS RESULTADOS

20 As expressões gestuais dos sujeitos, classificadas por Ekman e Frisen (1969) como Emblemas -aceno e beijo- consistem na demonstração de interação entre pessoas. A classificação Ilustradores são gestos mais comuns que descrevem o que se está falando. Tem um importante papel na efetividade da comunicação, esclarecendo a respeito da informação. O gesto de apontar se insere nesta categoria. PROCESSOS E PRODUTOS CENTRADOS NO SUJEITO EXPRESSÕES GESTUAIS ANÁLISE DOS RESULTADOS

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22 GRÁFICO DE REGISTROS DA COMUNICAÇÃO NÃO-VERBAL: FACIAL

23 GRÁFICO DE REGISTROS DA COMUNICAÇÃO NÃO-VERBAL: GESTUAL

24 GRÁFICO DE REGISTROS DA COMUNICAÇÃO NÃO-VERBAL: CORPORAL

25 ELEMENTOS PRODUZIDOS PELO MEIO DO SUJEITO DA ESCOLA DA FACULDADE DE EDUCAÇÃO DA UNB DA UNB TV DA ADMINISTRAÇÃO DA UNB (SECOM- CEAD) ANÁLISE DOS RESULTADOS

26 Gráfico da média de cliques por dia no Projeto Crianças de Dois Anos no Ciberespaço

27 PROCESSOS E PRODUTOS DA ESTRUTURA SÓCIO- ECONÔMICA E CULTURAL DO MACRO-ORGANISMO SOCIAL RESULTADOS APRESENTADOS QUANTO À DIVULGAÇÃO RESULTADOS APRESENTADOS QUANTO À DIVULGAÇÃO TEXTOS IMAGÉTICOS PARA LEITURA LIVRE DOS INTERLOCULTORES TEXTOS IMAGÉTICOS PARA LEITURA LIVRE DOS INTERLOCULTORES REGISTROS EM SITES E/OU REPOSITÓRIOS ACADÊMICOS E DE LIVRE COMPOSIÇÃO COM ACESSO ONLINE E LIBERADO REGISTROS EM SITES E/OU REPOSITÓRIOS ACADÊMICOS E DE LIVRE COMPOSIÇÃO COM ACESSO ONLINE E LIBERADO ANÁLISE DOS RESULTADOS

28 Durante o encontro virtual foi possível ocorrerem interações entre criança/criança, crianças/professoras, crianças e professores com a pesquisadora, criança/pesquisadora, quando se destacaram: o olhar, as expressões corporais, as palavras vistas como signos, o tônus afetivo da interatividade e os recursos icônicos, os winks, usados no movimento do bate-papo, quer seja, nas ocorrências ou eventos sócio-educativos dos sujeitos. CONSIDERAÇÕES FINAIS

29 Os artefatos computacionais podem mediar a construção do conhecimento dos sujeitos no ciberespaço; No contexto educativo da aula de informática, o Messenger integrado à rede mundial de computadores possibilitou a interatividade entre crianças com suas professoras e a pesquisadora; Esta interatividade não somente favoreceu as interrelações pessoais como permitiu o desenvolvimento e aprendizagem de crianças_de dois anos_ o que enriquece o campo da educação. CONSIDERAÇÕES FINAIS

30 Os artefatos computacionais podem mediar a construção do conhecimento dos sujeitos no ciberespaço. No contexto educativo da aula de informática, o Messenger integrado à rede mundial de computadores possibilitou a interatividade entre crianças com suas professoras e a pesquisadora. Esta interatividade não somente favoreceu as interrelações pessoais como permitiu o desenvolvimento e aprendizagem de crianças_de dois anos_ o que enriquece o campo da educação CONSIDERAÇÕES FINAIS

31 Foi visto que as concepções de interatividade são distintas para os teóricos do campo da educação e para os do campo da comunicação; Na Educação a interação e a interatividade são termos usados sem a preocupação de distingui-los por acrescentar um instrumento eletrônico como mediador; Na comunicação a interatividade pressupõe ação e interação dos sujeitos com o uso dos meios de comunicação.

32 Referências Bibliográficas ADORNO, T.W.; HORKHEIMER, M. Dialética do esclarecimento. Rio de Janeiro: Zahar, 1997; ARIÈS, P. História social da criança e da infância. Trad.: Dora Flaksman. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2006; BAKHTIN. M. M. Marxismo e filosofia da linguagem: Problemas fundamentais do método sociológico na ciência da linguagem. Trad.: Michel Lahud e Yara Frateschi Vieira 10. ed. São Paulo: Hucitec, 2002; BAZARIAN, J. O Problema da Verdade. Teoria do conhecimento. São Paulo: Alfa-Õmega, 1994; BELLONI, M. L. Os direitos da criança e as mídias. In: III Jornada de debatedores sobre a mídia e imaginação infantil. Florianópolis, UFSC, 2002; CORRÊA, C. H. W. A complexidade do conceito de interação mediada por computador: para além da máquina UNIrevista - Vol. 1, n° 3 : (julho 2006); CUNHA, C.; DEFOURNY, V. A qualidade da educação: uma questão de ética e de direitos humanos. Brasília: Unesco, 2007.

33 Referências Bibliográficas DOMINGUES, Diana. Criação e interatividade na cibercultura. São Paulo: Experimento, ; EKMAN, P.; FRIESEN, W. V. The repertoire of nonverbal behavior: categories, origens, usage and coding. Semiótica, n. 1, p , 1969.; FIORENTINI, M. L. R.; MORAES, R. A. (Orgs.). Linguagem e interatividade na educação a distância. Rio de Janeiro: DP&A, 2003; FREIRE, P. Educação como prática de liberdade. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1981; GHIRALDELLI JR, Paulo. As Concepções de Infância e as Teorias Educacionais Modernas e Contemporâneas - IN: Educação & Realidade. Os nomes de infância. Porto 2000; Gil, Antõnio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 4ed. São Paulo: Atlas. 2004; GRAMSCI, Antônio. Os intelectuais e a organização da cultura. Rio de Janeiro. Civilização Brasileira, 8a. Ed., 1991; HUTT, Sidney John e HUTT, corinne observação direta e medida do comportamento. São Paulo: Pedagógica e Universitária Ltda 1974

34 Referências Bibliográficas KELLNER, D. A Cultura da Mídia. Bauru: São Paulo: Editora da Universidade do Sagrado Coração, ___________. Cultura da Mídia e Triunfo do Espatáculo. In: MORAES, Denis. Sociedade Midiatizada. Rio de Janeiro: Mauad, LIBÂNEO, José C. Docência universitária: formação do pensamento teórico-científico e atuação nos motivos dos alunos. In: GALVÃO, Afonso C. T. e SANTOS, Gilberto L. (Org.). Educação: tendências e desafios de um campo em movimento. 1 ed. Brasilia - DF: Liber Livro, 2008, v. 1, p LURIA, Alexei Nikolaevich. Desenvolvimento Cognitivo Seus Fundamentos Culturais e Sociais São Paulo: Icone MANACORDA, M. A História da Educação: da antigüidade aos nossos dias. São Paulo: Cortez, MARCUSE, Herbert. Eros e Civilização: Uma Interpretação Filosófica do Pensamento de Freud. Rio de Janeiro: LTC- Livros Técnicos e Científicos Editora S.A., MATTELART, Armand. História da Sociedade da Informação. São Paulo: Edições Loyola, 2002.

35 Referências Bibliográficas MORAES, R. A. É possível uma linguagem crítica na educação? Linhas Críticas, Brasília. v. 12, n. 23, p , jul./dez PEREIRA, F. Discursos sobre a infância em formação inicial de professores – Portugal nas últimas décadas. Linhas Críticas, Brasília, v. 13, n. 25, p , jul.- dez PIAGET, J. O Nascimento da Inteligência da Criança. Rio de Janeiro: os Editora Guanabara PRETTO, N. de L. Desafios para educação na era da informação:presencial, a distância,as mesmas políticas e o de sempre. In: BARRETO, R. G. (org.). Tecnologias educacionais e educação a distância: avaliando políticas e práticas. Rio de Janeiro: Quartet, 2001, p REBOUL, O. Filosofia da educação. São Paulo: CEN, EDUSP, 1974 SAVIANI, D. História das idéias pedagógicas no Brasil. Campinas: Autores Associados, Coleção Memória da Educação. SCHAFF, A. História e verdade. São Paulo: Martins Fontes, 1986 SOUZA, M. de F. G. de. Pedagogia: fundamentos da educação infantil. Brasília: Centro de Educação a Distância – UnB, 2007.

36 Referências Bibliográficas TELES, L. Anotações de aulas ministradas na disciplina Educação, Arte, Cultura e Ciberespaço do Programa de Pós-Graduação em Educação da Faculdade de Educação da Universidade de Brasília. 2º semestre 2006; TRIVINHO, E.. Cibercultura e existência em tempo real: contribuição para a crítica do modus operandi de reprodução cultural da civilização mediática avançada. E-Compós (Brasília), v. 9, p , TRIVIÑOS, A. N. S. Introdução à Pesquisa em Ciências Sociais: a pesquisa qualitativa em educação. São Paulo: Atlas, 1987 VIGOTSKI, L. S. Pensamento e linguagem. São Paulo, Martins Fontes, 1988 UNESCO. Relatório Rumo às Sociedades do Conhecimento. Paris: Unesco, Acessado em 20 de abril de Disponível em: Acesso em: 3 jan YIN, R. K. Estudo de Caso: planejamento e métodos. Trad.: Daniel Grassi. 3a ed. Porto Alegre: Bookman, ZUIN, Antônio A. S. Industrial Cultural e Educação: o novo canto da sereia. Campinas, SP: Autores Associados, 1999.

37 Criança Lúdico Professora Construção Criança Simplicidade Criança Amor Pofessora Liberdade Criança Linguagem Criança Riso Criança Felicidade Criança Jogo Criança Aprendizado Pesquisadora FE/UnB IDENTIDADE

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