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1 ISO 22000:2006 UMA FERRAMENTA NAS INDÚSTRIAS DE ALIMENTOS.

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1 1 ISO 22000:2006 UMA FERRAMENTA NAS INDÚSTRIAS DE ALIMENTOS

2 HISTÓRICO Até os anos 80 Controle de Qualidade Reativo Produto bom: aceita Produto Ruim: rejeita 2 de 78

3 HISTÓRICO A partir dos anos 80 Garantia da Qualidade PREVENTIVO ZERO DEFEITO 3 de 78

4 HISTÓRICO Anos 60 - Pillsbury (EUA) / Laboratórios do Exército / NASA 1971 –FDA (Food and Drug Administration) publicou os regulamentos para alguns alimentos – Em 1980 A OMS (Organização Mundial de Saúde), a ICMSF (Comissão Internacional de Especificações Microbiológicas dos Alimentos) e a FAO - Organização para a Agricultura dos EUA, recomendaram a aplicação do sistema APPCC a empresas alimentares. 4 de 78

5 1993 – O Comitê da Higiene dos Alimentos da Comissão do Codex Alimentarius publicou um Guia para a aplicação do Sistema de APPCC Surgiu então a Portaria 1428 do Ministério da Saúde, de 26/11/ de 78 HISTÓRICO

6 Conjunto dos atributos sensoriais percebidos pelos sentidos humanos: aparência, textura, sabor, aroma; Os atributos ocultos como a segurança: controle de contaminantes físicos, químicos e microbiológicos e; Quantidade de nutrientes, constituintes químicos e propriedades funcionais; 6 de 78 QUALIDADE DOS ALIMENTOS

7 Alimento Seguro: É um alimento livre de contaminantes físicos, químicos e microbiológicos, ou seja, inócuo à saúde. Por que é importante? 7 de 78

8 8 de 78 Todos os anos, nos países industrializados, apesar dos regulamentos e crescentes cuidados na indústria alimentícia, 1 pessoa em cada 3 corre o risco de sofrer toxinfecção e as principais causas são: globalização no suprimento de alimentos (condições higiênicas e métodos agrícolas nos países produtivos); maior agressividade das bactérias e maior resistência a antibióticos e pesticidas; novos hábitos alimentares (aumento do consumo de refeições fora de casa). Qual é a importância da Segurança de Alimentos?

9 Estimativa de que nos EUA ocorrem, por ano, 76 milhões de casos de DTAs, resultando 323 mil hospitalizações e 5 mil mortes; Mead et al (1999). Nos EUA em 1998: Bactérias: responsáveis por gastos de quase US$7 bilhões; Vírus: cerca de US$ 350 milhões Parasitos: cerca de US$ 625 milhões Toxinas Marinhas: US$ 125 milhões Agentes Químicos: US$ 33 milhões 9 de 78

10 Como conseguir Segurança dos Alimentos? 10 de 78

11 11 de 78 5 SENSOS

12 12 de 78 5 SENSOS

13 13 de SENSOS

14 14 de SENSOS

15 15 de SENSOS

16 16 de 78 BPF / GMP

17 17 de 78 APPCC / HACCP Instrumento para avaliar os perigos e estabelecer sistemas de controle que focam na prevenção ao invés de basear-se na inspeção dos produtos finais.

18 18 de 78 LEGISLAÇÃO Fundamental Conhecer a Legislação Horizontal (= Aplicável a todos ou a grandes categorias de alimentos) Conhecer a Legislação Vertical (= Específica: Amendoim)

19 19 de 78 LEGISLAÇÃO MINISTÉRIO DA SAÚDE Portaria nº 1428 de 26/11/93 (BPF e APPCC) Portaria nº 326 de 30/06/97 (BPF) MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO Portaria nº 368 de 04/09/97 (BPF) - harmonizada com Mercosul Portaria nº 46 de 10/02/98 (BPF e APPCC) para produtos de origem animal (carne, leite, ovos, mel e seus derivados).

20 20 de 78 SEGURANÇA DOS ALIMENTOS Conceito que indica que o alimento não causará dano ao consumidor quando for preparado e/ou consumido de acordo com seu uso intencional. - Está relacionada à ocorrência de perigos à Segurança de Alimentos. OBS: Não inclui outro aspecto de saúde humana (como por exemplo: má nutrição).

21 21 de 78 ISO Principais Características Norma certificável por organismos de certificação Atendimento dos 7 princípios de HACCP do Codex Alimentarius Pode ser usada em auditorias Alinhada com ISO 9001 e ISO Pede cumprimento de requisitos regulamentares relacionados à Segurança de Alimentos.

22 22 de 78 Elementos Chaves: Comunicação Interativa; Sistema de Gestão; Programa de Pré-Requisitos; Princípios APPCC (referência Codex Alimentarius). ISO 22000

23 23 de 78 Inclui organizações direta ou indiretamente envolvidas Desde produtores de alimentação animal, produção primária, até varejistas, etc Produtores de equipamentos, de embalagens, de produtos sanitizantes e aditivos etc. ISO APLICAÇÃO Toda a cadeia produtiva de alimentos, independentemente de tamanho e complexidade Aplicação

24 24 de 78 ISO ESTRUTURA DA NORMA 1. Escopo 2. Referência Normativa 3. Termos e Definições 4. Sistema de Gestão da Segurança de Alimentos 5. Responsabilidade da Direção 6. Gestão de Recursos 7. Planejamento e Realização de Produtos Seguros 8. Validação, Verificação e Melhoria do Sistema de Gestão da Segurança de Alimentos

25 25 de 78 PROCEDIMENTOS DOCUMENTADOS EXIGIDOS CONTROLE DE DOCUMENTOS CONTROLE DE REGISTROS TRATAMENTO PRODUTOS POTENCIALMENTE INSEGUROS CONTROLE DE NÃO CONFORMIDADES (CORREÇÕES E AÇÕES CORRETIVAS) RECOLHIMENTO AUDITORIA INTERNA REGISTRO REGISTRO Total: 7 Total: 7

26 26 de 78 Indicação da equipe de segurança de alimentos; Descrição documentada de matérias-primas, ingredientes e materiais que entram em contato com os produtos; Identificação dos requisitos estatutários e regulamentares relacionados ao produto; Descrição documentada das características dos produtos finais; Descrição documentada do uso pretendido e da identificação dos grupos de usuários e/ou consumidores; ETAPAS PRELIMINARES ISO 22000

27 27 de 78 Preparação de fluxogramas para categorias de produtos ou de processos; Checagem dos fluxogramas in loco; Descrição das etapas do processo, incluindo as medidas de controle; ETAPAS PRELIMINARES ISO 22000

28 28 de 78 ALGUNS PONTOS IMPORTANTES PARA IMPLEMENTAÇÃO DA ISO 22000

29 29 de ESCOPO O Escopo do Sistema de Gestão de Segurança de Alimentos deve ser formalmente identificado e descrever: - O segmento da cadeia de alimentos envolvido; - Produtos ou categorias de produtos; - Processos e locais de produção abrangidos pelo Sistema de Gestão da Segurança de Alimentos.

30 30 de POLÍTICA DA SEGURANÇA DOS ALIMENTOS É apropriada ao papel da organização, na cadeia dos alimentos. Está conforme requisitos regulamentares e acordados com os clientes. É comunicada, implementada e mantida em todos os níveis de organização. É revisada para adequação contínua. Estabelece comunicação adequada. E, é apoiada por objetivos mensuráveis. A política e os objetivos relativos à Segurança de Alimentos devem estar contemplados no planejamento estratégico.

31 31 de COORDENADOR DA EQUIPE SEGURANÇA DE ALIMENTOS Alta Direção Sistema de Gestão Sistema de Gestão da Segurança de Alimentos COORDENADOR Nomeado pela Alta Direção Desempenho do SGSA Responsabilidade e autoridade para: Organizar o trabalho da equipe de SA. Assegurar treinamentos relevantes e educação aos membros desta equipe. Assegurar que este sistema seja estabelecido, implementando, mantido e atualizado.

32 32 de COMUNICAÇÃO Assegurar que informação suficiente seja disponível ao longo de toda a Cadeia de Alimentos. A Organização deve estabelecer, implementar e manter arranjos efetivos para comunicação com seu pessoal, fornecedores sub-contratados, autoridades, clientes e consumidores.

33 33 de PRONTIDÃO E RESPOSTA A EMERGÊNCIAS Gerenciamento de Crises Gerenciamento Crises Potenciais Princípios Simulações

34 34 de ANÁLISE CRÍTICA EntradaAnálise CríticaSaída - Follow up das ações de análises críticas do sistema - Análise dos resultados e atividades de verificação - Mudanças que possam afetar a segurança de alimentos - Situações emergenciais, acidentes, recolhimentos / recall - Resultados do sistema de atualização - Revisão das atividades comunicação, incluindo retorno dos clientes - Auditorias externas e inspeções Registrar Deve incluir decisões / ações relacionadas à: - garantia de segurança de alimentos - melhoria da eficiência do sistema de gestão da segurança de alimentos - recursos necessários - revisões da política de segurança de alimentos x objetivos relacionados.

35 35 de 78 Recursos Humanos Competência, Conscientização e Treinamento Infra-Estrutura Ambiente de Trabalho 6. GESTÃO DE RECURSOS Estabelecer Implementar Atualizar Manter

36 36 de PLANEJAMENTO E REALIZAÇÃO DE PRODUTOS SEGUROS 7.1. Generealidades 7.2. Programa de Pré-Requisitos (PPR) 7.3. Etapas Preliminares para permitir a Análise de Perigos 7.4. Análise de Perigos 7.5. Estabelecimento dos Programas de Pré-Requisitos Operacionais (PPRs) 7.6. Estabelecimento do Plano APPCC 7.7. Atualização de Informações Preliminares e Documentos especificando os PPRs e o Plano APPCC 7.8. Planejamento de Verificação 7.9. Sistema de Rastreabilidade Controle de Não-Conformidades

37 37 de PROGRAMA DE PRÉ-REQUISITOS (PPR PORTUGUÊS / PRP INGLÊS) Condições básicas e atividades necessárias para manter um Ambiente Higiênico ao longo da Cadeia de Alimentos adequadas para: - Produção - Manipulação - Suprimento de Produtos Finais Seguros e Alimentos Seguros para Consumo Humano Os PPRs necessários dependem do segmento da Cadeia de Alimentos em que cada Organização opera e do tipo de Organização.

38 38 de PROGRAMA DE PRÉ- REQUISITOS Boas Práticas de Agricultura (BPA / GAP); Boas Práticas Veterinárias (BPV / GVP); Boas Práticas de Fabricação (BPF / GMP); - Higiene Ambiental: * Área Externa; * Edificações; * Instalações sanitárias; * Utilidades: ar comprimido, vapor, iluminação, água, etc; - Higiene pessoal: * Saúde dos manipuladores; * Práticas de higiene; * Uniformes; * Higienização de mãos.

39 39 de PROGRAMA DE PRÉ- REQUISITOS - Higiene operacional: * Operações de recebimento de insumos; * Operações de produção; * Operações de expedição de produto final. Boas Práticas de Armazenamento; Boas Práticas de Distribuição / Transporte; Boas Práticas de Comercialização; Boas Práticas de Laboratório; Programa de Higienização (limpeza e desinfecção); Controle Integrado de Pragas;

40 40 de PROGRAMA DE PRÉ- REQUISITOS Programa de Manutenção Preventiva; Programa de seleção e manutenção de fornecedores de matérias- primas, ingredientes e embalagens: * Auditoria de fornecedores; * Laudos de análise emitidos pelo fornecedor; * Análises de recebimento para acompanhamento da performance do fornecedor. Controle da potabilidade da água; Armazenamento de produtos químicos; Treinamento.

41 41 de PPR OPERACIONAL PROGRAMA DE PRÉ-REQUISITOS OPERACIONAL Identificado pela análise de perigos como essencial para o controle da probabilidade de introduzir perigos á Segurança de Alimentos no ambiente de processo e/ou a proliferação dos perigos relacionados à Segurança de Alimentos no produto ou no ambiente de processo.

42 42 de 78 PPR X PPR OPERACIONAL PROGRAMA DE PRÉ-REQUISITO OPERACIONAL PROGRAMA DE PRÉ-REQUISITO Identificados pela análise de perigos como ESSENCIAL para controlar o perigo.

43 43 de EQUIPE DE SEGURANÇA DOS ALIMENTOS A equipe de segurança de alimentos deve ter uma combinação de conhecimento multidisciplinar/experiência incluindo: Conhecimento e Experiência PRODUTOS PERIGOS EQUIPAMENTOSPROCESSOS Manter registros para demonstrar conhecimento e experiência requeridos.

44 44 de MATÉRIAS PRIMAS, INGREDIENTES E MATERIAIS DE CONTATO COM OS PRODUTOS Devem ser escritos em documentos na extensão necessária à condução da análise de perigos, incluindo, quando apropriado: - características biológicas, químicas e físicas; - composição de ingredientes formulados, incluindo aditivos; - origem; - método de produção; - métodos de embalagem e entrega; - condições de estocagem e vida de prateleira; - preparação / manipulação antes do uso ou processamento; - critérios de aceitação relacionados â segurança de alimentos - ou especificações de materiais e ingredientes apropriados ao uso pretendido.

45 45 de CARACTERÍSTICAS DOS PRODUTOS FINAIS Devem ser descritas em documentos, na extensão necessária à condução da análise de perigos, incluindo quando apropriado: - nome do produto / identificação similar; - composição - características biológicas, físicas e químicas importantes à Segurança de Alimentos; - vida de prateleira pretendida; - condições de estocagem; - embalagem; - rotulagem relacionada à Segurança de Alimentos; - e/ou instruções de manipulação, preparação e uso; - método(s) de distribuição

46 46 de INTENÇÃO DE USO A intenção de uso, manuseio razoavelmente esperado do produto final, e qualquer uso não intencional, porém razoavelmente esperado de ocorrer para produto final, deve ser considerada e descrita em documentos na extensão necessária à condução da análise de perigos. Grupo de usuários e de consumidores devem ser identificados para cada grupo de consumidores conhecidos vulneráveis a certos Perigos de Segurança de Alimentos - devem ser considerados As descrições devem ser mantidas atualizadas.

47 47 de FLUXOGRAMAS

48 48 de DESCRIÇÃO DAS ETAPAS DO PROCESSO E MEDIDAS DE CONTROLE Medidas de controle, parâmetros de processo e/ou rigor de sua aplicação ou procedimentos que podem influenciar a segurança de alimentos devem ser descritos, na extensão necessária à condução da análise de perigos. Requisitos externos que podem causar impacto na escolha e a rigor das medidas de controle também devem ser descritas. As descrições devem ser mantidas atualizadas.

49 49 de IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS E DETERMINAÇÃO DE NÍVEIS ACEITÁVEIS A identificação deve ser baseada em: - Informações preliminares e dados coletados; - Experiência; - Informações externas, incluindo, na extensão possível, dados epidemiológicos e outros históricos; - Informações da cadeia de alimentos de importância para a Segurança de Alimentos.

50 50 de 78 PERIGOS À DOS ALIMENTOS PERIGOS À SEGURANÇA DOS ALIMENTOS Agente Biológico, Químico ou Físico, ou condição do alimento, com potencial de causar algum efeito adverso à saúde do consumidor (Incluem Alergênicos). PERIGO RISCO* * RISCO (ISO/IEC GUIDE51) – Combinação entre a probabilidade de ocorrer um dano e a severidade deste dano.

51 51 de 78 PERIGOS MICROBIOLÓGICOS FÍSICOSQUÍMICOS SEGURANÇA INTRÍNSECA X SEGURANÇA PERCEBIDA IDENTIFICAÇÃO

52 52 de IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS E DETERMINAÇÃO DE NÍVEIS ACEITÁVEIS Para cada perigo identificado, deve ser determinado o nível aceitável deste perigo no produto final, sempre que possível. Importante Considerar: Os requisitos estatutários e regulamentares; Requisitos dos clientes; Intenção de uso do consumidor; Outros dados relevantes. A justificativa e o resultado desta determinação devem ser registrados.

53 53 de AVALIAÇÃO DE PERIGO Deve ser conduzida avaliação de perigo para determinar se: Sua eliminação ou redução à níveis aceitáveis é essencial à produção de alimentos seguros; Seu controle é necessário para respeitar níveis aceitáveis. Importante! Cada perigo deve ser avaliado de acordo com severidade de efeito adverso à saúde e probabilidade de ocorrência. A metodologia usada deve ser descrita e os resultados da avaliação dos perigos devem ser registrados.

54 54 de SELEÇÃO E AVALIAÇÃO DAS MEDIDAS DE CONTROLE As Medidas de Controle devem ser selecionadas e classificadas de acordo com a necessidade de serem gerenciadas através de PPR Operacional ou pelo plano APPCC. A Metodologia e os parâmetros para esta classificação devem ser documentados. Os resultados da avaliação devem ser registrados.

55 55 de 78 MEDIDA DE CONTROLE A medida de controle descrita pode ser gerenciada por meio de: Programas de pré-requisitos (principalmente quanto a medida de controle estiver relacionada a aspectos estruturais); Programas de pré-requisitos operacionais; Plano de APPCC. A classificação das medidas de controle deve ser conduzida utilizando uma abordagem lógica. ÁRVORE DECISÓRIA

56 56 de PLANO APPCC O plano de APPCC deve ser documentado e deve incluir para cada PCC: - Perigos a serem controlados no PCC; - Medidas de controle; - Limites críticos; - Procedimentos de monitoramentos; - Correções e ações corretivas a serem tomadas se os limites críticos forem excedidos; - Responsabilidades e autoridades; - Registros dos monitoramentos.

57 57 de PONTO CRÍTICO DE CONTROLE Etapa na qual um controle pode ser aplicado e é ESSENCIAL para prevenir ou eliminar um perigo à Segurança de Alimentos ou reduzi-lo a um nível aceitável. Para cada PCC controlado pelo Plano de APPCC, devem ser identificadas as Medidas de Controle.

58 58 de DETERMINAÇÃO DOS LIMITES CRÍTICOS PARA OS PCCS CRITÉRIO QUE SEPARA A ACEITAÇÃO DA REJEIÇÃO - São estabelecidos para determinar se um PCC está sob controle. - Se o limite crítico é excedido ou violado, os produtos são afetados ou considerados Potencialmente Inseguros.

59 59 de 82 JUSTIFICATIVA DO LIMITE CRÍTICO Descrição da justificativa para definição do limite crítico deve ser documentada Exemplos: Literatura científica; Requisitos regulamentares; Normas específicas; Requisitos de clientes; Dados históricos coletados sobre perigos físicos, químicos e biológicos durante condições normais de operação.

60 60 de PLANO DE VERIFICAÇÃO Plano de verificação individual de PCCs; Plano de verificação de PPRs; Plano de verificação de PPRs Operacionais; Como demonstrar que os níveis de perigos estão dentro dos níveis aceitáveis. Ex.: análise de históricos, dados / SAC; Como os resultados das atividades de verificação são utilizados para atualização da análise de perigos. Resultado da verificação Análise crítica Atualização da análise de perigos Equipe SA

61 61 de SISTEMA DE RASTREABILIDADE EntradaProcessoSaída Distribuição/ Cliente RASTREABILIDADE DE UM PRODUTO - Origem dos materiais e seu componentes - Histórico do processamento - A distribuição e destino de um produto após a expedição. RASTREABILIDADE RASTREABILIDADE RECALL

62 62 de CORREÇÕES Desvio Pré Requisitos Operacionais Avaliação Produto potencialmente inseguro Avaliação da necessidade de ação corretiva. Limite crítico de PCCs Produto potencialmente inseguro e

63 63 de AÇÕES CORRETIVAS A Organização deve estabelecer e manter procedimentos documentados que especifiquem ações apropriadas para: Identificar e eliminar a causa das não-conformidades detectadas; Para prevenir a recorrência; Para trazer o processo ou o Sistema de volta ao controle depois da detecção da Não-Conformidade.

64 64 de TRATAMENTO DE PRODUTOS POTENCIALMENTE INSEGUROS PRODUTO NÃO CONFORME PRODUTO POTENCIALMENTE INSEGURO PRODUTOS POTENCIALMENTE INSEGUROS SEGURANÇA DE ALIMENTOS

65 65 de TRATAMENTO DE PRODUTOS POTENCIALMENTE INSEGUROS Ações devem ser tomadas para prevenir que produtos potencialmente inseguros entrem na cadeia de alimentos, a não ser que seja possível assegurar que: - O perigo tenha sido reduzido a níveis aceitáveis; - O perigo será reduzido a níveis aceitáveis antes de entrar na cadeia de alimentos; - O produto ainda atende níveis aceitáveis apesar da não conformidade. Caso um produto seja determinado como inseguro após ter deixado a organização deve ser feita a notificação das partes interessadas relevantes e deve ser iniciado o recolhimento / recall.

66 66 de AVALIAÇÃO PARA LIBERAÇÃO Cada lote do produto afetado pela Não- Conformidade deve somente ser liberado como seguro quando houver evidência de que o mesmo atende os níveis aceitáveis de perigo.

67 67 de VALIDAÇÃO, VERIFICAÇÃO E MELHORIA DO SGSA Validação das combinações de Medidas de Controle Controle de Monitoramento e Medição Verificação do Sistema de Segurança de Alimentos Auditoria Interna Avaliação de Resultados de Verificação Individual Análise de Resultados de Atividades de Verificação Melhorias

68 68 de 183 VALIDAÇÃO DE MEDIDAS DE CONTROLE O processo de validação pode incluir: Literatura científica; Dados históricos (ex.: histórico de reclamações de clientes - SAC); Ensaio experimental para simular condições de processo; Dados coletados sobre os perigos físicos, químicos e biológicos durante condições normais de operação*; Pesquisas estatísticas; Modelos matemáticos; etc * Exemplos: Análises microbiológicas; Análises físico-químicas

69 69 de 78 VALIDAÇÃO DE MEDIDAS DE CONTROLE ORIENTAÇÕES VALIDAÇÃO X VERIFICAÇÃO X MONITORAMENTO Projeto da Medida de Controle Validação da Medida de Controle Implementação da Medida de Controle Monitoramento Verificação

70 70 de 78 VALIDAÇÃO X VERIFICAÇÃO X MONITORAMENTO Verificação A Verificação pode incluir atividades como: - Observação das atividades de Monitoramento. - Revisão de Registros para confirmar que a implantação das Medidas de Controle está como planejado.

71 71 de CONTROLE DE MONITORAMENTO E MEDIÇÃO CALIBRAÇÃO / VERIFICAÇÃO DE DISPOSITIVOS Não OK Se o dispositivo de medição não está conforme, a organização deve tomar ação apropriada em relação ao dispositivo e qualquer produto afetado. Os registros desta avaliação e das ações resultantes devem ser mantidos.

72 72 de AUDITORIA INTERNA A Organização deve conduzir Auditorias Internas a intervalos planejados para determinar se o Sistema: Está conforme o planejado e conforme os requisitos desta Norma; Está implementado e atualizado eficazmente;

73 73 de 82 Um programa de auditoria deve ser planejado levando em consideração: A importância dos processos e áreas a serem auditadas; Atualização resultante de auditorias anteriores; Os critérios, escopo, freqüência devem ser definidos; A seleção de auditores deve assegurar objetividade e imparcialidade e auditores não devem auditar seu próprio trabalho AUDITORIA INTERNA

74 74 de AVALIAÇÃO DE RESULTADOS DE ATIVIDADES DE VERIFICAÇÃO A equipe de Segurança de Alimentos deve analisar resultados de atividades de verificação, auditoria interna e auditoria externa. OBJETIVO Confirmar desempenho do sistema Identificar a necessidade de atualizar ou melhorar o sistema Identificar tendências que indiquem uma maior incidência de produtos potencialmente inseguros. Estabelecer informação para planejamento do programa de auditorias internas. Prover evidências de eficácia de correções e ações corretivas.

75 75 de 78 VERIFICAÇÃO DO SISTEMA DE GESTÃO DE SEGURANÇA DE ALIMENTOS Atividades de verificação (7.8) Avaliação dos resultados da verificação pela equipe de Segurança de Alimentos (8.4.2) Análise geral para verificação de tendências (8.4.3) Análise crítica pela direção (5.8) e/ou Atualização (8.5.2) Registro (ex.: ata de reunião) + ações pertinentes. Análise crítica realizada pela Equipe de Segurança de Alimentos. Participação do coordenador da Equipe de Segurança de Alimentos.

76 76 de MELHORIA CONTÍNUA A Alta Direção deve garantir que a organização melhore continuamente através do uso de: Comunicação Análise crítica pela direção Auditoria interna Avaliação dos resultados individuais de verificação Validação de combinações de medidas de controle Ações corretivas Atualização do sistema

77 77 de 78 NOVIDADES PAS 220:2008 (Publicly Avaliable Specification) Redigido pela British Standards Institution (BSI); Especifica exigências para o PPR com o objetivo de auxiliar no controle de perigos à segurança de alimentos. Se destina a ser utilizado em conjunto com a ISO

78 78 Tatiana Nicoloso CVI REFRIGERANTES LTDA Obrigada pela atenção!


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